menina de 6 anos passa mal ao fumar maconha em RIBEIRÃO PRETO (SP)

Uma menina de apenas seis anos foi parar no hospital depois de fumar um cigarro de maconha em Ribeirão Preto, interior de São Paulo.
 
A mãe conta que a filha brincava com outras crianças na rua quando ganhou o cigarro de dois vizinhos — um adulto e outro menor de idade. Depois de fumar a droga, ela começou a passar mal.
 
— Ela estava meio passada, com o olhinho vermelhinho.
 
Acompanhada da polícia, a mãe levou a menina a um hospital. A médica que fez o atendimento confirmou que a menina usou a droga e que os efeitos estavam quase no fim.
 
Um inquérito policial vai ser aberto e o caso será investigado pela delegacia da Infância e Juventude. O Conselho Tutelar também foi acionado e quer ouvir as explicações da mãe.
( pois é não da mais pra brincar na rua sossegado, mas como pobre não mora m condomínio né ? a mãe não tem de explicar  nada, a policia tem de enquadrar quem ofereceu maconha a menina.
por isso que não da pra liberar drogas dentro das cidades, volto a falar 1000000 vezes se for preciso, liberem fora das cidades , ai cada um que use a sua maldita.) 

mulher acorrenta as filhas em casa pra não fugirem e a justiça faz o que ?

Maria Cristina Barbosa, do Conselho Tutelar de Itu: Essas meninas já foram abrigadas várias vezes

“Foi a única maneira de evitar que fugissem de casa”. Esse é o relato de uma mulher de 42 anos que na última segunda-feira, 15, foi detida pela Guarda Civil Municipal de Itu após acorrentar e prender com cadeados as filhas de 12 e 15 anos de idade como última alternativa, segundo ela, para manter o controle sobre as adolescentes. Agora, as duas permanecem sob responsabilidade do Conselho Tutelar da cidade, que busca alternativas para encontrar um novo lar para elas, que não têm intenção de voltar para casa. O caso aconteceu no bairro Cidade Nova, onde segundo a mãe, ocorrem constantes festas regadas a drogas e álcool além dos famosos bailes funk. A casa da família fica próxima a avenida da Paz Universal, e a preocupação maior da mãe é que as meninas frequentem o ponto para se prostituir.

O fato foi registrado em boletim de ocorrência enquadrado no artigo 136 código penal, que configura maus-tratos. A GCM chegou ao local através de uma denúncia anônima, e de acordo com o BO, as meninas não apresentaram nenhum tipo de comportamento agressivo. Elas explicaram ainda que realmente não obedeciam a genitora e fugiam de casa. A mãe foi ouvida e liberada logo em seguida, enquanto as duas meninas, após passar por exames e não apresentarem nenhum tipo de lesão, foram encaminhadas para a sede do Conselho Tutelar de Itu, onde passaram as últimas noites e permanecem até agora. 
Na tarde de ontem, a reportagem do jornal Cruzeiro do Sul esteve na casa da família, porém, a mãe não estava no local. Segundo um dos filhos dela, os problemas envolvendo as adolescentes são frequentes. O rapaz explicou que além das duas adolescentes, outros quatro irmãos vivem juntos. Ele defendeu a atitude adotada pela mãe e garantiu que ela só acorrentou as filhas por não ter encontrado outra alternativa. O irmão chegou a alegar que prefere que elas não voltem mais para casa. Também será verificada a situação escolar das irmãs.

Costa que as duas deixaram de frequentar a escola e antes “matavam” aula constantemente.
Por telefone, a mãe das jovens revelou que ainda não sabe se irá tentar trazê-las de volta para casa. “Não vou ficar prendendo toda vez para não saírem de casa. Terei de conversar bastante com a minha família para decidir a melhor forma de resolver isso”, explica. A mulher disse ainda que as filhas já chegaram a fugir e ficar fora de casa por oito dias. “Mãe nenhuma quer fazer isso com uma filha. Mas não posso deixar que elas saiam para se drogar ou até mesmo algo pior. A gente procura ajuda, mas ninguém toma nenhuma atitude. Uma vez no Conselho Tutelar me disseram somente para procurar um psicólogo”, relata. Ainda de acordo com a mãe, as filhas não reagiram no momento em que eram acorrentadas. “Elas admitem que estavam erradas”, afirma.

De acordo com as conselheiras tutelares que acompanham o caso, os problemas com a família são constantes. “Essas meninas já foram abrigadas várias vezes. Já houve casos de abandono por parte da mãe, maus-tratos e desaparecimento. Já tem cerca de cinco anos que acontecem esses transtornos com essa família”, explica a conselheira Maria Cristina Barbosa. O próprio boletim de ocorrência confirma. Segundo o documento, em 2010 a mãe entregou as filhas ao conselho.

As conselheiras criticaram severamente a postura adotada pela mãe, e explicam que apesar da desobediência das filhas, ela não tem o direito de prendê-las dessa forma. Cientes da situação da família, elas revelam que os problemas de relacionamento entre as meninas e a mãe são recorrentes e acreditam que a mulher também não tem interesse em receber as filhas novamente em casa, por isso, os trabalhos estão voltados para encontrar um novo lar para as adolescentes. “Uma conselheira está a procura de outros parentes que possam ficar com elas. Todas as possibilidades estão sendo estudadas e somente em último caso elas serão mandadas para um abrigo para menores”, revela a também conselheira tutelar Isabela Belon Scalet.

 ( a mulher parece ter 6 filhos  e marido ? cadê o pai ou pais das crianças ? foi produção independente ?
ajudar ninguém ajuda, nada é feito cntra esta raça de di menor, que se multiplicam  a mil neste pais de miséria e bolsa esmola, ai preferem atacar a mãe é mais fácil e comodo.

queria ver qual parente vai querer receber duas bombas relógios em casa, sim, pq estes duas só tendem a piorar , só se as mandarem para um convento.

enquanto de menor fazer o que quer neste pais , vamos continuar lendo estes tipos de casos.)

mãe coragem denuncia filhos envolvidos no tráfico em SOROCABA

 A mudança no comportamento dos filhos de 13 e 15 anos levou a auxiliar de limpeza Cíntia Elaine da Silva, 32 anos, a observá-los mais de perto. Na manhã desta sexta-feira (14), no bairro Alpes de Sorocaba – região do Parque Vitória Régia – ela encontrou porções de cocaína e dinheiro atrás do guarda-roupas no quarto dos jovens e não teve dúvidas: acionou o Conselho Tutelar, a Polícia Militar e os levou ao Plantão Policial Norte.“Sei que fiz a coisa certa, pois uma mãe, que ama de verdade os filhos, faz tudo para salvá-los do envolvimento com o crime”, afirma a auxiliar de limpeza.

De olho/ “Há dois meses tenho observado o comportamento deles. Os meninos têm ficado muito na rua, sem me obedecer, demonstrando desinteresse na escola e com amigos estranhos”, conta.
Cíntia diz ter questionado muitas vezes os garotos sobre a mudança, mas sem nenhuma resposta satisfatória.Mãe de quatro filhos (de 5, 11, 13 e 15 anos), a auxiliar de limpeza conta  que se reveza em vários empregos paga garantir o sustento dos filhos sozinha. Há três meses ela se separou dos pais das crianças, que é usuário de crack há mais de 20 anos. “Eu sempre levei uma vida correta e no começo não sabia que meu marido utilizava entorpecentes. Só descobri quando nosso primeiro filho tinha pouco mais de um ano”, explica.

Depois de 18 anos de sofrimento, a separação fez Cíntia se distanciar do marido que, segundo ela, deve estar pelas ruas sob o efeito da droga. Ele nunca mais foi visto.

Desde então, a auxiliar de limpeza deixou as duas filhas aos cuidados da avó e ficou com os dois filhos. “Meu ex-marido se recusou a abandonar a casa, então tive de sair com meus meninos. Vejo minhas filhas todos os dias e faço tudo o que posso para mantê-los unidos.”
Com a mudança no comportamento dos filhos, ela passou a chegar do trabalho e ir buscá-los. “Jamais medi esforços para cuidar dos meus meninos. Por isso, já estive em pontos de venda de entorpecentes, praças, vielas e em várias casas do bairro”, declara.

Surpresa/ Certa de que havia algo errado, Cíntia diz que os novos amigos dos filhos a preocupavam. “Expulsei todos da minha casa, mas eles sempre voltavam a aparecer.” Foi então que, na manhã de ontem, enquanto os meninos dormiam, ela entrou no quarto, arrastou o guarda-roupas e viu as porções de droga e o dinheiro. “Foi um tremendo choque. Me senti muito decepcionada”, afirma a auxiliar de limpeza, visivelmente emocionada.

Após questionar os filhos por algum tempo e sem obter respostas, ela ligou para o Conselho Tutelar e recebeu orientação para acionar a Polícia Militar.“Na cozinha, os PMs encontraram mais drogas dentro do pote onde guardo arroz. Fiquei horrorizada com tudo aquilo.”

Além disso, mais dinheiro de origem desconhecida foi achado na casa. Ao todo foram apreendidos 35 flaconetes de cocaína e R$ 60.

Ela acompanhou os filhos ao Plantão Policial Norte, onde o delegado de plantão, Marcelo Almagro, registrou um ato infracional de tráfico de entorpecentes em nome da dupla, liberando-os aos cuidados da mãe.

Ajuda/ Cíntia espera que o incidente sirva de lição para os filhos. “Lutarei até o fim para que eles não terminem como o pai. Meus filhos não serão assim”, afirma a mãe, que diz estar muito triste com a falta de reconhecimento dos filhos. “Eles cederam à influencia das companhias erradas e não deram o devido valor ao meu esforço.”

Ainda na delegacia, Cíntia conta que deu novos conselhos aos adolescentes, pedindo para que pensem no pai, que vive sob a influência do crack, sem se preocupar com mais ninguém. “Se for para ver meus filhos perdidos no mundo do crime, prefiro vê-los mortos, pois sei o que é amar alguém que vive no mundo das drogas, que caminha sem rumo pelo mundo e destrói a própria vida. Não quero isso para eles”, afirma.

O Conselho Tutelar esteve na delegacia e inscreveu os jovens em programas sociais. “Serei a primeira a incentivar essas atividades, pois eu tenho fé que minha luta não será em vão. Eles irão se recuperar”, conclui.

Exemplo a ser seguido
Delegado Marcelo Almagro rasga eleogios à conduta da mãe
“Esta mãe, num momento de desespero, agiu corretamente transferindo o poder disciplinar dos filhos para a polícia e para o Estado. Agora seus filhos deverão sair desta situação e mudar suas vidas”, avalia o delegado Marcelo Almagro, que colheu o depoimento da auxiliar de limpeza Cíntia Elaine da Silva e de seus dois filhos, de 13 e 15 anos.Registro/Apesar da história comovente, o delegado  cumpriu todas as medidas previstas na lei para este tipo de caso. “O ato infracional foi registrado e eles responderão criminalmente pelos atos”, explica o delegado, que atua no Plantão Policial Norte, que abrange a região mais populosa da cidade e, consequentemente, com o maior registro de ocorrências de tráfico de entorpecentes. “A venda de drogas é o crime que gera mais ocorrências, revelando um problema social muito grande.”O entorpecente foi recolhido, assim como o dinheiro resultante da venda de drogas. Os dois menores não forneceram detalhes da movimentação de entorpecentes durante o depoimento. Eles também preservaram o distribuidor da droga. “Sabemos que existem muitos pontos de tráfico naquela região, mas minha casa não será um deles”, diz Cíntia.

Modelo/ Após concluir o registro da ocorrência, o delegado Almagro avaliou como exemplar a atitude da mãe que, sem pensar duas vezes, agiu para colocar fim às atividades ilícitas dos filhos. “As pessoas devem fazer como ela: enfrentar os problemas de frente e não ter medo de buscar por ajuda.”

DenuncieDenúncias de crimes como o tráfico de entorpecentes podem ser feitas nos seguintes telefones emergenciais:
disque-denúncia, por meio do 181; Polícia Militar no 190; Polícia Civil no 197 e Guarda Civil Municipal, no 199. Todas as ligações serão recebidas de forma anônima e de graça, todos os dias da semana, durante 24 horas.
Apoio de graça à população
Para encaminhamentos
O Conselho Tutelar atua exclusivamente com a proteção de crianças e adolescentes, incluindo ações sociais para retirá-los do mundo do crime e do envolvimento com o tráfico de entorpecentes. Em Sorocaba, o Conselho Tutelar fica na avenida Doutor Armando Salles de Oliveira, 231, Trujillo.
Para emergências
Nos fins de semana, os conselheiros de plantão podem ser acionados pelo número 199, que também é o telefone emergencial da Defesa Civil e da Guarda Civil Municipal.Para auxílio imediato
O município conta com várias ONGs (Organizações Não-Governamentais) que atuam no combate ao uso de entorpecentes. Uma delas é a Pode Crer, que atende ao público de segunda a sexta-feira, das 14h às 20h, na rua João Pessoa, 57, Vila Jardini. O telefone para contato é

(15) 8814-8287 ou por meio do e-mail: podecrer@podecrer.org.br 

( se todas as mães fizessem isso né ? sabe o que da impressão alias eu tenho certeza ? que as demais ( familias ?) sabem que seus filhos se envolvem com tráfico, mas levam dinheiro pra casa, ai quando são pegos dizem EU NÃO SABIA DOUTOR, não digo que são todas mas uma parcela ? por isso tem tanto di menor traficando, é o que acontece na ULISSES GUIMARÃES, a AV do tráfico na zona norte de SOROCABA. 
 agora resta esperar que esta mãe consiga livrar os filhos disso, o que vai ser uma dura batalha.)