de menor pilantra estraga festa de sexo entre inspetor de alunos e faxineira em escola do RJ

RIO — Um inspetor de alunos e uma faxineira foram afastados de suas funções após serem flagrados fazendo sexo na secretaria da Escola Municipal Quintino Bocaiúva, na zona norte do Rio de Janeiro. 

O vídeo com as cenas foi encontrado em um pen drive por um estudante, que divulgou o conteúdo nas redes socais. 

O caso ganhou repercussão entre os pais dos alunos, que fizeram um protesto na tarde desta segunda-feira (2). 

Em nota, a Secretaria municipal de Educação informou que foi aberta uma sindicância pela 5ª Coordenadoria Regional de Educação para apurar o caso. 

A nota diz ainda que o fato filmado ocorreu fora do horário escolar e que o funcionário foi afastado de suas funções na unidade. 

“A secretaria ressalta que não admite este tipo de conduta inadequada por parte dos nossos funcionários.” 

Segundo a Comlurb, que havia cedido a funcionária à escola, a gari já foi afastada, e todas as providências, de acordo com as regras trabalhistas, serão tomadas. 

“Esse comportamento está totalmente em desacordo com as normas da Comlurb”, de acordo com a nota enviada pela assessoria de imprensa do órgão municipal.   

( de menor é uma peste mesmo, quando faz sexo com alguém maiod e idade se vangloria, faz vídeo e divulga pra todos que transou, ai a pessoa vai presa e 9o infeliz é visto como herói da turma.

agora resolve estragar a alegria dos outros, achou o pen drive, mas ao invés de guardar pra si , divulga pro mundo,isso depois de bater uma bronha certamente vai saber.


boca aberta, X-9, custava ter ficado quieto ? mas não tem de abrir a boca pra todos, praga.

e vc meu amigo, ta doido procurando o vídeo né ? calma que o titio NEJÃO trouxe pra vc curte ai   http://www.mallandrinhas.net/2013/09/funcionarios-flagrados-fazendo-sexo-em.html   , mas i piór é que não tem sexo, somente amassos.)

menino chamado de FÉLIX vai mudar de escola, e ai ? fica só nisso ?

  • O personagem Félix é interpretado por Mateus Solano na novela 'Amor à Vida', da Rede GloboO personagem Félix é interpretado por Mateus Solano na novela ‘Amor à Vida’, da Rede Globo

A mãe do menino de 11 anos que foi comparado, por uma professora de geografia, ao personagem homossexual Félix da novela “Amor à Vida”, resolveu tirá-lo da escola para evitar que ele seja hostilizado por colegas.

O estudante estava matriculado na Escola Estadual Professora Juracy Neves de Mello Ferracciú, no bairro Noiva da Colina, em Piracicaba. O menor não foi à aula hoje e não deve retornar à instituição de ensino.

De acordo com a mãe do menino, após o registro da ocorrência, o menino chegou a ir para a escola, na quinta-feira (8), mas voltou a ser hostilizado pelos colegas e não conseguiu permanecer na escola até o fim das aulas. “Ele pediu para que me ligassem para buscá-lo. Estava triste, chorando. Não posso deixar que ele fique em um lugar assim”, contou a mãe.

A mãe ainda disse que o menino passou por um trauma muito grande há cinco anos quando perdeu o pai. “Ele já tem isso muito forte, e agora ainda teve essa questão. Ele está traumatizado, e vou buscar uma nova escola para protegê-lo. Essa questão do Félix tomou uma proporção imensa, inclusive com os alunos do período da manhã comentando”, contou.

Caso

O menor estuda na quinta série do ensino fundamental. A professora de geografia comparou o menor a ao personagem Félix na quarta-feira (7), e a mãe registrou, na mesma data, um boletim de ocorrência por injúria. Se condenada, a professora, identificada apenas como Gislane, poderá ser presa por até um ano, além de pagar multa.

Segundo versão registrada na denúncia da mãe, ao chegar para buscar o filho na escola, foi informada que ele já tinha ido para casa. A mãe encontrou o garoto em casa chorando por causa da comparação da professora, que comentou em sala que ele estava parecendo com um personagem de novela, sem revelar, contudo, qual era.

Depois, o garoto foi satirizado por colegas de sala, que afirmaram que o personagem seria Félix. A professora confirmou que se referia ao personagem de “Amor à Vida” e o garoto teria então começado a chorar.

De acordo com o relato do garoto, a professora pediu desculpas e falou que tudo se tratava de uma brincadeira, que ele não precisava ficar triste. Na saída da escola, ele teria sido novamente hostilizado por colegas, que passaram a chamá-lo de Félix. A mãe relata ainda ter procurado a coordenação da escola, que tentou, na versão dela, defender a conduta da professora ao invés de tentar resolver o problema.

Ações

A mãe revelou, ainda, que a mudança de escola não fará com que ela retire a denúncia e que vai buscar a punição da professora. “Uma palavra pode acabar com a vida de uma pessoa, e essa professora não pode agir assim. Botar panos quentes é fácil, mas não é o que quero. Quero que ela dê a aula dela, ensine o que tem que ensinar, não comente sobre o visual dos seus alunos”, disse a mãe.

A reportagem tentou falar com a direção da escola, mas foi informada por telefone que ninguém da instituição estava autorizado a falar sobre o caso. A Diretoria de Ensino de Piracicaba reiterou que lamenta o ocorrido e que haverá, na segunda-feira, uma reunião entre a mãe, a professora e a diretora da escola para tentar resolver o caso.( primeiramente é sinal que a molecada assiste a novela da GLOBOSTA.

isso ai vem de casa onde os pais ensinam a criança que homossexualismo é aberração, coisa errada e tem de ser combatida, ai a criança carrega o preconceito com ela, apenas trocar de escola não resolve, isso é a falta de educação que o BRASIL sofre, onde preconceitos, circulam livremente entre o povo.

e chamar uma menina de VALDIRENE, sai tiro ?)

aluno atiram em outros dois em SANTA LUZIA (MG)

As câmeras do circuito interno de TV da Escola Estadual Ephigênia de Jesus Werneck, emSanta Luzia MG, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, flagraram o momento em que um estudante dispara contra dois colegas. O crime aconteceu na manhã desta quinta-feira (4).

Dois alunos de 15 e 16 anos, do 9º ano do Ensino Fundamental, foram baleados, mas sem gravidade. O suspeito dos disparos é um jovem de 19 anos, que cursa o 1º ano do Ensino Médio na mesma escola, e alega ser vítima de bullying.

O estudante Alexandre Esteves dos Santos, de 19 anos, estava dentro da escola e esperou o colega, que seria o praticante do bullying contra ele, na escada. Quando o adolescente de 15 anos passa, a imagem mostra Alexandre disparar uma arma. O garoto é atingido quando estava de costas para o suspeito.
Depois, outra câmera mostra os dois em um corredor. O atingido pelo tiro fica com uma mão no ombro, onde está o ferimento. O suspeito aparece andando atrás. Então, Alexandre para, parecendo confuso, e guarda a arma dentro da mochila. Instantes depois, o adolescente baleado passa mais uma vez pelo mesmo corredor, em sentido contrário, e é novamente perseguido. O suspeito armado atira mais vezes, e os alunos entram em pânico.
Em alguns destes disparos, o tiro atinge no abdome um outro garoto, de 16 anos e que nada  tinha a ver com o desentendimento. Agostinho de Souza, pai do estudante, disse que o filho contou que o suposto agressor pediu desculpas por tê-lo atingido. Alexandre contou ao filho de Agostinho que ele não era o alvo.
Uma aluna que não quis se identificar disse o barulho dos disparos parecia uma bomba garrafão. “De repente, começou mais tiros. Foi ‘que’ nós olhamos pela janela. Eu já vi dois alunos correndo ensanguentados, pularam o muro correndo, e vi o menino que atirou correndo, né, com a arma na mão e atirando”, contou.
A Polícia Militar disse que foram cinco disparos. Segundo o tenente Rodrigo Lima Ferreira, o suspeito vinha sofrendo agressões. “Ele é portador de necessidades especiais. Ele estava sofrendo aí agressões e o pessoal também chamando ele, na escola, de gordo”, afirmou.
A arma, de acordo com a polícia, pertence a um policial que é tio de Alexandre. O rapaz foi preso em casa e, conforme a polícia, assumiu o crime. Um revólver calibre 38 foi apreendido. A escola não tem detector de metais.

De acordo com a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), os dois feridos passam bem. O adolescente de 16 anos, que foi baleado no abdome, não precisou ser submetido a cirurgia. O aluno de 15 anos, que seria o alvo dos disparos, foi operado no Hospital de Pronto-Socorro João XXIII. Ele teve uma fratura exposta no ombro e perdeu um pedaço de uma orelha, atingidos pelos disparos. A família do estudante disse, por meio da assessoria de imprensa da Fhemig, que não vai falar sobre o caso.
O advogado do suspeito de fazer os disparos disse que a família não vai comentar o assunto por enquanto.
A escola não funcionou na parte da manhã, mas as atividades foram retomadas durante à tarde.
A Polícia Civil diz que vai apurar a denúncia de bullying, que teria sofrido Alexandre dos Santos, e os disparos dentro da escola. O delegado não divulgou detalhes da investigação.( com certeza hj ele não é mais o , gordo da escola né ? agora é louco.

se tivesse matado os dois seria monstro , assassino, pois é todo mundo pisoteia, ai quando a pessoa vira bicho.

e o tio do cara que é policial,deveria saber melhor guardar sua arma, isso não é brinquedo pra deixar em qualquer lugar.)

sala de aula em MARÍLIA vira octógono de MMA

Alunos da 8ª série da Escola Estadual Gabriel Monteiro brigaram dentro de uma sala de aula nesta quarta-feira (31), em Marília, SP. As imagens foram feitas por um estudante usando um celular.

As agressões, inicialmente, são entre dois estudantes. Mas a confusão ficou generalizada e várias pessoas participaram da briga. Um aluno contou que entre os envolvidos estavam estudantes de outra classe, que teriam invadido o local.

De acordo com o jovem, a briga teria começado depois de troca de ofensas entre uma aluna e outro rapaz. Em seguida, a pancadaria tomou conta da sala da aula onde estavam cerca de 20 alunos. Dois deles caíram no chão e um foi espancado com socos e chutes. Uma professora teria tentado apartar a briga. A Polícia Militar foi acionada para conter a confusão. De acordo com o comando da corporação foi preciso usar gás de pimenta para evitar a aproximação de alunos contra o rapaz que levou a maior parte das agressões.

Além disso, alguns estudantes foram levados à delegacia para registrar um boletim de ocorrência. Um objeto chegou a ser atirado contra o carro da polícia pelos alunos, mas não danificou a lataria. Apesar da violência, os envolvidos não precisaram ser levados ao hospital. 

A Secretaria de Educação do Estado lamenta a agressão e afirma que a professora teria tentado impedir a briga. Na próxima semana, o conselho da escola irá decidir quais medidas disciplinares serão adotadas de acordo com o regimento escolar( e ai ninguém mais tem o controle, se não separam tinham matado o cara, policia não tem controle, vcs viram o caso do policial sendo chamado de coxinha, se não viram vejam ai abaixo no blog.

e assim caminha o BRASIL, com o famigerado di menor, professores estressados, a geração de novos bárbaros sendo criada de qualquer jeito gerando tudo isso ai.)

estão botando chip em alunos de escola no DF

Há uma semana, um chip tem mudado a rotina dos 42 alunos do 1º ano do Centro de Ensino Médio 414, em Samambaia (DF).  A turma do 1º B se tornou o centro das atenções na escola ao participar dos testes de um sistema de controle eletrônico de frequência que avisa professores, direção e pais sobre atrasos e tentativas dos alunos escaparem das aulas. 

Bruno Marques, responsável pelo sistema, diz que o chip é à prova de alguns tipos de tentativas de trapaças. “Se o aluno deixar o uniforme para outro colega trazer na mochila, o sistema vai detectar a entrada dos dois no mesmo momento. Se isso acontecer constantemente, a direção da escola pode investigar o que acontece”, explica. O chip “dedo-duro” é colocado no uniforme dos alunos. Toda vez que o estudante passa pelo portão de entrada da escola, um sensor registra a presença no computador da escola e avisa os responsáveis por meio de mensagem de celular. O sistema, que detecta a presença por ondas de radiofrequência, também registra o horário de saída da escola.

A diretora da escola, Remísia Tavares, conta que a ideia de testar a tecnologia se deu por causa do alto índice de evasão de alunos no meio das aulas. “Acontece de uma aula começar com 40 alunos e no final da tarde, a sala estar com 15, 20. Tentamos outras formas de controle das faltas, mas não deu certo”, diz a diretora, que entrou em contato com a empresa do chip após ver uma reportagem a implantação do sistema em Vitória da Conquista (BA).
Com uma semana de testes, a diretora diz que ainda não é possível ver se o uso da tecnologia deu resultado. “O furor que a novidade trouxe fez com que os alunos ficassem bastante tempo fora da aula”, diz Remísia. Além do fator novidade, cinco uniformes com chip acabaram dando defeito.
Para a escola, será possível avaliar os resultados após o fim do ano letivo. Até lá o chip será testado gratuitamente. Caso a ideia pegue, os custos serão de R$ 16 mensais para cada aluno. Isso acarretaria em um gasto de cerca 28.800 reais todos os meses, já que o CEM 414 conta com, aproximadamente, 1.800 estudantes. “Teríamos que ver se os custos seriam pagos pelos pais. É possível que façamos uma reunião no início do ano que vem para apresentar os resultados e debater”, diz a diretora.

Escola do DF testa sistema de chip em uniformes

 
Divergências entre alunos e professores
A decisão sobre a implementação do chip só sairá no início do ano que vem. Mas se depender dos alunos do CEM 414, a tecnologia não passará da fase de testes. De acordo com uma professora da escola (que não quis se identificar), há alunos com medo de o sistema ser implantado: “Eles dizem que vão ser manipulados pelos pais”.
Entre os alunos da turma que testa a tecnologia, há os que não queriam o chip, mas aceitaram por questões de segurança e os que não concordam de forma nenhuma com a ideia.
Rafael Aguiar, pertencente à “turma do fundão” do 1º B, diz ser contra o uso do sistema na escola: “Tem coisas mais importantes para se preocupar aqui. A gente não tem quadra coberta e ficam falando de chip”. Ele foi um dos cinco alunos que tiveram problemas com o sistema. Com um sorriso no rosto e o chip na mão, ele explica: “Caiu da camiseta, né”.
Os representantes da turma Jéferson Alves e Bárbara Coelho são indiferentes em relação ao uso da tecnologia. “Para mim não faz diferença mesmo. Só uma vez na vida não fiquei na aula”, diz Jéferson. Bárbara diz, que pela questão da segurança, o chip pode ser bom: “Os pais vão saber que a gente chegou bem à escola. Apesar de que semana passada fui assaltada a caminho de casa e ter chip não faria diferença”. 
Entre as outras turmas da escola, o sistema tem sido visto como “desnecessário”. “Aqui não tem auditório, quadra de esportes e falta professor. Aí vai gastar dinheiro com chip”, diz o aluno Juan Cavalcanti, do 3º ano da escola. Outra aluna do 3º ano, que não se identificou, diz que “não está se sentindo confortável com o sistema”.
Ao contrário dos alunos, os professores estão animados com a novidade. “Não se trata apenas de controle. Ao receber as mensagens por SMS, os pais vão estar mais participativos. E mais tranquilos”, diz a diretora Remísia Tavares.
A supervisora pedagógica da escola Leila Souza ressalta que a medida deve ajudar a desafogar as linhas telefônicas da escola: “Há muito pais que ligam para saber se os filhos chegaram à escola. Com o aviso automático, esse número de telefonemas diminuiria”. 
O embate de opiniões entre professores e alunos é considerado normal por Quézia Bombonatto, presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia: “Quando a tecnologia convém [para os adolescentes], serve. Mas quando é usada para controle, há protestos. Isso já aconteceu no caso das câmeras de segurança nas escolas”. Ela ressalta que há uma tendência de uso de tecnologia para o ensino. “Não dá para ir contra a maré”, diz.
Já a Secretaria de Educação do Distrito Federal ainda não se posicionou a respeito do uso do sistema. Por meio de nota, o órgão afirma que “não foi avisado sobre os testes e que está estudando outros projetos similares”. A SEDF diz que se os resultados do sistema da CEM 414 forem positivos, há possibilidade de o sistema ser implementado em todas as escolas do Distrito Federal( câmeras espalhadas por tudo quanto é lugar, os pais presentes fiscalizando a escola até nos arredores, e o aluno o dia todo, desde a  manhã até a tarde já ajudaria bastante.
a educação começa em casa, pois assim não precisariam chegar a este ponto, pelo jeito como já foi querem botar chip nas pessoas a começar pelos jovens.) 

ISADORA FABER 13 aninhos , aponta precariedades da escola e vai para a delegacia

Alvarélio Kurossu/Agência RBS

esclarecimentos na 8ª Delegacia de Polícia sobre um dos textos publicados em seu blog Diário de Classe, no qual expõe as mazelas da escola pública onde cursa o 7º ano do ensino fundamental, o delegado Marcos Alessandro Vieira Assad anunciou na quarta-feira (19) que vai encaminhar para a Delegacia da Criança e do Adolescente a denúncia de calúnia e difamação contra Isadora, apresentada pela professora de português da estudante, por meio de um boletim de ocorrência.

De acordo com o delegado, a denúncia surgiu depois que a estudante escreveu no blog que se sentiu perseguida e humilhada pela professora. Em uma das aulas, a professora levou três assuntos para serem abordados pelos alunos. Entre eles, estava o tema “internet e eleição”. Isadora entendeu que a escolha desse assunto era uma retaliação direta à criação do blog.

“A estudante, então, resolveu desabafar no Facebook. O post recebeu vários comentários dos internautas, que em alguns casos teriam usado expressões consideradas ofensivas em relação à professora”, afirmou o delegado.

O depoimento de Isadora veio à tona também pela rede social. “Nunca tinha entrado numa delegacia antes, mas todos me trataram muito bem. Estranhei, pois para mim o assunto já estava encerrado desde o início do mês, quando ela me pediu desculpas e eu aceitei e publiquei. Como vocês podem ver, não é fácil manter o blog no ar.” A divulgação do depoimento gerou mais de 3.000 comentários na página. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

HISTÓRICO

A página do Facebook criada por Isadora, chamada “Diário de Classe”, se tornou conhecida em todo o país com relatos dos problemas na Escola Municipal Maria Tomázia Coelho. Após a repercussão do caso, o colégio começou a receber reformasUm professor de matemática, criticado no blog da estudante, foi demitido.

Mais de 270 mil pessoas já “curtiram” a página na rede social. ( a menina critica as mazelas da escola e é criticada ? pois é agora ela ta famosa, antes tivessem ficado calados né professora ?veja a entrevista dela no programa do DANILO GENTILI)

câmera de segurança em banheiro de escola, não agrada mãe de aluna

A instalação de câmeras de segurança na escola municipal Sebastiana Cobra, em São José dos Campos (SP), vem causando polêmica entre pais e alunos. Na próxima segunda-feira (9), Kátia Maria Monteiro, mãe de uma das alunas, deverá apresentar uma queixa formal no Ministério Público contra a instituição. Os equipamentos, que foram instalados no mês de março, fiscalizam 16 pontos da escola, inclusive os banheiros utilizados pelos estudantes.

De acordo com a Secretaria de Educação (segundo o vídeo da Record News), as câmeras foram instaladas com o consentimento dos pais. Leia mais notícias do R7 Kátia, no entanto, afirma que quando foi decidida a instalação dos aparelhos na reunião de pais, não foi dito nada que especificasse uma câmera dentro do banheiro. Kátia diz acreditar que trata-se de uma invasão de privacidade, e que questionou a escola sobre quem teria acesso ao monitor central das câmeras. Confira também Alunos devem ganhar bicicletas de bambu … – Quem me garante que nenhum homem vai olhar o monitor que verifica o banheiro das meninas?

De acordo com a secretaria, as câmeras são fixas e registram apenas a entrada do sanitário. Outro lado A Secretaria de Educação de São José dos Campos informou que vai esperar o comunicado oficial do Ministério Público para tomar uma decisão. Com relação às câmeras, a assessoria de imprensa disse que a secretaria tentou negociar com a escola um banheiro separado para que as alunas não se sentissem constrangidas, mas Katia não teria aceitado.

 Sobre a decisão de colocar as câmeras, a assessoria informou que foi uma escolha da escola com o consentimento dos pais e que a diretoria recolheu uma lista com 350 assinaturas de pais. Destes, apenas seis não quiseram aprovar a medida, e apenas Kátia fez a reclamação. Afirma também que as câmeras foram um pedido dos pais para evitar deterioração e atos de violência e bullying em todo o espaço escolar, e que o equipamento instalado no banheiro filma apenas a área comum e não invade a privacidade dos alunos. ( avisa esta senhora, que se algo aconteçer com a filha dela dentro do banheiro, depois não adianta berrar em frente a cãmeras de tv gritando justiça.

a câmera, não vai mostrar aluno(a) cagando ou mijando, é para prevenir violência, é sempre assim, sempre apareçe alguém do contra, por causa de frescura de garota.)  http://noticias.r7.com/vestibular-e-concursos/noticias/mae-de-aluna-deve-entrar-com-denuncia-no-ministerio-publico-apos-escola-instalar-cameras-em-banheiros-20120407.html  veja no link o video sobre a matéria

professora e aluno pegos no banheiro da escola nos EUA, fazendo nhec nhec

 

Professora acusada de fazer sexo com aluno
Professora acusada de fazer sexo com aluno Foto: Reprodução

 

Uma professora de educação física e seu aluno de 17 anos foram pegos no flagra fazendo sexo no banheiro de uma escola em Basalt, no Colorado, Estados Unidos. Lauren Redfern, de 26 anos, e o menor foram vistos pelo diretor de Esportes do colégio. A mulher é ex-aluna e ex-atleta do time de basquete da instituição.
A professora Lauren Redfern
A professora Lauren Redfern Foto: Reprodução
 
Segundo reportagem do jornal Daily Mail, o romance entre os dois começou em outubro do ano passado. O mais curioso da história é que, de acordo com as leis estaduais do Colorado, uma pessoa de 17 anos pode ter relações sexuais com adultos de qualquer idade, desde que seja consensual. No entanto, o adulto não pode ser considerado uma “pessoa de confiança” do menor. “Pessoa de confiança é qualquer pessoa que é responsável por determinados tipos de cuidados com a outra, o que aplica-se a professores”, explica o xerife do condado, Mike McWilliam. Se condenada, Lauren pode pegar entre quatro e 16 anos de prisão.
A escola de Basalt, no Colorado
A escola de Basalt, no Colorado Foto: Reprodução 
O banheiro da escola
O banheiro da escola Foto: Reprodução
Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/mundo/professora-aluno-de-17-anos-sao-pegos-fazendo-sexo-no-banheiro-de-escola-nos-eua-4009558.html#ixzz1mpyqaTGg ( deixa ver se eu entendi, se o cara estivesse fazendo sexo com uma pessoa desconhecida até dele mesmo ai tudo bem ? e se fosse uma psicopata assassina ? não pode ser uma pessoa conhecida do (ridiculo) de menor ?

menor em que ? aposto que o intrumento dele não é menor ou o caso não duraria desde outubro, o diretor um baitola, poderia ter feito chantagem e tb traçar a gostosa em troca de silêncio.

pq ela tem de ser presa ? , o rapaz ganha moral na escola e na cidade e só ela vai pra cadeia ? pais de bosta e ainda quer mandar nos outros FUCK YOU EUA.)

garota de 12 anos alcoolizada em frente a escola

este aviso vc encontra em todo lugar não é ? mas diz ai, esta porcaria adianta alguma coisa ? isso ai é pra gastar dinheiro a toa e enganar o povo trouxa que acreddita em medidas paliativas que mais enganam vc do que quer resolver.

vejam esta caso abaixo ai no vídeo e pense, tá adiantando algo ?

quer beber, se drogar, repito mil vezes, liberem alcool e drogas fora das cidades, ai cada um se mate a vontade, pois ninguém quer realmente combater o problema, pq ele da lucro politico e monetário.

estado x ensino domiciliar.

O professor de História da Educação, Luiz Carlos Faria da Silva, não aprovou os métodos da escola particular que escolheu para os filhos. Depois de dois anos de tentativa, resolveu tirá-los de lá, mas não procurou nenhuma outra instituição. “Quando você muda de colégio, escolhe a faixa de gasto e o nível social dos colegas, o restante é tudo igual”, diz o pedagogo que aderiu ao ensino domiciliar – o homeschooling norte-americano, proibido no Brasil.

Pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), os pais têm obrigação de matricular os filhos na escola, mas há um grupo de famílias brasileiras convictas de que vale a pena infringir esta lei. “Cerca de 400”, diz o pesquisador Fabio Schebella, diretor da Associação Nacional de Ensino Domiciliar (Aned). “O número não é preciso principalmente porque a maioria não quer se expor”, afirma.

 

Foto: Arquivo pessoal Ampliar

Julia, 11 anos, e Lucas, 13, não vão à escola há três anos e têm os pais como professores em casa

As razões alegadas para eliminar a escola da vida das crianças vão da falta de qualidade do ensino regular à preservação da educação moral dada em casa. Alguns pais defendem ainda que o sistema educacional limita a capacidade do ser humano de aprender.

“As pessoas não precisam que alguém ensine para aprender. Esse é um mito que vira verdade depois de anos na escola”, diz o designer Cleber Nunes, que educou em casa os dois filhos mais velhos, hoje com 17 e 18 anos, e agora ensina a caçula, de 4 anos. “A escola torna as pessoas dependentes. A criança nasce aprendendo o tempo todo, até que aparecem os pais delimitando e depois a escola em larga escala.”

O caso dele é uma das brigas judiciais mais emblemático. Autodidata, se convenceu de que precisava ensinar os filhos a buscar conhecimentos sozinhos, mas por obrigação chegou a matriculá-los em uma escola em Thimóteo, cidade mineira onde morava. Até que conheceu o homeschooling norte-americano.

A escola torna as pessoas dependentes. A criança nasce aprendendo o tempo todo, até que aparecem os pais delimitando e depois a escola em larga escala”

Pesquisou tudo sobre o assunto durante quase dois anos. Viajou para os Estados Unidos, comprou material, convenceu a mulher, formada em magistério, e tirou os filhos da escola quando estavam na 5ª e 6ª série. “Até meus amigos falavam que eu ia ser preso”, conta.

Denunciado pelo Conselho Tutelar, foi processado pelo Ministério Público em 2005 e desde então é um fora da lei. Tentou argumentar que os filhos estavam aprendendo, mas não foi ouvido. Depois de quase dois anos, inscreveu os dois meninos, então com 12 e 13 anos, no vestibular de Direito da Faculdade de Ipatinga para chamar atenção. Os meninos foram aprovados em 7º e 13º lugar, mas não convenceram o juiz, que multou Cleber em 12 salários mínimos. “Aí eu percebi que era uma questão ideológica e não haveria bom senso, mas apenas preocupação em cumprir o que estava no papel”, conta.

 

Foto: Carolina Cimenti Ampliar

Mãe adepta do homeschooling nos Estados Unidos

A multa nunca foi paga e Cleber perdeu também um processo criminal. Neste ano, os meninos fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que além de servir como instrumento de acesso à universidade, dá direito à certificação de conclusão da etapa de ensino. “Pode ser que façam faculdade, mas os dois já são webdesingers e podem optar pelo empreendedorismo.”

Sem bolsa família

Por conta de históricos como este, a maioria das famílias que decide pela educação domiciliar evita se expor. No Rio de Janeiro, Sergio e Fluvia Pereira, pais de cinco crianças, três em idade escolar, ensinam os filhos sozinhos. Ela é dona de casa e ele tem um comércio de doces em frente à casa em Senador Camará. Pediram à reportagem para que não fossem divulgadas imagens da família.

Para os dois, a escola municipal do bairro não melhorou o aprendizado dos filhos nos últimos seis anos. Pior, atrapalhou a educação que davam em casa. “Tivemos que matricular cada um aos 7 anos, mesmo já tendo ensinado a ler e escrever. Depois de três anos, as crianças estavam jogando papel no chão dentro de casa. Nunca fariam isso antes”, afirma Sérgio.

Após tomar contato com outras famílias e a Aned, eles cancelaram a matrícula das crianças no último mês de junho. Antes mesmo que fossem denunciados, procuraram o Ministério Público e expuseram suas razões. A decisão incluiu abrir mão de R$ 150 do Bolsa Família e R$ 146 do Cartão Carioca, programas assistenciais do governo federal e do Rio de Janeiro que atrelam o pagamento à assiduidade das crianças às aulas.

Segundo Fluvia, o dinheiro que deixou de receber representava cerca de um quarto da renda total da casa. “Mas é pelo futuro deles. Compramos livros e estou todos os dias retomando a matéria. Na escola, eles passavam dias e horas sem nenhuma atenção.” O Ministério Público ainda não decidiu se aceita a proposta da família.

Rigidez moral

Apesar de uma proposta para formalizar o ensino domiciliar ter recebido parecer negativo na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados no mês passado, há casos bem sucedidos. O professor universitário de Maringá, que abre esta reportagem, conseguiu acordo com a Justiça.

 

Logo que desistiu da escola cristã escolhida criteriosamente, ele a mulher, professora de piano formada em pedagogia, foram denunciados ao Conselho Tutelar e sofreram processo do Ministério Público. Chegaram a matricular Lucas e Julia, hoje com 13 e 11 anos, em uma escola pública só por obrigação, planejando ensinar o que queriam em casa, mas segundo Silva “não duraram dois meses”. “Disse para a promotoria que não ia deixar meus filhos em escola onde criança sobe em cima da mesa e abaixa as calças”, conta.

Em casa, os filhos assistem a televisão no máximo meia hora por dia e aprendem que devem ser obedientes. “Hoje em dia, as crianças querem escolher tudo, o que vestir, o que comer, quem sabe o que é melhor para eles é a família”, diz Silva.

Se você leva para a escola perde o controle da formação dos seus filhos”

O casal se responsabilizou por a ensinar em casa o conteúdo que domina e contratou professores particulares de matemática e inglês. A Justiça aceitou mediante avaliação periódica aplicada em uma escola pública. O método já funciona há três anos. “Se você leva para a escola perde o controle da formação dos seus filhos”, diz Silva, que já completou três anos de ensino domiciliar com os filhos, Lucas, de 13 anos, e Julia, de 11 anos.

O professor que dá aula de História da Educação e Filosofia conta que mesmo os colegas da Universidade Estadual de Maringá não o compreendem. “Existe um pensamento hegemônico de que o melhor é esta cultura praticada pelas escolas. As pessoas que foram ao Congresso Nacional também acham que precisa socializar, mas um dia a sociedade brasileira vai aceitar que é direito dos pais escolher a educação que quer para os filhos.”

QUESTÃO LEGAL
Pela Constituição brasileira é dever do Estado e dos pais ou responsáveis garantir o ensino regular às crianças e AOS adolescentes de 4 a 17 anos. O Estatuto da Criança e do Adolescente reforça a obrigatoriedade
pARA A ASSOCIAÇÃO nACIONAL DE ENSINO DOMICILIAR, TRATA-SE DE UMA OMISSÃO DA MODALIDADE, PARA A jUSTIÇA TRATA-SE DE PROIBIÇÃO
eM 19 DE OUTUBRO A COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DA cÂMARA DOS DEPUTADOS REJEITOU UMA PROPOSTA DE 2008 QUE AUTORIZAVA A EDUCAÇÃO DOMICILIAR. oUTRA PROPOSTA, A pec 444, QUE PEDE A INCLUSÃO DO TERMO NA CONSTITUIÇÃO, FOI ACEITA PELA COMISSÃO  DE jUSTIÇA EM AGOSTO
 
( o objetivo do estado , é não  perder o controle sobre estas pessoas que seriam ensinadas em casa, os dominantes, a burguesia tem medo desta gente formada fora da escola, pois não seriam manipulados por quem detem o poder econômico, por isso que é proibido este estilo de ensinar em casa.)