policia acusa PSOL de recrutar punks para os protestos.

O serviço secreto da Polícia Militar afirma em relatórios sobre as manifestações contra o aumento das tarifas de transporte em São Paulo que os grupos mais violentos nem sempre agem de maneira espontânea.

Punks que partem para o quebra-quebra são arregimentados por militantes do PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) com o objetivo de desgastar o PT do prefeito Fernando Haddad e o PSDB do governador Geraldo Alckmin, de acordo com documentos sigilosos aos quais a Folha teve acesso.

Para a polícia, a forma de ação desses supostos punk é “semelhante a atos de guerrilha”. Seria também uma forma que integrantes do PSOL teriam encontrado de constranger os dois governantes sem aparecer numa situação que poderia desgastar a imagem do partido, de acordo com esses relatórios.

Um dos relatórios do P2, sigla pela qual é conhecido o serviço reservado da PM, frisa que não há envolvimento do PSOL como partido, mas de militantes avulsos. A avaliação foi feita por policiais militares infiltrados.

  Marlene Bergamo/Folhapress  
Jovens durante a manifestação contra o aumento da tarifa nas ruas de SP; polícia diz que PSOL recruta 'punks' para os protestos
Jovens durante a manifestação contra o aumento da tarifa nas ruas de SP; polícia diz que PSOL recruta ‘punks’ para os protestos

Os punks e anarquistas partem para o que a polícia chama de “atuações paralelas” sempre que suas propostas são rejeitadas pelo Movimento Passe Livre, que convoca as manifestações.

O presidente nacional do PSOL, o deputado federal Ivan Valente, diz que a avaliação é completamente equivocada. “Os arapongas sempre cometem erros crassos de avaliação política. O

PSOL nunca apoiaria esse tipo de comportamento. Não precisamos utilizar ninguém para criticar governos”.

PINGA ANTES E DEPOIS

O monitoramento mostrou que os punks seguem um ritual que se repete nas manifestações, segundo os relatos feitos. Tomam pinga antes de começar os protestos, esperam o movimento atingir o seu ápice para começar a agir e comemoram os resultados com mais pinga depois que o corre-corre acaba.

Para destruir vitrines e janelas, eles usam uma meia recheada com ferro e pregos, segundo o relato dos PMs.

A polícia diz que os punks que seriam recrutados por militantes do PSOL já acreditavam na violência como forma de protesto. Parte deles é ligada ao Black Bloc (Bloco Negro), uma estratégia anticapitalista que nasceu na Alemanha, nos anos 70.

O Black Bloc prega o ataque a símbolos como o McDonald´s como uma forma de combate ao capitalismo. Todos usam máscaras e roupas pretas, tida pelos anarquistas como a cor da negação.

A avaliação da polícia o é que o Movimento Passe Livre tem intenções “sinceras” ao defender a redução da tarifa de R$ 3,20 para R$ 3,00 e não tem orientações violentas. Mas, como não aceita lideranças, permite que esse tipo de comportamento violento explore o movimento.

Casal que estava em bar na avenida Paulista é agredido por policiais militares; eles foram obrigados a deixar o local

A inexistência de lideranças é considerada o pior pesadelo para a polícia porque não há alvos claros. Outra dificuldade é separar a ação política dos atos criminosos. ( fazem protestos é difícil, claro que vc posde estar sendo usado por partidos, políticos, se vc presenciar uma bandeirinha,  ou camiseta de partido durante uma manifestação xiiiiiiiiiiii  protesto tem de ser super popular, bem organizado , mas como ? hummmmmmm não sei sinceramente.

a policia claro que perde o controle, como ontem antes do jogo da seleção em BRASÓLIA,  mas o PSOL ai é verdade ? o partido nega diz que são militantes avulsos, mas quem diz a verdade ?)

beber na rua disfarçadamente , no pais da piada pronta

 

Depois de proibir o fumo em ambientes fechados, a Assembleia Legislativa de São Paulo começa a discutir, ainda esta semana, projeto de lei do deputado Campos Machado (PTB) que proíbe a venda e o consumo de bebida alcoólica nos espaços abertos. Se a proposta for aprovada pelo plenário e, depois, sancionada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), o álcool será banido de ambientes públicos como praias, calçadas, postos de gasolina e estádios, entre outros. 

O texto prevê, ainda, restrição ao porte de bebida nas ruas. Carregar garrafas só será permitido, nesses espaços, com embalagens que escondam o rótulo. Essa regra já é aplicada em países como Canadá, Estados Unidos e Chile. Aqui, deverá inaugurar onda de polêmica. É o que prevê, por exemplo, o presidente da subseção Sorocaba da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Alexandre Oguzuku. 

Favorável à medida, o dirigente prevê, por outro lado, que ela vá entrar em rota de colisão com o regulamento geral da Copa do Mundo de 2014 no Brasil. “Não me parece que a organização do evento, que tem, também, o apoio publicitário de cervejarias, concorde em com a proibição de venda e consumo nos estádios de futebol. Essa é uma questão que terá de ser bastante debatida, se a intenção for mesmo regular procedimentos””. 

Conforme Alexandre Oguzuku, do ponto de vista legal, não existe impedimento para a aplicação da lei. “Tenho acompanhado a discussão, e ouvi que alguns setores consideram que o projeto vá atingir direitos individuais. Não me parece o caso; ao contrário, ele atende ao interesse maior da sociedade. Nesse caso, o bem estar coletivo está acima dos interesses particulares. Ademais, essa é, ainda, uma questão de saúde pública””. 

Oguzuku acredita, mais, que a execução prática da legislação exigirá muito do Estado. “Sabemos que o aparato estatal não dispõe de estrutura para atender tamanha demanda. Tivemos o exemplo recente da lei que proíbe venda e consumo de bebidas por menores de idade. Aqui mesmo, em Sorocaba, no Carnaval, ficou claro que o controle dessa situação deixou a desejar e gerou transtornos noticiados pela imprensa””. 

A mudança de comportamento é outro inconveniente que precisará ser administrado. “Num país em que o verão faz a diferença que faz por aqui, onde se gasta tanto com publicidade para associar a imagem de bebida com praia, com sol, com calor, com Carnaval, proibir o consumo nesses espaços, com certeza dará muito trabalho. Como ficarão, por exemplo, os famosos camarotes dos desfiles bancados por empresas do setor?””, avalia a professora e publicitária Mônica Evelin Hentschel. A especialista entende que será preciso reavaliar posturas. 

“No caso da proibição do cigarro em lugares fechados, as pessoas que se sentiram incomodadas denunciaram o abuso. Ou seja, havia uma consciência de que o excesso atrapalhava. Tanto assim que foram criados espaços especificamente para fumantes. Não sei se isso acontecerá tão tranquilamente quando a lei que trata do consumo de bebidas começar a valer”. Quem conheceu de perto a experiência, admite a dificuldade. 

O engenheiro mecânico Roberto Lopes viajou no ano passado para Orlando, na Flórida. Ao visitar um parque na Disney achou que poderia consumir cerveja sem problemas. Foi advertido, e só escapou de ser punido depois de explicar que não sabia da restrição. “Eu até concordo que é importante regulamentar, combater os problemas causados pelo excesso de álcool, mas sou obrigado a reconhecer que é muito chato não poder beber em determinadores lugares””, comentou. A discussão do tema já chegou às redes sociais. Na quarta-feira da semana passada, um grupo de jovens criou, no Facebook, a página Sampa Pró-Fun.( projetinho intil esse, o cara vai beber sem rotulo e dai ? muda em que afinal.


tipico de ficar dando rodeio, quere beber, se drogar, tirar racha é fora da cidade em areas especiais a isso, as raves já são fora das cidades.)