policia baixa sarrafo em estudantes no PARANÁ.

A Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), em Foz do Iguaçu, no Paraná pediu oficialmente que a Polícia Militar apure excesso de violência contra seus alunos na madrugada de domingo, dia 3. Gravações de circuito interno de uma moradia estudantil da instituição mostram policiais usando força para deter oito estudantes. Foram usados cacetetes, socos e puxões de cabelo.

A Polícia Militar afirma que recebeu o chamado de barulho alto na moradia alugada pela universidade. Segundo os estudantes, um aniversário era comemorado. Os policiais parados na porta do local, a meia-noite, como mostra o relógio da câmera, queriam que o responsável se apresentasse. Um deles chegou a desviar a câmera, que foi recolocada no lugar. Após alguns minutos de recusa dos estudantes a apresentar responsáveis, eles invadem o prédio e retiram sete rapazes e uma mulher do local. A maioria à força.

Os estudantes foram liberados durante a madrugada e o dia seguinte após dar depoimento. O compando da polícia defendeu o procedimento. Em nota, a Unila diz que solicitou à Corregedoria da Polícia Militar que fosse aberto procedimento disciplinar. “A Unila se sente na obrigação, enquanto instituição federal de ensino, de se posicionar veementemente contra os excessos cometidos pelos policiais militares no exercício de suas funções.”

O estudante de Cinema e Audiovídeo, Ary Neto, de 28 anos, estava no local e diz que havia cerca de 40 pessoas. A maioria residentes e cerca de 15 convidados de outros prédios. “O som alto de que reclamaram era duas caixinhas de computador ligadas em um mp3”, comentou. “Os polícias já chegaram com a intenção de usar a violência, como dá para perceber pelas câmeras.( mas tb deveria terem visto antes se o som incomodava , querem fazer festa com baderna , fizessem num lugar afastado então.

e claro que a policia estressada, mal paga vai cometer excessos, mas deveria saber que estudante tb paga imposto, que é remetido ao salário do policial.)

tarados di menor de SOROCABA, impunidade geral

 


A Delegacia da Infância e Juventude (Diju) identificou e ouviu esta semana sete adolescentes acusados de estuprar uma outra adolescente, de 13 anos, em bairro da zona oeste de Sorocaba. Os sete são estudantes e têm idade entre 12 e 14 anos. A adolescente teria sido estuprada duas vezes, na segunda e quarta-feira da semana passada.

O delegado José Augusto de Barros Pupin coordena duas investigações de estupro de vulnerável em Sorocaba praticados por grupos de adolescentes. Além do ocorrido na zona oeste há outro, na zona norte, em que uma garota de 12 teria sido estuprada por cinco rapazes em dezembro. Eles teriam gravado imagens da violência sexual e ameaçado divulgar para a família da vítima não denunciar o caso à polícia. A investigação dos estupros contra a mesma vítima no bairro da zona oeste encontrou contradições nos depoimentos, segundo o delegado. De acordo com ele, a versão da vítima diverge da dos acusados. Por isso, ela deverá ser ouvida novamente. Pupin preferiu não mencionar quais são as contradições a fim de não prejudicar o andamento do inquérito.

A garota teria sido obrigada a fazer sexo oral com três dos adolescentes, no dia 5. Com um deles mantinha contato maior, conversando pela internet. Dois dias depois teria sido violentada por seis. Dois acusados do primeiro estupro são apontados como participantes do segundo, por isso o total de sete. Dessa maneira, um deles só teria participado do primeiro estupro. Os acusados são estudantes, mas não da mesma escola. O delegado explica que ainda não é possível definir a participação de cada um nos dois atos infracionais de estupro. Conforme for o resultado do inquérito, a Justiça poderá decidir pela internação na Fundação Casa ou outro tipo de medida socioeducativa.

O outro caso de estupro de vulnerável, que teria ocorrido em dezembro na zona norte, chegou hoje à Diju para investigação. A mãe da vítima procurou a polícia na semana passada. Os cinco adolescentes também são estudantes e da mesma escola que a garota. Segundo Pupin, a vítima e a mãe devem ser ouvidas na Diju semana que vem. A partir daí, o próximo passo será identificar e também ouvir os acusados. Estupros grupais entre adolescentes não são comuns em Sorocaba e ao serem noticiados na semana passada causaram espanto. A polícia toma cuidado em não divulgar nomes ou informações que possam identificar vítimas e acusados. 

( duas vezes ? ai dirão, ah ela tava gostando, é que fizeram tudo na segunda vez , ela não curtiu muito ai, vem com frescura de denunciar , seria isso machões ? 

e como sempre vem o chamado ato infracional de estupro, que por serem menores não dará em nada, resta a vitima até mudar de bairro ou quem sabe até de cidade, como no outro caso em que um pai foi ameaçado e teve de mudar de bairro.)

site de troca: vc ofereçe sexo e tem seus estudos bancados.

Estudantes que desejam ter sua faculdade financiada estão encontrando sucesso em um site chamado Seeking Arrangement (ou Dando um Jeitinho, em português). O site consiste em criar uma “relação de troca” entre seus usuários.
seekingarrangementNo site, jovens oferecem sexo em troca do financiamento da faculdade (Foto: Divulgação)
Homens e mulheres que acessam o Seeking Arrangement procuram uma “relação mutuamente benéfica”, isto é, ganhar dinheiro em troca de sexo. Muitos estudantes que não tem mais o apoio dos pais estão procurando o site para encontrar homens e mulheres mais velhos, que estejam dispostos a financiar a faculdade e seus gastos, em troca de relações sexuais.
Em entrevista, uma aluna de 22 anos que não quis ser identificada, membro do site, disse que pede de 10 a 20 mil dólares por mês. “Já deram carros, viagens, joias. Esses caras me levam para sair e me apoiam financeiramente. Meus sonhos se tornaram realidade depois que meus pais deixaram de me apoiar quando eu tinha 18 anos. Eles têm dinheiro e querem me ajudar”, disse.
O site começou em 2006 e seu fundador Brandon Lee insiste que não é um tipo de prostituição. “Nós não permitimos acompanhantes ou prostitutas para usar o site. Não é disso que se trata. Devido à forma como nossa sociedade funciona, é estranho alguém perguntar para outra pessoa se ela gostaria de se envolver em um relacionamento de troca. É aí que entra o SeekingArrangement.com”, diz o fundador.
Ele também afirma que os termos da relação são estabelecidos pelos dois adultos em um acordo e as trocas são monitoradas de perto pelos administradores do site. ( bem não deixa de ser uma prostituição disfarçada , mas tb todo mundo ali é adulto,s e a pessoa quer grana pra estudar, vai de qualquer jeito sem precisar apelar pra atividades criminósas .
mas e depois de fomada ? ela continua ou para ? se bem que se o corpo não mais ajudar, ela tem a profissão, se ainda puder exerçer, mas o mais importante é ter guadado uma grana na poupança, sabe como é )

policia x estudantes da USP

Manifestantes foram surpreendidos pela PM de madrugada; pelo menos 66 pessoas acabaram detidas e levadas para a delegacia. Foto: Reprodução

O delegado Leonardo Simonato afirmou na manhã desta terça-feira (8) que os 70 manifestantes detidos no 91º DP só serão liberados após pagamento de fiança. Segundo ele, ainda não é possível estipular o valor porque a perícia não está completa. Ele afirmou que, segundo o que foi possível observar, houve desobediência civil, dano ao patrimônio e dano ambiental.

Simonato disse também que é preciso apurar se houve crime relacionado ao uso de produto restrito (por causa das bombas caseiras encontradas) e se eles podem ser enquadrados no crime de formação de quadrilha.

Na manhã de hoje, 70 pessoas foram detidas durante a reintegração de posse da reitoria da USP (Universidade de São Paulo). Os estudantes estavam no prédio desde o dia 2.

A reitoria da USP foi deixada com sujeira e pichações. Na paredes, havia frases de protesto como “”Ocupe a reitoria que existe em você. Aqui é um lugar de pensamento livre entendeu?”. A PM também encontrou sete bombas caseiras e seis caixas de foguetes. 

Em duas das salas havia uma identificação de onde os estudantes dormiram — eram placas de “alojamento” e “dormitório”. Colchões, colchonetes e objetos pessoais, como mochilas e bolsas foram deixados para trás, dando a impressão de que os manifestantes foram surpreendidos pela polícia.

Havia sujeira pelo chão e garrafas vazias de bebidas e vasilhames de cerveja em alguns cantos. Numa das salas havia também um conjunto de primeiros socorros e produtos para higiene pessoal, como pasta de dente e absorventes.

Logo na entrada, havia cadeiras e móveis empilhados, como para fazer uma barreira de resistência.

Reintegração de posse

A reintegração de posse da reitoria da USP terminou por volta das 7h20 da manhã desta terça-feira. Segundo a Maria Yamamoto, coronel da PM, “não houve resistência; eles foram pegos de surpresa”. Até uma estudante com uma garrafa de vinagre foi detida. Os policiais militares pensaram que a garrafa nas mãos da mulher era uma bomba caseira. A identidade da mulher não foi divulgada.

O prazo para os estudantes deixarem o edifício venceu na noite de segunda (7), às 23h. Em assembleia realizada ontem, os estudantes optaram por permanecer no prédio. Havia cerca de 600 estudantes na reunião.

Os alunos ocupam o local desde a madrugada da última quarta-feira (2), em manifestação contra a presença da Polícia Militar no campus da USP no Butantã e contra processos administrativos envolvendo funcionários da USP.

Debate sobre a PM

O debate sobre a presença da PM no campus voltou à pauta na quinta-feira (27), quando policiais abordaram três estudantes que estavam com maconha no estacionamento da faculdade de História e Geografia. A detenção gerou confusão e confronto entre estudantes e policiais –que culminou com a ocupação da FFLCH (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas) e, posteriormente, da reitoria. 

A presença dos policiais no campus –defendida pelo reitor, João Grandino Rodas, e pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB)– passou a ser mais frequente e em maior número após a morte do estudante Felipe Ramos de Paiva, em maio deste ano. Em setembro, o reitor e o governador assinaram um convênio, autorizado pelo Conselho Gestor do Campus, para regulamentar a atividade da PM na USP.

Os contrários à PM no campus dizem que a medida abre precedente para a polícia impedir manifestações políticas –que comumente ocorrem dentro do campus– e citam o episódio de junho de 2009, quando a Força Tática da PM entrou na universidade para reprimir um protesto estudantil e acabou ferindo os estudantes e jogando bombas dentro de unidades.

Como alternativa à PM, o DCE defende que a segurança do campus não seja militarizada, isto é, que seja de responsabilidade da Guarda do Campus. A entidade defende que haja mais iluminação das vias do campus e que a USP mais seja aberta à comunidade externa, aumentando a circulação de pessoas.

Uma parcela dos alunos –sobretudo da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) e da Escola Politénica– defende a presença da PM, argumentando que isso aumenta a segurança dos frequentadores do campus.

Os estudantes deixaram diversas marcas nas paredes da reitoria da USP e danificaram equipamentos da instituição. Foto: Edson Lopes Jr./Terra

( tudo isso começou depois que 3 estudantes foram detidos com maconha, proibido, não se discute liberar , tabu , ai temos isso , a policia na USP, tudo pago com dinheiro publico, o tempo dos pms, viaturas, balas etc, pareçe que voltamos aos anos 60, mas os protestos não são por liberdade e sim por querer fu7mar maconha em qualquer lugar.

eis o futuro do pais, se é que temos futuro, os ideias de liberdade, justiça social morreram dando lugar a protestos pra defender interesses de alguns.)