jacarés, leões, sofrem nas mãos de humanos que se dizem racionais , ah tá

Equipes de busca pelo menino de dois anos de idade levado por um jacaré na Flórida dizem ter encontrado um corpo que acreditam ser o da vítima.

A criança, retirada “intacta” por mergulhadores da água, ainda precisa ser identificada, mas investigadores dizem estar confiantes de que seja a vítima que estavam procurando.

O xerife do condado de Orange County, Jerry Demings, identificou o menino como Lane Graves, do Estado de Nebraska.

A criança foi arrastada para a água por um jacaré na terça-feira à noite sob os olhos da família, que passava férias no Disney Grand Floridian Resort and Spa, em Orlando. Desde o ataque, cinco animais foram mortos pelas autoridades.

O pai do menino chegou a entrar na água e para tentar salvar o filho, mas não conseguiu, disse o xerife.

Desfecho

Na quarta-feira, a polícia já dizia “não haver dúvidas” de que o menino estivesse morto.

“Nós sabemos que, neste momento, estamos trabalhando para recuperar o corpo do menino”, afirmou Jeff Williamson, porta-voz do escritório do xerife do condado de Orange.

“Em nome de todos que estão envolvidos nesse esforço, digo que nosso objetivo final é dar à família um desfecho, recuperando (o corpo) de seu ente amado”, acrescentou.

Os pais e os três filhos estavam relaxando à beira da Lagoa dos Sete Mares quando o incidente ocorreu. O menino estava brincando na água rasa, apesar de placas alertando para o risco de jacarés.

O Grand Floridian é resort de luxo de propriedade da Disney e fica localizado perto do parque Magic Kingdom.

Um porta-voz disse que a empresa está “devastada” pelo incidente.

Os jacarés são encontrados em todo o Estado da Flórida. Os répteis habitam pântanos, manguezais e lagoas da região.

Segundo especialistas em vida selvagem, 22 pessoas morreram em ataques no Estado desde 1948.

( culpa mesmo é quem liberou a área pra constuir hotel ali, se fosse uma base militar por ex, algum soldado teria sido prego pelo jacaré ?, os pais que deem graças de não serem indiciados pelo ocorrido.

já que quem pagou o pato mesmo foram os 5 jacarés abatidos pra saber se um deles é o responsável por ter pego e menino)

Leões foram 'presos' no Estado de Gujarat, na Índia

  • Leões foram ‘presos’ no Estado de Gujarat, na Índia

Autoridades na Índia anunciaram a captura de 18 leões numa tentativa de encontrar o animal suspeito de matar três pessoas.

Guardas florestais do Estado de Gujarat testarão as pegadas dos leões para compará-las com os rastros encontrados nos locais de ataques. O “culpado” receberá uma sentença de “prisão perpétua” em um zoológico; os outros serão devolvidos ao santuário na Floresta de Gir.

Seis ataques foram registrados nas proximidades do santuário, o único habitat para o leão asiático.

O chefe da Guarda Florestal de Gujarat, JA Khan, disse que os leões foram “presos” nos últimos dois meses e ficarão em jaulas individuais enquanto os testes forem realizados.

“Acreditamos ter encontrado o culpado, mas ainda precisamos esperar o resultado dos testes de nove animais”, explicou.

O especialista em vida selvagem Ruchi Dave disse à BBC que os testes consistiram em análise de pegadas e exame dos excrementos dos animais.
“Também estamos estudando seu comportamento. Leões que atacam humanos normalmente mostram atitude mais agressiva em sua presença”, explicou Dave.

Outro especialista, Revtubha Raizada, explicou que a “prisão perpétua” para o leão culpado se justifica pelo fato de que o animal seria perigoso demais para viver solto.

Mas alguns zoólogos creem que o aumento da população de leões em Gir está por trás desse comportamento.

Govind Patel, ex-diretor da reserva, disse ao jornal “Indian Express” que Gir deveria acomodar apenas 270 leões –a população superava 520 indivíduos em maio de 2015– e que alguns bandos teriam de ser instalados fora do santuário.

A Suprema Corte da Índia recentemente obrigou Gujarat a transferir alguns espécimes para outras regiões, para evitar que doenças ou desastres aniquilassem a população. Mas as autoridades do Estado ainda não cumpriram a determinação judicial.

( o pais tem quase 2 bilhões de pessoas e querem o quê, reclamam de 3 que foram mortos, onde estavam quando o leão atacou ? ataques são frequentes por lá, pq a população procria feito coelhos, coitado dos leões que levam a culpa.)

gorila é assassinado sem ter feito nada a criança que caiu em sua jaula

Um gorila foi morto ontem (sábado) em um zoológico dos Estados unidos, após um garoto cair na jaula do animal.

O menino ficou cerca de 10 minutos na jaula, sem que o animal o agredisse de qualquer forma. No entanto, o diretor do zoológico informou que a escolha foi de “abater o gorila”.

Este é só um triste exemplo de como zoológicos são danosos para a preservação dos animais. O gorila, que nunca cometeu crime algum, é retirado do próprio habitat e enjaulado, para servir de enfeite a humanos que nada têm de “racionais”.

Hoje, há somente cerca de 700 gorilas no mundo. Mesmo assim, governos e empresas privadas continuam investindo em um modelo ineficaz, que, além de ensinar humanos que podemos enclausurar os animais, não oferece proteção aos animais a longo prazo.

tem tb os leões que foram mortos no CHILE pq um suicida maluco entrou pelado na jaula deles,

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/05/leoes-sao-sacrificados-no-chile-apos-homem-nu-invadir-jaula-de-zoologico.html

como sempre os animais pagam pelos maus, o gorila nada teria feito a criança que ficou 10 minutos la dentro até o diretor mandar assassinar o animal.

este FDP , assim como os do CHILE deveriam levar uma surra,não tinham armas tranquilizantes caramba ?  o do gorila 10 minutos pra tomarem esta atitude, e os pais da criança, onde estavam no momento do ocorrido ?)

AFFLUENZA supósta doença que só afeta rico mimado

Procurado pela polícia dos EUA, Ethan Couch foi encontrado nesta terça-feira no México

O jovem americano Ethan Couch, de 18 anos, que ficou conhecido em 2013 por supostamente ter uma “doença que só afeta ricos”, acaba de ser preso no nordeste do México, na região de Puerto Vallarta.

A polícia mexicana o deteve junto à mãe, Tonya Couch, de 48 anos, e os entregou a autoridades dos Estados Unidos. A informação foi dada à imprensa local pelo xerife Dee Anderson, do condado de Tarrant, no Texas.

Couch era procurado pela polícia por infração a liberdade condicional. Em 2013, ele atropelou e matou quatro pessoas, ferindo outras nove – a porcentagem de álcool em seu sangue era três vezes superior ao limite que define embriaguez no Texas.

A juíza Jean Boyd aceitou como atenuante da pena o argumento principal da defesa: o jovem (então com 16 anos) sofreria de affluenza, uma suposta “doença dos meninos abastados”.

À época, ele foi julgado como culpado por homicídio culposo (sem intenção), por intoxicação e sentenciado a 10 anos em liberdade condicional e reabilitação.

Mas, afinal, que “doença” é esta?

 

Sem limites

Quem reforçou o argumento da defesa foi o psicólogo Dick Miller, que testemunhou a favor de Couch.

Segundo ele, o acusado, membro de uma das famílias mais ricas do Estado, seria vítima de pais irresponsáveis, que praticamente o teriam abandonado, sem regras, limites ou castigos.

Citou como exemplo o passado de problemas com a lei do adolescente: meses antes, a polícia o havia encontrado com uma adolescente seminua e inconsciente. Ele não foi julgado por isso, tampouco teria sido repreendido pela família.

O histórico, nas palavras do psicólogo durante o julgamento, mostraria que Couch sofreria de affluenza, uma condição pela qual não seria capaz de medir nem entender as consequências de seus atos.

A suposta doença, entretanto, não é reconhecida pela Associação Psiquiátrica dos Estados Unidos, nem por nenhum outro órgão oficial.

Também nunca foi citada pelo Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders – DSM, em inglês), uma das “bíblias” de psicólogos e psiquiatras.

Muitos especialistas, entretanto, defendem sua existência, e citam a suposta enfermidade como um fenômeno social.

 

Neologismo

Junto a Ethan Couch foi presa sua mãe, Tonya Couch, suposta responsável pelos atos do filho

O primeiro registro da palavra affluenza é de 1954. O termo é um neologismo que nasce da combinação em inglês deinfluenza (gripe) e affluence (riqueza).

Em 1997, o tema foi abordado em livros como The Golden Ghetto: The Psychology of Affluence (“O gueto de ouro: a psicologia da riqueza”, em tradução livre), escrito por Jessie O’Neil, psicóloga e bisneta do ex-presidente da General Motors, Charles Erwin Wilson.

Segundo estes especialistas, a affluenzaseria a versão contemporânea do “ennui” (tédio, em francês), uma enfermidade psicológica sofrida por meninos ricos da era vitoriana por ter demasiado tempo livre e nenhuma profissão.

Quem defende a existência da suposta doença diz que este vazio seria preenchido atualmente pelo abuso de drogas ilícitas, sexo e álcool.

Para eles, a affluenza seria consequência da má-criação de jovens em famílias de classe alta, fruto da falta de responsabilidade e repreensões.

A existência da doença, no entanto, continua sendo negada por boa parte da comunidade médica.

A “affluenza” seria uma doença sofrida por meninos ricos e mal-criados, segundo alguns especialistas

( imagine cada rico do planeta que dizer merda, colocar a culpa nesta doença ?

mas o pobre tb é criado sem limites, sem regras, criado por pais que fizeram filhos por fazer, mas pra pobre é cadeia mesmo, não adianta alegar transtorno, doença etc.

cada uma,é rico, mimado e pronto, não vem com besteira, fez cagada  que responda.) 

aplicativos fantasmas escondem nudez e outras coisas dos aborrecentes, se liguem senhores pais

  • Dezenas de alunos do Colorado, nos EUA, compartilharam fotos nas quais aparecem nusDezenas de alunos do Colorado, nos EUA, compartilharam fotos nas quais aparecem nus

Há algumas semanas, na escola secundária de Canon City, no Estado americano do Colorado, foi revelado um escândalo de “sexting” – o envio de mensagens e imagens explícitas pelo celular – que surpreendeu pais de alunos e professores.

Pelo menos cem alunos, alguns de apenas 12 anos de idade, estavam compartilhando centenas de fotografias nas quais apareciam nus.

Estas imagens íntimas, feitas pelos próprios adolescentes e enviadas a amigos, estavam armazenadas em chamados “aplicativos fantasmas”; os adultos demoraram meses para perceber o que estava ocorrendo.

Os “apps fantasma” têm a aparência de aplicativos normais, como um aplicativo de música ou uma calculadora.

Mas, ao digitar uma senha, o usuário ganha acesso a pastas secretas nas quais pode armazenar fotografias e vídeos.

Segundo especialistas, estes apps ganharam popularidade nos últimos anos entre os adolescentes. Eles usam os apps para que seus pais não tenham acesso a conteúdos como imagens explícitas.

Investigação

Autoridades da escola de Canon City explicaram que descobriram entre 300 e 400 fotos de adolescentes nus escondidas neste tipo de aplicativo nos celulares dos alunos.

No centro do escândalo estavam jogadores da equipe de futebol americano do colégio.

De acordo com o jornal “The New York Times”, alguns dos estudantes poderão ser processados – é crime possuir ou distribuir pornografia infantil.

Mas, como a maioria dos envolvidos tem menos de 18 anos, as autoridades ainda não sabem exatamente como proceder.

Os estudantes aparentemente faziam uma espécie de jogo com essas imagens, que envolvia um sistema de pontos. Os que conseguiam as fotos dos alunos mais desejados da escola, ganhavam mais pontos.

Reprodução/Apple Store

Os ‘apps fantasma’ têm a aparência de aplicativos normais, como uma calculadora

As autoridades vão investigar se há algum adulto envolvido ou se alguns dos estudantes foram coagidos para compartilhar as fotos.

Calculadoras

Os “apps fantasma” existem no mercado há menos de três anos e muitos deles são gratuitos.

Entre os mais populares estão “Secret Calculator Folder Free” e “Calculator%”, que têm a aparência de e até funcionam como uma calculadora.

Com a senha, estes aplicativos abrem os arquivos secretos. Existem alguns apps que até colocam arquivos secretos dentro de outros arquivos secretos, para dificultar ainda mais o acesso.

“Estes apps são o que chamamos de cavalos de troia, porque aparentam ser algo que não são”, disse Steven Beaty, especialista em segurança e professor de computação na Universidade Metropolitana de Denver, no Colorado.
Beaty disse à BBC Mundo que “é muito difícil diferenciar estes apps de aplicativos normais”.

“Os pais deveriam se concentrar nos aplicativos que os telefones normalmente já têm incluídos, como calculadoras, e procurar aqueles que estão duplicados nos telefones de seus filhos”, recomendou.

“Os aplicativos redundantes são os mais suspeitos”, acrescentou.

Controle

Reprodução/PA

O compartilhamento de fotos íntimas é cada vez mais comum entre adolescentes

Beaty acredita que os adultos deveriam controlar os novos aplicativos que os filhos compram ou baixam entrando nas lojas de aplicativos da Apple ou Google e descobrindo quais são as verdadeiras funções destes apps.

Ele também afirma que não adianta conectar o celular a um computador, “já que os arquivos permanecem ocultos.”

O especialista em cibersegurança afirmou que existem “ferramentas sofisticadas utilizadas pela polícia para ter acesso ao conteúdo oculto dos telefones, mas não estão disponíveis para o público”.

“Os pais precisam explicar aos filhos quais são as ramificações ao utilizar estes aplicativos para armazenar certo tipo de conteúdo e as consequências que terão de enfrentar.”

As autoridades do Colorado dizem que o caso da escola de Canon City não é isolado e que os “aplicativos fantasma” são usados por jovens de todos os Estados Unidos.

Um argumento a mais mais para que autoridades alertem pais a aumentar a vigilância das atividades de seus filhos em seus celulares e computadores.

( e não pensem senhores pais que isso ai é só nos EUA, vc fiscaliza o celular de seus filhos, o FACE A O TWITTER deles, sabe como eles realmente pensam e agem no mundinho deles ?

não né ? fica ai preocupado com conteúdo de tv, aquela cena erótica, beijo gay, enfim conteúdos que vc acha inapropriado, mas e no quanto deles, enquanto fecham a porta e vão pra net, ou ficam no celular com net, vcs nem imaginam né ?

na sua frente os aborrecentes se comportam de um jeito , mas pelas suas costas é de outro, fica o alerta.) 

moleque inteligente x professores e policia burra dos EUA

Quando Ahmed Mohamed chegou à escola nesta segunda-feira (14) com um relógio digital que ele mesmo montou, o adolescente de 14 anos estava ansioso para mostrar aos professores os frutos do seu trabalho. Mas em vez disso, ele foi retirado da sala de aula e detido – acharam que era uma bomba.

Segundo o Dallas Morning News, Ahmed montou o relógio em casa na noite de domingo. É algo simples, mas demonstra que ele sabe o que está fazendo: a peça foi feita a partir de uma pequena placa de circuito, uma fonte de alimentação e um display digital, tudo colocado dentro de uma caixa decorada com o holograma de um tigre (afinal, ele tem apenas 14 anos).

Ahmed mostrou o relógio a seu professor de engenharia, que recomendou não mostrá-lo a nenhum outro professor da escola MacArthur High School, em Irving, Texas (EUA).

Mais tarde naquele dia, Ahmed foi para a aula de inglês. Infelizmente, o relógio continuou a apitar e o professor insistiu que ele mostrasse o que causava o barulho. Quando Ahmed mostrou o relógio, o professor o tomou dele.

Então, durante o sexto período do dia, o diretor da escola foi até a sala de aula de Ahmed com um policial. O garoto foi detido e removido da escola e alega ter sido interrogado por cinco policiais diferentes — todos perguntaram por que ele estava tentando construir uma bomba. Ele também alega que o diretor ameaçou expulsá-lo e que suas digitais foram registradas.

A polícia divulgou na noite de ontem que três professores da MacArthur High School reclamaram sobre Ahmed — eles pensaram que o garoto tentava construir uma bomba. O objeto foi mostrado a ele durante a interrogação, e a polícia diz que Ahmed “continuava a afirmar que se tratava de um relógio” e não “ofereceu nenhuma outra explicação”… porque era um relógio, mesmo.

A mesma declaração da polícia afirma que o relógio “poderia ser confundido com um dispositivo caso fosse deixado em um banheiro ou debaixo de um carro”. Inclusive, a polícia de Irving pode até acusar Ahmed de ter construído uma “bomba falsa”.

O pai do garoto, Mohamed Elhassan Mohamed, acha que o incidente é o resultado de preconceito. “Porque o nome dele é Mohamed e por causa de 11 de setembro, eu acho que meu filho foi maltratado”, disse ele ao Dallas Morning News.

Parece que Ahmed não passa de um geek inocente: ele é membro do clube de robótica da escola, e em uma foto registrada pela irmã dele durante a detenção policial, a expressão assustada do garoto é acompanhada da camiseta da NASA que ele vestia no dia.

A hashtag #IStandWithAhmed está circulando no Twitter — e muitos colegas nerds e geeks oferecem apoio a ele.

Ahmed está agora em casa, mas ele foi suspenso da escola por três dias. Talvez alguns dos professores dele deveriam ser suspensos também, para passar um tempo identificando a diferença entre um relógio digital e uma bomba. [Dallas Morning News via Verge]

( pois é o  moleque provou ser mais inteligente que professores, policiais enfim todos ali, pois como é possível que um professor não saiba o que é um relógio ou bomba ? 

e a policia que já deve ter curso de bombas, tb não sabe ? ou só foram fazer pose diante de um garoto, pq quando é bandidão da pesada, ai ficam na miúda né ?

mas tb se deve ao preconceito dele ser muçulmano, sendo assim o que impede um americano com mas intenções de fazer uma bomba realmente ? )