deputado quer acabar com seu 5 contra 1 ,se liga meu .

  • Deputado Marcelo Aguiar afirma que "a pornografia veio substituir a prática sexual com outra pessoa"Deputado Marcelo Aguiar afirma que “a pornografia veio substituir a prática sexual com outra pessoa”

O deputado federal Marcelo Aguiar (DEM-SP) propôs uma lei que tem como objetivo diminuir o número de “masturbação” na internet. O PL 6.449/2016, que tramita na Câmara dos Deputados, quer obrigar as operadoras a criarem sistemas de filtro para interromper automaticamente todos os conteúdos de sexo virtual, prostituição e sites pornográficos.

O projeto defende que “a pornografia veio substituir a prática sexual com outra pessoa”. O deputado defende na PL, ainda, que “os jovens são mais suscetíveis a desenvolver dependência e já estão sendo chamados de autossexuais – pessoas para quem o prazer com sexo solitário é maior do que o proporcionado, pelo método, digamos, tradicional”.

Na justificativa do projeto, o deputado ainda comenta pesquisa: “Estudos atualizados informam um aumento no número de viciados em conteúdo pornô e na masturbação devido ao fácil acesso pela internet e à privacidade que celular e o tablet proporcionam”.

Marcelo Aguiar é pastor, tem carreira sertaneja gospel e foi eleito em 2010 com 98.842 votos. Em 2014, ele obteve 65.970 votos e ficou como primeiro suplente da bancada. O deputado tomou posse em fevereiro de 2015.

( tanta coisa acontecendo e vem um mané se preocupar com a bronha dos outros.

mas tb ,culpa do povo que elege gente louca,demente ,machões , reacionários , fanáticos,que só sabem fazeres política um circo de horrores .)

 

deputado fundamentalista Anderson Ferreira x feministas

Grupo que prepara ação pela legalização do aborto em casos de microcefalia foi o mesmo que conseguiu que Supremo autorizasse aborto em caso de anencefalia

© Copyright British Broadcasting CorporationGrupo que prepara ação pela legalização do aborto em casos de microcefalia foi o mesmo que conseguiu que Supremo autorizasse aborto em caso de anencefaliaO deputado Anderson Ferreira (PR-PE), um dos principais expoentes da bancada conservadora do Congresso, disse que apresentará nesta terça-feira um projeto de lei específico sobre abortos em casos de gestantes infectadas por zika – doença que vem sendo associada ao aumento do nascimento de bebês com microcefalia.

Em entrevista à BBC Brasil, Ferreira explicou que seu objetivo é tentar eliminar qualquer “brecha” que dê espaço para que o Supremo Tribunal Federal (STF) legalize a interrupção da gravidez nesses casos.

O movimento é uma reação a iniciativa do grupo feminista Anis, que pretende apresentar em breve ao STF uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) com objetivo de legalizar o aborto de fetos afetados por zika.

“Eu acho que o movimento feminista está indo na contramão da sociedade, aproveitando de um momento de epidemia no nosso país para fincar uma bandeira pró-aborto. Isso é inadmissível. Como parlamentar, fico indignado”, disse Ferreira – também autor da polêmica proposta de Estatuto da Família, que tramita na Câmara e busca limitar a definição de família a casais heterossexuais.

O deputado estuda propor um aumento de pena para o crime de aborto em casos de microcefalia e quer também obrigar o Estado a pagar um benefício para as famílias que tiverem um bebê afetado por zika durante a gestação.

Atualmente, no Brasil, só é permitido interromper uma gravidez em caso de risco à vida da mãe, quando a concepção foi resultado de um estupro ou quando o feto é anencéfalo.

O grupo que prepara a ação pela pela legalização do aborto em casos de microcefalia foi o mesmo que conseguiu em 2012 que o STF liberasse abortos de fetos anencéfalos (sem cérebro).

Agora, a Anis argumenta que a mulher não deve ser punida por uma falha das autoridades em controlar o mosquito transmissor da doença,Aedes aegypti, o mesmo da dengue. Além disso, também sustenta que a ilegalidade do aborto e a falta de políticas de erradicação doAedes ferem a Constituição Federal em dois pontos: direito à saúde e direito à seguridade social.

Para Ferreira, a mulher não tem direito a escolher sobre a interrupção da gravidez porque “sua vida não está acima da do feto”. E cita argumento religiosos para justificar sua visão: “Não cabe a ela escolher quem vive ou quem deixa de viver. Isso cabe a Deus”, defende.

BBC Brasil – Qual o objetivo de criar uma lei específica sobre aborto em casos de microcefalia?

Anderson Ferreira – Veja só, aborto é crime no nosso país. O movimento feminista está tentando criar uma interpretação junto ao Supremo por meio de uma Adin (para liberar o aborto em casos de microcefalia). Então, vou criar um projeto de lei que deixe claro que o caso de interrupção da gravidez na microcefalia é crime, para não deixar fresta.

Eu estou sentado com uma equipe jurídica para ter todo um embasamento constitucional nesta questão. Estamos estudando propor aumento de pena e também obrigar o governo a pagar um benefício às famílias que tiverem esse problema de uma criança com microcefalia.

BBC Brasil – Então o objetivo é não deixar brechas para que o Supremo possa de alguma forma permitir esse procedimento?

Ferreira – Isso. Por meio de uma Adin, mesmo caminho que tomaram na questão dos (fetos) anencéfalos.

BBC Brasil – O movimento feminista argumenta que é uma questão de direito à escolha. Por que o senhor acha que a mulher não deve ter esse direito?

Ferreira – Porque não cabe a ela escolher quem vive ou deixa de viver. Isso cabe a Deus. A partir do momento que você faz uma escolha como essa, no caso uma seleção dos seres humanos que vêm à Terra, o que estão querendo fazer é uma pré-seleção. Então, se a criança vai ter algum tipo de deficiência, a mãe ter o direito de interferir nessa gravidez ou não. Isso eu acho que está acima de todos nós.

Eu defendo a vida. Então, não poderia deixar de maneira alguma uma interferência do Supremo junto ao Poder Legislativo, porque somos eleitos representantes legais do povo e temos autonomia de legislar.

Acho que o movimento feminista está tomando um caminho perigoso porque hoje a grande maioria da sociedade não comunga desse pensamento, e o Parlamento também não comunga. O movimento feminista, para você buscar os direitos das mulheres, é um movimento digno, mas não poderia aproveitar de um momento como esse, um momento de epidemia no mundo, não só no Brasil, para tentar fincar uma bandeira indo de encontro com o todo o princípio da vida.

BBC Brasil -O movimento feminista sustenta que o Estado é laico e que o argumento religiosos não poderia ser usado porque não há provas da existência de Deus. É uma questão de fé individual.

Ferreira – A minha argumentação, dentro do meu projeto, em nenhum momento é uma argumentação religiosa. Eu estou defendendo com o Código Penal e a Constituição brasileira.

Defendo os meus princípios, eu sou cristão e não abro mão da minha fé. Interfere no meu caráter e nas minhas escolhas como parlamentar, mas eu defendo os meus princípios com a Constituição e com o Código Penal. Então, não é por eu ser cristão que eu estou indo na contramão da sociedade.

Eu acho que o movimento feminista, ele sim é que está indo na contramão da sociedade, aproveitando de um momento de epidemia no nosso país para fincar uma bandeira pró-aborto. Isso é inadmissível.

BBC Brasil – Há uma leitura jurídica de que uma das funções do Supremo é justamente garantir os direitos das minorias. A gente sabe que historicamente nem sempre o que a maioria crê em determinado momento é o certo. A escravidão já foi permitida, por exemplo. Não pode haver uma evolução de entendimento?

Ferreira – É que essa evolução de entendimento tem que ser feita nas devidas casas. Só cabe ao Legislativo elaborar leis que regem a sociedade, e ao Judiciário cabe interpretar o que é constitucional.

BBC Brasil – O movimento argumenta que o Estado não está sendo eficiente no combate ao mosquito e está deixando as mulheres numa situação vulnerável, que lhes causa sofrimento. O senhor não se sensibiliza também com a condição das mulheres?

Ferreira – Tanto nos sensibilizamos que estamos acolhendo dentro do nosso projeto a previsão de um benefício que possa dar assistência a esse tipo de família. Mas eu não posso ser um assassino para querer tirar a vida por conta que nasce com esse tipo de problema.

BBC Brasil – Outro argumento do movimento feminista é essa questão de que, na prática, quem tem uma renda mais alta consegue fazer aborto no país e que a criminalização prejudica principalmente as mulheres mais pobres.Muitas morrem ao fazer procedimentos inseguros.

Ferreira – Se tem dinheiro para fazer clandestino, está sendo um criminoso. O aborto é crime. A gente não pode entrar nesse mérito. Então vão dizer: “olha, cocaína é crime, mas tem quem use cocaína porque é o valor de uma droga cara”. Então por isso vai liberar a cocaína? Não tem muito sentido.

A obrigação do governo é dar assistência a essas famílias, obrigação de governo não é matar. A gente vai voltar aqui à época de Hitler, para fazer a seleção de um ser humano que tem que formar a nossa sociedade?

BBC Brasil – Mas o movimento feminista não trata a questão como eugenia, mas como direito à escolha da mulher sobre o seu corpo e sua vida.

Ferreira – Mas como eu posso ter a escolha de tirar a vida de outro ser humano?

BBC Brasil – Na visão desse movimento trata-se de um potencial de uma vida, que ainda não está desenvolvida.

Ferreira – Há casos de adoções. Você não tem obrigação para criar essa família. O que eu não posso é comungar com uma linha de raciocínio de um movimento feminista de dizer que o direito à vida da mulher está acima de outra vida. Então, se tem um vizinho que me incomoda, eu não posso conviver com ele, eu vou matar ele porque o meu direito está acima de todos?

BBC Brasil – Mas o vizinho tem uma vida autônoma fora do corpo da mulher. É totalmente diferente de um feto.

Ferreira – Sim, mas eu não tenho um convívio dentro de uma sociedade? Então quando a criança nascer, que ela possa ter o direito de adoção. Ela não é obrigada a criar, se ela não quiser. Agora, para ela criar ela teria que ter uma ajuda do Estado. É isso que eu estou propondo.

( meu caro deputado pq mulher rica não é punida então se fizer aborto pq tb corre risco de ter um filho com microcefalia ? h ele tem dinheiro, poder então pra ela não da em nada, só pobre que toma na tarraqueta, seria essa sua resposta ?

agora vejamos, já trabalhamos pra pagar bolsa família( esmola) pra muitos ai, teremos de pagar ajuda para mulheres que tiveram bebês com micro ? ajuda do estado com nossos impostos ?   

pq o senhor não propõem que seja liberado vasectomia e laqueadura sem limite de idade e vantagens pra quem evitar filho então, já que é contra aborto ? DNA público pra facilitar na caça aos irresponsáveis que fazem filhos e pulam fora .

se o pobre ver que terá muito mais vantagens se não fizer filho ele vai querer deputado, quem não quer mais vantagens ?

mas não , prefere manter o machismo travestido de religião pra continuar sub-julgando as mulheres .)

RS elege deputado racista , aquela gremista deveria rir disso.

 

O deputado federal Luiz Carlos Heinze (PP) eleito em março deste ano pela ONG inglesa Survival como racista do ano foi o postulante a uma vaga na Câmara de Deputados mais votado do Rio Grande do Sul.

O título surgiu de declarações feitas pelo parlamentar, que no final de 2013, durante audiência pública sobre demarcação de terras indígenas, se referiu a índios, quilombolas e homossexuais como “tudo que não presta”.  

Deputados, Heinze se posiciona contra demarcação de terras e costuma atuar em prol da agricultura, como o cultivo de fumo, o que lhe rendeu muitos votos da população rural.

Engenheiro agrônomo e membro da igreja luterana, ele começou sua carreira política como prefeito da cidade de São Borja, pelo PDS, mas também teve passagens pelo PPB e se filiou ao PP em 2003.

Heinze assume seu quinto mandato como deputado federal.

( então do que adiantou se revoltarem com a gremista daquele jogo, é piada né RS, incendiaram a casa da moça e no fim elegem este deputado ai ?  pelo jeito a fama de gaucho ser politizado acabou, ou sempre foi uma lenda.)

deputado ataca XUXA em sessão da câmara dos deputados

DEPUTADO OFENDE XUXA E ELA RESPONDE COM UM S2! VEJA ISSO
O líder do Partido Socialista Brasileiro (PSB) na Câmara, deputado federal Beto Albuquerque (RS), anunciou na tarde desta quarta-feira (21) que destituiu o deputado Pastor Eurico (PSB-PE) da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa devido à “forma intolerante” pela qual ele se manifestou em relação à apresentadora Xuxa Meneghel.
Pela manhã, Xuxa participou de sessão da CCJ que discutiu o projeto que proíbe pais e responsáveis legais por crianças e adolescentes de baterem nos menores, a chamada Lei da Palmada. Contrários ao projeto, integrantes da bancada evangélica fecharam um acordo para adiar mais uma vez a análise do texto. Uma nova reunião foi agendada para as 18h desta quarta para tratar sobre o tema.

( são mais de 30 anos, de 1982 pra cá, quantas criança, jovens, não foram mortos, violados, sofreram todo tipo de violência e muitos dos autores nunca foram identificados e presos ?

o deputado descarrega sua ira, hipocrisia numa mulher que fez uma ceninha chinfrim de pouco segundos com um menino, bem vcs já conhecen a cena, o filme, já falei dlee aqui nem preciso repetir né ?

o deputado sim tem seu direito de falar, bem como XUXA deveria ter tido o direito d efalar, agora vai ficar na net, perseguindo qualquer indício de que seu filme esteja circulando na web .)

TIRIRICA quer deixar o circo do congresso, e ser palhaço longe dele

Sergio Lima/Folhapress
Deputado mais votado no país em 2010, Tiririca (PR-SP) quer voltar a ser só palhaço. Desiludido com a política, ele disse àFolha que não disputará mais eleições e, findo seu mandato, em fevereiro de 2015, irá se desfiliar do PR.
 
Na metade da legislatura, Tiririca, que se elegeu com a promessa de descobrir o que faz um deputado, disse que já entendeu que “não dá para fazer muita coisa”.
 
O desalento, no entanto, não é a razão para deixar o salário de R$ 26,7 mil, verba de gabinete de R$ 97.200 e direito a apresentar R$ 15 milhões em emendas.
 
A justificativa é a falta de tempo para se dedicar ao que mais gosta: fazer shows (que lhe rendem mais dinheiro do que a Câmara). “Eu sou artista popular. Aqui me prende muito. A procura pelos shows é enorme e não dá para fazer”, afirma ele.
 

Acompanhar o crescimento de sua filha de três anos é outra razão. “Esses dias ela saiu nadando, é muito massa.” Pai de seis filhos, Tiririca diz que não pôde estar perto dos demais e não quer repetir o erro com a pequena.

Quando voltar aos palcos, ele promete não fazer piada sobre político. “Quando a gente está fora acha que deputado não faz nada, mas eles trabalham para caramba.”

Nestes dois anos na Câmara, diz ter aprendido muito: “Aqui é uma escola. Se aprende tanto ir para o caminho legal quanto ir para o ‘outro caminho” [diz não ter sido convidado a entrar]. Descobriu, porém, que política não faz parte de seu projeto pessoal.

E já deixou de lado os ternos importados (Armani e Hugo Boss) que usava para imitar boa parte dos líderes do Congresso. Adotou um visual mais moderno, que inclui paletó de veludo colorido, calça jeans e gravatas inusitadas. Agora, mandou fazer camisas personalizadas. Pediu um tecido que se adapte ao clima seco da capital.

Os novos trajes já renderam brincadeiras entre os deputados mas também ajudam Tiririca a se entrosar. No tempo em que está na Câmara, fez pelo menos oito amigos, entre eles seu candidato à presidência da Câmara, deputado Júlio Delgado (PSB-MG), que perdeu a disputa ontem: “É um cara bacana”.

Sobre o fato de ainda não ter discursado na tribuna da Câmara, desconversa: “Para falar o quê? Nenhum projeto foi aprovado. No dia que for, eu subo para agradecer”.( ta certo TIRIRICA, volte as suas origens, lá não é lugar pra vc, que isso sirva de inspiração para outros, eleição não é feira livre.)

flagrante de suposto estupro de deputado na BOLÍVIA

Um deputado estadual de Chuquisaca (Bolívia) foi flagrado supostamenteestuprando uma mulher embriagada em plena Assembleia. 
 
Imagens de uma câmera de segurança mostram uma mulher inconsciente sentada em uma cadeira na Assembleia. O deputado, identificado como Domingo Alcibia Rivera, apaga as luzes ao entrar no recinto. 
 

Imagens borradas mostram o político tirando a mulher da cadeira e, aparentemente, estuprando a vítima no chão. Quando a luz é acesa – aparentemente alguém entrando na Assembleia – Rivera levanta a calça e devolve a mulher à cadeira. 

 

Pessoas entram na sala para verificar o estado da mulher. O vídeo mostra a vítima tentando se levantar e caindo no chão.

 
O incidente ocorreu depois de uma festa de fim de ano na Assembleia, em 20 de dezembro, na qual muitas pessoas foram vistas bêbadas, noticiou o jornal “ABC”.


 
Rivera, que pertence ao MAS, o partido governista, negou ter estuprado a mulher e disse estar disposto a cooperar com as investigações. 
“Estão dizendo que aquilo foi estupro, mas não foi estupro”, defendeu-se o deputado ao jornal “La Razón”.
 
A ação acontece depois  dos 3 minutos.

deputado quer proibir o filme TED, o urso de pelúcia maconheiro


O deputado federal Protógenes Queiroz (PC do B/SP) entregou nesta quarta-feira (26) o pedido de reavaliação da censura da comédia “Ted”, de Seth MacFarlane. 


O documento com a solicitação foi entregue ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. O momento foi registrado pelo próprio político por meio de uma imagem divulgada no microblog Twitter. 


Em reportagem do UOL, o Ministério da Justiça afirmou não haver necessidade de suspensão do filme, um pedido que chegou a ser citado por Protógenes, que se inconformou com o conteúdo do filme ao conferir a atração nos cinema ao lado do filho. 


O desconforto do político com o longa foi registrado no Twitter, o que gerou grande repercussão entre os usuários da internet. 


No Twitter, o deputado disse que o longa não deveria ser exibido nem para maiores de 18. 


“Fiquei chocado e indignado com esse filme. Ele passa a mensagem de que quem consome drogas, não trabalha e não estuda é feliz”, comenta. 


“Não poderia ser liberado nem para 16 nem para 18 anos. Esse filme não pode ser liberado para idade nenhuma. Não deve ser veiculado em cinemas”. 


 A classificação é feita a partir da ocorrência na obra de cenas e conteúdos de sexo e nudez, violência e uso de drogas. 


O escalonamento entre as seis faixas de classificação se dá de acordo com a intensidade, importância, impacto e o contexto em que tais cenas/conteúdos se apresentam.   ( ficou chocado princesa ? vai combater o que ta nas ruas, mas que mania de se incomodarem com filme, novela, programa de tv o escambau p…
 

a realidade tá é nas ruas, o deputadozinho de m… se incomodou com  uso de drogas, quando ali mesmo perto do congresso, os nóias e traficantes fazem a festa.

 agora que o filme vai decolçar, se poderia passar desapercebido,vai é bombar na net, pirataria, quem quiser assistir assiste onde quer, proibir no cinema não é obstáculo. 

não tem mais nada no BRASIL pra se fazer, então o deputado sustentado com nosso dinheiro , tem tempo pra pensar em besteiras.)