olha ai cambada de nóias, vejam este site que mostra o antes e depois das drogas,acorda mula.

27.dez.2016 – O site Bored Panda reuniu uma série de fotos de pessoas que já foram viciadas em drogas e que, agora, buscam se manter sóbrias. O antes e depois revela o lado devastador dos entorpecentes e a volta por cima de pessoas comuns. Na imagem, uma moça que está 4 anos livre de metanfetamina e heroína

http://noticias.bol.uol.com.br/fotos/entretenimento/2016/12/27/site-reune-o-antes-e-depois-de-pessoas-que-deixaram-as-drogas.htm?fotoNav=1#fotoNav=1   

senta pra não cair ao ver as diferenças.

( olha ai, vc que acha que é malandro por usar drogas,ou que ta pensando em entrar nessa veja ai e pense seu burro.) 

TOMORROWLAND tem segundo dia de problemas por causa desta juventude de bosta

Todo grande evento, muitas vezes por não conseguir conter as proporções de sua dimensão, apresentam alguns problemas. O Tomorrowland Brasil não foi uma exceção. Durante o segundo dia do festival, pelo menos um arrastão ocorreu dentro da Arena Maeda e as enfermarias registraram um alto número de ocorrências relacionadas a drogas ilícitas.

Durante passagem por um dos nove postos de saúde era possível ver jovens deitados na camanecessitando do auxílio das enfermeiras e dos médicos responsáveis. “hoje tivemos trinta casos de problemas por excesso de drogas. Os jovens misturam tudo, bebida e as chamadas drogas recreativas, como ecstasy e LSD“, disse Juliane Cardoso, 32, médica responsável por um dos postos, afirmando que o alto número de ocorrências deve-se também ao tamanho do evento. Queda de pressão, náuseas e convulsão foram alguns outros exemplos que o também médico Rafael Vilela, 31, teve de tratar. “Festival de música eletrônica é assim mesmo. No meu posto tivemos que levar cinco pessoas para o hospital, por precaução.“, concluiu.

Alguns dos presentes notificaram a ocorrência de arrastão em um dos palcos menores, na hora que o DJ Hardwell foi se apresentar no início da noite. “Eu e meu namorado estávamos bem afastados do palco, e quando o Hardwell entrou, fomos levados pela multidão. Era impossível sair. Quando paramos, meu namorado e muitas outras pessoas notaram a ausência de seus celulares e carteiras nos bolsos“, disse a jornalista Fernanda Guerreiro, 28. “Ouvi algumas reclamando de terem sido roubadas em outras ocasiões hoje, apesar de ontem não ter acontecido nada que eu tenha visto“, acrescentou o baiano Rubens Oliveira.

Além da segurança, o festival apresentou falhas em sua estrutura em seu segundo dia. Muitos jovens reclamaram da ausência de sistema para comprar a moeda local por cartão de crédito. “Fui em dois postos diferentes e nos dois disseram que só estavam aceitando dinheiro. Fica complicado, pois o espaço é enorme e temos que ficar andando até achar um lugar que aceite cartão“, reclamou o carioca Rodrigo Nudelman, 24. “O preço das coisas está caro e não é interessante ficar andando por aqui com notas altas. Podemos ser roubados“, disse seu namorado, Marcelo Novaes.

enquanto os hospitais estão sucateados a dengue se alastra pela vizinha cidade de SOROCABA, temos de ver nosso dinheiro sendo gasto pra socorrer esta juventude de merda sem noção.

e no twitter os de menores xingando por não poderem estar lá , liberem estas porcarias fora da cidade, la cada um usa sua droga, fornecida pelo estado e se der algum problema que se dane, pois nem policia nem ninguém estará lá pra socorrer, já que não querem que o estado se meta em suas sub vidas

empresário vai comprar drogas e quase é linchado em SOROCABA

 
 
Um empresário de 43 anos escapou de ser linchado no bairro Nova Esperança, em Sorocaba. Ele foi até lá, em busca de um ponto de venda de cocaína para comprar a droga, pois, conforme disse à reportagem, é viciado. Chegou dirigindo um BMW sedã azul blindado, mas, segundo a polícia, ao tentar comprar a droga, os traficantes quiseram roubá-lo. Ao tentar fugir, o empresário acabou atropelando uma senhora, causando-lhe ferimentos leves, mas, com medo do assalto, continuou a fuga. Populares conseguiram detê-lo e retiraram-no de dentro do carro e começaram a agredi-lo com socos e pontapés.

 
Nesse momento, ladrões roubaram R$ 600 e o telefone celular da vítima, que tentou escapar das agressões entrando no carro outra vez. Mas, novamente, foi retirado e passou a ser agredido de novo. Alguns dos agressores entrou no carro e acelerou o veículo, fazendo-o colidir em um poste.
 
 
O veículo teve o para-brisa estourado e a lataria amassada. O empresário foi salvo de ser linchado com a chegada da Polícia Militar. No Plantão Policial Norte, recusava-se a ir a uma unidade de saúde para fazer curativos, mas foi convencido pelos policiais. O empresário disse à reportagem que também havia bebido e criticou a polícia, dizendo que os traficantes não são presos, por isso, ele e outras pessoas viciadas vão até os pontos de venda para comprar a droga. Ele não quis responder à reportagem porque não procurava tratamento. O veículo precisou ser guinchado. O caso ficou registrado no Plantão Policial Norte.
 
 
( traficante tb é burro né ? isso acaba espantando freguesia ou o negócio das drogas não ta rendendo tanto ?
 
no RJ por ex, segundo o blogueiro de lá, vc entra sossegado na favela pra comprar sua droga, pode ser rico, pois ninguém vai te roubar, vc entra e sai de boa.
 
 
bem feito , a policia ainda foi lá pra lhe salvar, mas se fosse pobre, ah tava morto a esta hora, e o cara ainda critica ? e a família do bosta, fala o que disso ? e ainda não podem dizer que é a figura, ah como sempre rico é protegido pelo anonimato.
 
 
agora depois do susto,é esperar que o tal zé mané crie juízo e largue das drogas e da bebida.)
 

 

juízes de AM E MS, mandam soltar traficantes baseados em aberrações jurídicas.

Droga foi transportada em caminhão basculante. (Foto: A Gazeta News)

No dia 7 de maio deste ano, Juliano Dias dos Santos, 31 anos, foi preso em flagrante com uma carga de maconha de uma tonelada, que saiu de Coronel Sapucaia, na fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai, e iria para São Paulo, mas foi interceptada na MS-156, no trecho entre Amambai e Caarapó. No dia 17 de julho, dois meses depois, a sentença da Justiça sobre o caso deu a liberdade a Juliano, apesar de ter sido condenado por um crime que, na lei brasileira, é considerado hediondo.

Em sua sentença, o juiz Pedro Henrique de Paula, de Amambai, determinou como pena para o traficante dois anos e seis meses de reclusão, que foram substituídos por “duas penas restritivas de direitos”, em forma prestação de serviços à comunidade ou a instituições. A sentença ainda revoga a prisão em flagrante e determina a concessão
imediata de alvará de soltura, o que já ocorreu.

Para colocar em liberdade um homem preso com uma carga tão grande de droga, o juiz declarou inconstitucionais dois artigos das leis que regem a punição para traficantes. Primeiro, ele considerou inconstitucional trecho da lei 8072/90, que define o tráfico como crime hediondo e determina que seu cumprimento deve começar, sempre, em regime fechado. O magistrado cita uma decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), em um habeas corpus, para esse entendimento, alegando que a lei impede a individualização da pena.

O juiz também declarou inconstitucional um artigo de outra lei sobre o tráfico de drogas, a 11.343, que impede a adoção de pena restritiva de direitos para casos do tipo. O magistrado aponta, em sua sentença, que o réu tem bons antecedentes, que no processo “poucos elementos se coletaram a respeito de sua conduta social, personalidade e motivos do crime, presumindo-se neutros; e, ainda, que o delito “não produziu maiores consequências”.

Inconformado com a decisão o promotor do caso, Etéocles Brito Mendonça Dias Júnior, propôs recurso de apelação ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul.

Na avaliação do promotor, a sentença deve ser reformada integralmente, “pois de acordo os fundamentos recursais, a decretação de inconstitucionalidade do regime inicial fechado e da proibição de substituição de pena privativa de liberdade por restritivas de direito pelo STF, face ao crime de tráfico de drogas, não implica na impossibilidade de afastamento desses benefícios se houver fundamentação idônea com base nas peculiaridades de cada caso concreto”.

Principalmente em razão da grande quantidade de drogas transportada, o promotor defende que o caso é de inegável gravidade concreta. Para ele, o crime cometido exige a imposição do regime inicial fechado, o afastamento da substituição de pena privativa de liberdade por restritiva de direitos, o afastamento da causa de diminuição de pena e o restabelecimento da prisão cautelar.

Como foi – De acordo com os autos, no dia 7 de maio, por volta das 6h30, durante fiscalização realizada pela equipe da Policia Rodoviária Estadual na MS-156, o réu foi flagrado transportando uma tonelada de maconha, distribuída em 1.361 tabletes, em um caminhão basculante. Segundo o processo, ao ser questionado pelos policiais Juliano afirmou que era da cidade de Ituverava (SP) e, dias antes, havia sido contratado por uma terceira pessoa não identificada para que se dirigisse até a cidade de Coronel Sapucaia para realizar o transporte da “mercadoria”.

No dia 7, segundo os autos, ele recebeu a informação de um desconhecido para que se deslocasse até Amambai e pegasse o veículo que estava em um galpão na entrada da cidade e deveria levá-lo até a cidade de Dourados (MS). Conforme a denúncia, o autor disse que tinha plena ciência do transporte da substância ilícita e, até então, havia recebido pelo transporte o valor de R$ 2,5 mil.

A droga estava em um fundo falso no caminhão e tinha, em parte dos tabletes, adesivos com a inscrição Droga Verde/Índio, que, para a polícia, é uma espécie de selo de qualidade usada por cartéis do tráfico.

O Tribunal de Justiça ainda não se manifestou sobre recurso.

O grupo foi preso, em flagrante, em um posto de combustível na Bola do Produtor, zona leste de Manaus.Foto: Divulgação/ PF

Manaus Silvio Andrade Costa, 34, e Rogério Pereira Bezerra, 21, foragidos das justiças do Pará e Maranhão, respectivamente, e Liliane Barros da Costa, 31, que haviam sido presos, junto com Luiz Claudio Maciel da Silva, no último dia 27 de dezembro, após serem flagrados pela Polícia Federal com 110 quilos de cocaína, foram postos em liberdade, quatro e sete dias, após a prisão. A liberdade provisória foi assinada pelo juiz de direito Luis Carlos Valois Coelho, no dia 31 de dezembro. As informações estão disponíveis no site do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM) por meio do processo Nº 0266542-40.2014.8.04.000.

Em seu parecer, o magistrado justifica a decisão, informando que “o auto de prisão em flagrante possui suas falhas, pois não é clara a situação de flagrância dos indiciados, pois somente a posse de entorpecente não é suficiente para se caracterizar a conduta do tráfico, nem há a fundamentação da autoridade policial sobre as circunstancias que a fizeram presumir estar em flagrante o indiciado, norma do Art. 304 § 1º, do Código Penal Brasileiro (CPB)”.

O juiz destaca ainda: “É pública e notória a superlotação das cadeias públicas da capital, o que torna temerária a manutenção de um “vapor”, como são considerados os varejistas de entorpecentes, em celas conjuntamente com presos por delitos mais graves, assim como temerária é a prisão daquele que se vê pela primeira vez envolvido com entorpecentes, como é o caso dos indiciados primários”.

Diante da análise, o magistrado deferiu o pedido de liberdade a Silvio, Rogério e Liliane, justificando que os três são primários e possuem residência em Manaus, mediante pagamento de fiança no valor de R$ 7 mil. A decisão foi contrária ao parecer do Ministério Público do Estado (MPE) que havia solicitado a conversão da prisão em flagrante em preventiva.

Apesar de o magistrado destacar que os suspeitos eram réus primários, Rogério e Silvio já respondem processos nos estados do Pará e Maranhão, segundo informações da Polícia Federal.

No próprio depoimento, Rogério afirmou que estava morando em Manaus há três meses e que era foragido do Pará, onde cumpria pena por roubo e formação de quadrilha.

Já Silvio, de acordo com a PF, já foi condenado por homicídio no Maranhão e estava foragido da justiça, utilizando identidade falsa no Amazonas.

( agora vai um pobre sendo flagrado com 5 gramas de maconha que o que vc pode comprar na HOLANDA que é legalizada, ah meu caro, vc vai em cana, se não tem grana, é cana.

agora isso ai , com certeza ou estão macomunados om o tráfico ou pe medo de mexer com o crime , então manda soltar.)

aborrecentes transformam ônibus em SOROCABA em território sem lei

 

Uma adolescente retira da bolsa um frasco de lança-perfume, despeja parte do conteúdo em uma lata de refrigerante tirada do lixo e passa a compartilhar a droga com duas amigas. Instantes depois, acende um cigarro de maconha e também passa a dividi-lo. A cena foi registrada dentro de um ônibus do transporte coletivo de Sorocaba, na noite do dia 12 de dezembro, diante dos passageiros da linha 65-Campolim. Parte da situação pode ser comprovada em um vídeo gravado por uma passageira, que prefere não ser identificada. Segundo a autora das imagens, o consumo de drogas no interior do coletivo tornou-se frequente, ao menos aos finais de semana à noite. A reclamação confirma informações da Polícia Militar, que admite ter recebido da própria empresa que opera a linha do Campolim, no final do ano passado, denúncias sobre drogas nos ônibus. O Sindicato que representa os motoristas também confirma o problema e declara receber frequentemente relatos de situações semelhantes. A Urbes, por sua vez, afirma que não possui reclamações formais de passageiros, mas que fiscalizações já constataram situações do tipo.

Nas imagens enviadas à redação do jornal Cruzeiro do Sul, é possível observar que as meninas, com idades aproximadas entre 13 e 14 anos, assopram o orifício da lata, de modo a expulsar o ar do interior dela para inalar o odor do entorpecente. Na data do vídeo, a denunciante afirma ter presenciado também as mesmas meninas manuseando o que seria um cigarro de maconha, consumido sem cerimônias na presença de outros passageiros, no fundo do ônibus. Uma delas, inclusive, oferece o cigarro a um adolescente no assento da frente: “Você fuma?”, pergunta, com o cigarro na mão. Após a resposta negativa, ela ironiza: “Não acredito!”. De acordo com a passageira que gravou o vídeo, o garoto pareceu desconcertado e desceu no ponto seguinte.

A mulher conta que sai do trabalho às 23h e na volta para a casa é obrigada, junto com os demais passageiros, a suportar baderna promovida pelos jovens, alguns portando entorpecentes. Ainda conforme o relato dela, além do consumo de drogas, a bagunça inclui gritaria e música a partir do alto-falante de celulares.

Da última vez que presenciou a situação, discretamente a mulher acionou a câmera do celular e registrou o que acontecia ao seu lado. Segundo a autora das imagens, a princípio, a intenção era mostrar os vídeos somente ao filho de 14 anos, que vinha lhe pedindo permissão para ir com os amigos à mesma casa noturna que as adolescentes flagradas frequentavam. A passageira diz ter ouvido entre as garotas que elas mentiram aos pais para ir a uma boate no Parque Campolim. Entre as conversas que testemunhou, as meninas referiam-se ao conteúdo do frasco despejado na lata como “lança”. “Tenho um diálogo legal com meu filho. Ele vinha me pedindo para ir nesse lugar com colegas da escola. Expliquei que só por estar em companhia de pessoas com droga, ele pode ter problema. Gravei para que ele mesmo entendesse minha preocupação. Se já estavam assim no ônibus, imagine só quando chegassem ao lugar”, conclui.

PM realiza operações

A Polícia Militar divulgou que nos meses de setembro e outubro de 2014 recebeu pela STU informação de que nos sábados à noite estariam ocorrendo atos de vandalismo e uso de drogas por jovens, no interior dos coletivos, em especial na linha que serve ao Campolim. Segundo a PM, após o recebimento da denúncia, foram realizadas operações que consistiam na abordagem dos ocupantes que estavam em atitudes suspeitas, além de ações policiais na região da Praça Carlos Alberto Souza. As ações, segundo a polícia, culminaram na redução significativa das ocorrências tanto na região do bairro, quanto no interior dos ônibus, sendo que no mês de dezembro não houve relatos (que chegaram à polícia) de incidentes envolvendo coletivos, tanto por parte da empresa quanto por parte dos usuários. A polícia afirma ainda que o bairro continua sendo alvo de operações e orienta os passageiros a registrarem denúncia pelos telefones 190 ou 181, na eventualidade de presenciarem o uso de drogas ou outros crimes nos ônibus.

Motorista não deve interferir, orienta sindicato

Por meio de sua assessoria, o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Sorocaba e Região confirmou que “sempre recebe denúncias” envolvendo a referida linha, especialmente de ocorrências nos sábados à noite. A entidade esclareceu que orienta os motoristas a acionarem a Guarda Civil Municipal (GCM), Polícia Militar ou avisar seus superiores nos terminais, em situações que representem risco à integridade dos profissionais. “Não é função do motorista agir na função que é da polícia. Até porque o motorista e o agente de bordo podem receber represálias. Por causa disso, há situações em que não é possível sequer acionar a polícia de imediato”, observa o sindicato, que disse notificar a Urbes formalmente quando recebe várias denúncias sobre a mesma linha.

Ainda conforme o Sindicato, ocorrências como o consumo de drogas no interior dos coletivos estão relacionadas com a ausência dos agentes de bordo, profissionais que conforme a entidade ajudam a coibir práticas criminosas nos ônibus.

De acordo com a Urbes, esses profissionais devem inibir ocorrências do tipo, entretanto não são aptos a reprimir. Cabem aos agentes fornecer informações referentes ao transporte coletivo, auxiliar pessoas com mobilidade reduzida, organizar filas, auxiliar no embarque e desembarque de passageiros, manusear equipamento de acessibilidade, conferir credenciais, zelar pela limpeza dos ônibus, inibir o comércio irregular de vendedores ambulantes no interior dos ônibus, inibir ações de vandalismo, bem como tentar inibir o uso de bebidas alcoólicas ou de entorpecentes.

A Urbes esclarece que nos casos em que uma primeira abordagem verbal para inibir a ação não surta o efeito desejado, ou em situações em que a integridade física do funcionário é ameaçada, a orientação é para que eles solicitem apoio imediato.

Câmeras de segurança

A Urbes Trânsito e Transportes, informou que solicitaria à STU, empresa operadora da linha que atende o Campolim, as imagens captadas por câmeras de segurança no interior dos ônibus, na noite em que o flagrante foi gravado pela passageira. Se confirmasse a irregularidade, entregaria o material à polícia. As denúncias, segundo a Urbes, são encaminhadas à Polícia Militar. “Nessa linha (Campolim), especificamente, a PM tem atuado no sentido de manter a ordem”, informa o órgão, por meio de nota. A Urbes diz ainda que sua fiscalização também realiza intervenções a fim de coibir tais práticas, inclusive com o apoio da GCM e da PM, quando necessário.

( estes aborrecentes, deveriam ter a cara mostrada na tv, assim todos saberem que é  drogadito e baderneiro(a) , ninguém faz nada mesmo, pois são os malditos de menor nesta bosta de pais.

sendo que deveriam levar umas porradas e seerm jogados pra fora do coletivo)

outra minicracolândia se forma na região central de SOROCABA.

Mais um ponto na região central de Sorocaba concentra usuários e o tráfico de entorpecentes, mas segundo a Polícia Militar, esse não é um problema para ser solucionado exclusivamente por tal corporação. Conhecido por abrigar moradores de rua, o cruzamento da avenida Dom Aguirre com a Ponte de Pinheiros, na região da Praça Dom Tadeu Strunck, também é considerada uma minicracolândia pelas pessoas que passam no local. Em plena luz do dia, da aquisição do dinheiro no semáforo à compra dos entorpecentes e seu consumo, tudo ocorre a poucos metros de distância e nas vistas de quem tiver interesse em observar. A Prefeitura deixou de responder com quais ações sociais atuará naquele local para resolver o problema e relatou sobre a atuação da Guarda Civil Municipal.

No domingo passado, o Cruzeiro do Sul mostrou haver outra minicracolândia a quatro quarteirões dali, em uma praça em frente à rodoviária. Naquela ocasião, a Polícia Militar (PM) negou que existisse na cidade qualquer local que concentrasse dependentes para o consumo de drogas. A nova versão da PM é que são “locais pontuais (…) que não apresentam indicadores relevantes de delitos.” Já sobre o tráfico praticado pelos que levam as drogas no local de consumo, o tenente-coronel Marcos Antonio Ramos alega que a responsabilidade de prender traficantes é das polícias Civil e Federal.

A maior parte das pessoas que foram ouvidas pela reportagem e trafegam pelo local disseram ficar inseguras com tal situação. Durante a tarde da última segunda-feira, a reportagem registrou a movimentação do tráfico que atende os dependentes à luz do dia sem qualquer incômodo. Entre os consumidores, há aqueles que compram a droga com o dinheiro das esmolas que recebem dos motoristas parados nos semáforos. Outros, habitualmente vestidos com roupas em melhor estado de conservação, chegam com o dinheiro em mãos, para adquirir e consumir naquele mesmo local público a sua porção de entorpecente. Parte dos usuários não disfarçam e acendem o seu cachimbo ao lado da ciclovia. Outros buscam abrigo no interior da tubulação de concreto existente sob a ponte, ou no quiosque com bicicletário construído pela Prefeitura, mas que nunca foi ativado.

Um homem que fumava o cachimbo próximo à ciclovia recebeu um casal que chegou com dinheiro e o levou para consumir a droga atrás do quiosque. Quando chegou a vez da mulher usar o cachimbo, a fim de garantir mais tranquilidade a ela, o mesmo homem que a recebeu criava uma barreira visual ao lado do rosto, para que a mulher consumisse o entorpecente sem mais preocupação em ser reconhecida. Um dos que saiu de dentro da tubulação de concreto sob a ponte, com um grupo de ao menos outras três pessoas, foi até a via, recebeu um pequeno pacote de outro pedestre, mostrou para os demais que se encontravam no ponto de consumo, e voltou a pedir esmolas aos motoristas.

Uma jovem que trabalha como caixa em um estabelecimento comercial nas imediações, A.F.R., 19 anos, declarou que os dependentes a procuram para trocar por cédulas as moedas que conquistaram pedindo esmolas nos semáforos. “Eles sempre querem notas de R$ 10. Tem dia que alguns chegam a arrecadar R$ 50”, afirmou. Ela passa por eles diariamente para ir e voltar do trabalho e afirma que permanecem naquele local durante todo o dia. Declara que apesar da persistência nunca deu dinheiro a eles, o que leva a fazer com que alguns a xinguem. Afirma que quando a polícia chega eles deixam o local, mas basta a viatura sair para que retornem.

O estudante A.P.N., 15 anos, diz que são praticamente sempre os mesmos. Os vê pedindo dinheiro e usando crack. Quando passa, o abordam pedindo um real, mas diante da negativa reduzem os valores, solicitando 50 centavos ou 20 centavos. Como nunca contribui, afirma ter mais medo de ser agredido quando passa no período noturno, por volta das 21h30. Outra estudante, T.R.T., 23 anos, costuma passar pelo local às 19h e às 23h. Segundo ela, consomem cocaína e crack e é comum vê-los brigando entre si.

Polícia Militar


Em atenção aos questionamentos da reportagem desse periódico, esclarecemos que o 7º BPMI é a Unidade responsável pelo policiamento ostensivo em toda a cidade de Sorocaba, e vem realizando essa atividade com sucesso e grande eficiência.
A missão da Polícia Militar é proteger pessoas, preservar vidas, combater o crime e fazer cumprir a lei.
Diariamente são estudados os delitos ocorridos e os locais de maior incidência criminal, através de ferramentas de TI, como Infocrim, Copom on line, Fotocrim, entre outras, e por informações colhidas da própria sociedade, como nas reuniões de Conseg, disque denúncia 181, entre outras.

O policiamento ostensivo é direcionado a estes locais buscando a redução criminal, e caso o delito ocorra, aumentam as chances de prisão visto a proximidade do policial com o autor do crime.

No que se refere aos locais mencionados pelo repórter, são locais pontuais com a presença de usuários de entorpecentes, os quais pedem dinheiro nos semáforos para conseguir comprar o entorpecente que será utilizado logo a seguir. Não apresentam indicadores relevantes de delitos.

Cumpre esclarecer que a legislação atual não prevê a aplicação de pena privativa de liberdade aos usuários de entorpecente. As penas previstas são advertência sobre as consequências do uso de entorpecentes, prestação de serviços a comunidade e comparecimento a programa ou curso educativo. 

A própria legislação vigente prevê a necessidade de reinserção social dos usuários. 

A própria sociedade entendeu que o usuário é uma vítima e deve ser tratada pelo sistema de saúde, e não pela área policial.

Desta forma, fica claro que o usuário de entorpecente não pode ser o mote principal e prioritário no direcionamento das viaturas policiais.

Somente com a junção de todos os atores responsáveis é que será possível reduzir o problema apontado. Atribuir a uma única instituição essa responsabilidade é desconhecer as causas e soluções do problema ou se está agindo de má fé.

O problema se inicia com a desestruturação familiar, afinal, a prevenção no que se refere ao uso de entorpecente se inicia ainda na família. Famílias bem estruturadas tem menos chance de ter filhos envolvidos com entorpecente.

A educação também é fundamental na minimização deste problema. Escola em período integral, escola profissionalizante, matérias voltadas à prevenção, entre outras medidas seriam bem vindas.

Nesta seara, o 7º Batalhão disponibiliza o Proerd, programa de combate ao uso das drogas voltado a jovens, e que desde 1997 até 2013 já formou 150.224 crianças. 

Também temos que mencionar a saúde pública, pois, como já mencionado anteriormente, o usuário deve ser tratado como doente, e não criminoso. 

Não podemos deixar de destacar que os usuários mencionados pelo repórter, conseguem seu dinheiro pedindo esmola em semáforos. Os que dão dinheiro aos mesmos, achando que os estão ajudando, na verdade estão colaborando com a permanência deles nas ruas, em situação cada vez mais vulnerável.

Ainda nas imediações dessas localidades temos a distribuição gratuita de alimentação, através de algumas igrejas e ONGs, que atraem para o centro muitos dos usuários.

Finalizando o raciocínio, temos a figura do traficante. A responsabilidade para prender os traficantes é de competência da Policia Civil e da Policia Federal. 

Mesmo não sendo esta a missão da Policia Militar, este Batalhão apreendeu uma quantidade relevante de entorpecentes, conforme números abaixo.

Somente neste ano, o COPOM atendeu a 480.293 chamadas pelo número de emergência 190, que foram efetivamente atendidas pela PM e os policiais militares realizaram mais de setenta mil abordagens a pessoas, que resultaram em 893 presos em flagrante e 411 adolescentes apreendidos por ato infracional.

Esmiuçando um pouco esses números, tivemos 239 pessoas presas por tráfico, resultando na apreensão de mais de duas toneladas de maconha e setenta e sete quilos de cocaína e crack.

Somente na área central de Sorocaba, neste ano, foram presas cento e trinta e quatro pessoas e vinte e nove adolescentes infratores por delitos diversos, além de dezoito condenados recapturados. Nessa região, foram apreendidos um quilo e setecentos gramas de maconha, quase um quilo entre cocaína e crack e seis armas de fogo.

Semanalmente são presas média de três pessoas por porte de entorpecente. Como alegar que a Policia Militar não está presente ou se furta a tentar resolver o problema? A parte dela é feita, com prontas respostas em toda a cidade.

São presas em Sorocaba, por dia, uma média de cinco pessoas, o que equivaleria a quase lotar a capacidade máxima prevista nos três estabelecimentos prisionais e nas Fundações Casa, existentes em Sorocaba, em apenas um ano. 

Ocorre que a legislação branda não mantém estes criminosos encarcerados, recolocando-os nas ruas imediatamente ou em pouco tempo após sua prisão, os quais, em grande parte, voltam a reincidir em seus delitos, agravando a sensação de insegurança da sociedade. E esta sociedade passou, inconscientemente ou conscientemente, a atribuir à Polícia Militar a responsabilidade exclusiva de trazer solução a um problema que é mundial. Se o problema fosse de fácil solução, potências mundiais como os EUA já o teriam exterminado em suas cidades, no tanto, gastam anualmente bilhões de dólares para tão somente controlá-lo. 

A atribuição da responsabilidade tão somente à PM evidencia uma visão míope da problemática, não levando em consideração todos os verdadeiros responsáveis pela sua solução. Isto gerará consequências no futuro, quando então, provavelmente não teremos mais tempo hábil de solucionar os problemas, tais as dimensões que tomarão se não tratá-lo de forma ampla. 

Apesar disso, a Polícia Militar continuará cumprindo a missão de combater a criminalidade em Sorocaba, retirando do convívio da sociedade, pelo tempo que a lei permitir, as pessoas flagradas no cometimento das infrações penais. 

(MARCOS ANTONIO RAMOS – TENENTE CORONEL PM COMANDANTE)

 
( já de a ideia de como resolver, batem cabeça pq querem)

prostituição infantil entra em campo com tudo na copa, e ainda falam que combatem ah tá

Trágico: ruas do Brasil estão cheias de “milhares” de crianças desesperadas. Dois retratado aqui com um trabalhador caridade missionária

Crianças a partir dos 10 estão sendo obrigados a vender-se para o sexo nas ruas do Brasil para lucrar com as ondas de torcedores indo para a Copa do Mundo.

Uma investigação Sunday People hoje revela como as crianças que vivem na miséria chocante e no alto de crack são exploradas por traficantes e cafetões de drogas.

E, como 600 mil fãs estrangeiros, incluindo britânicos inundação no Brasil esta semana, a situação dos jovens vai piorar.

Eu voei para fora na semana passada para sediar cidade Recife, na costa nordeste de entrevistar crianças envolvidas no ciclo vicioso da prostituição.

Como um ex-detetive e com quase 30 anos de experiência em investigações de abuso infantil, incluindo o escândalo Jimmy Savile , o que eu encontrei no Brasil me fez estremecer.

Milhares de crianças desesperadas …

TOUT para o sexo por apenas £ 1,30 após cafetões encomendá-los a usar roupas e maquiagem para parecer mais velho.

PLY seu comércio sórdido poucos metros dos hotéis onde os fãs britânicos vão ficar.

SNIFF a partir de garrafas de cola industrial para parar a dor da fome.

FEAR por suas vidas após uma prostituta de 14 anos de idade, foi assassinado e seu corpo foi jogado na rua no mês passado por um homem que se recusou a pagar por sexo.

Este comércio chocante de meninas e meninos nas esquinas se passa sob os narizes de polícia na sétima economia mais rica do mundo.

Com suas praias atraentes ao lado de arranha-céus, Recife é a quinta maior cidade do Brasil e vai acolher cinco jogos da Copa.

Inglaterra vai jogar lá em jogos a eliminar, se vencerem o seu grupo.

Mas Recife está repleto de drogas e abuso infantil que trabalhadores da caridade dizer é o mesmo em todas as cidades do país.

 

Cola crianças
Cola crianças: Eles inalar cola – apelidado de ‘cola’

  

Assim que você chegar ao aeroporto, os motoristas de táxi esperando para buscá-lo oferta para levá-lo a lugares para comprar drogas ou sexo.

As crianças sentam em torno de praças do centro da cidade , onde os fãs se reunirão.

Esta deve ser uma cena inofensiva de inocência, mas muitas dessas crianças vão estar oferecendo sexo sem pensar duas vezes.

O que imediatamente me impressionou é como o jovem essas crianças eram. Muitos tentaram fazê-los parecer mais velho com roupas e maquiagem.

Acompanhado por um tradutor e um missionário que trabalha com crianças nas ruas, falei com três meninas muito jovens, um dos quais claramente não estava bem por causa das drogas que tomava e cola ela estava cheirando.

Lorrisa é de apenas 13 e seu quadro tão pequeno que eu tenho certeza que o seu crescimento tinha sido atrofiado pelo uso de drogas.

Ela cheirou a partir de um frasco de plástico contendo cola forte industrial, que apelido de “cola”, como ela explicou como ela vive.

Eu segurei a garrafa debaixo do meu nariz para ver o que era eo cheiro era insuportável, me deixando com uma dor de cabeça.

Lorrisa me disse: “Cheirando a cola faz-me sentir tonta e dormente e isso me deixa de sentir fome, então eu não preciso comer.

“Isso me ajuda a lidar com a violência e perigo nas ruas.”

Eu estava acompanhado por um amigo de Lorrisa Raphaela, 13.

Ela me contou como ela se aproximou por dezenas de homens à procura de sexo – moradores, turistas e taxistas.

Eles vão pagar 10 reais, o equivalente de £ 2.60.

 

SATIROProstituta Criança
Prostituta: Raphaela, 13

  

Ela contou uma história assustadora sobre sua amiga Mickela de 14.

Ela disse: “Mickela viveu na rua e ela foi assassinada no dia de uma greve da polícia .

“Um homem a pegou pela estação de trem de metrô e ela teve relações sexuais com ele.

“Mas depois que ele se recusou a pagar, a matou e jogou o corpo dela. Ele só aconteceu algumas semanas atrás.”

Disseram-me mais tarde por uma prostituta mais velha, que tem assumido um papel de mãe para os filhos que a polícia não conseguiu encontrar o assassino.

Nas três horas que passei com as crianças, pois foi abertamente sobre os seus negócios, um carro da polícia passou duas vezes, mas os oficiais não fizeram nada.

Pimps ir e vir ao lado de traficantes de drogas, com a certeza de que a polícia é incapaz de conter o horror.

Calliem, 14, me contou como ela começou a vender seu corpo para o sexo aos 11 anos.

“Eu tenho sexo tantas vezes com os homens e eles só me pagar cinco reais”, disse ela.

É o equivalente de £ 1,30.

Calliem é um usuário regular de “cola”, maconha e crack – adquirir o crack de um traficante que visita regularmente as ruas.

Ela disse: “Meu pai está morto, minha mãe vive em um abrigo com a minha tia e havia nove irmãos e irmãs.

“Três deles já estão mortos. Um foi morto em um tiroteio “.

 

Brasil mapa
Brasil

  

Sua família restante sei que ela vive nas ruas vendendo-se para o sexo.

O que foi mais chocante foi a forma como a matéria-de-fato que ela descreveu a sua vida, como se fosse perfeitamente normal e aceito.

Calliem me disse que teme que a Copa do Mundo só vai atrair mais homens que querem ter relações sexuais.

Uma mulher de 41 anos, que vive nas ruas desde que ela tinha sete anos, disse: “As crianças estão em risco real de homens locais e turistas.”

Ela apontou um menino de 10 anos que foi forçada a se prostituir.

Ela disse: “As crianças vão com os homens porque eles são ricos em drogas ou precisa de mais dinheiro para comprar drogas.

“Eles usam drogas para anestesiar a dor do abuso sexual, em seguida, tornar-se viciado precisa vender-se uma e outra vez para levantar o dinheiro.”

As drogas são amplamente disponíveis no Brasil eo país está nas garras de uma epidemia de crack.

Eu conheci um garoto de 15 anos viciado em crack e “cola” e pimped por um homem que chamam de tio.

Eu também foi levado para o famoso Santo Amaro favela favela para falar em segredo com um traficante de nível médio, Stephanie.

Você poderia passar por ela na rua e não acho nada dela, mas a realidade é muito da comunidade teme ela.

Ela me disse: “Acabei de vender rachadura mas apenas para adolescentes e pessoas mais velhas. Um dos meus clientes é um advogado. “

Quando eu disse a ela as drogas eram muitas vezes vendidos para crianças de tenra idade, ela começou a chorar. Ela tem seus próprios filhos e explicou que seu filho mais velho com 18 anos é viciado em crack .           

 

SATIRODuas crianças prostitutas
Salvador: Dois criança prostitui com trabalhadores da caridade missionária

 

E ela me disse o quão perigoso o crack é: “Ele foi enviado pelo diabo para fazer três coisas – para matar, roubar e destruir a vida das pessoas.”

Eu tenho a impressão de vida, houve uma correia transportadora que ela, também, não poderia sair – de frente para um futuro de prisão ou ser assassinado em uma briga de drogas.

Eu conheci o comandante da polícia, Major Angelo, que me convidou para uma visita à estação ao lado de um oficial do departamento de Tráfico de Seres Humanos.

Para minha surpresa, quando eu perguntei o oficial quando foi o último caso que tratou de uma criança ou vendendo-se para o sexo ou que estão sendo vendidos por um adulto para o sexo, ele não podia se lembrar, porque foi muito tempo atrás.

Major Angelo acrescentou: “Nós estamos levando a questão de fãs à procura de sexo com crianças muito a sério.

“Criámos uma linha de apoio e irá responder a todas as chamadas e procurar evidências.”

Mas, por mais genuínas intenções do chefe poderia ser, era evidente que ele e os policiais brasileiros não têm idéia de como lidar com o problema.

No entanto, uma operação de vigilância simples mais de uma semana que renderá muitos criminosos sexuais da criança e permitir que as crianças a ser resgatado.

Polícia no Reino Unido estará trabalhando com as autoridades brasileiras para impedir conhecidos agressores sexuais de crianças que vêm dentro

A caridade Criança Feliz, criada para cuidar de crianças que ficam grávidas por vender-se para o sexo, lançou uma campanha de alerta para os fãs da Copa do Mundo, que inclui pulseiras para as crianças.

Diretor Sarah de Carvalho MBE disse: “Estamos muito preocupados com o afluxo de fãs.

“Nós sabemos que com grandes eventos esportivos que crianças vulneráveis ​​estão em risco de serem explorados sexualmente.

Nosso É uma campanha Penalty foi criado para sensibilizar os fãs de futebol que, se eles se envolvem em exploração sexual com uma criança com idade entre 17 anos ou menos que eles poderiam enfrentar um processo no Brasil e seu país de origem. “

Uma menina ajudado pela caridade, Erica, me disse: “Logo após meu nascimento me foi dada por minha mãe prostituta a um amigo.

“Esse amigo era dono de um bordel e cuidou de mim até que eu tinha 10 anos.

 

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Homeless: Uma prostituta garota compartilha um colchão na rua

  

“O amigo então me disse que era hora de eu ganhar o meu próprio dinheiro e pagar o que foi gasto em mim por tantos anos.

“Eu tive que trabalhar no bordel e eu tinha que ter relações sexuais com homens de visita.”

Ela fugiu e passou os próximos dois anos, nas ruas e em abrigos, cada vez fugindo depois de ter sido abusada sexualmente ou espancados.

De 13 anos, ela conheceu um homem de 24 anos de idade e foi morar com ele.

Ela ficou grávida e ele a deixou, por isso, mais uma vez ela estava nas ruas.

Criança Feliz entrou em cena e ela agora tem um futuro esperançoso. Menino da menina está previsto para agosto eo berço ao lado da cama está pronta.

Mas existem milhares de outros cujo único futuro é a venda de seus corpos.

Estive em muitos países expondo ou identificando a exploração sexual, mas a abertura do abuso na cidade-sede da Copa do Mundo é chocante.

Qual seria surpreendente é que os muitos milhões que irá sintonizar a assistir a Copano conforto de suas salas poderia poupar um pensamento para as crianças cujas vidas estão sendo arruinadas.

Eu, pessoalmente, estar escrevendo para o Brasil do presidente e chefe de polícia para lhes apresentar a minha prova e chamar a atenção urgente para este abuso horrível.

 

( primeiramente eu usei o GOOGLE  tradutor, pra traduzir a página, mas  da pra vcs terem a ideia do que vai ser esta zona toda, na duvida conforme isso com um professor (a) de inglês, mas é claro que todos la fora sabem disso, não é segredo, mania do BRASIL em esconder coisas que o mundo todo já sabe.

e não adianta falar que estão de olho, que a pedofilia é combatida, que mané combatida o que , com a bola rolando todos vão ver outra coisa ? )