louco negligência emprego, mulher e filhos por causa ,de CORINTHIANS

O serralheiro João Paulo Ribeiro largou mão de emprego, de presentes para os filhos no Natal e adiou a reforma de sua casa para estar presente nos jogos do Corinthians no Japão, em dezembro. Juntar a grana não foi fácil, conta o torcedor. Ele recebeu ajuda financeira de comerciantes da região Zona Norte, vendeu pingentes da taça da Libertadores em miniatura, fez rifa de um uniforme do clube e complementou com o valor combinado com sua saída do serviço.

A ideia do torcedor era pedir uns dias de licença para assistir ao Corinthians nos jogos do Mundial de Clubes. Mas o chefe negou o pedido. João então Oanunciou sua demissão.
“Emprego tem um monte. Corinthians só tem um. Eu falei pro patrão: ‘Me dá uns dias para eu ir para o Japão?’. Ele me respondeu: ‘Não dá, não dá’. Aí eu respondi: ‘Então me manda embora porque eu vou ver o Corinthians. Tô saindo”, sorriu o serralheiro, que deu entrada no visto japonês.

QUANTO JOÃO JÁ ARRECADOU PARA IR AO JAPÃO CONFERIR O CORINTHIANS

Vendeu pingentes da taça da Libertadores R$ 750
Vendeu adesivos R$ 120
Rifa R$ 100
Comerciante 1 (loja de esporte) R$ 400
Comerciante 2 (joalheria) R$ 300
Amigo R$ 300
Ingresso GRÁTIS
TOTAL R$ 1.970  
Pelo Corinthians, João Paulo diz ter feito várias loucuras. Ele já deixou a mulher no hospital para ver o time em Curitiba. A mentira, segundo ele, estava dando certo, mas foi descoberta durante o jogo.
“Eu falei pra ela que tinha aparecido um serviço em Curitiba. Ela estava grávida e precisava do meu apoio. Mas tinha jogo do Corinthians. Menti para ver o Corinthians. Foi em 2007, contra o Paraná. Mas a câmera da Globo me filmou. Ela me ligou durante o jogo e eu não atendi. Se eu atendesse, ela iria ouvir o barulho da torcida. Mas não adiantou porque fui filmado”, relembra.
Os ingressos para o Mundial no Japão ele não pagará. O torcedor informa que a Gaviões da Fiel reservou alguns bilhetes para os integrantes que possuem mais “milhas”. Ou seja, viagens para ver o clube.
Ele esteve na La Bombonera e no Pacaembu, nas finais da Libertadores, no Paraguai, de ônibus, na fase de grupos da competição, entre outras excursões.
UOL Esporte fez uma pesquisa em um site de viagens e ir para o Japão, com voos de ida e volta e estadia de sete dias em hotel, não sai por menos de R$ 5,5 mil, fora os gastos com alimentação e transporte dentro das cidades e entre elas, já que o Corinthians joga primeiro em Toyota e depois em Yokohama.
“Não vai dar pra eu construir minha casa. Vou gastar muito na viagem. As crianças também não vão receber presentes no Natal. Mas eles e a minha esposa vão entender”, conta o torcedor de 33 anos.Por isso, no Japão, o serralheiro desempregado disse que vai ficar na casa de um amigo.
‘Ele é muito cara de pau’, diz mulher
Mulher de João Paulo, Graziela Ribeiro diz estar acostumada com as aventuras do marido para assistir ao Corinthians. Segundo ela, não tem como convencê-lo a usar o dinheiro para reformar a casa ou a fazer um Natal completo para os dois filhos.
“Ele é muito cara de pau. Sempre faz isso. Toda vez ele vem com essa desculpa de que é por causa do Corinthians”.
 ( tá fácil emprego né ? prefere deixar mulher e filhos a verem navios, spo por causa de um time de futebol, tá o clube vai pagar sua reforma de casa, alias vai lhe dar uma nova, presentes pros seus filhos, emprego sólido e garantido até a aposentadoria gorda.
depois os filhos começam na droga ai pergunta pq ? que ex este cara ta dando ?
e um aviso, quem tem ficha suja não entra no JAPÃO, e se o corinthians perder, abaixe a cabeça e sai quietinho, pois cadeia lá não é mole igual aqui, lá preso TRABALHA.)
*Atualizado às 9h14 
Foto 7 de 73 – Torcedores do Corinthians sobem em parte do alambrado do estádio do PacaembuMais Antonio Lacerda/EFE

elefante branco nada , DERRUBA

  • A Arena Pantanal, em Cuiabá, foi apontada como a que tem o maior risco de se tornar um 'elefante branco'
    A Arena Pantanal, em Cuiabá, foi apontada como a que tem o maior risco de se tornar um ‘elefante branco’
Todos os 12 estádios a serem usados na Copa do Mundo de 2014 devem ter, após o evento, público menor que as médias internacionais, e quatro deles estão condenados a se tornarem “elefantes brancos” – expressão popular usada para designar arenas esportivas quase sempre vazias. É o que diz levantamento feito pelo IDEE (Instituto Dinamarquês de Estudos do Esporte), que criou um índice mundial de estádios.
Os quatro estádios apontados pelo IDEE como os mais problemáticos da Copa 2014 são o Nacional, em Brasília, projetado para comportar mais de 70 mil pessoas, a Arena Amazônia, em Manaus, a Arena Pantanal, em Cuiabá, e o Estádio das Dunas, em Natal, todos com cerca de 42 mil lugares.
O IDEE afirma que a grande capacidade desses estádios contrasta com as médias de público das séries B, C e D do Campeonato Brasileiro, torneios habitualmente disputados pelos clubes que irão usar os candidatos a “elefante branco”. As divisões inferiores do Brasileirão têm médias que oscilam entre 2.100 mil a 4.500 mil torcedores.
O instituto diz considerar no estudo o argumento padrão do COL (Comitê Organizador Local), Ministério do Esporte e secretarias municipais e estaduais da Copa de que vários dos estádios do Mundial serão arenas multiuso, recebendo shows e convenções, e que isso garantirá o uso e ocupação dos mesmos, além da possibilidade da Copa renovar e ampliar o interesse de novos públicos por futebol. Mas, ainda assim, o IDEE mantém suas projeções que indicam ao Brasil um desafio enorme para o legado do torneio se adequar aos padrões internacionais.
Para sua metodologia, o IDEE analisou os públicos anuais de 75 grandes estádios esportivos de 20 países, atribuindo um sistema de pontuação no qual cada ponto corresponde à capacidade total do local. Assim, por exemplo, uma arena que obtivesse 100 pontos teria tido em um ano um público correspondente a 100 vezes sua capacidade máxima.
O IDEE afirma que a média de pontos nos estádios internacionais avaliados é de 13,4. Segundo este sistema, o estádio da Copa com a melhor perspectiva é o Itaquerão, com 13 pontos. O instituto fez esta projeção de pontos ao analisar a média anual de público como mandante do Corinthians, que em 2011 foi de quase 30 mil torcedores.
Os que tiveram pior desempenho no estudo são o estádio de Manaus (3,2 pontos), de Natal (1,5 pontos), Brasília (0,9%) e Cuiabá (0,8%) – veja tabela abaixo.
O IDEE cita ainda o perigo dos custos para a preparação dos estádios da Copa estourarem em várias vezes a previsão inicial. Na África do Sul, as arenas da Copa 2010 custaram 16 vezes mais do que os primeiros orçamentos.
Em sua página no Twitter, o deputado federal Romário (PSB – RJ) citou o estudo. “O recado tá dado! Espero que o governo acompanhe para não haver o mesmo desperdício que vimos no Pan 2007”, disse.
Na linha de defesa dos projetos, o Ministério do Esporte disse, por meio de nota, que “grandes empresas administradoras de arenas esportivas já manifestaram interesse nos estádios da Copa, que estão sendo construídos seguindo o conceito multiuso. Haverá centros de convenções, de cultura e de gastronomia, além de espaços com áreas comerciais e conjuntos habitacionais. Esse conceito garante que os estádios terão pleno uso”, afirma o comunicado.

DESEMPENHO DOS ESTÁDIOS DA COPA 2014

Estádio Cidade Usuário(s) Pontuação
Arena Itaquera São Paulo Corinthians 13,0
Beira-Rio Porto Alegre Internacional 11,1
Fonte Nova Salvador Bahia 9,7
Maracanã Rio de Janeiro Flamengo e Fluminense 9,2
Mineirão Belo Horizonte Atlético e Cruzeiro 9,0
Arena da Baixada Curitiba Atlético Paranaense 7,6
Arena Castelão Fortaleza Ceará e Fortaleza 6,4
Arena Pernambuco Recife Náutico 5,9
Arena Amazônia Manaus Nacional 3,2
Estádio das Dunas Natal América 1,5
Estádio Nacional Brasília Legião FC 0,9
Arena Pantanal Cuiabá Mixto 0,8
 
( assim que acabar a fuzarca da copa, derruba todas estas merdas ai, e constrói , escola, hospital, e principalmente creches, pois o que vai ter de grávida depois de 2016, não vai estar no gibi.)

ambulâncias paradas em SOROCABA, precisam funcionar logo

As 13 ambulâncias do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) Regional que estão paradas há mais de um ano devem começar a atender a população até março de 2012. Caso o impasse continue na região, o Ministério da Saúde deve recolher as viaturas e destiná-las a outros municípios.

Desde o início do ano, o Ministério  realiza encontros para avançar  nas negociações. Em Sorocaba, houve reunião em fevereiro, quando concluíram que o caso estaria solucionado até abril. No entanto, as ambulâncias continuam paradas e a prefeitura não revela onde elas estão estacionadas.

Nesta quinta-feira (15), às 9h, na Escola de Gestão Pública Doutor José Caetano Graziosi, a Secretaria Municipal da Saúde realiza mais uma reunião entre os gestores  do serviço – prefeitura, Ministério da Saúde, Conjunto Hospitalar de Sorocaba, Santa Casa e  Departamento Regional de Saúde – para definir a implantação do Samu Regional, já que desta vez, se o impasse não for resolvido, o município perderá as ambulâncias.

Um outro encontro com os participantes vai esclarecer como deve funcionar a Central do Samu Regional – a  sede fica próximo ao bairro  Cerrado, em Sorocaba.

Desistência/ As prefeituras de Porto Feliz e de São Roque estão se desligando do serviço e vão devolver os  dois veículos. A alegação é a falta de recursos financeiros.

A formação do serviço regional tem a intenção de dividir os custos. O Ministério da Saúde aumentou a verba para manutenção das ambulâncias de R$ 12,5 mil para R$ 21 mil.

Os 13 veículos, avaliados cada um em R$ 120 mil, começaram ser entregues de forma gradativa no Interior em setembro de 2010 e desde então estão parados. O Samu tem como objetivo atender vítimas de adversidade considerada grave à saúde.

Regularização
No país,  649 prefeituras estão sendo ouvidas pelo Ministério da Saúde para adaptar as ambulâncias.

Central de Regulação Regional de Sorocaba
A verba é de R$ 1,3 mi para as Unidades de Suporte Básico e Unidades de Suporte Avançado.

Samu Regional
Farão parte: Alumínio, Araçariguama, Araçoiaba da Serra, Capela do Alto, Ibiúna, Iperó, Mairinque, Piedade, Pilar do Sul, Salto de Pirapora,  Tapiraí, Votorantim e Sorocaba.

192
é o número de atendimento do Samu

Números
A região de Sorocaba recebeu

13 ambulâncias para distribuir entre 11 municípios.

Pacientes precisam das viaturas

Os pacientes da região, que passam por atendimento no CHS (Conjunto Hospitalar de Sorocaba), ficaram revoltados ao saber que há ambulâncias em condições perfeitas para uso, mas ao invés disso, estão estacionadas em algum pátio qualquer.

No município de Apiaí, por exemplo, não há o projeto do Samu e os munícipes dependem do ônibus da prefeitura  para ir a outras cidades que ofereçam tratamentos médicos. 

A vendedora Edna Alves Santos, 25 anos, sofre de trombose há quatro meses e alega que já necessitou do atendimento do Samu. “Sorocaba tem ambulâncias e não usa. Deveria mandar para Apiaí, pois lá o atendimento de saúde é muito fraco. Por isso temos de vir até Sorocaba”, comenta.

Para não depender da disponibilidade de viaturas, a dona de casa Sandra Aparecida Rosa, 28, dirige de Salto de Pirapora até Sorocaba para passar os dois filhos, de 2 meses e 10 anos, em consultas médicas no CHS. “Foi difícil conseguir atendimento do Samu quando precisei. Então, para me tornar independente do governo, hoje tenho meu carro.”

A Central Regional do Samu em Sorocaba atende 584.313 mil habitantes e suas ambulâncias recebem,  em média, 60 pacientes por dia. Para a manutenção das viaturas, o Ministério da Saúde repassa R$ 21 mil,  mas  a verba só é liberada após 90 dias de funcionamento.( a regiao não reage, ai todos vem pra SOROCABA atras de atendimento, agora até aqui a coisa ta feia, por isso ano que vem tem eleição viu povinho ?)

jovem usa twitter pra driblar lei seca

Enquanto se multiplicam pelo país os casos de acidentes fatais provocados por motoristas que dirigem embriagados, os jovens que se divertem à noite nos bares resolveram tomar uma providência: em vez de deixarem para quem não bebeu a atribuição de dirigir, eles usam a internet para driblar a lei seca.

Um jovem entrevistado pela repórter do Primeiro Jornal, Thays Scavacini, disse sem nenhum constrangimento que dirige mesmo quando bebe. “O taxi tá muito caro”. Perguntado sobre os riscos de ser pego em uma blitz, ele respondeu que acessa uma conta do Twitter que traz informações sobre os locais onde há batidas policiais.

Como se não bastasse, ele também afirmou que não há riscos em dirigir após beber. “Meu carro tem ABS e air bag”.( meu carro tem ABS E AIR BAG, ah tá, ele ta seguro, e os que estão na rua que se lasquem né ?

quando eu falo que bares, casas noturnas tem de ser tudo fora da cidade tem gente que ainda acha ruim, quer beber, dirigir , se matar, faz fora da cidade.)

atualizando hj 18/10/11 , de novo ele assume que bebe e dirige e não ta nem ai vejam:   http://www.band.com.br/primeirojornal/conteudo.asp?ID=100000462795

funcionária que limpou teclado numa sala de inalação em SOROCABA, a noticia saiu no jornal

Na entrada da unidade de saúde do Jardim Simus, a comerciante Leonilda Santos mostra o celular usado para registrar  o ato irregular: denúncia no ato Na entrada da unidade de saúde do Jardim Simus, a comerciante Leonilda Santos mostra o celular usado para registrar o ato irregular: denúncia no ato

A comerciante Leonilda Ferreira Santos, 39 anos, está indignada com o que presenciou  na unidade básica de saúde do Jardim Simus. Na sexta-feira , enquanto ela aguardava por atendimento, uma funcionária entrou na sala de inalação, pegou a mangueira de oxigênio e a usou para limpar a sujeira de um teclado de computador, espalhando pó no ambiente. Indignada Leonilda filmou o ocorrido com seu celular, formalizou denúncia fez com que o vídeo chegasse à internet.

“Achei aquilo um absurdo. Eu estava sozinha lá, lendo um livro enquanto esperava. A moça entrou, ligou o aparelho e começou a limpar o teclado”, descreve a comerciante. “Começou a voar poeira para todos os lados”, completa. 

Inconformada com a situação – que ela considera um risco à saúde, já que a sala teria ficado repleta de poeira e fiapos – Leonilda formalizou o flagrante com a filmagem. A filmagem foi feita sem qualquer disfarce e a funcionária não parecia se incomodar. “Fique falando que aquilo estava errado e ela nem deu bola. Avisei que levaria aquilo à Secretaria de Saúde para que tomassem alguma providência”, relata.

Durante o filme, que nesta segunda-feira (3) acumulava mais de 100 visualizações no site Youtube e pode ser visto pelo portal do BOM DIA, a servidora fica impassível, enquanto continua com a limpeza. Leonilda ainda foi surpreendida pelo retorno da funcionária, que trouxe um segundo teclado e deu início ao mesmo processo de limpeza.

Fiquei sem palavras pelo descaso. Como pode acontecer isso  dentro de uma unidade de saúde que precisa ficar limpa o tempo todo? Uma unidade que recebe pessoas que estão justamente com problemas de respiração”, afirma indignada. Diante do questionamentos de Leonilda,  que novamente começou a gravar a ação, a funcionária  ri e tenta amenizar a situação  alegando que “estava em seu ambiente de trabalho”.

No mesmo dia a comerciante dirigiu-se à Secretaria de Saúde para denunciar a situação. Ela já encaminhou  o vídeo e espera providências. “Caso o contrário, toda vez que a alguém for fazer inalação terá que passar o dedo nos equipamentos e ver se não tem pó nos equipamentos”, diz.   

Prefeitura esclarece / A Secretaria da Saúde informa que o procedimento não é permitido. A Divisão de Atenção Básica (DAB) entrou em contato com a coordenadora da UBS do Jardim Simus para reforçar as orientações sobre o uso correto dos equipamentos e para que sejam tomadas as providências cabíveis na unidade. A funcionária teria recebido uma advertência.

Ambiente deve ser limpo para evitar doenças

O ato da funcionária dentro da unidade de saúde pode não matar ninguém, mas a conduta é questionável. Espalhar pó e sujeira no ambiente onde pacientes fazem inalação pode desencadear reações alérgicas e potencializar a transmissão de doenças infecto-contagiosas , explica o pediatra e infectologista Carlos Alberto Lazar.

A poeira, carregada de ácaros – o principal microorganismo causador de alergia – tem seus efeitos potencializados em um perfil especial de pacientes. “As pessoas mais sensíveis vão sofrer mais. Se no ambiente houver alguém com alergia, a situação pode desencadear uma crise”, explica, destacando que idosos e crianças são mais suscetíveis. Uma sala de inalação, explica, precisa ser mantida limpa, incluindo-se aí a assepsia dos bocais dos inaladores, evitando a transmissão cruzada de algum tipo de doença.

Tecnologia  agora é arma do cidadão
Em qualquer lugar, o  uso  de equipamentos como celulares é cada vez mais comum para o registro de denúncias, crimes e irregularidades

Com aparelhos celulares cada vez mais sofisticados e recheados de opções de serviço, o cidadão acabou ganhando uma ferramenta importante para transformar-se em fiscal, denunciando crimes e irregularidades. O benefício é claro, embora  nem sempre os recursos tecnológicos à disposição sejam usados com tanta discernimento.

“É algo que está aí, existe, e as pessoas precisam se acostumar”, diz o presidente da Comissão de Direito Eletrônico e Novas Tecnologias da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), de Sorocaba, José Carlos Francisco Filho. 

A princípio, o registro e a divulgação de imagens de alguém necessitam de autorização. Mas em c asos como o flagrado por Leonilda, explica o especialista, o benefício público da denúncia é maior do que a gravação irregular, uma configuração que não pode ser desprezada caso haja uma discussão judicial.

Francisco Filho lembra ainda que os recursos da internet, com a criação de redes sociais e sites de busca, acabam oferecendo uma infinidade de possibilidades que podem ser usadas pelo  cidadão.

Segundo ele, filmar uma irregularidade não constitui um crime, sobretudo se o material for encaminhado ao órgão competente com o pedido de apuração, como fez a comerciante.

“Todo cidadão tem o poder de polícia, até mesmo de prender alguém em flagrante delito. Em uma situação irregular, nada impede que haja uma filmagem e a posterior denúncia”, completa o advogado.

A gravação em áudio ou vídeo do flagrante de um crime ou irregularidade, por exemplo, tem relevância  quando é feito com  autorização judicial.  Por outro lado, explica o especialista, o registro sempre é considerado, sobretudo na fase de investigação policial. (eu recebi o video de email no sabado (01/10) passada de um conhecido meu, inclusive foi ele que fez as legendas no video que vcs podem conferir abaixo, pra quem ainda não viu.)