bebê de 5 meses , morto dentro de uma sacola em SP

http://www.band.uol.com.br/primeirojornal/videos.asp?id=14267723

O bebê foi encontrado morto pelos policiais, que chegaram ao local através de uma denúncia anônima. A mãe do bebê contou que o filho passou mal durante a madrugada, mas que ela não levou a criança até hospital porque o menino não tinha registro de nascimento. No local, sete crianças também estavam na casa vivendo em condições precárias.( pois é meus caros, gente pobre que não tem condições, são os que mais fazem filhos no mundo e pq ? interesses religiosos, políticos,  afinal miséria gera lucro pra alguns.

por isso não permitem controle de natalidade, ai vemos isso, gente morando em condições sub humanas e trazendo ao mundo mais miseráveis pra sofrerem.)

presídios de SOROCABA superlotados, tem bandido saindo pelo ladrão

Presídio do Mineirão ocupa a terceira posição no ranking do contingente carcerário do Estado – Por: ARQUIVO JCS/ERICK PINHEIRO

As penitenciárias de Sorocaba são recordistas em superlotação. Com base no último levantamento sobre a população carcerária disponibilizado pela Secretaria de Administração Penitenciária do Estado de São Paulo, referente ao dia 20 de agosto, a Penitenciária Dr. Antônio Souza Neto (P-2) é a que possui o maior excedente de presos dentro do sistema fechado entre as 74 unidades do Estado. Com capacidade para 500 pessoas, a unidade abriga atualmente 1.631 detentos, mais de três vezes acima da sua estrutura. A Penitenciária Dr. Danilo Pinheiro (P-1), do Mineiro, é a terceira no ranking da superlotação carcerária, com um total de 648 detentos onde só poderiam estar acomodadas 210 pessoas. Essa situação é superada apenas pela unidade de Hortolândia, onde 1.587 presos dividem o espaço que seria para abrigar 500 detentos.

 

As 74 penitenciárias em funcionamento no Estado, que juntas disponibilizariam de total de 59.739 vagas, abrigam atualmente uma população 101.445 detentos, tanto no regime fechado como semiaberto, ou seja, 170% acima da capacidade de todo o sistema. Apenas três delas, inauguradas recentemente, não estão com a capacidade totalmente esgotada, como a penitenciária feminina do Tremembé, Presidente Venceslau e Pirajuí (feminina). Nas demais, a superlotação supera em mais de 100% a capacidade. 

Nos 31 Centros de Detenção Provisória (CDP) instalados no Interior do Estado a situação se repete. Um total de 47.996 detentos disputam espaço nas 21.936 vagas disponibilizadas nas unidades, que seriam para abrigar os presos enquanto aguardam julgamento. A ocupação é 119% maior que a capacidade instalada nesses locais. Em Sorocaba, o CDP de Aparecidinha abriga atualmente 1.600 detentos onde deveriam estar abrigados 576, ou seja, 278% a mais da sua capacidade. A unidade é a sétima do Estado em superlotação entre as CDPs.

 
Plano de expansão
 
A Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) informou, por meio da sua assessoria de imprensa, que o quadro de superlotação no sistema carcerário paulista vem sendo combatido pelo Estado a partir da execução do Plano de Expansão de Unidades Prisionais que prevê a construção de 49 instalações que resultarão em 39 mil novas vagas. O plano tem como meta o princípio da regionalização, que prioriza a permanência do preso próximo de seus familiares e da Comarca onde haverá o julgamento, como forma de agilizar o processo.
 
Das 49 unidades previstas no programa, 8 já foram entregues nos últimos dois anos (Franca, Jundiaí, Taiúva, Portal, São José do Rio Preto, Tremembé, Tupi Paulista e Pirajuí). Outras 16 estão em construção em Cerqueira César (2), Votorantim, Guariba, Capela do Alto (2), Bernardino de Campo, Jardinópolis, Taquarituba, Florínea, Piracicaba, Riolândia, Icém, Mairinque, Porto Feliz e Mogi Guaçu. Estão em processo de licitação mais oito unidades (Itatinga, Nova Independência, Bom Jesus dos Perdões, Aguaí, Santos, Santa Cruz da Conceição e Registro e São Vicente), sendo que outras cinco estão em processo de decreto de utilidade pública e mais 12 áreas estão em estudo para receberem novas unidades.
 
Além do plano de expansão das unidades prisionais, a SAP informou que tem atuado paralelamente em conjunto com a Justiça na ampliação de penas e medidas alternativas, além da realização de mutirões jurídicos como forma de reduzir a população carcerária.( pois é haja tanto presídio pra tanto bandido,sem falar nos di menor que não param de aumentar no mundo do crime.
no filme tropa de elite 2 tem uma cena onde o cara fala numa sala de aula que no futuro 80% da população vai estar morando em cadeias, já pensou ?)

SOROCABA, a desordem do crescimento.

 

– Por: Emídio Marques
 
A população em Sorocaba cresceu 18,66% em dez anos segundo a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e a consequência é a redução do espaço para ocupar e circular com tranquilidade para quem nela reside. Há dez anos, em 2001, havia 1.118,51 pessoas por quilômetro quadrado (km2), enquanto no ano passado eram 1.327,17 por km2. Ou seja, se toda área pública e privada pudesse ser ocupada e dividida em partes iguais entre os sorocabanos, cada um teria direito a 753 metros quadrados (m2) entre áreas de uso privado e de uso compartilhado. É o equivalente a um terreno de 15 metros de frente por 50 metros de cumprimento: espaço inferior ao de uma piscina olímpica, cuja medida oficial é de 1.250 m2.

Mas os espaços compartilhados pela população, principalmente as menos privilegiadas, são muito menores, principalmente no interior das residências, onde chega a ter famílias com cinco pessoas compartilhando um único cômodo de poucos metros quadrados. “Dentro do modelo capitalista liberal adotado desde Dom Pedro I, só tem direito a posse quem pode pagar por ela”, observa o doutor em geografia humana e professor da Universidade de Sorocaba (Uniso), Paulo Celso da Silva. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Sorocaba tem a área de 448,9 milhões de m2. Ainda conforme estimativa da Seade, em 2001 eram 502.343 habitantes e no ano passado 596.060: quase 94 mil pessoas passaram a viver em Sorocaba.

O delegado regional do Conselho de Corretores de Imóveis (Creci-Sorocaba), Luiz Otávio Landulfo, diz que a zona norte de Sorocaba foi a área que mais se expandiu na última década, mas na opinião dele, a região do bairro Campolim foi a que mais se adensou nos últimos anos por causa dos inúmeros prédios residenciais que abrigam muitas pessoas por m2 de terreno. Ele inclusive considera que a maioria dos espaços em parte dos bairros distantes é maior do que no Campolim, já que hoje o tamanho mínimo do terreno para que o lote seja aprovado é de 175 m2 enquanto um apartamento no Campolim é a partir de 60 m2 e a maioria tem 90 m2. De acordo com o IBGE, em bairros localizados atrás do Aeroporto, como a Vila Barão e Jardim Esperança, há mais pessoas vivendo em residências muito pequenas.
O geógrafo Paulo da Silva enfatiza que a cidade não é igual para todos, já que, enquanto em alguns condomínios há residências com 3 mil m2 para quatro pessoas, nas áreas menos privilegiadas famílias grandes dividem 40 m2.

Diferentes realidadesO limpador de vias públicas, Antônio Pacheco da Silva, 54 anos, e a esposa Maria Pacheco da Silva, 50 anos, vivem em uma residência cujo terreno tem 125 m2 no Parque São Bento. Na residência deles moram sete pessoas, o que dá uma média de 18 m2 por pessoa. Moram no bairro há 15 anos e dizem que viram crescer muito, já que antes havia apenas cinco famílias no quarteirão onde moram e hoje há mais de 60 casas. Morador do mesmo bairro há 30 anos, o estoquista Vlamir Willian Nascimento, 40 anos, diz que o bairro e imediações cresceram cerca de dez vezes nesse período, mas para ele isso foi bom, porque as ruas foram asfaltadas e junto com a população vieram muitos estabelecimentos comerciais. Com ruas e calçadas largas, o Parque São Bento também tem casas maiores, como a existente no terreno de quase 340 metros, onde mora a técnica em enfermagem, Carolina Del Carmem Millan Vasquez, 31 anos. Ela mora no local há 21 anos e disse que a residência com três quartos e dois banheiros tornou-se grande depois que seus irmãos deixaram de morar ali, já que até então a residência era dividida por seis adultos.

A parte alta do bairro Campolim é formada principalmente por prédios residenciais e terrenos. Em um dos apartamentos com 90 m2 reside apenas o aposentado Cícero Timóteo, 53 anos e a esposa, o que resulta na média de 45 m2 por pessoa. Diz que morava em uma casa grande e mudou-se para lá depois que os filhos casaram-se. Afirma que fez uma boa opção porque considera que o bairro está próximo a tudo, mas como a densidade de pessoas por terreno é grande para as ruas do bairro, enfrenta dificuldades no trânsito e diz que chega a demorar até dez minutos para conseguir fazer o retorno e passar no viaduto sobre a rodovia Raposo Tavares. Outro casal formado pelo representante comercial Carlos Bertoni, 38 anos, e a enfermeira Paula Monticelli Bertoni, 34 anos, mora em um apartamento de 135 m2 (67,5 m2 por pessoa) com dois cães há uma semana. Recém-chegados dizem que a única dificuldade que encontram para sair do bairro é no trânsito.

Na Vila Barão as residências menores, algumas com apenas um cômodo, contrastam tanto com a realidade do nobre Parque Campolim como do Parque São Bento 2, onde as ruas, calçadas e parte das residências são espaçosas para comportar as famílias maiores. A dona de casa Eliana da Silva, 20 anos, mora em um cômodo que ela não soube dizer quantos metros tem. Ali estão cinco pessoas, sendo três delas crianças. Declara que a residência pequena não garante conforto e o fato das crianças passarem muito tempo na rua a preocupa por causa do grande fluxo de veículos.

A também dona de casa Maria Aparecida dos Santos, 52 anos, afirma que mora na Vila Barão desde jovem. Comemora que aumentou o tamanho da residência para cinco cômodos no terreno com 360 m2, mas recorda de quando vivia em 12 pessoas no tempo em que a casa tinha apenas um cômodo. Ela reclama que o aumento da população no bairro fez com que o trânsito de veículos deixasse as ruas perigosas e do tempo que leva quando vai ao comércio local, já que segundo Maria dos Santos, quase sempre enfrenta demoradas filas( e pensar que tem zé ruela que não enxerga a realidade, que vai faltar gente no BRASIL, que isso aqui será um pais de velhos, que a previdência vai entrar em colapso etc etc, que a população tem de crescer.

 
falar em controle de natalidade é TABU, falam que vc é nazista coisa e tal, ta ai olha ai , o jornal que ta falando , não sou eu, eu alerto na net e o jornal repete.)

PM cobra mudanças urgentes nas leis

 

O coronel Roberval França, comandante-geral da Polícia Militar, veio a público defender a diminuição da maioridade penal e pedir a revisão dos modelos de avaliação para concessão de benefício de saídas temporárias aos presos.
A cobrança surgiu após os sucessivos casos de execução de policiais militares e ataques a bases e a ônibus em São Paulo. A ideia é mandar para a cadeia comum menores com idade de 16 anos ou mais. “É necessária uma revisão do nosso aparelhamento legal para maiores garantias ao exercício profissional do trabalho de polícia”, avalia o oficial.
A polícia suspeita que vários crimes foram praticados por menores de idade. Os ataques à polícia em 2012 também têm uma peculiaridade em relação aos ocorridos em 2006. Segundo um policial que investigou os ataques há seis anos, a cúpula do crime organizado falava em conferência telefônica e repassava ordens para fora das cadeias por celulares.
A polícia conseguiu monitorar e gravar várias dessas conversas. Neste ano, o secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, afirmou que os serviços de inteligência da polícia não detectaram tais conversas. Um delegado que monitora o crime organizado alertou para a nova forma de comunicação dos criminosos. “O papagaio [responsável pela transmissão da ordem da cadeia] tem feito o serviço no boca a boca. Podem ser presos beneficiados, familiares e até advogados a repassarem o ‘salve’. Os que cumprem a ordem, normalmente, são aqueles em dívida com os chefes do crime”, explica o policial.
Vítimas/ O coronel Roberval França também criticou a falta de apoio às famílias dos policiais vítimas. “Gostaria de lamentar publicamente a falta de qualquer moção de solidariedade das entidades de direitos humanos e da Defensoria Pública, que ignoram por completo o momento que a Polícia Militar está vivendo”, ressalta o chefe da PM paulista.
De janeiro até agora, a polícia registrou a morte de 39 policiais militares que estavam de folga. Dez delas foram confirmadas como execução e 14 em reação a roubo. Seis dos PMs estavam fazendo bico quando foram mortos, dois eram crimes passionais e um ocorreu por conta de uma de uma briga. Em todo o ano passado, 47 PMs foram mortos.
Os crimes tornaram-se frequentes depois de 28 de maio, quando a tropa de elite da PM, a Rota (Rondas Ostensivas Tobias Aguiar), matou seis suspeitos em um bar na região da Penha, zona leste. No dia 23, a Polícia Civil interceptou um carregamento de armas no ABC e investiga se o arsenal seria usado para ataques  contra a PM. Foram apreendidos um fuzil 7.62mm, metralhadora 9mm, duas pistolas .380 e .40 e um colete balístico.
Suspeitos  presos são ouvidos sobre as mortes de policiais militares
Os cinco suspeitos de envolvimento nos atentados e mortes de PMs,  presos no final de semana, prestaram depoimento no DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa). A polícia, porém, não divulgou o relato deles para não prejudicar as investigações. É certo, contudo, que um deles, Douglas de Brito Silva, teve participação direta na execução do soldado Osmar Santos Ferreira, no  dia 22, no Grajaú, Zona Sul.
O PM, fardado,  seguia para o trabalho em uma moto quando um Fox, ocupado por dois homens,  bateu na traseira da motocicleta, às 5h20. Assim que o policial caiu, os criminosos desceram e atiraram várias vezes contra ele. Impressões digitais de Douglas foram achadas no carro. Além disso, o suspeito tem passagens por roubo a residência, formação de quadrilha, tráfico e estava foragido do  Presídio de Reginópolis desde agosto de agosto de 2011, quando saiu para passar o Dia dos Pais com a família e não retornou.
O DHPP já identificou um dos suspeitos de matar o cabo Joaquim Cabral Carvalho, dia 23, em Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo. Há ainda três retratos falados dos homens que teriam executado o soldado Vaner Dias, no dia 20, na academia onde ele era instrutor de artes marciais, no Jardim Vila Formosa, Zona Leste.
Na noite de domingo, mais um PM foi assassinado. Augusto Petrônio Oliveira Daniel, 46 anos, estava em uma pizzaria na Vila Caiçara, Praia Grande, e tentou reagir quando um homem armado assaltou o estabelecimento.
– CONTRA
O sistema penitenciário é falido e não recupera’
Ariel de Castro, Comissão da Criança e do Adolescente “Muitos desses policiais mortos estavam fazendo bico. Bico é ilegal. O comando da PM tem primeiro de ver o que está errado na própria casa. O coronel nunca prestou solidariedade aos jovens que foram executados na periferia. Uma polícia eficaz é a que esclarece crimes e não a que executa. Investe-se muito pouco na investigação, que é atribuição da Polícia Civil.  O crime organizado tem feito menos alarde. Mas existe. E só existe porque tem participação de agentes do estado. Diminuir a maioridade penal para 16 anos é uma contradição. Se o crime organizado  dá ordens de dentro da cadeia, significa que o adolescente vai ser levado para o lugar de onde surgem as ordens, um sistema falido que não recupera ninguém. Dados oficiais dão conta de que os detentos  do sistema penitenciário paulista têm cerca de 60% de reincidência, ao passo que na Fundação Casa, onde os menores cumprem medidas socioeducativas, o índice de reincidência é de 12%. Hoje o sistema de proteção social não tem condições de acompanhamento constante. É preciso melhor investir assim do que em cadeias.”
– A FAVOR
Menor tem de ser responsabilizado,  sim 
Ari Friedenbach, advogado“Eu acho que a questão é urgente. A maioridade penal tem de ser  revista. O que venho propondo é a responsabilização do menor. É um pouco diferente do que pede o comandante da PM. A minha proposta é a responsabilização independentemente da idade do criminoso. Baixa-se a maioridade penal para 16 anos. E aí os de 14 e de 15 vão continuar matando e estuprando? A impunidade vai continuar. A medida tem de ser a emancipação do menor para responder pelo crime. Claro, deve-se criar um sistema de avaliação psicológica para saber se o autor do crime tem condições e sanidade  mental para responder por ele. É pouco provável que um menor não saiba o que está fazendo.  A ideia não é misturar um menor criminoso com presos comuns. Talvez deva-se construir uma unidade prisional na Fundação Casa. O cumprimento da pena tem de ser igual ao dos adultos. Uma das mudanças que deveria haver é o agravamento da pena quando se mata um policial no exercício da função.  Antes,  ele tinha orgulho. Hoje troca de roupa para não ser morto.  O governo tem de ser enérgico. Mas não só agora. Os cidadãos estão  sendo mortos todos os dias.( cadeia tem de ser pra vagabundo entrar e já ir trabalhando , assim não tem tempo pra besteiras, isso inclui o de menor tb.
já era tempo da PM se manifestar, policial tem de ter sua opinião formada a respeito das coisas, afinal é ele que se arrisca diariamente, a população é culpada em não colabora,vejam quantas ocorrências banais a PM tem de se meter, quando poderia focar na mais importante.
cadeia não recupera, pq o cara sai pior do que entrou, afinal fica o dia todo sem fazer nada e celular ? só aqui tem isso, lá fora bandido tem celular em paises adiantados e eficientes ? a começar pela educação e controle   de natalidade urgente senão não adianta.)

de menores quebram sala de conselho tutelar em SP

Crianças se trancaram em sala e depredaram Conselho Tutelar (Foto: Juliana Cardilli/G1)

Crianças se trancaram em sala e depredaram Conselho Tutelar

Três das sete crianças apreendidas na segunda-feira (22) após tentarem furtar um celular de um hotel na Vila Mariana, Zona Sul de São Paulo já estavam de volta às ruas na tarde desta terça-feira (23). Duas delas tinham mais de 12 anos e foram levadas para a Fundação Casa. As outras cinco foram para abrigos – mas três não quiseram ficar e voltaram para as ruas.

Um menino e uma menina circulavam na Vila Mariana na tarde desta terça. Eles chegaram a entrar em lojas e foram afastadas por comerciantes.

As crianças foram apreendidas na tarde de segunda, depois de invadirem um hotel e tentarem furtar o celular de uma camareira. Alterados, causaram confusão em duas delegacias e no Conselho Tutelar da Vila Mariana, que foi depredado.

O conselho permaneceu fechado na manhã desta terça e só foi reaberto durante a tarde. A conselheira tutelar Flávia de Almeida, que trabalha na unidade da Vila Mariana, disse que as crianças haviam cheirado tíner.

“Nós não conhecíamos, nos nunca havíamos visto essas crianças. Infelizmente, deu para nós percebermos que essas crianças acabam se agredindo até mesmo por comida, elas não sabem dividir, são crianças que infelizmente quando chegaram aqui estavam muito drogadas. Segundo eles, teriam cheirado muito tíner”, afirmou a conselheira. “Quando eles chegaram nós conseguimos contê-los. A partir do momento que falamos seriam acolhidos, porém dois em um abrigo, um no outro, eles se revoltaram porque todos queriam estar no mesmo abrigo.”

Para o promotor da Infância e Juventude Thales Cézar de Oliveira, é preciso uma mudança no Estatuto da Criança e do Adolescente porque a lei não permite a privação da liberdade de menores de 12 anos. Por isso, algumas das crianças voltaram para as ruas. ( e como sempre a coisa fica por isso mesmo, olha do jeito que ta, vai ser preciso interferir radicalmente.

controle de natalidade, taxar as crianças que nascem, incentivos e vantagens pra quem evitar fazer filho, acabar com este negocio de de menor, direito dos manos.

CHEGA.