filme operações especiais, que tipo de policia vc quer afinal ?

Operações Especiais (Nacional)

 

 

 

 

 

 

 

antes de ler isso , se vc apenas curte filme de ação ou policial só pelos tiros e não pela estória então nem leia adiante, seja alienado mesmo que o PT agradece tá ?

a grande pergunta do filme é , que tipo e policia vc quer ? sim pq uma equipe de policiais civis 100% honestos, são enviados a uma cidade do interior do RJ, apara combater os bandidos e resolver o caso de duas crianças mortas em confronto.

a princípio aplaudidos por todos , pois começam a caçar os responsáveis, mas e quando não aceitam fazer parte do esquema do prefeito e dos outros poderosos da cidade ?

quando começam a fuçar em tudo onde não deveriam a ponto de interferir na vida de todos ?, e ai que as pessoas começam a se revoltar, sendo usadas como massa de manobra, o filme é uma dura reflexão da realidade, não um filminho policial qualquer, assistam pra vcs verem do que estou falando.

traficante NEM, metade do meu ganho,ia para policiais corruptos

traficante Nem na Penitenciária de Segurança Máxima Bangu I (Foto: Divulgação)

RIO – Num longo depoimento na sede da Polícia Federal na madrugada de quinta-feira, acompanhado por um grupo restrito de policiais federais, o traficante Antônio Bonfim Lopes, o Nem, chefe do tráfico na Rocinha, preso na quarta-feira na Lagoa , afirmou que metade de tudo que faturava com a venda de drogas era entregue a policiais civis e militares da banda podre. A propina gorda seria entregue a numerosos agentes públicos. O traficante deu detalhes, inclusive datas, de casos de extorsão. Ainda no depoimento, o criminoso afirmou que, devido às constantes extorsões, em alguns períodos seu faturamento era zero. Segundo algumas estimativas da Polícia Civil, não confirmadas no depoimento, o bandido faturava mais de R$ 100 milhões por ano.

– Metade do dinheiro que eu ganhava era para o “arrego” (gíria para propina) – afirmou Nem.

” Metade do dinheiro que eu ganhava era para o “arrego” (gíria para propina) “

O secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, disse em entrevista ao “RJ-TV”, da TV Globo, que gostaria muito que Nem falasse mesmo o que sabe, por conhecer “a arquitetura do tráfico de drogas e como são os meandros da corrupção”.

– Ele tem uma prestação de contas muito séria e importante a fazer à sociedade fluminense. Ele tem que prestar contas sobre a corrupção de agentes públicos. Eu acho que isso faria com que fosse dado um passo importante no combate à criminalidade – disse Beltrame, por telefone, de Berlim, onde está apresentando os projetos na área de segurança para a Copa e as Olimpíadas.

O bandido contou no depoimento que uma parte do seu lucro com a venda de drogas era gasta em assistencialismo na Rocinha, com pagamento de enterros, fornecimento de cestas básicas, compra de remédios e realização de obras.

– Quando me pediam, eu comprava tijolos e financiava a construção de casas na comunidade – disse.

PF diz que monitora outros traficantes O delegado Victor Hugo Poubel, coordenador da Delegacia de Combate ao Crime Organizado da PF, garantiu que as informações passadas pelo bandido serão investigadas em inquérito. Poubel afirmou também que outras prisões podem ocorrer nos próximos dias e que a PF tem acompanhado a movimentação dos bandidos do Rio, em especial os da Rocinha.

– Nossos policiais da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) estão monitorando a movimentação de bandidos que porventura tentem fugir da Favela da Rocinha. Estamos trabalhando intensamente, com apoio da Secretaria de Segurança, numa troca constante de dados de inteligência – afirmou Poubel.

Durante a operação de quarta-feira na Gávea , quando o traficante Anderson Rosa Mendonça, o Coelho, chefe do tráfico no São Carlos e sócio de Nem, e seu braço direito Sandro Luiz de Paula Amorim, o Lindinho ou Peixe, foram presos pela PF, os agentes apreenderam pelo menos dez celulares. No verso dos aparelhos havia a etiqueta “arrego”. Coelho, no momento da prisão, estava sendo escoltado por três policiais civis, sendo dois da Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos de Cargas (Carlos Renato Rodrigues Tenório e Wagner de Souza Neves) e um da Delegacia de Repressão a Crimes Contra a Saúde Pública (Carlos Daniel Ferreira Dias). O grupo também contava com dois ex-PMs: José Faustino Silva e Flávio Melo dos Santos.

– Parece que cada celular tinha uma função. Achamos curioso: no verso de pelo menos dez dos aparelhos havia essa referência ao “arrego”. Supomos que os traficantes usavam os celulares só para receber ligações da banda pobre e providenciar a propina – afirmou o delegado Fábio Andrade, da DRE da PF.

Coelho era um dos bandidos mais importantes da estrutura atual da Favela da Rocinha. Ele teria instalado vários laboratórios para refinar cocaína, trazendo da Bolívia pasta-base da droga. Além de controlar parte do complexo de São Carlos, atualmente ocupado por uma Unidade de Polícia Pacificadora, o criminoso foi encarregado de assumir também o comando das favelas de Macaé, após a morte do traficante Roupinol, ocorrida em 2010. Desde 2005, policiais federais investigavam o pagamento de propina a policiais da banda podre no Rio.

Nem chegou ao Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste do Rio, na tarde de quinta-feira. O comboio que levou o traficante e outros bandidos presos no entorno da favela da Rocinha, na noite de quarta-feira, passou pelas principais vias expressas da cidade. De acordo com a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária, o traficante teve o cabelo cortado, seguindo o mesmo procedimento que aconteceu com Alexander Mendes da Silva, o Polegar da Mangueira, preso em setembro no Paraguai. Ele também passou a usar uniforme padrão: camisa verde, calça jeans e tênis azul.

FOTOS: Veja imagens da prisão de Nem

INFOGRÁFICO: Veja como foi a captura de Nem

LEIA MAIS: Nem comanda uma holding criminosa que fatura R$ 10 milhões por mês

REPERCUSSÃO: Jornais estrangeiros noticiam a prisão do chefe do tráfico na Rocinha

Em Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), Nem terá direito a apenas duas horas de banho de sol por dia. Nas outras 22 horas, deve ficar confinado numa cela individual. O Bangu 1 possui quatro galerias com 12 celas individuais. Há alguns anos, uma das galerias já era destinada a presos no RDD. Considerado o presídio mais seguro do Estado, Bangu 1 abrigava presos de alta periculosidade – líderes de facções de tráficos de drogas.

A possibilidade de ocupação da favela da Rocinha por forças policiais neste fim de semana ficou mais forte com um comunicado da Aeronáutica divulgado nesta quinta-feira. Segundo a Força Armada, o espaço aéreo sobre a comunidade será fechado entre as 2h do domingo e a tarde da próxima segunda-feira. Segundo o RJ-TV, da TV Globo, está prevista a utilização de helicópteros com sensores e câmeras na operação de tomada da favela pelas forças de pacificação da polícia. Também nesta quinta-feira, o governador Sérgio Cabral afirmou que a ocupação da Rocinha, na Zona Oeste do Rio, será concluída até domingo.

– É mais um passo importante na política de pacificação das comunidades para oferecer paz, dessa vez aos moradores da Rocinha e do Vidigal, que se somam às demais comunidades pacificadas. Até o final dessa semana, nós teremos concluído esse processo – disse ele ao site G1, da TV Globo.

Desde a semana passada, a polícia vem apertando o cerco no entorno da favela. No último dia 3, agentes da polícia civil fecharam uma clínica de aborto e uma fábrica, numa operação que envolveu cerca de 65 policiais das Delegacias de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM), de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD), do Consumidor (DECON), de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA), de Combate às Drogas (DCOD) e da Polinter. Também participam da operação agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE), da Coordenadoria de Informações e Inteligência Policial (CINPOL), da 14ª DP (Leblon) e da 15ª DP (Gávea). Na ocasião, os policiais também encontraram 22 motos roubadas, que foram encaminhadas para o Pátio Legal da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA), em Deodoro.( apesar disso, DONA DANUBIA  aprimeira dama, passeava até de helicoptero pela cidade, então compensa mais vc ser policial e reçeber arrego, ser traficante, correndo risco, ter de dormir com um olho aberto outro fechado ?

agora vamos ver, afinal domingo a ocupação não deve achar mais nada  na ROCINHA , sem falar que mesmo ocupadas as favelas ainda tem bandido circulando por dentro .) 

operações da PF em risco, e corruptos saindo livres

Após decisão do STJ, provas de quatro operações da PF estão sob forte ameaça

BRASÍLIA – Quatro grandes operações da Polícia Federal estão em risco no Superior Tribunal de Justiça (STJ). A decisão da corte de anular as provas da Operação Boi Barrica fez crescer a mobilização de importantes bancas de advocacia do eixo Rio-São Paulo-Brasília em favor dos réus apanhados nas operações Voucher, Navalha, Mãos Limpas e Caixa de Pandora. Em todos esses casos, já há no STJ recursos nos mesmos moldes do que obteve sucesso e anulou a Boi Barrica.

Entre os personagens acusados de corrupção e desvio de dinheiro público que esperam fulminar as provas obtidas pela Polícia Federal estão os ex-governadores do Distrito Federal José Roberto Arruda (sem partido), preso na Operação Caixa de Pandora, e do Amapá, Pedro Paulo Dias (PP), apanhado pela Operação Mãos Limpas, além dos envolvidos na Operação Voucher, que derrubou a cúpula do Ministério do Turismo.

‘Pedi a anulação de todo o inquérito. A maior prova da inocência do meu cliente (José Roberto Arruda) é que até hoje o Ministério Público não o denunciou’, afirmou o criminalista Nélio Machado. Ele alega vícios no processo, entre os quais grampos ilegais e espera que a jurisprudência do STJ contribua para o descarte das provas. ‘Toda decisão que reconhece ilegalidade e abuso na coleta de provas gera jurisprudência nova’, enfatizou.

Segundo Machado, Arruda sofreu devassa completa em sua vida, a partir dos grampos ilegais de um criminoso – o ex-secretário de Relações Institucionais do DF Durval Barbosa, delator do esquema conhecido como ‘mensalão do DEM’. ‘As demais interceptações estão fora de contexto e derivam de uma prova inicial viciada’, acrescentou. A seu ver, embora não possa fazer analogia com o caso de Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), cuja decisão não conhece integralmente, ele disse que ‘foram violadas as garantias constitucionais’ do ex-governador Arruda.

Boi Barrica. No caso da Boi Barrica, os ministros da 6.ª Turma do tribunal consideraram ilegais interceptações telefônicas feitas durante as investigações, o que no entender do STJ contamina as provas contra os réus, entre os quais Fernando Sarney, acusado de crimes financeiros e lavagem de dinheiro.

Aguardam ansiosos na fila os réus da Operação Voucher, que pôs na cadeia, em agosto, a cúpula do Ministério do Turismo. ‘A Justiça e a polícia não podem passar por cima da lei e sair ampliando o tempo e o leque de interceptações como se fossem filhotes’, criticou o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakai, que atuou na defesa do ex-secretário executivo do Turismo Frederico Silva da Costa, o Fred, preso e apontado como cabeça do esquema.

O advogado aponta ‘fraude na interpretação do áudios’ de conversa telefônica em que Fred ensina o empresário Fábio de Mello a montar um instituto para receber recursos públicos e ressalta que ‘o importante é a fachada’.

Ele disse que foi ‘absurda’ a interpretação dada pelo delegado encarregado do inquérito. ‘Criou-se a figura do tira hermeneuta, aquele que se dá o direito de fazer interpretações dos grampos conforme seu bel-prazer’, criticou. Embora não esteja mais no caso, ele espera que o STJ, à luz da nova jurisprudência, absolva o acusado.

Realizada em 2007, a Operação Navalha levou 46 pessoas à prisão, entre elas os o ex-governador do Maranhão José Reinaldo Tavares e o empresário Zuleido Veras, dono da empreiteira Gautama, pivô de um esquema de desvio de dinheiro de obras públicas.

A produção de provas também envolveu grampos telefônicos e o advogado Alberto Toron está convencido de que vários deles foram ilegais. ‘Toda medida invasiva reclama a adequada fundamentação e rigor na análise do juiz que a determina, o que não tem ocorrido’, afirmou. ‘Na Navalha houve também abusos, inclusive numa busca realizada no escritório do procurador-geral do Maranhão com base em grampo.’ No caso da Operação Mãos Limpas, o advogado Cícero Bordalo Júnior também pediu a anulação das provas contra o ex-governador Pedro Paulo Dias e o ex-senador Waldez Goes, alegando, entre outras coisas, irregularidades nas interceptações ( é meus amigos, se vc é pobre, ai não tem esta de interpretação errada, absurdos na abordagem, prisão ilegal etc , vc vai em cana e fica preso, se não tiver din din, advogado bom de papo.

e esta gente ainda pode voltar a concorrer a eleições e o povo cabeça oca, memória curta ainda vota neles.

assim caminha a humanidade)

é hj , manifestações contra a corrupção no pais

Milhares de internautas estão tentando organizar, por meio das redes sociais, um grande protesto contra a corrupção nesta quarta-feira (7), Dia da Independência, em todas as capitais e também em cidades do interior.

O blog “Brasil+Ético” tenta reunir todas as manifestações programadas para ocorrer no país –clique aqui para ver o calendário. No Facebook, cerca de 300 eventos do tipo, alguns deles com milhares de presenças confirmadas, foram criados.

Os maiores atos devem acontecer em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro.

Em Brasília, o protesto está marcado para as 10h, no Museu Nacional, onde será realizado o tradicional desfile da Independência. Há manifestações convocadas para a Praça dos Três Poderes e para o Congresso Nacional.

Em São Paulo, o ato está marcado para começar às 9h, no vão livre do Masp, na avenida Paulista. No Rio de Janeiro, a manifestação foi convocada para a avenida Rio Branco, no centro, também a partir de 9h.

O brasiliense Giderclay Zeballos, um dos criadores da comunidade mais popular do Facebook, afirma que o grupo surgiu da mobilização de cidadãos comuns diante das denúncias de corrupção, como as recentes ocorridas nos ministérios dos Transportes, do Turismo e da Agricultura. “A corrupção virou uma doença no Brasil. Sentimos que temos que fazer alguma coisa”, afirma Zeballos.

Segundo ele, os próprios organizadores estão arrecadando com amigos e parentes recursos para a compra de material para a manifestação, como faixas e tintas.

O grupo pede que os participantes levem spray, apitos, balões e tinta para pintar o rosto durante a marcha. “Não carregue bandeira de nenhum partido, a bandeira que devemos carregar é apenas a do Brasil, que é o nosso interesse comum”, diz texto na página do evento.

Em geral, o tom é patriótico, e pede-se aos possíveis participantes que vão aos atos trajando roupas pretas, simbolizando o luto.

Não há uma pauta clara de reivindicações, mas, em comum, todos os eventos e grupos criticam a absolvição da deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF) e o voto secreto, e apoiam a “faxina” de Dilma Rousseff nos ministérios. Outros temas que aparecem são a instalação da CPI da Corrupção e pedidos para que a corrupção se torne crime hediondo.

As manifestações também estão sendo divulgadas via Orkut e Twitter. Na rede de microblogs, as hashtags utilizadas são #todoscontraacorrupcao, #LutopeloBrasil, #setembronegro, entre outras.

Entidades manifestam apoio

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) manifestaram apoio à Marcha contra a Corrupção.

As entidades dizem que a manifestação será uma oportunidade para buscar apoio popular a causas como o fim do voto secreto no Congresso Nacional, a redução de cargos comissionados, a transparência dos gastos públicos e a declaração imediata da constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa, que aguarda julgamento definitivo no Supremo Tribunal Federal (STF).

Para o senador Pedro Simon (PSDB-RS), que participou de encontro com as entidades, o movimento não deverá se perder no tempo, como aconteceu com outras mobilizações sociais como a dos “caras pintadas”. O parlamentar explicou que a Frente Suprapartidária Anticorrupção, criada por nove senadores, organizou uma lista de projetos prioritários apoiados pela sociedade.

“A diferença é que, desta vez, vamos trabalhar com fatos concretos, com uma série de leis importantes para, por exemplo, terminar com a impunidade e a verba pública de campanha e criar a fidelidade partidária. A sociedade organizada vai lutar e cobrar a aprovação desses projetos”, disse Simon. ( pena que as emissoras, não devem mostrar, afinal não é interesses delas, mas VAMOS LA GALERA, É NOIS, O PODER DA WEB)