participante de BIG BROTHER argentino causa polêmica ao confessar crime

A uruguaia Florencia González, 26, participante do “Big Brother” na Argentina, causou polêmica após confessar que atropelou e matou um motoqueiro em 2008, segundo o jornal “La Nación”.

Como ainda está confinada na casa, o pai dela teve que ir ao programa para esclarecer o caso.

“Ela não abandonou ninguém [no meio da rua]”, afirmou. “Pablo [Maldonado, o motoqueiro] morreu nos braços dela.”

A família do morto, no entanto, refuta essa versão. “Está comprovado que houve omissão de socorro”, afirmou uma das irmãs de Pablo ao jornal uruguaio “El País”.

“É uma falta de respeito com a nossa família”, disse outra irmã. “Imagine ligar a televisão e ver a mulher que atropelou o seu irmão feliz da vida, como se nada tivesse acontecido. Dá muita impotência.”

Pablo tinha 18 anos quando ocorreu o acidente, que segundo a polícia foi motivado porque Florencia não parou no sinal vermelho. A namorada de Pablo, que estava na garupa, ficou gravemente ferida e continua com dificuldade motora.

O caso foi arquivado pela Justiça uruguaia por falta de provas.

Veja a apresentação de Florencia no “Big Brother” argentino (em espanhol):

( pra ela confessar isso, é pq na cabeça dela, não deve nada, não teve culpa no acidente, isso pelo menos na cabeça dela, e coragem pra confessar, pois poderia haver pressão publica pra que ela fosse retirada do programa , se bem que a emissora poderia mantê-la lá mesmo na marmelada pra tentar dar mais audiência.)

empresárias mortas em IBIÚNA, policia prende suposto assassino

Ignes e Sonia foram mortas a facadas

A Polícia Militar prendeu na tarde deste domingo (31) um rapaz suspeito de ter matado Ignes Barbosa de Oliveira, 82 anos, e a filha, Sônia Regina Antunes de Oliveira, 59 anos, em uma casa de propriedade da família localizada no Portal Ibiúna, um condomínio de luxo no bairro Lageadinho, em Ibiúna. Segundo a polícia, o suspeito, de 21 anos, é dependente químico. A família dele e das vítimas são próximas há muito tempo, pois seriam fundadoras do condomínio de veraneio onde as duas mulheres foram assassinadas. Ele deve ser transferido para a cadeia de São Roque, ainda na manhã desta segunda-feira.

O rapaz foi detido ao tentar comprar uma passagem para São Paulo na rodoviária de Iguape. Como não tinha dinheiro suficiente,  começou a brigar com a atendente do guichê e chamou a atenção dos policiais que estavam no local, precisando ser contido. Ao ser detido o ele confessou ter matado mãe e filha, mas depois mudou a versão e acusou a própria mãe de ter cometido o crime.

O carro das vítimas foi localizado em Piedade e já enviado para perícia. De acordo com a PM, havia muito sangue no interior do veículo. As vítimas residiam na rua Oscar Freire, bairro de Pinheiros, em São Paulo, e sempre passavam o final de semana nessa casa de campo.

Os policiais não souberam informar como o rapaz saiu de Piedade e foi para Iguape. Uma vizinha foi a primeira pessoa a encontrar as vítimas. Ela foi até a casa para parabenizar a amiga Sônia, que comemorava seu aniversário neste domingo. A casa ficou revirada e o agressor fugiu, levando o VW Fox da cor vermelha das empresárias. Os corpos estavam na sala com ferimentos profundos na região do pescoço.

O rapaz, que não teve o nome divulgado, foi levado até o plantão policial de Iguape, mas deverá ser transferido para Ibiúna onde deverá ser ouvido pela autoridade policial que investiga o caso. Os corpos das duas mulheres assassinadas serão enterrados às 10h de hoje, no cemitério Parque das Figueiras,em Ibiúna.( o que é a droga, o cara invade a casa mata, e rouba apenas a carteira de uma das vitimas que continha dolares e larga tudo no carro, sem grana tenta comprar uma passagem pra SP, poderia ter fugido pra mais longe de carro, mas decidiu abandoná-lo.

será que ele estava sob efeito da droga na hora do crime ? mesmo que não estivesse sua cabeça ja estava estragada mesmo pela maldita.)

PCC ganha força no NORDESTE com drogas e lavagem de dinheiro

Grade separa vendedor de cliente em estabelecimento de frutas na Gruta de Lourdes, em Maceió; grades e cercas elétricas tornaram-se essenciais para evitar assaltos na capital alagoana.

A explosão da violência do Nordeste nos últimos anos é marcada por um fenômeno recente, mas que se tornou um dos maiores desafios para a segurança pública: as organizações criminosas do Sudeste que montaram “filiais” do crime na região. Primeiro, a maior preocupação era com o Comando Vermelho, do Rio de Janeiro. Hoje o problema responde basicamente por três letras: PCC (Primeiro Comando da Capital), de São Paulo.

Investigações das polícias estaduais e da Polícia Federal indicam uma atuação marcante do grupo paulista, já apontado como responsável pela distribuição de boa parte da droga que chega à região e da lavagem de dinheiro. Sete Estados do Nordeste prenderam, este ano, integrantes do PCC. Apenas no Piauí e no Rio Grande do Norte não houve registros –coincidentemente os dois Estados com a menor e a terceira menor taxa de homicídios do Nordeste, respectivamente.

Por serem mais pobres e de estruturas policial e judicial precárias, os Estados nordestinos passaram a viver estatísticas ainda piores que as encontradas no Rio de Janeiro e em São Paulo nos anos 90.

Para especialistas, com o “aperto” policial no Rio e em São Paulo –que dominavam o ranking de violência–, os grupos criminosos subiram no mapa nacional e ramificaram a atuação onde o aparelho estatal se aparentava mais frágil. Hoje, o Nordeste tem a maior taxa de homicídios entre as cinco regiões do país.

Entre 1998 e 2008, segundo dados do Mapa da Violência, do Ministério da Justiça, o Nordeste viveu aumento de 78% na taxa homicídios para cada 100 mil habitantes, que saltou de 18,5 para 32,1. O país fechou 2008 com média de 24. Nesse período se multiplicaram casos de investigações que apontaram atuações de grupos criminosos de outras regiões no Nordeste.

Atentados suspeitos

O último episódio que chamou a atenção das autoridades ocorreu no Rio Grande do Norte. Na tarde do último dia 16 de setembro, sete ônibus e um veículo de transporte complementar foram atacados por homens armados, que picharam os carros com a sigla PCC e, em seguida, incendiaram parcialmente os veículos. Ninguém ficou ferido.

Apesar dos atentados coordenados e que pararam Natal por uma tarde, o Estado afirma que não se trata ainda de uma prova da atuação do PCC. “Não temos criminosos representando grupos, temos alguns oportunistas que se dizem membros de facções, porém, não localizamos suas ramificações. Os serviços de inteligência das Polícias Civil, Militar e da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social, com o Sistema Penitenciário, monitoram toda e qualquer movimentação de grupos ou criminosos que se dizem ligados a estes”, informou o secretário potiguar Aldair da Rocha.

Prisões

Sete Estados nordestinos registraram prisões de integrantes do PCC em 2011, alguns considerados líderes do tráfico de drogas. Foi o caso da Bahia. Em junho, o Estado lançou m baralho com fotos dos criminosos mais procurados. Até o dia do lançamento, o “ás de ouro” era Fagner Souza da Silva, o “Fal”.

Segundo a Polícia Civil baiana, ele era responsável pela conexão com PCC para o tráfico de drogas no Estado. Poucos dias depois, a polícia também prendeu Wellington Santana Leal, apontado à época como elo do PCC na distribuição da cocaína na região metropolitana de Salvador.

Em Pernambuco, a Polícia Federal confirmou a atuação do PCC durante a operação Retomada, deflagrada em fevereiro. A ação, que contou com 16o policiais, desarticulou um esquema de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro que atuava no sertão de Pernambuco e do Ceará. Treze pessoas foram presas, sendo uma delas a que fazia o elo com a organização criminosa paulista.

Já no Ceará, Alexandre de Sousa Ribeiro e Francisco Fabiano da Silva Aquino eram considerados acusados de integrarem umas das quadrilhas mais perigosas do Estado. Eles foram presos em março, no Estado do Maranhão. Segundo a polícia cearense, eles enviavam 20% do que arrecadavam com crimes para o PCC. Em contrapartida, a dupla recebia apoio logístico do grupo para atuar na região Nordeste.( isso claro sem largar o osso eixo RJ E SP, o nordeste serve de reserva, afinal la a policia é mais fraca e atrasada em tecnologia,portanto fica fácil, e tb o enorme contingente de gente pro crime, devido a seca e pobreza.)

caso PATRÍCIA ACIOLI, sua morte foi planejada um mês antes

Sinais de celulares captados por antenas e imagens de câmeras de segurança mostram que o assassinato da juíza Patrícia Acioli foi planejado com um mês de antecedência. As informações são do programa “Fantástico”, da Rede Globo.

Efe
A juíza Patrícia Acioli, assassinada em 11 de agosto
A juíza Patrícia Acioli, assassinada no dia 11 de agosto

Sete câmeras permitiram que a polícia refizesse o trajeto percorrido pela juíza na noite de sua morte. As imagens mostram que desde que Patrícia deixou o Fórum de São Gonçalo, no dia 11 de agosto, foi perseguida por uma motocicleta ocupada por dois homens, com o farol apagado em alguns trechos.

Pelas imagens também é possível deduzir que, após concluírem que a juíza ia mesmo para casa, os perseguidores deixaram de segui-la e se dirigiram ao local antes dela.

A investigação da polícia descobriu marcas de pneu de bicicleta atrás de um dos carros que estavam estacionados na entrada da casa. Quando Patrícia se aproximou da garagem, os assassinos apareceram e alvejaram o automóvel.

A juíza foi atingida por 21 tiros. A necrópsia mostra como causa da morte ferimentos no pescoço e no tronco.

A polícia ainda analisou os dados de mais de três milhões de celulares que passaram entre o fórum e a casa de Patrícia em um mês, para provar que o crime foi planejado com cuidado.

A história teria começado no dia 3 de julho, segundo a polícia, quando Diego da Conceição Beliene, 18, foi morto por PMs de São Gonçalo. O caso foi registrado como auto de resistência, mas as investigações desfizeram essa tese.

Oito policiais envolvidos na morte, passaram a temer que a juíza expedisse um mandado de prisão contra eles. Entre eles, os três agora acusados pela morte de Patrícia: o tenente Daniel Santos Benitez Lopes e os cabos Jeferson de Araújo Miranda e Sérgio Costa Júnior.

Segundo a investigação da polícia, no dia do assassinato da juíza, antenas de empresas de telefonia captaram os sinais dos celulares de Lopes e Costa Júnior no fórum de São Gonçalo, mas antes das 23h, os telefones foram desligados e religados cerca de meia hora após a execução.

A polícia passou a rastrear os dados dos celulares dos PMs nos dias anteriores ao crime e descobriu que os três estiveram juntos no endereço da casa da juíza, na rua dos Corais, em Piratininga, Niterói.

O delegado da Divisão de Homicídios, Felipe Ettore, afirma que está provado que os policiais são autores do homicídio. Em depoimento, Lopes e Miranda negaram a acusação e Costa Júnior se recusou a falar.

  Editoria de arte/Folhapress  

 (um mês antes do crime, os caras estiveram no condomínio onde morava a juiza, o que aconteçeu, foi que demorou para serem presos devido a morte de DIEGO.

pois é, justiça lenta da nisso, a coisa tem de ser rápida, senão o criminoso tem tempo pra agir, como neste caso.)