viaduto desaba em BH, atinge ônibus e mata 2 pessoas

 

http://videos.bol.uol.com.br/#view/video-mostra-momento-exato-de-queda-de-viaduto-em-belo-horizonte-04020C1A3762C0895326&tag/21199|desabamento

 

vídeo mostra momento exato do desabamento em BH .

 

 

( este outro o desespero após.)

 

como ta rolando a copa, o governo de MG espera que a seleção anestesie a população e ai esqueçam o caso , enquanto arrumam uma bela desculpa pra dar. 

 

desabamento sem SP, mais um corpo encontrado e agora a novela da culpa

Os bombeiros encontraram o corpo da nona vítima do desabamento de um prédio em construção na zona leste de São Paulo. Por volta das 7h30 da manhã desta quinta-feira (29), Claudemir Viana de Freitas era retirado dos escombros do acidente. A corporação ainda procura mais um desaparecido, o ajudante de pedreiro Antônio Wellington Teixeira da Silva.

Outras 25 pessoas ficaram feridas no acidente. Ao menos 35 homens continuam no terreno e o trabalho ainda não tem previsão para acabar. Dos seis imóveis que haviam sido interditados, três foram liberados. 

Os problemas na estrutura da obra haviam sido percebidos antes do desabamento. É o que revelam os depoimentos prestados até agora. O encarregado de elétrica disse à polícia que, no último sábado, houve uma reunião entre representantes do dono do terreno, da loja de roupas que alugou o galpão e da empresa contratada para fazer o acabamento. 

SP: empreiteira envolvida em desabamento já tinha feito obras em lojas da mesma rede

“Nunca tinha visto um prédio desaparecer”, diz fiscal do Ministério do Trabalho sobre desabamento

Segundo o depoimento deste funcionário, o grupo que se reuniu chegou à conclusão de que a estrutura do galpão não suportaria mais peso e que, por isso, a obra deveria ser paralisada para a realização de um reforço. O orientação para todos os funcionários teria sido a de retirar tudo o que estivesse em cima da laje. 

Um servente de pedreiro, que também foi ouvido pela polícia, disse que, no dia do desabamento, eles trabalhavam justamente na limpeza da área. Cerca de 500 blocos de barro e toras de madeira de eucalipto deveriam ser retirados da laje.

 http://noticias.r7.com/sao-paulo/bombeiros-encontram-nona-vitima-do-desabamento-de-predio-na-zona-leste-de-sp-29082013  ( vejam ai no link a matéria em vídeo)

agora como de praxe , teremos aquela ladainha de sempre, de quem é a culpa, prefeitura, construtora, dono do prédio , cada um querendo se salvar  , lembrando o caso PÁTIO CIANÊ aqui em SOROCABA, que pelo jeito deu pizza né ?

laudo aposta série de falhas no desabamento do PÁTIO CIANÊ.

 
Notícia publicada na edição de 15/03/2013 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 9 do caderno A – o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.
Os responsáveis técnicos das empresas que atuam na construção do Shopping Pátio Cianê, no Centro de Sorocaba, começaram a ser ouvidos nesta semana pela Polícia Civil, no inquérito que apura os responsáveis pela queda de uma parede de cerca de dez metros de altura, ocorrida no dia 20 de dezembro e que provocou a morte de sete pessoas. Quase três meses depois da tragédia, o laudo pericial que apurava as causas do desabamento foi concluído anteontem pelos peritos, dando início à fase final de investigação para a identificação dos que poderão ser indiciados criminalmente pelo acidente.A delegada Daniela Cavalheiro Moreira Lara de Góes, responsável pelo caso, disse que o laudo oficial aponta como causa uma somatória de fatores que culminaram no desabamento do muro. Entre elas são apontadas a falta de escoramento da parede, a retirada do telhado e do apoio da estrutura da edificação, além da idade da construção. Estão também na lista de fatores elencados pelos peritos, a vibração da terra que servia de sustentação da parede provocada pela própria obra realizada no local e o fluxo intenso de veículos na região, além do fator climático, com a ocorrência de vento e chuva. Embora o laudo não traga nenhuma informação adicional ao que já havia sido levantado sobre o caso, ela disse que o laudo oficial é indispensável para a indicação técnica sobre o ocorrido para que seja dado prosseguimento ao inquérito.

Nesta semana, a delegada disse que já foram ouvidos quatro profissionais envolvidos na obra e mais oito depoimentos já estão agendados para os próximos dias. Daniela Góes afirma que como a maioria dos serviços para a execução do projeto de construção do shopping foram terceirizados, os responsáveis técnicos por todas as empresas relacionadas terão que ser ouvidos, não apenas os responsáveis pela Construtora Fonseca & Mercadante, que está à frente do empreendimento.
 
Faltou estudo

Segundo a delegada, a construtora deixou de apresentar o estudo preliminar que indicava não ser necessário o escoramento da parede, conforme solicitado pelos peritos. “Nossa investigação visa justamente apurar se existe uma ou mais pessoas que sejam responsáveis por esses procedimentos que culminaram com a queda da parede para que sejam indiciadas criminalmente”. Ela não soube estimar, no entanto, qual o prazo previsto para a conclusão do inquérito, já que nos próprios depoimentos são apontadas outras pessoas que precisarão ser ouvidas para a apuração dos fatos. Após todos os depoimentos, caso seja necessário, a delegada afirmou que poderá pedir um novo laudo com base no que foi apontado durante as oitivas para que possa ser apurado quem efetivamente gerou a tragédia. “Temos que ter muita calma para estudar e avaliar os argumentos das pessoas que estão sendo ouvidas no inquérito para que não deixemos nenhuma lacuna na apuração dos fatos”.

Independente da conclusão do inquérito policial que apura a responsabilidade criminal dos envolvidos, a delegada disse que as famílias que perderam os seus familiares na tragédia que sentirem necessidade poderão entrar com ação civil de indenização contra a construtora, que é considerada solidária, por ser a responsável legal pelo projeto em execução. “Existe uma diferença entre a responsabilidade civil e criminal. Na civil, a construtora responde solidariamente, já na criminal o indiciamento é feito individualmente em nome daquele ou daqueles que forem apontados no inquérito como os responsáveis”, argumentou.
 
Construtora discorda

Em nota oficial, a Construtora Fonseca & Mercadante se limitou a declarar que não concorda “in totum” (com o todo) afirmado pelos peritos na conclusão do laudo pericial elaborado nos autos do inquérito policial que investiga os fatos ocorridos no empreendimento Shopping Pátio Cianê. “Salientamos que não obstante a expertise dos senhores peritos que laboraram na feitura do laudo, deles discordamos em alguns pontos”, citou a nota, sem apontar, no entanto, quais seriam os pontos discordantes.

A empresa encerrou o pronunciamento oficial afirmando que tem “plena confiança da correção de todas as medidas tomadas desde o início das obras e estamos à disposição das autoridades competentes para os esclarecimentos que se fizerem necessários, sendo, inclusive, de nosso interesse a cabal apuração das causas do acidente ocorrido.
 
O caso

O desabamento de parte da parede do prédio da antiga fábrica Santo Antônio ocorreu por volta das 19h, do dia 20 de dezembro do ano passado. No momento chovia bastante e, segundo testemunhas, uma forte ventania atingiu as imediações. Os tijolos, com peso de cerca de cinco quilos cada um, caíram sobre os carros que estavam parados na rua Comendador Oeterer, aguardando a abertura do semáforo que dá acesso à rua Álvaro Soares. Seis pessoas que estavam dentro de quatro carros, entre elas uma criança de cinco anos, e mais um motociclista, morreram na hora.

Depois da tragédia, a obra de construção do shopping foi paralisada até que a empresa apresentasse um estudo técnico à Prefeitura para garantir a segurança das pessoas que circulam pelo local, que fica ao lado do Terminal Santo Antonio, e também dos funcionários da obra. Somente depois da colocação de escoramento em todo o entorno do prédio e redes de proteção, a obra foi liberada e também a circulação de veículos e pedestres na rua Comendador Oeterer.

Até o momento nenhuma das famílias das vítimas da tragédia foi indenizada pela empresa. Em fevereiro deste ano, a família do taxista Humberto Dias Ferreira, uma da vítimas do desabamento, entrou com ação de indenização na Fórum de Sorocaba contra a construtora para o ressarcimento por danos materiais e morais sofridos. O total reclamado é estimado (pode ficar acima disso) em cerca de R$ 700 mil, além de uma pensão mensal de R$ 2 mil até a data em que a vítima completasse 75 anos de idade. O Cruzeiro do Sul questionou ontem a construtora, por meio da assessoria de imprensa, sobre a indenização das famílias, mas não houve retorno sobre o assunto. ( pois é fazer obras ainda mais em local antigo como a STO ANTONIO requer muito mais cuidados do que construir coisa nova, agora é esperar que não de pizza neste caso.)

prédios que caíram no RJ, 1 ano depois, e corpos em lixão.

Área do desabamento dos prédios na avenida Treze de Maio, no Rio, que completa um ano hoje
É uma agonia não ter o direito de enterrar o corpo de alguém que você ama”. A frase de Roberto Flaviano, marido de Ana Cristina Silveira, que morreu no desabamento de três prédios na avenida Treze de Maio, no centro do Rio de Janeiro, resume o sentimento das famílias de cinco vítimas cujos corpos nunca foram encontrados após a tragédia –que completa um ano nesta sexta-feira (25). Oficialmente, 17 pessoas morreram, duas tiveram a morte presumida decretada e outras três ainda são consideradas desaparecidas.
Para Josélia Alves, mãe de Alessandra Alves Lima, cujo corpo foi localizado dois dias após o desabamento, o fato de os escombros terem sido levados para o extinto lixão de Gramacho, na Baixada Fluminense, “foi um assassinato”. Tal opinião é comum a parentes de outras vítimas. Na ocasião, as buscas ainda não haviam sido encerradas.

Desabamento de prédios no centro do Rio de Janeiro completa um ano

 
 

 
 
 
Foto 2 de 22 – Parentes de Alessandra Alves de Lima, uma das vítimas fatais do desabamento na Treze de Maio, no centro do Rio, estendem faixa em frente ao terreno no qual estavam localizados os três prédios que desmoronaram. A tragédia completa um ano nesta sexta-feira (25) Marco Antonio Cavalcanti/UOL
“Se o trabalho tivesse sido tão perfeito, como a prefeitura diz, vários pedaços de corpos não teriam sido achados no lixão de Gramacho. No dia 26, as máquinas já estavam lá nos escombros, mexendo em tudo. Aquilo foi um assassinato. É um descaso do governo com as famílias que perderam pessoas no desabamento não acharem os culpados até hoje”, disse Alves. “Pelo menos, o corpo dela foi achado dois dias depois e nós pudemos enterrá-la. Ela estava com o quadril e as coxas esmagados”.
Josélia se emociona ao falar sobre os últimos momentos da filha: “Ela estava conversando com o marido, pelo MSN [software de bate-papo pela internet], quando o prédio caiu”. O marido de Alessandra, Vítor Lima, afirmou na época que a mulher desconectara repentinamente, “sem se despedir”. “Eu estava com ela no MSN e aí caiu, liguei e ninguém atendia, não consegui mais falar com ela. Já tinha saído e não se despediu, não falou nada”, relatou Lima ao chegar perto dos escombros, horas depois da tragédia.
Uma das pessoas que não foi achada até hoje, Ana Cristina Silveira trabalhava em um escritório de contabilidade no edifício Liberdade, o maior entre os três que desabaram, e ficou no local depois de seu horário para esperar um técnico em informática que faria acertos nos computadores da empresa. Ela também conversava com o marido pela internet quando o prédio caiu.
Para Roberto Flaviano, marido da vítima, a suposta negligência quanto à busca pelos corpos representou “uma violência com as famílias das pessoas desaparecidas”. “O corpo dela ainda consta como desaparecido e, por isso, eu não consegui tirar a certidão de óbito. Solicitei um atestado de morte presumida, mas ele não foi deferido. Sem a certidão, eu não posso nem abrir o inventário dela”, explicou.
O concreto dos edifícios ficou misturado aos pertences das vítimas e aos corpos das pessoas que não foram encontradas. Nos dias que sucederam a tragédia, tudo isso foi retirado da avenida Treze de Maio e levado, primeiramente para um depósito zona portuária, depois para outro local na rodovia Washington Luiz e posteriormente para o lixão de Gramacho, onde as buscas pelos desaparecidos duraram 15 dias.
Segundo o Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, não havia a possibilidade de encontrar corpos ou partes deles, pois o desabamento aconteceu de forma verticalizada. A altura elevada do edifício Liberdade, que possuía 20 andares, foi outro fator que dificultou muito a procura pelas vítimas, uma vez que houve grande compactação dos corpos. Além disso, de acordo com a corporação, a poeira e materiais resultantes dos escombros se misturam com os restos mortais, especialmente diante da chuva que ocorreu no período das buscas, dificultando também a identificação das pessoas.
“Não procuram a Eliza Samudio até hoje? Por que não procurar essas pessoas até achá-las? É um crime deixar cinco corpos irem para o lixão, e a associação quer provar que a prefeitura e o governo do Estado são culpados por isso. Eles foram irresponsáveis”, afirmou o presidente da Associação de Vítimas da Treze de Maio, o dentista Antônio Molinaro, que perdeu sua clínica de odontologia. Ele trabalhava no edifício Colombo.
De acordo com a Comlurb, uma empresa privada foi contratada para realizar o trabalho de separação e catalogação dos escombros, quando estes ainda estavam na rodovia Washington Luiz, depois que o Corpo de Bombeiros liberou os destroços. O trabalho começou no dia 22 de fevereiro de 2012 e terminou em 5 de junho, com a proteção da Polícia Militar e o acompanhamento da Associação de Vítimas. O material resultante está atualmente em contêiner lacrado na sede da Comlurb, na Tijuca, à disposição da Justiça.

Retirada dos escombros foi rápida demais

Segundo Molinaro, a associação participou de algumas buscas por pertences, mas não recebeu a relação do que foi achado. Para ele, a retirada do entulho, que começou no dia seguinte ao desabamento, foi feita rápida demais. “Um banco que ficava no térreo do nosso prédio foi autorizado a entrar no meio dos escombros, dias depois de os prédios terem caído e conseguiu achar seus cinco cofres, mesmo com eles soterrados por três prédios. Nós não fomos liberados para entrar e procurar nossos pertences. Eu quero ver algum governante ter a hombridade de dizer que jogou nossos bens no lixo”, questionou Molinaro.
“Os prejuízos são imensuráveis. Nós poderíamos ter salvado documentações originais de clientes, livros, projetos em andamento que poderiam gerar lucros futuros para o nosso grupo. Mas não, não conseguimos salvar um grampo”, conta Vítor Nogueira, sócio-diretor da empresa de tradução Primacy Translations, que ficava no 8º andar do edifício Liberdade. “Nem nosso cofre, que tinha R$ 3.000 e alguns dólares, apareceu. Tivemos um prejuízo de R$ 200 mil, que estamos contando até hoje”, completou.
A empresária Luciana Boal, sócia de uma produtora que funcionava no edifício Colombo, afirmou ao UOL não ter encontrado indício algum de entulho no depósito situado no km 0 da rodovia Washington Luiz, no dia da tragédia. Segundo ela, só foi possível localizar objetos como documentos e pastas em meio ao lixão de Gramacho, “tudo isso misturado com lixo e restos de comida”. Ela diz ainda que houve furto de pertences. “Foi uma rapidez estúpida a que eles tiveram de tirar o entulho. Os destroços estavam visivelmente mexidos, os pertences das pessoas foram roubados. Nós temos processos contra a seguradora que não nos indenizou e contra o município também”, disse ela.
 

A tragédia

O desabamento de três prédios na avenida Treze de Maio, que ocorreu no dia 25 de janeiro do ano passado, no centro do Rio de Janeiro, deixou pelo menos 19 pessoas mortas, das quais duas tiveram morte presumida declarada posteriormente, uma vez que os corpos não foram encontrados. Outras três pessoas permanecem desaparecidas. Ainda na época da tragédia, o Corpo de Bombeiros encerrou as buscas por considerar impossível a possibilidade de encontrar sobreviventes.
A principal suspeita, de acordo com a investigação que teve início na Polícia Civil e foi concluída, posteriormente, pela Polícia Federal, é de que obras que aconteciam no 9º andar do edifício Liberdade –o mais alto dos três–, pavimento que pertencia à empresa TO (Tecnologia Organizacional), podem ter contribuído para o acidente. O inquérito da PF, finalizado em maio de 2012, indiciou sete pessoas.
O inquérito foi encaminhado ao MPF (Ministério Público Federal), pois havia suspeita de que o desabamento poderia ter afetado o Theatro Municipal, situado na mesma avenida e vizinho ao Edifício Liberdade, que desabou. Após a comprovação de que o teatro não sofreu danos, o inquérito, com mais de 500 páginas, passou para a responsabilidade do MP-RJ (Ministério Público do Estado). Ontem (24), o MP denunciou seis pessoas pelo desabamento, entre elas Sérgio Alves de Oliveira, sócio e administrador da empresa TO; Cristiane do Carmo Azevedo, que também era ligada à TO e era responsável pela fiscalização da reforma; além dos pedreiros e mestres de obra que trabalhavam no local: Gilberto Figueiredo de Castilho Neto, André Moraes da Silva, Wanderley Muniz da Silva e Alexandro da Silva Fonseca.
Segundo nota do Ministério Público, a denúncia foi feita pelo promotor de Justiça Alexandre Murilo Graça, da 1ª Central de Inquéritos Policiais, que excluiu da denúncia Paulo de Souza Renha, síndico do prédio à época do desabamento. Renha sofria de hipertensão, teve uma parada cardíaca a cerca de um mês e morreu na manhã desta quinta.
No dia 17 deste mês, a promotora Ana Lúcia Melo solicitou à 5ª DP (Gomes Freire), responsável pela área onde ocorreu o desabamento, a conclusão de algumas diligências. O distrito policial tem três meses para fornecer à promotoria depoimentos de testemunhas e demais informações. Ontem, a delegada-assistente Karina Regufe designou uma equipe de peritos para retomar o caso.
Na época do desabamento, o proprietário da TO, Sérgio Alves, negou que as reformas de sua empresa possam ter provocado o acidente. O empresário afirmou à polícia que “um conjunto de fatores” pode ter sido o motivo do desastre. Segundo o empresário, as reformas estavam “em processo de demolição”, e apenas três paredes de tijolos foram destruídas no 9º andar com o objetivo de alterar a posição de um banheiro. Além disso, os operários realizavam “ajustes frequentes para regulagem das portas”.
O proprietário da TO esclareceu ainda que a mudança na posição do banheiro não causou impacto algum quanto à distribuição da rede hidráulica. “O prédio possuía dois barbarás [tubulação que serve de escoamento para águas pluviais e esgoto], sendo um no canto e um no centro do andar que estava sendo reformado”, disse.
Dois dias após o desastre, Alves admitiu ter iniciado os trabalhos no edifício Liberdade sem um laudo técnico assinado por engenheiro. Segundo ele, o síndico exigiu o documento, porém teria aceitado recebê-lo durante a reforma em razão de um problema particular do engenheiro contratado pela empresa, Paulo Sérgio Cunha Brasil. “Foi acordado que o laudo seria entregue depois que a obra fosse iniciada”, argumentou o empresário.
A reportagem do UOL tentou entrar em contato com o proprietário da TO, mas a assessoria da empresa afirmou que a mesma só se pronunciará por meio de nota, assinada pelo advogado que a representa (a assessoria não quis fornecer o nome). Segundo ele, “o laudo assinado por peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli é inconclusivo e deixa evidenciado que as paredes retiradas não eram pilares de sustentação”. “A empresa aguarda a conclusão das novas investigações, uma vez que ainda há muito a ser esclarecido sobre o incidente. Sem esgotar todas as possibilidades, é impossível a atribuição de  qualquer tipo de culpabilidade a algum responsável”, informa a nota.

VEJA O LOCAL ONDE DESABARAM OS PRÉDIOS NO CENTRO DO RIO

( mas pobre é tratado como lixo mesmo, vc apenas serve pra alimentar o capitalismo, ele var os ricos e obedecer ao estado omisso e opressor .

a tragédia completa 1 ano hj e ai, alguém foi responsabilizado ? todos já esqueceram, seria preciso o estado do RJ inteiro pra chutar o pau da barraca, mas não farão né ? então resta o que as famílias das vitimas ?)

mudo desaba e mata 7 em SOROCABA.

A queda de um muro de uma antiga fábrica de tecidos deixou sete mortos e dois feridos na noite desta quinta-feira (20) em Sorocaba (99 km de São Paulo).

O local está em construção para dar lugar a um novo shopping e fica na região central da cidade. O muro caiu em cima de veículos que aguardavam o semáforo abrir, por volta das 19h20.
Chovia no momento do acidente e nenhum pedestre passava próximo do muro, segundo o Corpo de Bombeiros.

Muro desaba e deixa sete mortos em Sorocaba

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Apu Gomes/Folhapress

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Queda de muro de antiga fábrica de tecidos deixa sete mortos e dois feridos em Sorocaba (SP)
As duas pessoas feridas não correm risco de morrer. Um jovem de 24 anos teve um corte no pé e já foi liberado.

No final da noite, equipes do Corpo de Bombeiros, da Defesa Civil e da prefeitura ainda removiam os escombros.

As causas do desabamento ainda serão investigadas. A Polícia Militar diz que não houve nenhum acidente no local que pudesse motivar a queda. Segundo a prefeitura, houve uma rajada de vento muito forte no momento do acidente.

INTERDIÇÃO
A construção do shopping foi interditada até que análises sejam concluídas.
Segundo o secretário municipal de Habitação e Urbanismo, José Carlos Comitre, a principal suspeita é que o muro tenha caído por efeito da chuva e de ventos fortes. “A fundação do muro está intacta e não houve perda de sustentação por qualquer efeito da obra”, disse.

De acordo com ele, o subsolo do futuro shopping estava sendo trabalhado, mas a princípio não interferiu no acidente. Comitre afirmou que a obra não era fiscalizada pela prefeitura, pois não houve nenhum indício de problema no local. “A prefeitura aprovou a obra por cumprir tudo o que exige a legislação, mas não há obrigação de acompanhar a execução.”

Como a antiga fábrica de tecidos era tombada, o projeto tinha que manter as paredes externas do imóvel. Um telhado que poderia ajudar na sustentação da parede, segundo o secretário, foi retirado, mas não é possível dizer se isso influenciou na queda do muro.
“Só podemos lamentar, é uma tragédia das mais drámaticas que Sorocaba já viu”, disse o secretário. ( em 2010 passei pela fabrica e fotografei seu abandono, vejam as fotos ai no link e comprovem, chovia até la dentro, numa imagem da pra ver que até plantas cresciam la dentro;

  https://nejaim399.wordpress.com/2010/08/14/o-abandono-da-fabrica-sto-antonio-em-sorocaba/

oras o lugar tava largado anos e anos, claro que foi falta de atenção, o muro ou parede, poderia cair devido a construção nova do shopping, agora claro que podem culpar o vento, chuva, mas culpemos tb o abandono do lugar.) 

prédios desabam no RJ

Três prédios desabaram por volta das 20h30 desta quarta-feira (25) no centro do Rio de Janeiro: um maior, na rua Treze de Maio (chamado Liberdade), que tinha 20 andares; um menor, no número 16 da rua Manoel de Carvalho, com 10 andares (chamado Colombo); e ainda um imóvel pequeno, localizado entre os dois edifícios maiores, com quatro ou cinco andares.

O secretário da Defesa Civil do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Simões, disse no início da madrugada desta quinta-feira que as chances de encontrar sobreviventes entre os escombros são “muito pequenas”. Segundo ele, ainda há pessoas desaparecidas. As buscas vão durar toda a madrugada.
Equipes da prefeitura, do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar (PM) estão no local. Até agora, cinco pessoas já foram retiradas dos escombros.

Funcionários da Secretaria Municipal de Assistência Social montaram uma base na Câmara de Vereadores, na praça da Cinelândia para orientar os parentes das vítimas.
Segundo a Secretaria de Saúde, os feridos foram encaminhados ao hospital Souza Aguiar. Há dois homens de 37 anos –um deles, que estava no prédio, apresenta um ferimento na perna e o outro, que estava passando pelo local na hora, sofreu escoriações leves; uma mulher de 28 anos, que sofreu um corte na cabeça e foi encaminhada para o centro cirúrgico; um homem de 50 anos, que sofreu apenas escoriações leves; e outro, de 31 anos, que está em estado de choque.
Um homem que estava dentro de um dos elevadores do edifício Liberdade conseguiu ser resgatado após entrar em contato com um amigo pelo celular.

Área isolada

Simões confirmou que os prédios ao lado dos que desabaram não ficaram comprometidos, como já havia adiantado o prefeito do Rio, Eduardo Paes, mas a área de isolamento foi ampliada por conta de uma suspeita de vazamento de gás. A rede de gás da região foi desligada e bueiros próximos foram interditados.
Paes pediu a todas as pessoas que trabalham em prédios da rua Treze de Maio que fiquem em casa e evitem a região nesta quinta, já que a entrada nos edifícios não será permitida.

Veja onde ficavam os prédios que desabaram

  • Google Os prédios que desabaram aparecem marcados em vermelho e azul
O local fica bem próximo ao Theatro Municipal, que não foi afetado, segundo a presidente da entidade, Carla Camurati. Dois fiscais do Crea-RJ (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) estão na rua Treze de Maio, acompanhando os trabalhos da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros. O objetivo é buscar as primeiras informações para detectar as causas do desabamento.
Para que as equipes possam trabalhar ao longo de toda a quinta-feira (26) na região do desabamento de três prédios no centro do Rio, a CET-Rio preparou um esquema especial para a área (confira aqui).
As avenidas Treze de Maio e a Almirante Barroso (trecho entre a rua Senador Dantas e a avenida Rio Branco) ficarão totalmente interditadas para o tráfego de veículos. Já a rua Senador Dantas sofrerá interdição de mão. Os veículos procedentes da avenida República do Chile deverão entrar na via, acessando na sequência a rua Evaristo da Veiga. 

Por volta das 4h45 da madrugada desta quinta-feira (26), o Centro de Operações da Prefeitura do Rio informou que o tráfego na avenida Rio Branco e na rua Evaristo da Veiga, nas proximidades dos desabamentos, foi liberado.
A concessionária Metrô Rio informou que as estações Presidente Vargas, Uruguaiana, Carioca e Cinelândia, que estão muito próximas ao local do acidente e chegaram a ser fechadas, abrirão normalmente na manhã desta quinta-feira. De acordo com o presidente do Metrô, nenhuma das estações localizadas naquele trecho da cidade sofreu qualquer tipo de abalo estrutural.