repórter é agredido por curintianos no ITAQUERÃO, querem esconder o que ?

O repórter da Folha Daniel Vasques foi agredido nesta quarta-feira por um grupo que acompanhava o ex-presidente Andres Sanchez, quando cobria o acidente no Itaquerão.

Ele tentava tirar fotos do caminhão esmagado e de um corpo preso que era retirado das ferragens em razão do desabamento da parte de uma cobertura quando foi expulso por funcionários do Corinthians e da Odebrecht e xingado pelo ex-presidente.

Os funcionários seguiram o jornalista no terreno da obra, tentando retirar o seu celular à força. Ameaçaram agredi-lo e quebrar seu telefone.

Já longe do local do acidente, ele foi cercado pelo grupo, sem a presença de bombeiros ou policiais. Os funcionários começaram a empurrá-lo e a dar socos na sua perna, na altura em que o celular estava guardado.

Andres, que havia ficado perto do caminhão, juntou-se em seguida ao grupo. As agressões persistiram de todos os lados.

Operários da Odebrecht que trabalham na obra intervieram para defender o jornalista e quase foram agredidos também.

Um policial militar chegou ao local e disse que o repórter teria de apagar todas as imagens.

Sob xingamentos e ameaças do grupo, o jornalista apagou fotos e vídeos de apenas um dos dois celulares que ele levava consigo, já que o grupo ignorava que ele portava dois celulares.

Em seguida, o jornalista foi expulso da área próxima ao canteiro de obras.

O Corinthians emitiu uma nota oficial (veja abaixo) lamentando o ocorrido. Em entrevista coletiva, Andres confirmou ter xingado o repórter, mas negou ter participado da agressão. “Eu não encostei nele em momento nenhum.”

Segundo Andres, o repórter invadiu uma área restrita, delimitada pelos bombeiros e policiais. “Ele mentiu, dizendo que era funcionário da Odebrecht para ter acesso ao local e foi retirado. Eu não encostei nele em momento algum. Não houve agressão e tenho testemunhas dos policiais e funcionários de que isso não aconteceu.”

O repórter diz que mostrou ao grupo o crachá que o identifica como repórter da Folha e que em nenhum momento afirmou que era funcionário da Odebrecht.

Reitera que, quando foi cercado pelo grupo, foi em um local do terreno onde não havia presença de policiais e bombeiros.

ABRAJI

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) mandou uma nota lamentando a agressão, inclusive com uma crítica para a Polícia Militar.

“A Abraji lamenta a agressão contra o repórter da Folha de S.Paulo Daniel Vasques, que fotografava com o celular o acidente nas obras do Itaquerão, em São Paulo, nesta quarta-feira (27.nov.2013).

O ex-presidente do Corinthians Andres Sanchez, um funcionário da Odebrecht e seguranças tentaram obrigar o jornalista a entregar o telefone com as fotos do acidente. Um policial militar que estava no local também pressionou Vasques a abrir mão do telefone. Intimidado, o profissional apagou as imagens e acabou expulso do canteiro de obras.

A Abraji lamenta este novo episódio de violência contra a imprensa. Ao agir dessa maneira, o ex-dirigente do Corinthians e o funcionário da Odebrecht atentam contra a liberdade de expressão e o direito à informação. Ao apoiá-los, o policial militar posiciona o Estado contra um direito fundamental do jornalista e da sociedade. Além de Daniel Vasques, que foi agredido, toda a sociedade sai prejudicada do episódio.”

NOTA OFICIAL DO CORINTHIANS

“A diretoria do Sport Club Corinthians Paulista vem público lamentar profundamente o acidente ocorrido há pouco na Arena Corinthians.

Não existem outra informações no momento.”

( mesmo que o cara tenha mentido e tentado ter acesso a uma área restrita não precisava agressão e ap-agar imagens registradas, alias restrita por que ?

se o acidente foi falha humana o que querem esconder ? ou tem mais coisa por ai que estão tentando esconder ? será que não havia total segurança pra se trabalhar ali ? restos do PALESTRA ITÁLIA, foram usados na construção do ITAQUERÃO, será ai o problema ?

agressão a um repórter que estava apenas trabalhando ? este é o CURINTIA que se diz soberano e quer mandar no pais ? 

CURINTIA ta igual a GLOBO, quer passar por cima de tudo pra se impor.) 

acidente no ITAQUERÃO não deve prejudicar o curintia na abertura da copa

Se depender de atraso na obra causado pelo acidente de ontem, a chance de o Itaquerão não receber jogos da Copa-14, entre eles a partida de abertura, é mínima.

A Folha apurou que a Fifa não tem um plano B e vai aceitar o atraso no cronograma de obras do estádio, que previa entrega em dezembro.

Ao saber que o acidente não afetou as estruturas do estádio corintiano, a previsão dentro da federação é que a obra atrase em 30 dias. Ou seja, deverá ser entregue no final de janeiro ou início de fevereiro, prazo aceito pela entidade, já que ocorreu esse imprevisto na construção.

A Copa só sai do Itaquerão, a reportagem apurou, se laudos da perícia após o acidente concluírem que não há segurança para a arena receber partidas de futebol.

  Editoria de arte/Folhapress  

A Fifa não tem outra opção senão fazer a abertura em São Paulo. E não há opção na cidade. A Arena do Palmeiras não deve ter o gramado ideal em junho. A reforma no Morumbi, a primeira opção para receber jogos na capital paulista, não foi finalizada.

A Fifa descarta tirar a abertura da Copa de São Paulo também porque fará nessa cidade, em junho de 2014, seu congresso anual, quando representantes das 209 associações filiadas estarão presentes. São Paulo é a única cidade, na avaliação da Fifa, com infraestrutura hoteleira para receber o evento.

A Fifa deve bancar o Itaquerão, segundo apurou a Folha, para que o assunto não seja protagonista na próxima semana na Costa do Sauípe, na Bahia, quando serão sorteados os grupos da Copa do Mundo, no dia 6.

No dia 8 de dezembro também recomeça a venda de ingressos, na etapa mais importante de todas, quando a procura é maior porque onde cada seleção vai jogar já estará definido. As pessoas, portanto, precisam saber que haverá jogos em Itaquera.

FALHA HUMANA

Falha humana é a explicação mais provável para o acidente de ontem no Itaquerão.

“As informações dão conta de que houve o tombamento do guindaste. Isso praticamente descarta falha mecânica”, diz Leonardo Roncetti, da TechCon Engenharia.

Segundo o especialista em içamento, o mais provável é que houve algum erro de planejamento da operação ou mesmo alguma falha na operação da máquina.

“De repente, não houve uma investigação aprofundada do solo onde a máquina ficou apoiada”. Segundo Rocetti, o guindaste é um dos três melhores do mundo. ( claro que o estádio vai sediar a abertura da copa, mas nem que fosse pra entregar o estádio pronto a poucoas dias do inicio da bagunça, imagine se SP iria ficar de fora, dar o gosto pra cariocada tb conseguir a abertura ?

imagine milhares de curintianos protestanto pq o ITAQUERÃO não iria mais sediar a abertura, teriamos de chamar  as forças armadas pra conter as bestas feras.)

mais um curintiano ex preso da BOLÍVIA se envolve em coisa errada

 

Torcedor que ficou preso na Bolívia é ferido em troca de tiros com PM 

Raphael Machado Castilho foi baleado em Santo Estevão, na Bahia. 

Ele foi internado em estado grave na cidade de Feira de Santana, diz PM. 
Um dos torcedores do Corinthians preso na Bolívia após a morte de um adolescente em um jogo realizado pela Libertadores no estádio Jesús Bermúdez, na cidade de Oruro, foi preso novamente, desta vez na em Santo Estevão, na Bahia, na noite de sexta-feira (20). 

Segundo informações do tenente Wilson, da 57ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), Raphael Machado Castilho de Aráujo, que é de Santos (SP) e mora em Praia Grande (SP), estava acompanhado de Alex Nascimento da Silva, 23 anos, em uma moto. 

Segundo a PM, um dos dois teria atirado contra uma viatura que fazia uma blitz pela cidade. 

De acordo com o tenente, a polícia reagiu aos tiros e perseguiu os dois suspeitos, que acabaram baleados e detidos. Raphael foi atingido no braço e acima do peito, do lado esquerdo e levado para o Hospital Geral Clériston Andrade, em Feira de Santana, cidade distante cerca de 100 km de Salvador. Já Alex, que é de Santo Estevão, foi atingido nas nádegas e está no Hospital Municipal da cidade.

O tenente Wilson informou que foi apreendido com os rapazes um revólver calibre 38, de modelo especial. Com Raphael, a polícia encontrou documentos que comprovam a entrada e saída dele na Bolívia. 

Também foi encontrada uma carteira da torcida organizada do Corinthians, a Gaviões da Fiel, em nome de Raphael. 

A polícia informou que os dois suspeitos não correm risco de morte. 

Nenhum policial ficou ferido durante a troca de tiros. 

De acordo com informações da 57ª CIPM, Alex tem passagens pela polícia por porte ilegal de armas, aliciamento de menores e é suspeito de envolvimento de tráfico de drogas. 

Ainda segundo a polícia, o baiano teria dito a PMs que Raphael estava morando em Santo Estevão há cerca de um mês. 

Raphael estava no primeiro grupo de corintianos libertado pelo governo boliviano, e chegou ao Brasil em 9 de junho. 

A mãe do torcedor, Valcineia Machado dos Santos, confirmou ao G1 que o filho foi hospitalizado na Bahia, mas não quis dar mais detalhes sobre o ocorrido. 

O caso foi registrado no Complexo Policial de Feira de Santana, de onde deve ser encaminhado para uma 
delegacia local.  

( agora são 4, os 3 que brigaram em BRASÍLIA no jogo contra o VASCO e agora este ai.

vem cá, será que os pais do KEVIN SPADA o garoto morto na BOLÍVIA estão sabendo destas noticias ?  ah mas se os 12 não estão evolvidos naquele caso ?


mas choraram diante da tv, dizendo que estavam sequestrados na BOLÍVIA, que era inocentes, mas vendo estas badernas de agora é pra se pensar, afinal será que foi um de menor que usou aquela sinalizador ? e os demais encobriram ?)

mais um curintiano é identificado na braiga em BRASÍLIA, é o terceiro

 Torcedores do Corinthians envolvidos na briga (Fotos de Cleber Mendes/LANCE!Press e AFP)
Torcedor do Corinthians que estava preso em Oruro se envolveu na briga em Brasília (Fotos de Cleber Mendes/LANCE!Press e AFP)

Mais um dos 12 torcedores que passaram cinco meses e meio presos em Oruro (BOL) participou da briga entre membros de facções das torcidas de Corinthians e Vasco, dentro do Mané Garrincha, em Brasília, no último domingo. O terceiro identificado é Fabio Neves Domingos, o Dumemo, integrante da Pavilhão Nove. 

A análise foi feita por peritos criminais do DF, aposentados e atuantes nas áreas de perícia judicial e particular da Associação Brasiliense de Peritos em Criminalística (ABPC), baseada em quatro fotos enviadas pelo LANCE!Net. 

“Como resultado do exame de comparação de estruturas, proporções e características faciais individualizadoras, conclui-se que o indivíduo que aparece de frente na imagem ‘C’ (na arquibancada do Mané Garrincha), sem camisa, com corrente no pescoço, com tatuagem no peito e usando óculos na cabeça é a mesma pessoa que aparece nas imagens padrões (‘A’, ‘B’ e ‘D’).”, concluem Orlando Júnior e João Braz Neto, ex-presidentes da ABPC.

E MAIS:
> Ministério Público pede nova multa à Gaviões e solicitará sua dissolução
> Em nota, Gaviões critica segurança em estádio: ‘Pareceu premeditado’
> Vereador flagrado em briga: ‘Quem nunca brigou que atire a primeira pedra’

Os dois primeiros ex-presos de Oruro – identificados pelo jornal “O Estado de S. Paulo” – na briga de Brasília foram Leandro Silva de Oliveira, o Soldado, e Cleuter Barreto Barros, o Manaus, ambos da Gaviões da Fiel. Eles, além do vereador de Francisco Morato Raimundo Cesar Faustino (PT), descoberto pelo LANCE!Net, estão proibidos de entrar nos estádios do estado de São Paulo por 90 dias pela Federação Paulista de Futebol e estão sendo indiciados pela Polícia Civil do DF, enquadrados no artigo 41-B do Estatuto do Torcedor. Se condenados, podem ficar três anos proibidos de entrar em estádios do país e ter de se apresentar em local determinado pela Justiça duas horas antes dos jogos do Corinthians e sair duas horas depois.

Em fevereiro, Domingos, Oliveira e Barros foram presos na Bolívia, acusados de participação na morte do boliviano Kevin Espada, aos 14 anos, atingido por um sinalizador, durante o jogo San Jose 1 x 1, pela Libertadores deste ano, mas soltos no início de agosto por falta de provas.

( do jeito que ta será que todos os 12 estavam na briga em BRASÍLIA ? só falta.)

dois curintianos que estiveram presos na BOLÍVIA, participam de briga entre CURINTIA E VASCO em BRASÓLIA.

 

O corintiano Cleuter Barretos Barros, sócio da torcida Gaviões da Fiel, que esteve preso na Bolívia acusado pela morte do jovem Kevin Espada foi o segundo identificado na briga entre torcedores do Corinthians e do Vasco no último domingo (25), no Estádio Mané Garrincha, em Brasília.

A edição do jornal O Estado de S.Paulo desta quarta-feira (28) publicou análise realizada por peritos nas imagens da confusão no DF e comparou com imagens do torcedor na prisão, em Oruro. O estudo foi feito pela ABPC (Associação Brasiliense de Peritos em Criminalística).

“Considerando as convergências encontradas nos exames quanto às características consideradas individualizadoras da face e a inobservância de divergências classificadas como incompatíveis, conclui-se que as imagens padrão referentes a Cleuter correspondem à mesma pessoa que aparece nas imagens da briga vestindo agasalho de cor cinza, tendo os dizeres “NEW YORK” na parte frontal”, diz o trecho da análise publicado pelo jornal.

De acordo com o Estado, Cleuter Barros é conhecido como “Manaus” na Gaviões da Fiel, por causa de sua cidade de origem. Líder da torcida na capital do Amazonas, o torcedor foi a São Paulo para participar da organização do desfile da escola de samba da Gaviões no Carnaval e passou a dormir na sede da torcida.

Nas imagens, prossegue a reportagem, é possível ver que Barros foi um dos primeiros a partir para o confronto com os torcedores do Vasco e ficou o tempo todo no meio da confusão, que aconteceu no intervalo e necessitou da ação de policiais com spray de pimenta e cassetetes para conter a briga.

Barros chegou a ser apontado na Bolívia como o autor do disparo de sinalizador que matou Kevin Espada em fevereiro deste ano, na partida do Corinthians contra o San José, pela Copa Libertadores. Com ele, foram encontrados três sinalizadores, sendo que um deles idêntico ao que atingiu o garoto boliviano. O corintiano passou cinco meses e meio na cadeia e foi solto por falta de provas.

O primeiro torcedor que estava preso em Oruro e acabou identificado na briga no Mané Garrincha foi Leandro Silva de Oliveira. O jornal Lance! também identificou um vereador de Francisco Morato, Raimundo César Faustino (PT), conhecido como Capá, como um dos participantes da confusão.  ( 5 meses na cadeia , não foram suficientes pra  estes dois né ?

 
la na BOLÍVIA, falaram que estavam sequestrados, que choraram inocência etc e agora isso, soltos de volta ao futebol, aprontam isso .
 
podem ser inocentes no caso do KEVIN ESPADA , mas agóra não tem o que alegar,  ou vão dizer que estavam se defendendo de ataques vascaínos ? as imagens mostram que eles invadiram o espaço destinado aos torcedores do VASCO para brigar, afinal não tinha divisória.
 
já passou do tempo de darem uma lição de vez nestes baderneiros .
 
Cleuter aparece na imagem à esquerda, de jaqueta cinza com a estampa "NEW YORK"