pragas de 15 e 16 anos dão trabalho a policia em SOROCABA

Dois adolescentes pegos por policiais militares com carro furtado na Vila Helena foram acusados, além de receptação, de furtar duas casas no Jardim Piazza Di Roma. Eles deram trabalho aos policiais militares. Um deles, de 16 anos, se debateu dentro da viatura da PM, danificando-a, e ofendeu os policiais. 

Os dois adolescentes de 15 e 16 anos pararam o Uno verde no cruzamento das ruas Antônio Araújo Hummel e Belo Horizonte, na Vila Helena, às 16h de sexta-feira. PMs suspeitaram dos dois e verificaram que o carro era clonado (rodava com placas de outro Uno). A dona do outro carro foi encontrada e disse que inclusive havia recebido multa de infração de trânsito que não cometeu. O carro com a placa original estava na garagem.

Checando melhor o número da carroceria do Uno que os adolescentes usavam, os policiais confirmaram que havia sido furtado em setembro de 2011, na área do 9º Distrito Policial de Sorocaba. Também havia informações de que um Uno verde havia sido usado em furtos de casas no Piazza Di Roma.

Um dos moradores furtados compareceu na delegacia do plantão norte. Na casa do adolescente de 15 anos, a irmã disse aos PMs que não aguentava mais que ele continuasse levando objetos furtados para casa. Apesar de ser repreendido, continuava fazendo a mesma coisa. 

Na casa do adolescente de 16, os PMs acharam dez porções de maconha e um frasconete de cocaína. Depois disso, ele teria passado a ofender os policiais, foi colocado no carro da polícia e se debateu. Teve que ser retirado e algemado. Os três foram levados à delegacia do plantão norte e foram liberados às mães, mas terão que ser apresentados à Justiça quando chamados. 

Os dois adolescentes, de 15 e 16 anos, respondem a atos infracionais de receptação, tráfico de droga, dano ao patrimônio público, resistência e por dirigir sem habilitação. Também serão investigados pelo furtos de outras casas, além das duas do Piazza Di Roma. ( aquela conselheira tutelar que postei aqui no dia 4 de julho tava certa,ela se recusou a acompanhar uma destas pragas de 16 a uma delegacia e a policia abriu B.Ó contra ela  .

é perder tempo com esta sub raça que infesta nossas ruas, vai ver  onde eles estão agora ,planejando novos roubos com certeza.)

aborrecentes fazem sexo em escola em BOM RETIRO (RS)


Imagens de adolescentes fazendo sexo oral chocam Bom Retiro do Sul (RS)

Bom Retiro do Sul/RS – As imagens de sexo explícito chocaram a pequena cidade, a 200 km de Porto Alegre (RS).
Em um dos vídeos gravados por um celular, uma adolescente de 16 anos faz sexo oral no namorado em uma escola estadual.
A jovem diz que as imagens foram divulgadas após o término do relacionamento e agora, devido à alta divulgação, ela não pode frequentar a escola e perdeu o emprego. Celulares e computadores dos envolvidos foram recolhidos pela polícia para perícia.
 ( como sempre só a mulher perde, o cara não pode perder nada ? não sei pq sexo ainda é considerado coisa de outro mundo, todo mundo faz, por isso chegamos aos caos de 7 bilhões de seres .
 
e aborrecente não é criança, afinal se aos 12 já engravida onde tá a criança ?   o problema está em não saber fazer, pra evitar gravidez indesejável , ta na hora de acabar om esta porcaria de de menor, e homens e mulheres serem tratados com igualdade, seria o fim do machismo e acabar com este papo de mulher sair de piranha da história.
 
ah e esta mania de deixar o cara filmar a transa, pode dar nisso ai, depois termina e o canalha espalhar na net, tb não sei pq escândalo, é apenas sexo e dai ? mas faz o seguinte filma seu namorado enfiando uma coisa no rabícó e guarde, ai se ele espalhar vc espalha tb.)

mulher de 35 anos é presa por sedução de manos di menor nos EUA

 Mulher de 35 anos usa Facebook para parecer mais nova e seduzir jovens  

Aline Jesus Para o TechTudo Jennifer Dempsey, de 35 anos, foi presa no Arizona, nos Estados Unidos, após ter utilizado o Facebook para se passar por uma pessoa bem mais nova e, assim, ter relações sexuais com dois meninos, de 14 e 16 anos.  

A tática da mulher foi mentir a idade e utilizar uma foto com muita maquiagem e um sorriso que geralmente os adolescentes costumam mostrar nas redes sociais. 

 De acordo com as investigações da polícia, Dempsey chegou a ir à casa de um dos meninos para conhecer seus pais e foi aí que o seu disfarce foi descoberto.  

Os responsáveis da criança perceberam que ela não era nenhuma adolescente e alertaram as autoridades.  

Além disso, eles também checaram o celular do garoto, onde encontraram diversas fotos da mulher nua, além de mensagens de texto com conotação sexual.  

Estas provas foram o bastante para que ela fosse detida.  

Os oficiais que investigam o caso acreditam que Dempsey vem usando o Facebook para tais práticas há algum tempo e, além disso, explicam que ela também ficou conhecida por outra fraude praticada na rede.  

Há cinco anos, ela conta para os amigos que enfrentou um duro câncer e que teve que passar por sessões de quimioterapia.  

Ela até utilizava uma espécie de sonda para dar mais veracidade às próprias palavras. 

 O sargento Trent Crump, da polícia de Phoenix – também nos Estados Unidos -, revelou que a mulher tentou utilizar este artifício para evitar a prisão, mas de nada adiantou. 

 “Ela tentou usar este papo de câncer para que nossos detetives não a prendessem”, comentou.  

Agora, com a investigação em andamento, Dempsey segue na cadeia e ainda aguarda julgamento para ter a certeza de quanto tempo irá permanecer presa. ( estranho ela foi a casa de um deles ? e claro que ao se apresentar aos pais , a casa cairia ué, que coisa mais esquisita.

e no celular do garoto tinha fotos e mensagens eróticas, que coisa, coitadinho do di menor, que agora vai ficar sem traçar a gostosa. 

já falei,emancipa esta raça , acaba com esta porcaria de de menor.)

uso de algema em aborreçentes causa polêmica, ah tá

Dia 14 de setembro, por volta das 15h no plantão policial da Zona Norte de Sorocaba. Dois adolescentes, de 15 e 17 anos, descem da viatura da Guarda Civil Metropolitana, e são conduzidos, algemados, por GCMs até o interior da Delegacia. A imagem captada pela lente do fotógrafo do Cruzeiro do Sul, Emidio Marques, mostra os jovens caminhando até com certa naturalidade. O uso das algemas, porém, chamou a atenção. A lei regulamenta o emprego do dispositivo e o considera abusivo em certas situações, entre as quais, a flagrada naquele instante. 

Conforme apurado depois, os rapazes foram detidos, aquele dia, na avenida Ulysses Guimarães porque estariam traficando drogas. A Secretaria da Segurança Comunitária do Município informou, em nota, que com eles foram apreendidos frasconetes de cocaína em quantidade suficiente para caracterizar o delito. Como os infratores, de acordo com a GCM, apresentaram-se “alterados”, houve a necessidade de usar o equipamento.

Os GCMs que atenderam a ocorrência disseram, ainda, que um deles quase provoca ferimentos em si mesmo. A corporação, também de acordo com o comunicado, é orientada sobre o uso das algemas. O episódio colocou, novamente em pauta, algumas dúvidas até hoje pouco explicitadas. Até que ponto, afinal, o emprego de algemas para prender alguém se justifica? Adolescentes infratores podem receber esse mesmo tratamento?

Consultado pela reportagem, o advogado Joel de Araújo explicou que o procedimento é, sim, regulamentado expressamente por lei. “Embora a polícia ignore e o Judiciário não atente para a gravidade da situação, o Código de Processo Penal, datado de 1941, portanto há mais de 70 anos, estabelece que não será permitido o emprego de força, salvo o indispensável, no caso de resistência ou tentativa de fuga do preso”.

“Mais adiante, o mesmo Código diz que somente no caso em que houver resistência à prisão, os executores da ordem podem usar desse meio para vencer a resistência do preso. Em 1984, a Lei de Execuções Penais, dispôs que o uso de algemas deveria ser disciplinado por decreto federal, o que levou 24 anos para acontecer. Ainda assim, a solução veio sob a forma de súmula vinculante do Supremo Tribunal Federal”. 

Ao contrário do que muitos pensam, continua Araújo, não foi a operação da Polícia Federal que resultou nas prisões do ex-prefeito Celso Pitta, do hoje deputado federal Paulo Maluf e do banqueiro Daniel Dantas, que fez com que a prática passasse a vigorar. O fato que acabou por orientar a decisão do STF aconteceu aqui, bem perto de Sorocaba, na cidade de Laranjal Paulista. Foi lá que um pedreiro acusado de cometer homicídio triplamente qualificado ficou, durante toda a sessão do tribunal do júri, algemado.

O caso chegou ao conhecimento da Corte, por meio de recurso apresentado pelo advogado Joel Ruperti e, ao ser analisado, o Supremo considerou o ato abusivo e anulou o julgamento. Como consequência, editou a Súmula (decisão que tem alcance sobre todas as demais instâncias judiciárias) que limita o uso das algemas a casos excepcionais de resistência, de receio comprovado de fuga, ou de perigo à segurança do policial, do preso, ou de terceiros. 

“Pessoalmente, não descarto a hipótese de que este caso pode ter servido de pretexto para criar jurisprudência com a finalidade de abrir precedente que protegesse os “donos do País”, entre os quais políticos, banqueiros e grandes empresários. Afinal, aqui é o reino da hipocrisia, não é mesmo? Infelizmente, é assim que funcionam as coisas. Cria -se uma lei para um pobre coitado, porém o foco é outro!”. No que se refere especificamente às crianças e aos adolescentes infratores, Joel de Araújo diz que o tema é regulado por lei própria, no caso o Estatuto da Criança e do Adolescente. O texto não fala do uso de algemas quando ocorrer a detenção, mas o especialista garante que a eles se aplicam as mesmas regras adotadas no caso de pessoas maiores de 18 anos. (  claro que pra bacana ou filho dele, não usa algema e nem precisa, pois ele sabe que não da em nada, paga fiança coisa e tal, o advogado tira na hora e pronto.

isso é pra pobre mesmo, afinal é pra mostrar o lixo que ele é perante o sistema, mas deve ser uusado quando o preso é perigoso e não interessa a idade.)

mãe coragem denuncia filhos envolvidos no tráfico em SOROCABA

 A mudança no comportamento dos filhos de 13 e 15 anos levou a auxiliar de limpeza Cíntia Elaine da Silva, 32 anos, a observá-los mais de perto. Na manhã desta sexta-feira (14), no bairro Alpes de Sorocaba – região do Parque Vitória Régia – ela encontrou porções de cocaína e dinheiro atrás do guarda-roupas no quarto dos jovens e não teve dúvidas: acionou o Conselho Tutelar, a Polícia Militar e os levou ao Plantão Policial Norte.“Sei que fiz a coisa certa, pois uma mãe, que ama de verdade os filhos, faz tudo para salvá-los do envolvimento com o crime”, afirma a auxiliar de limpeza.

De olho/ “Há dois meses tenho observado o comportamento deles. Os meninos têm ficado muito na rua, sem me obedecer, demonstrando desinteresse na escola e com amigos estranhos”, conta.
Cíntia diz ter questionado muitas vezes os garotos sobre a mudança, mas sem nenhuma resposta satisfatória.Mãe de quatro filhos (de 5, 11, 13 e 15 anos), a auxiliar de limpeza conta  que se reveza em vários empregos paga garantir o sustento dos filhos sozinha. Há três meses ela se separou dos pais das crianças, que é usuário de crack há mais de 20 anos. “Eu sempre levei uma vida correta e no começo não sabia que meu marido utilizava entorpecentes. Só descobri quando nosso primeiro filho tinha pouco mais de um ano”, explica.

Depois de 18 anos de sofrimento, a separação fez Cíntia se distanciar do marido que, segundo ela, deve estar pelas ruas sob o efeito da droga. Ele nunca mais foi visto.

Desde então, a auxiliar de limpeza deixou as duas filhas aos cuidados da avó e ficou com os dois filhos. “Meu ex-marido se recusou a abandonar a casa, então tive de sair com meus meninos. Vejo minhas filhas todos os dias e faço tudo o que posso para mantê-los unidos.”
Com a mudança no comportamento dos filhos, ela passou a chegar do trabalho e ir buscá-los. “Jamais medi esforços para cuidar dos meus meninos. Por isso, já estive em pontos de venda de entorpecentes, praças, vielas e em várias casas do bairro”, declara.

Surpresa/ Certa de que havia algo errado, Cíntia diz que os novos amigos dos filhos a preocupavam. “Expulsei todos da minha casa, mas eles sempre voltavam a aparecer.” Foi então que, na manhã de ontem, enquanto os meninos dormiam, ela entrou no quarto, arrastou o guarda-roupas e viu as porções de droga e o dinheiro. “Foi um tremendo choque. Me senti muito decepcionada”, afirma a auxiliar de limpeza, visivelmente emocionada.

Após questionar os filhos por algum tempo e sem obter respostas, ela ligou para o Conselho Tutelar e recebeu orientação para acionar a Polícia Militar.“Na cozinha, os PMs encontraram mais drogas dentro do pote onde guardo arroz. Fiquei horrorizada com tudo aquilo.”

Além disso, mais dinheiro de origem desconhecida foi achado na casa. Ao todo foram apreendidos 35 flaconetes de cocaína e R$ 60.

Ela acompanhou os filhos ao Plantão Policial Norte, onde o delegado de plantão, Marcelo Almagro, registrou um ato infracional de tráfico de entorpecentes em nome da dupla, liberando-os aos cuidados da mãe.

Ajuda/ Cíntia espera que o incidente sirva de lição para os filhos. “Lutarei até o fim para que eles não terminem como o pai. Meus filhos não serão assim”, afirma a mãe, que diz estar muito triste com a falta de reconhecimento dos filhos. “Eles cederam à influencia das companhias erradas e não deram o devido valor ao meu esforço.”

Ainda na delegacia, Cíntia conta que deu novos conselhos aos adolescentes, pedindo para que pensem no pai, que vive sob a influência do crack, sem se preocupar com mais ninguém. “Se for para ver meus filhos perdidos no mundo do crime, prefiro vê-los mortos, pois sei o que é amar alguém que vive no mundo das drogas, que caminha sem rumo pelo mundo e destrói a própria vida. Não quero isso para eles”, afirma.

O Conselho Tutelar esteve na delegacia e inscreveu os jovens em programas sociais. “Serei a primeira a incentivar essas atividades, pois eu tenho fé que minha luta não será em vão. Eles irão se recuperar”, conclui.

Exemplo a ser seguido
Delegado Marcelo Almagro rasga eleogios à conduta da mãe
“Esta mãe, num momento de desespero, agiu corretamente transferindo o poder disciplinar dos filhos para a polícia e para o Estado. Agora seus filhos deverão sair desta situação e mudar suas vidas”, avalia o delegado Marcelo Almagro, que colheu o depoimento da auxiliar de limpeza Cíntia Elaine da Silva e de seus dois filhos, de 13 e 15 anos.Registro/Apesar da história comovente, o delegado  cumpriu todas as medidas previstas na lei para este tipo de caso. “O ato infracional foi registrado e eles responderão criminalmente pelos atos”, explica o delegado, que atua no Plantão Policial Norte, que abrange a região mais populosa da cidade e, consequentemente, com o maior registro de ocorrências de tráfico de entorpecentes. “A venda de drogas é o crime que gera mais ocorrências, revelando um problema social muito grande.”O entorpecente foi recolhido, assim como o dinheiro resultante da venda de drogas. Os dois menores não forneceram detalhes da movimentação de entorpecentes durante o depoimento. Eles também preservaram o distribuidor da droga. “Sabemos que existem muitos pontos de tráfico naquela região, mas minha casa não será um deles”, diz Cíntia.

Modelo/ Após concluir o registro da ocorrência, o delegado Almagro avaliou como exemplar a atitude da mãe que, sem pensar duas vezes, agiu para colocar fim às atividades ilícitas dos filhos. “As pessoas devem fazer como ela: enfrentar os problemas de frente e não ter medo de buscar por ajuda.”

DenuncieDenúncias de crimes como o tráfico de entorpecentes podem ser feitas nos seguintes telefones emergenciais:
disque-denúncia, por meio do 181; Polícia Militar no 190; Polícia Civil no 197 e Guarda Civil Municipal, no 199. Todas as ligações serão recebidas de forma anônima e de graça, todos os dias da semana, durante 24 horas.
Apoio de graça à população
Para encaminhamentos
O Conselho Tutelar atua exclusivamente com a proteção de crianças e adolescentes, incluindo ações sociais para retirá-los do mundo do crime e do envolvimento com o tráfico de entorpecentes. Em Sorocaba, o Conselho Tutelar fica na avenida Doutor Armando Salles de Oliveira, 231, Trujillo.
Para emergências
Nos fins de semana, os conselheiros de plantão podem ser acionados pelo número 199, que também é o telefone emergencial da Defesa Civil e da Guarda Civil Municipal.Para auxílio imediato
O município conta com várias ONGs (Organizações Não-Governamentais) que atuam no combate ao uso de entorpecentes. Uma delas é a Pode Crer, que atende ao público de segunda a sexta-feira, das 14h às 20h, na rua João Pessoa, 57, Vila Jardini. O telefone para contato é

(15) 8814-8287 ou por meio do e-mail: podecrer@podecrer.org.br 

( se todas as mães fizessem isso né ? sabe o que da impressão alias eu tenho certeza ? que as demais ( familias ?) sabem que seus filhos se envolvem com tráfico, mas levam dinheiro pra casa, ai quando são pegos dizem EU NÃO SABIA DOUTOR, não digo que são todas mas uma parcela ? por isso tem tanto di menor traficando, é o que acontece na ULISSES GUIMARÃES, a AV do tráfico na zona norte de SOROCABA. 
 agora resta esperar que esta mãe consiga livrar os filhos disso, o que vai ser uma dura batalha.)

vagabundos di menor, quebram aparelhos de ginástica em SOROCABA

Câmeras do sistema de videomonitoramento municipal flagraram dois adolescentes danificando aparelhos de ginástica no Jardim Ipiranga, na madrugada deste domingo (19). Por volta das 4h, guardas civis municipais que que atuam no Centro de Operações e Inteligência (COI) observaram dois menores, de 16 e 17 anos, danificando os aparelhos de ginástica instalados no Parque “Maestro Nilson Lombardi”, no Jardim Ipiranga.

Uma equipe de GCMs foi direciona para o local e quando os dois menores perceberam a aproximação da viatura, tentaram fugir e xingaram os guardas com palavrões. Os menores foram alcançados e ao serem detidos se comportaram com muita agitação e agressividade.

A ocorrência foi encaminhada ao Plantão Sul, onde foi elaborado boletim de ocorrência por desacato, resistência e danos tentado, sendo os menores liberados mediante termo de responsabilidade de suas mães, por determinação do delegado de plantão.  ( eu já mostrei filas da loterica aqui, vcs já devem ter visto, pois é tenho de chegar pelo menos umas 7 horas da manhça, pra ser o primeiro da fila, pra pagar as contas.

entre elas esta o IPTU, através dele, estes aparelhos de ginástica foram clocados nas pistas de caminhada de SOROCABA, pra vir estes vagabundos filhos da … quebrarem em plena madrugada, 4 horas da manhã ? e vem dizer que são de menor.

será que os pais vão dar jeito nesta molecada ? vcs acreditam, quem permite o filho na rua de madrugada, que moral que tem ?)

tarados di menor de SOROCABA, impunidade geral

 


A Delegacia da Infância e Juventude (Diju) identificou e ouviu esta semana sete adolescentes acusados de estuprar uma outra adolescente, de 13 anos, em bairro da zona oeste de Sorocaba. Os sete são estudantes e têm idade entre 12 e 14 anos. A adolescente teria sido estuprada duas vezes, na segunda e quarta-feira da semana passada.

O delegado José Augusto de Barros Pupin coordena duas investigações de estupro de vulnerável em Sorocaba praticados por grupos de adolescentes. Além do ocorrido na zona oeste há outro, na zona norte, em que uma garota de 12 teria sido estuprada por cinco rapazes em dezembro. Eles teriam gravado imagens da violência sexual e ameaçado divulgar para a família da vítima não denunciar o caso à polícia. A investigação dos estupros contra a mesma vítima no bairro da zona oeste encontrou contradições nos depoimentos, segundo o delegado. De acordo com ele, a versão da vítima diverge da dos acusados. Por isso, ela deverá ser ouvida novamente. Pupin preferiu não mencionar quais são as contradições a fim de não prejudicar o andamento do inquérito.

A garota teria sido obrigada a fazer sexo oral com três dos adolescentes, no dia 5. Com um deles mantinha contato maior, conversando pela internet. Dois dias depois teria sido violentada por seis. Dois acusados do primeiro estupro são apontados como participantes do segundo, por isso o total de sete. Dessa maneira, um deles só teria participado do primeiro estupro. Os acusados são estudantes, mas não da mesma escola. O delegado explica que ainda não é possível definir a participação de cada um nos dois atos infracionais de estupro. Conforme for o resultado do inquérito, a Justiça poderá decidir pela internação na Fundação Casa ou outro tipo de medida socioeducativa.

O outro caso de estupro de vulnerável, que teria ocorrido em dezembro na zona norte, chegou hoje à Diju para investigação. A mãe da vítima procurou a polícia na semana passada. Os cinco adolescentes também são estudantes e da mesma escola que a garota. Segundo Pupin, a vítima e a mãe devem ser ouvidas na Diju semana que vem. A partir daí, o próximo passo será identificar e também ouvir os acusados. Estupros grupais entre adolescentes não são comuns em Sorocaba e ao serem noticiados na semana passada causaram espanto. A polícia toma cuidado em não divulgar nomes ou informações que possam identificar vítimas e acusados. 

( duas vezes ? ai dirão, ah ela tava gostando, é que fizeram tudo na segunda vez , ela não curtiu muito ai, vem com frescura de denunciar , seria isso machões ? 

e como sempre vem o chamado ato infracional de estupro, que por serem menores não dará em nada, resta a vitima até mudar de bairro ou quem sabe até de cidade, como no outro caso em que um pai foi ameaçado e teve de mudar de bairro.)