pizza no CHS de SOROCABA

Hospital Regional, que integra o Conjunto Hospitalar, é alvo de denúncias de fraudes – Por: Pedro Negrão
Notícia publicada na edição de 26/01/2012 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 11 do caderno A – o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.

Suspensos, sem previsão para serem retomados, com o risco de demorar a ponto de prescrever parte dos diferentes crimes dos quais 48 pessoas são acusadas pelo Ministério Público (MP) e ainda sem descartar a possibilidade do processo ser arquivado. Segundo os promotores de justiça que integram o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) é assim que estão os trabalhos da 3ª Vara Criminal de Sorocaba em relação ao inquérito civil que apontam supostas irregularidades nas contratações de empresas e plantões médicos, cujos profissionais não apareciam para trabalhar. Essa situação é consequência de decisão do Tribunal de Justiça (TJ) comunicada à Justiça de Sorocaba nesta semana, com base no pedido de liminar em processo de habeas-corpus movido em segunda instância pelos advogados de um dos acusados no processo, o empresário Edison Brito Aleixo, contratado para fornecer próteses ao hospital.

“Concedo a liminar apenas para suspender o processo até o final (do) julgamento do habeas-corpus”, foi a decisão proferida por um só desembargador (monocromática) da 15ª Câmara de Direito Criminal do TJ, no último dia 20. Um dos advogados de defesa que fez o pedido ao TJ, Paulo Fernandes Lira, explica que requereu o habeas-corpus preventivo porque a finalidade de qualquer ação penal é a condenação e a prisão. O argumento dele é de que o denunciado Aleixo sofre constrangimento ilegal, “uma vez que a decisão que autorizou a quebra dos sigilos telefônico, bancário e fiscal dele não foi suficientemente fundamentada, bem como, não foram efetuadas qualquer outra investigação preliminar para a apuração delitos”, consta no relatório da decisão do TJ. “Diante dos argumentos apresentados e dos documentos juntados a inicial entendo presentes os requisitos autorizadores da medida liminar pleiteada”, decidiu o desembargador.

O advogado Paulo Fernandes Lira explicou ontem por telefone que o habeas-corpus não discute os fatos, como por exemplo, se os médicos estavam ou não presentes nos plantões pelos quais receberam, mas sim as questões processuais e constitucionais. Defende que houve abuso de poder no momento que a Justiça autorizou a quebra de sigilo telefônico, segundo Lira, sem fundamentar. Alega que pela lei das interceptações telefônicas é possível a autorização por 15 dias prorrogáveis pelo mesmo período. “(A investigação) gerou uma prova ilícita de acusação contra uma pessoa e por isso o processo deve ser nulo, os trabalhos de investigação foram abusivos a partir de uma decisão judicial abusiva”, declarou. Afirmou que está previsto na Constituição que toda decisão judicial deve ser fundamentada de acordo com o entendimento do magistrado. “Concedeu várias autorizações para quebras de sigilo telefônico sem dizer o porque era necessário, sendo que essa é uma medida cautelar excepcional, que deve ser usada em última circunstância, porque mexe com a privacidade das pessoas”, afirmou.

O chefe de sessão do cartório da 3ª Vara Criminal de Sorocaba, Marcos Massuia, transmitiu para o Cruzeiro do Sul o posicionamento do juiz criminal Hugo Leandro Maranzano, que participava de audiências na tarde de ontem. Massuia declarou que o juiz deve enviar hoje a documentação relativa ao caso ao TJ. Todas as autorizações para as interceptações telefônicas foram feitas de acordo com a lei e ressaltou que a decisão do TJ é liminar (temporária) até o julgamento do mérito do pedido do habeas-corpus. “O desembargador vislumbrou alguma coisa que poderia não estar correta e por isso deferiu a liminar, mas não que esteja correta”, afirmou. Explicou que desembargador olhou a petição do advogado sem fazer nenhum juízo de convicção e suspendeu o processo até o julgamento do mérito, ou seja, vão analisar toda a documentação proferir a decisão colegiada. ( claro que sendo ano eleitoral, não querem este tipo de escândalo por ai.)

servido indiciada assume cargo no CHS em SOROCABA


A servidora pública estadual Tania Aparecida Lopes foi oficialmente a responsável por seis pregões eletrônicos do Conjunto Hospitalar de Sorocaba (CHS) em setembro de 2011, quando já tinha sido indiciada pela Operação Hipócrates do Grupo de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público, que investigou irregularidades em plantões médicos e licitações do hospital. O nome de Tânia também constou como uma das 12 pessoas que tiveram prisões decretadas em 16 de junho deste ano — e que depois foram liberadas mediante habeas-corpus. Quatro meses depois, em outubro, o Ministério Público denunciou 48 pessoas investigadas na Operação Hipócrates e o nome de Tania constava na relação. Mesmo com esse perfil, o Diário Oficial de ontem publicou despacho no qual Tania é nomeada como titular da Comissão de Padronização do CHS como membro do setor de compras. Os dados confirmando esses passos podem ser acessados no site http://www.imprensaoficial.sp.gov.br.

O promotor Welington dos Santos Veloso, do Gaeco, ao analisar ontem essa situação, criticou: “Eu acho no mínimo temerário colocar essa pessoa numa sessão dessa quando ela foi denunciada por envolvimento em fraudes e licitações. O que competia a nós (Gaeco) foi feito. Nós fizemos a denúncia e fizemos um pedido de afastamento dessas pessoas do cargo. Estamos no aguardo de apreciação judicial do pedido. Se a administração da Secretaria da Saúde está fechando os olhos para isso, aí é problema da Secretaria. É um escárnio para a opinião pública de Sorocaba, é um absurdo. Não dá para engolir isso, não.”

A partir das 18h30, o Cruzeiro do Sul tentou todos os meios possíveis para falar com Tania ou representantes diretos dela como seu advogado, Carlos Kosloff, e o diretor do CHS Luiz Cláudio Azevedo Silva. Na lista telefônica e outros guias de assinantes não foi encontrado telefone em nome dela. Os telefones do advogado e do diretor do CHS também não atenderam.

Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde respondeu: “Não existe, em cargo de gestão da unidade, em que há poder de decisão e deliberação, pessoas indiciadas pelo Ministério Público dentro da Operação Hipócrates. Entretanto, cabe ressaltar, que as pessoas envolvidas nas investigações podem manter suas atividades profissionais enquanto não há expedido algum tipo de condenação. Elas têm, sim, direito ao trabalho”. E acrescentou que o fato de ela ter sido pregoeira e integrar o setor de compras da Comissão de Padronização é exercício de função operacional e, dessa forma, tais funções não lhe dão poder de decisão final e há sempre uma instância superior a ela.

No Diário Oficial de 10 de setembro de 2011, Tania consta como diretora dos pregões 234/11, 232/11, 230/11, 231/11, 235/11 e 236/11 — os quais são destinados, respectivamente, às compras de medicamentos oncológicos, próteses oculares, medicamentos psicotrópicos, comprimidos, materiais para o setor de coagulação e seringas descartáveis. Já o Diário Oficial de 13 de setembro publicou uma retificação em relação a estes e mais cinco pregões na qual substitui o nome de Tania por Solange Pires de Carvalho como diretora. O afastamento de Tania do cargo de diretor técnico de divisão de saúde e a designação de Solange Pires de Carvalho para ocupar o cargo de diretor 1 a partir de 1º de julho de 2011 só foram publicados no dia 14 de setembro.

Protesto

A informação de que Tania foi nomeada para uma comissão do CHS partiu inicialmente do Sindicato dos Funcionários da Saúde (Sindsaúde) durante um protesto, ontem pela manhã, de cerca de 30 servidores em frente ao hospital. Participaram o deputado estadual Hamilton Pereira (PT) e a pré-candidata ao cargo de prefeito de Sorocaba, Iara Bernardi (PT). O Sindsaúde informou que a situação do CHS é “vergonhosa” e que piorou, com falta de equipamentos no setor de ortopedia. Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde lamentou “a ação política e oportunista do SindSaúde. ( enquanto não for condenada, pode exerçer o cargo , e por acaso será condenada, será sequer julgada ? ou o corporativismo médico irá por tudo no ralo do esquecimento da justiça lenta ?

pacientes do CHS de SOROCABA, continuam tomando na cabeça

Luzia de Fátima da Silva vem de Buri com o neto Ryan – Por: Erick Pinheiro
Mais fotos…  ( clique e veja mais fotos desta barbaridade)

Pacientes das 48 cidades da região de Sorocaba atendidas pelo Conjunto Hospitalar de Sorocaba (CHS) passam por uma cansativa rotina para realizar os tratamentos. A maior parte vem de ônibus e vans disponibilizados pelas prefeituras locais e são obrigados a esperar até o final da tarde, quando o último paciente é atendido. Como não há locais apropriados para descanso e espera, os pacientes ficam nas calçadas no entorno do CHS ou dentro dos próprios veículos, esperando o fim da tarde e a volta para casa. Calor, frio, fome e cansado são apenas algumas situações enfrentadas por quem não tem sequer banheiro disponível.

A cada 20 dias, Ivonete de Oliveira, 42, de Itapeva, vai ao CHS fazer quimioterapia. Ivonete teve câncer de mama há quase dois anos e desde então segue a rotina mensal. Por causa da agressividade do tratamento, Ivonete fica fragilizada após as sessões, mas não tem lugar algum para se recuperar. “Eu saio passando mal, mas não tem para onde ir, fico passando mal na calçada mesmo, o dia todo”, diz. Além das sessões, ela também vem a Sorocaba devido às consultas. Na maioria das vezes, a gari afastada do trabalho por causa da doença sai às 1h30 de Itapeva e vai embora só depois das 17h. Para ela, o período mais complicado é durante os meses de frio. “É duro. A gente traz cobertor para poder ficar mais confortável, mas tem dia que é bem difícil. No calor é complicado, mas o muro faz sombra na calçada”, afirma.

Para acompanhar a amiga, Francisco de Assis Cardoso, 62, passa pela mesma situação. Quando tem quimioterapia, ela come no hospital, mas, como ele não pode acompanhar, passa o dia se alimentando de salgados nos estabelecimentos próximos. “A gente acaba comendo qualquer coisa por aí. Mas faz um sacrifício para ela não passar por tudo isso sozinha. É muito ruim”, desabafa. Pelo neto Ryan, de 6 anos, a dona de casa Luzia de Fátima da Silva, 54, de Buri, faz de tudo, inclusive perder alguns dias da semana inteiros nas calçadas próximas ao CHS. Desde os seis meses de idade, o menino tem problemas de saúde, como anemia, vermes e sinusite. “Se eu não corresse com ele, eu tinha perdido esse meu menino”, desabafa.

Como passa por vários médicos, ele precisa ir ao CHS em alguns casos até duas vezes por semana. São os dias em que Luzia não dorme. “Amanheço acordada. É sofrido.” Como eles saem de Buri por volta das 2h da madrugada e voltam para o ônibus só depois das 16h, o local de descanso é a calçada. “Às vezes ele dorme na calçada, com a cabecinha encostada na mochila. Deus que me perdoe, mas parece até um indigente, coitadinho”, lamenta a avó.

Luzia e o neto almoçam por R$ 1 no Bom Prato, mas a avó gosta de comprar bolachas no supermercado para agradar Ryan. “Pelo menos para ele passar a tarde melhor, né?”, comenta. Sempre que tem consulta, o menino perde o dia de aula, por voltar só no começo da noite. “Não tem o que fazer”, finaliza. Ana Ferreira Metring, 63, recebeu um transplante de rim há 13 anos e atualmente precisa de acompanhamento médico de quatro em quatro meses. De Itararé, Ana vem à Sorocaba num micro-ônibus numa viagem que dura quatro horas. “Toda vez é a mesma coisa. A gente passa a madrugada no ônibus, o dia na calçada e chega em casa à noite, acabada. Já tenho uma idade, já poderia ter um lugarzinho para descansar. Saímos de lá ontem às 23h30 e só vou voltar hoje à noite”, diz.

Os comerciantes de estabelecimentos próximos são testemunhas da situação dos pacientes regionais. A comerciante Juliana Chen, 21, trabalha em uma lanchonete em frente ao CHS, e conta que todos os dias eles pedem para ficar um tempo lá para descansar. “Eles vem logo cedo para tomar café da manhã. Alguns pedem para ficar um tempo, mas nunca enfrentamos problemas. Quando a lanchonete fecha, eles entendem e saem dar uma volta, para voltar depois”, conta.( vem cá meu, alguem ainda acha que SOROCABA tem condições de carregar 48 cidades nas costas ?

faz tempo que eu venho falando, não é de hj , nem deste ano, ano que vem tem eleição estas 48 cidades vão aprender a votar e botar ondem nos seus prefeitos, ou vão continuar na mesma ?

 e a baderna no CHS por conta de médicos que não trabalham, lembram daquele escândalo ? ja foi resolvido ? ninguem mais fala nisso.

CHS DE SOROCABA, funcionários farão a segurança.

Funcionários do Conjunto Hospitalar de Sorocaba (CHS) serão deslocados para zelar pela estrutura física do prédio, controlar a entrada e saída de pessoas e manter a integridade física dos médicos, enfermeiros e pacientes. A decisão foi tomada pela direção da instituição de saúde devido à saída da empresa responsável pela vigilância. O trabalho dos profissionais de segurança terminou ontem, às 23h, e o Governo do Estado já tem providenciado um contrato emergencial com outra prestadora de serviço.

A secretaria estadual de Saúde não informou quais e quantos funcionários serão designados para o trabalho de vigilância nas áreas interna e externa do CHS. Segundo a assessoria de imprensa do governo, a empresa Albatroz Segurança desistiu de prestar os serviços. O motivo não foi informado. A Albatroz, sediada em São Paulo, foi procurada pela reportagem do jornal Cruzeiro do Sul para comentar o término dos trabalhos no CHS. Apenas um funcionário estava autorizado a falar, mas ele não foi encontrado para esclarecer a situação.

A direção do CHS também não informou quantos vigilantes trabalhavam nas dependências da instituição de saúde. Durante o dia de ontem, os profissionais de segurança foram encontrados na entrada de veículos do Hospital Regional e na portaria do prédio. Nenhum deles quis comentar o assunto, mas todos confirmaram o encerramento das atividades na noite de ontem. A saída dos vigilantes também foi endossada pelo delegado de base do Sindicato da Saúde de Sorocaba, José Sanches. Segundo ele, o clima entre os funcionários do CHS é de preocupação. “Já temos muitos problemas e agora existe esse agravante da falta de segurança”, comenta.

Sanches denuncia que os vigilantes também eram obrigados a acumular o serviço de porteiro nos prédios do CHS. “Esse trabalho não era deles, mas como não havia quem fizesse, eles “quebravam esse galho” para tentar manter a ordem no local”, comenta. A secretaria estadual da Saúde também não comentou o assunto. O CHS conta com aproximadamente 1.800 funcionários e somente o ambulatório realiza mais de 2 mil atendimentos diários em diversas especialidades médicas. O local é uma das principais referências do Estado e recebe pacientes provenientes dos 47 municípios da área de abrangência da regional da saúde.
 
Alvo de denúncias
 

O CHS tem sido alvo de uma intervenção do Estado. A medida foi tomada após ser deflagrada a Operação Hipócrates, pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em junho deste ano. No CHS foram apontadas fraudes no pagamento de plantões a médicos que não compareciam para trabalhar. A denúncia culminou no afastamento do então diretor-geral do CHS, Heitor Fernando Xediek Consani, assinada pelo secretário estadual da Saúde, Giovanni Guido Cerri. Em seu lugar foi nomeado Luís Cláudio de Azevedo Silva.

No dia 5 deste mês, o médico neurocirurgião e ex-secretário estadual de Esportes, Jorge Roberto Pagura, e o ex-diretor do CHS, Sidnei Abdalla, foram formalmente indiciados no inquérito que apura fraudes em plantões e licitações do CHS com envolvimento de médicos, dentistas e enfermeiros. Pagura foi indiciado pelos crimes de formação de quadrilha e falsificação de documentos. Já Abdalla por favorecimento e direcionamento de licitações, prorrogações ilegais de contratos e formação de quadrilha.( será que o estado será rápido nisso ? ou vai esperar aconteçer algo ? as cãmeras que vigiariam os médicos pra que eles não dessem cano no serviço já foram instaladas ?

a bagunça vai começar de novo, ou ja ta rolando ?)

médicos do CHS de SOROCABA, serão vigiados por câmeras

Após a denúncia de fraudes e do esquema de corrupção dentro do CHS (Conjunto Hospitalar de Sorocaba), envolvendo o pagamento de plantões fantasma, a Secretaria de Estado da Saúde vai  endurecer o sistema de controle de funcionários.

Nesta sexta-feira (23), o interventor e agora também diretor do CHS, Luis Cláudio Azevedo Silva,  afirmou que a frequência dos funcionários será monitorada por um circuito interno de câmeras de TV ligadas a uma central.

Esta medida faz parte do plano de ação que contempla a melhoria  na parte estrutural do maior hospital da região. A ação abrange ainda a revitalização de todo o prédio. 

O CHS está preparando o edital de licitação, que deve ser concluído até outubro. A previsão, segundo o diretor, é de que  o sistema esteja em funcionamento já no primeiro semestre de 2012. “As câmera auxiliam  mas é preciso também ter um sistema de gestão eficiente destes dados”, diz, lembrando que a  medida favorece a segurança do hospital. 

O eixo das denúncias que desencadeou a Operação Hipócrates, em junho passado, foi justamente o pagamento indevido a médicos e funcionários que não cumpriam a escala dos plantões. Doze pessoas chegaram a ser presas, entre elas o diretor da época, Heitor Consani, o ex-diretor Ricardo José Salim e o ex-diretor regional de Saúde, Antonio Carlos Nasi. Todos prestaram depoimentos na delegacia do Grupo Antissequestro de Sorocaba, com a presença dos promotores do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), e já estão em liberdades.

Folha de pagamento/Outra medida já em vigor para o controle da atuação dos funcionários é a análise crítica da folha de pagamento. O registro de ponto do funcionário é cruzado com a produção dos médicos e outros profissionais para checar se realmente o serviço foi prestado.“Se a gente percebe algum indício de irregularidade, com a inconsistência entre o ponto e a produção, vamos investigar a fundo”, explica.

Enquanto as câmeras não são  instaladas, o controle de acesso de funcionários é realizado por meio de ponto eletrônico, uma medida que só passou a vigorar após a denúncia de irregularidades.

Mutirão aos fins de semana para zerar a fila de cirurgias

Até o final deste ano, o CHS passa a realizar, aos finais de semana, mutirões de cirurgias eletivas, caracterizadas pela possibilidade de agendamento. O objetivo, explica o diretor Luis Claudio de Azevedo Silva, é reduzir a gigantesca fila de espera. Segundo ele, ainda  não é possível precisar o volume de pacientes que estão nesta situação pois ainda está sendo realizado um levantamento real da demanda que hoje, por exemplo, aponta a pendência de cirurgias desde 2002.

“Tinhamos um mecanismo falho de controle. Então, ainda não conseguimos de fato identificar a demanda que está acumulado na estrutura. Provavelmente esta pessoa já arrumou outra solução e não foi dada baixa na fila”, analisa o diretor.

O aumento no número de cirurgias está diretamente ligado à ampliação nos leitos de UTI, que agora passam de 10 para 30, em um universo de quase 400 leitos comuns. Segundo Azevedo, já  existe espaço físico dentro do Conjunto Hospital para a implantação dos novos leitos. “Agora só falta constituir a equipe multidisciplinar”, afirma.

 ( mas é pra ficar encima mesmo, não é vigiar em poucos meses e depois voltar a relaxar ,senão começa tudo de novo, e QUALIDADE , é o fundamental.

bem eleições vem ai, resta o povo se concientizar e exercer o seu papel de quem manda realmente.)