ativistas do FEMEN jogam água em arcebispo em BRUXELAS

Ativistas seminuas do grupo feminista Femen invadiram uma conferência em uma universidade de Bruxelas. Durante o ato, manifestantes jogaram água no arcebispo de Mechelen-Bruxelas, Andre-Joseph Leonard. O religioso não reagiu e evitou olhar para as ativistas.

O protesto foi contra a homofobia, de acordo com agências internacionais. No fim da manifestação, o arcebispo beijou uma imagem da Virgem Maria ao deixar a sala. 

Nascido na Ucrânia e com filiais em vários países (incluindo o Brasil e nações de maioria islâmica), o Femen costuma fazer campanhas pelos direitos das mulheres e de minorias. Uma de suas bandeiras é a defesa do casamento gay. O grupo também já realizou atos contra os casos de pedofilia na Igreja.( a igreja se mete em tudo, então…é que os grupo assim como nós estamos cansados de ficar esperando , ficam só nas palavras , claro que agressão não é o caminho, mas tb p… cansa esperar algo)

entrevista com SARA WINTER primeira brasileira do FEMEN.

8.fev.2013 – Sara Winter protesta contra o turismo sexual, no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro

Em entrevista exclusiva ao BOL, Sara Winter, 20, líder do Femen Brasil, movimento feminista que há quase um ano chama atenção do país com protestos de topless, conta que já foi prostituta na adolescência, fala sobre as dificuldades do ativismo com nudez  e ressalta a importância do Dia Internacional da Mulher (8 de Março). “É uma grande conquista para o movimento feminista. Comemoramos com muita alegria, como o nosso feriado”, ressalta. Com 15 mulheres no ativismo, o Femen Brasil, explica Sara, tem uma atuação que vai além das aparições com os seios de fora: “As militantes precisam dedicar sete horas semanais a trabalhos como criação de conteúdo para o site e redes sociais.

É uma forma de mostrar que elas têm cérebro, além de peito”.   As famosas manifestações de topless confrontam o turismo sexual, a exploração sexual de adultos e crianças, a homofobia e a violência doméstica; essa última bandeira Sara levanta com uma motivação pessoal. A jovem conta que sofreu calada às agressões de um namorado quando tinha 18 anos. “Não reagi nem denunciei porque não sabia o que fazer, foram duas vezes. Hoje, várias meninas mandam mensagens para o Femen contando alguns acontecimentos do tipo.

Nós temos advogados que trabalham conosco como voluntários, prestamos assistência jurídica para orientar sobre o que deve ser feito, e também prestamos uma assistência psicológica para ensinar sobre o feminismo – para a mulher não se vitimizar. O mais importante nesse tipo de situação é fazer o B.O., exame de corpo de delito, denunciar, procurar um advogado, procurar grupos de apoio.”

Aos 19, Sara resolveu se articular para criar uma célula do Femen no Brasil: “Fiquei sabendo que o movimento existia na Ucrânia desde 2008, e pensei:  ‘Se tem lá, podemos fazer aqui também’. Era minha forma de levar esclarecimento até a população mais simples. Se o feminismo tivesse chegado até a mim antes, eu nunca teria passado por uma situação de violência”. Os primeiros contatos com as ativistas ucranianas foram feitos pelo Facebook. Após conversas por chat e telefone, Sara foi convidada para participar da Eurocopa (em 2012) para protestar contra a rede de prostituição que se formava em torno do evento esportivo. “Nossa preocupação surgiu porque em volta dos estádios havia vários bordéis, que o próprio governo havia criado para receber os turistas sexuais.”  Orientada pela veterana Alexandra Shevchenko, a jovem mostrou os seios para o mundo pela primeira vez. “

Estava me tornando uma célula do Femen”, conta. Por que o topless? Apesar da militância populista, Sara deixa claro que o Femen não tem políticas pré-definidas. Os seios à mostra, símbolo do movimento, servem como arma de combate. “Nossa ideologia é o sextremismo, uma forma de oposição ao machismo. E a nudez é usada pela sociedade patriarcal desde sempre, a mulher nua ou não vende todo tipo de produto. Já que somos mulheres, ao invés de vender produtos, vendemos ideias sociais. Como todo mundo gosta de olhar o corpo de uma mulher, usamos o nosso corpo para passar uma mensagem escrita no peito, um protesto”, explica. Prostituição Antes mesmo de completar maioridade, Sara entrou para o mundo da prostituição.

Hoje, ela relata a experiência e luta para combater esse tipo de trabalho por acreditar que não se trata de uma escolha. “Eu tinha 17 anos e me prostituí por dinheiro para pagar a faculdade (Sara cursava Relações Internacionais) – foram 10 meses. Acho que eu tenho facilidade para abordar esse assunto por ter tido experiência de causa. O Femen, internacionalmente, entende que a prostituição não é uma escolha. A prostituição é um trabalho temporário, ninguém nasce e fala: ‘Quero ser prostituta quando crescer’. Por isso, acreditamos que a prostituição não pode jamais ser considerada uma escolha, ela é uma consequência de um sistema extremamente falido. E eu fui vítima desse sistema”, lembra.

O machismo no funk carioca Sara Winter acredita que o machismo declarado do funk carioca encontra resposta à altura nas letras de Valesca Popozuda.  “Ela faz um funk feminista, coloca a mulher num papel de protagonista”, avalia.  “Mesmo abordando o sexo de maneira explícita, Valesca se coloca numa posição sexual de vantagem. Portanto, muitas letras são feministas, sim, pois vão de confronto ao funk que subestima a mulher. É uma forma positiva de manifestação porque ela trata a mulher com empoderamento do próprio corpo. O homem não é mais o dominante no sexo. Pela primeira vez, ela insere a mulher nesse contexto. É uma conquista! O que não anula a luta do movimento feminista sobre esse tipo de questão, apenas complementa.”

 

Simpatia ao facismo Antes mesmo de ser um embrião do Femen, Sara foi simpatizante de Plínio Salgado (líder da AIB – Ação Integralista Brasileira), que tem uma linha considerada facista, e também se comunicava com outros movimentos neonazistas. A jovem lembra dessa fase de sua vida e assume que foi um engano ideológico: “Eu me interessava muito por política e  me comunicava via internet com muita gente do Sul do país, que se declarava skinhead. Por isso, acabei ligada a esse tipo de coisa. Mas nunca tive um movimento físico nesse sentido, nem militância, era só simpatizante. Depois, quando eu fiz 17 anos e fui estudar Relações Internacionais, eu entendi que não eram coisas boas. Passei a compreender as linhas políticas: direita e esquerda etc. e fui me desapegando de todas essas ideias. Passei a ler Marx, Voltaire, Russell. Fazia parte das disciplinas de política, sociologia e antropologia na faculdade. Quando comecei a ter contato com essas outras obras, eu percebi que eu preferia as ideias libertárias porque me cativavam mais. Hoje, sou totalmente avessa às ideias com as quais antes eu simpatizava”.

Governo Dilma e aborto Sara não poupa palavras para avaliar criticamente o governo Dilma. “Acho que ter uma mulher no poder supremo no Brasil é como uma ilusão, porque quando a Dilma tomou posse a primeira coisa que ela fez foi engavetar todos os nossos direitos reprodutivos – não falando e não discutindo sobre aborto, por exemplo. Acredito que ela negligencia totalmente essa questão”. A ativista ressalta que o Femen é a favor do aborto em todo e qualquer caso: “Eu gostaria muito que o Brasil seguisse o exemplo do Uruguai tornando o aborto uma prática legal para todas as mulheres. Em primeiro lugar, a criança precisa ser desejada. Temos vários problemas de saúde pública por conta da criminalização do aborto, milhares de mulheres morrem. E é uma situação que não vai acabar nunca, então resolveria se as mulheres pudessem fazer isso com segurança e não em clínicas clandestinas de açougueiros e mercenários e, novamente, é algo que é negligenciado no Brasil por conta de questões religiosas”.

http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2013/03/08/entrevista-com-sara-winter.jhtm  leia a entrevista completa ai.

( antes de meterem o pau, leiam, com a mente aberta ai podem  analisar as atitudes delas

 

FEMEN invade shopping em SP, para protestar contra BBB 13

Três integrantes do grupo Femen invadiram nesta terça-feira o Santana Parque Shopping, que abriga a casa de vidro do “Big Brother Brasil 13”.

O programa estreou nesta terça-feira (8). Elas chegaram a tirar a blusa, mas foram contidas em poucos segundos.


A administração do shopping, na zona norte de São Paulo, estava avisada da ação. Houve tumulto no momento da invasão e elas foram retiradas com violência do local, pela saída de emergência. Mais de nove homens à paisana, que fingiam participar da torcida, agarraram as manifestantes. Eles seriam contratados da Globo. As três moças se aproximaram da torcida, com a intenção de aparecer em um dos links ao vivo do programa.


As assessorias da Globo e do shopping negam que a equipe estivesse orientada a agir com violência. Segundo os representantes, a ordem era cobrir as moças com paletós, deixá-las fazerem o protesto com os cartazes e retirá-las pacificamente. Mais cedo, Sara Winter, a líder do grupo feminista no Brasil, anunciou por comunicado à imprensa que ela e mais duas moças pretendiam invadir o local.


O objetivo do grupo era protestar contra a “alienação social causada pelo programa”. Por volta das 22h15, quatro carros da Polícia Militar entraram no shopping e estacionaram próximo à saída de emergência por onde as moças foram retiradas. Um policial falou por telefone ao “F5” que as três moças seriam escoltadas até em casa após o fechamento do shopping.

http://noticias.bol.uol.com.br/entretenimento/2013/01/08/integrantes-do-femen-invadem-shopping-onde-esta-a-casa-de-vidro-do-quotbbb13quot.jhtm  ( ai no link tem as demais fotos pra vcs analisarem, já que a segurança nega ter agido com rigor pra cima das moças.

numa das fotos são 3 contra 1, não comem feijão não é, 3 homens contra 1 mulher ?


e precisa a policia dispor de 4 carros pra isso, gastar tempo e dinheiro do povo, enquanto, bandidos e afins percorrem SP em chacinas, fazendo banho de sangue nas ruas ?) 

ativistas do FEMEN protestam em BRASILIA, e a policia baitola age rapidinho.

Duas integrantes do grupo feminista Femen foram presas em Brasília nesta sexta-feira (7) após invadirem o desfile militar de Sete de Setembro realizado na Esplanada dos Ministérios, com os seios nus. A ação das ativistas ocorreu por volta das 10h30 entre os ministérios do Exército e da Fazenda.
As ativistas Sara Winter e Júlia Kaus foram encaminhadas para a Delegacia de Repressão a Pequenas Infrações. Segundo integrantes da Polícia Militar – que estavam no local no momento da invasão – as duas integrantes do grupo Femen pularam o gradeado que isolava o público sem a parte de cima das camisas. “Foi tudo muito rápido. Por aqui os protestos são normais”, disse Fabiana Rodrigues, moradora de Brasília que estava com a família próximo ao local do incidente.
 
Logo após a invasão do espaço reservado para o desfile elas foram presas por quatro PMs e levadas para a delegacia.
As ativistas protestaram em favor da emancipação da mulher brasileira. Para elas, o Brasil ainda é uma “colônia de exploração”, sob a ótica feminista.

Ativistas do Femen protestam em Brasília

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Fernando Bizerra Jr./Efe

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Ativistas do grupo Femen invadiram a pista onde acontecem os desfiles de 7 de Setembro em comemoração ao Dia da Independêcia, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília
MARCHA CONTRA A CORRUPÇÃO
Cerca de 10 mil pessoas, pelos cálculos da Polícia Militar, participaram da marcha contra corrupção, o que ocorreu paralelamente ao desfile de 7 de setembro em Brasília.
Aos gritos de “ei, você parado, também foi roubado”, o “Movimento Contra a Corrupção” protestava contra os réus do mensalão e a corrupção no país.
A marcha contou com a presença de Inri Cristo, catarinense que se diz a reencarnação de Jesus Cristo. Ele disse que foi à marcha em apoio ao movimento. “A burrocracia e a corrupção são as causas dos males do país”, afirmou.
No total, a Polícia Militar usou 1.600 policiais para fazer a segurança de um público estimado entre 35 mil e 40 mil pessoas. Até às 12h, ainda não havia sido registrada ocorrência de crime, além do protesto das duas feministas. ( rapidinho os caras vem pra cima heim ? tb prender quem não ta armado e não é bandido é facim facim.)

ativista do FEMEN é presa em SP, a policia do GERALDOOO ta sem o que fazer.

Roberto Vazquez/ Futura Press

 http://fotos.noticias.bol.uol.com.br/imagensdodia/2012/08/15/grupo-femen-realiza-protesto-em-frente-a-consulado-russo-em-sao-paulo.htm?fotoNav=1 ( veja mais fotos do protesto ai no link, SP pelo jeito ta sem bandido,  a policia tem tempo pra perder com isso .)

FEMEN protesta em LONDRES

Mulheres que fazem parte do grupo feminista ucraniano Femen foram detidas pela polícia nesta quinta-feira (2) ao realizar um protesto com os seios à mostra em Londres. (Foto: Will Oliver/AFP)Mulheres que fazem parte do grupo feminista ucraniano Femen foram detidas pela polícia nesta quinta-feira (2) ao realizar um protesto com os seios à mostra em Londres. (Foto: Will Oliver/AFP)

As mulheres realizaram uma 'maratona islâmica' protestar contra os regimes islâmicos. (Foto: Will Oliver/AFP)As mulheres realizaram uma ‘maratona islâmica’ para protestar contra os regimes islâmicos. (Foto: Will Oliver/AFP)
O motivo de o protesto ser realizado na capital britânica é que, segundo o Femen, esses regimes islâmicos têm o apoio do Comitê Olímpico Internacional. (Foto: Will Oliver/AFP)O motivo de o protesto ser realizado na capital britânica é que, segundo o Femen, esses regimes islâmicos têm o apoio do Comitê Olímpico Internacional. (Foto: Will Oliver/AFP)
Mulher membro do Femen é coberta por policiais após ser detida em Londres. (Foto: Will Oliver/AFP)
Mulher membro do Femen é coberta por policiais após ser detida em Londres.