mulheres ficam semi nuas em posto em GOIÂNIA.

 

por isso que eu gosto do MALLANDRINHAS , videos sem censura nem frescura, o caso ai aconteceu num posto de gasolina em GOINÂNIA.

http://www.mallandrinhas.net/2014/06/mulheres-ficam-nuas-em-posto-de.html   clique e veja , abaixo tem a matéria mostrada no BRASIL URGENTE.

vagabundos do funk, dançam sobre cavalo em GOIÂNIA

Vídeo de jovens dançando funk em cavalo imobilizado causa polêmica, em Bela Vista de Goiás (Foto: Reprodução/Facebook)

 

Os jovens que aparecem em um vídeo dançando funk em cima de um cavalo prestaram depoimento à polícia na sexta (7) e na quinta-feira (6). Segundo o titular da Delegacia de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente (Dema), Luziano de Carvalho, eles alegaram ter bebido no dia em que a cena foi gravada, em Bela Vista de Goiás, na Região Metropolitana de Goiânia.

O delegado e agentes da Dema estiveram em Bela Vista para colher o depoimento dos envolvidos: o tratador, uma jovem e dois rapazes. Todos disseram ter ingerido bebida alcoólica. Os quatro serão indiciados por abuso contra animal. O tratador do animal também deverá responder por maus-tratos.

De acordo com o delegado, o fato ocorreu no último domingo (2), após a cavalgada da Exposição Agropecuária da cidade. Um  vídeo com a cena foi divulgado nas redes sociais e causou indignação entre internautas.

No vídeo (assista), um homem de camisa amarela, identificado pela polícia como o tratador, aparece segurando o animal deitado no chão em uma calçada. Ao som de funk, uma jovem sobe no cavalo e dança por cerca de 20 segundos. Várias pessoas assistem à cena. Ela desce e alisa o equino.

Em seguida, um rapaz faz flexões sobre o cavalo. Assim que ele termina, um jovem sem camisa sobe e dança por alguns segundos. Por último, o homem que controlava o animal também se requebra sobre ele.

Adestrado
Luziano informou que tanto o vaqueiro quanto o cavalo são bastante conhecidos na cidade. À polícia, o tratador – que aparece nas imagens de camisa amarela – disse que não estava maltratando o equino. Segundo ele, o animal é adestrado e obedece a seus comandos, como deitar e se fingir de morto.

Um veterinário fez uma inspeção visual e constatou que o animal apresentou características saudáveis e aparentava estar bem cuidado. O cavalo foi apreendido, mas permanecerá no local onde vive. “Deixamos o dono da fazenda, que também é proprietário do bicho, como depositário. Enquanto investigamos o caso, ele não pode ser vendido”, explica o delegado.

O vaqueiro será indiciado porque autorizou e até incentivou, segundo alguns dos depoentes, as pessoas a subirem no animal. O inquérito, segundo o delegado, será concluído e encaminhado à Justiça no início da próxima semana.

Segundo o delegado, a Lei de Crimes Ambientais trata sobre a questão do abuso no artigo 32, com pena de 3 meses a 1 ano de detenção e multa, que pode variar de R$ 500 a R$ 3 mil. A mesma punição é aplicada para o casa de maus-tratos.( dançar encima de caco de vidro, na brasa, taxinhas, pregos , esta turma não quer né ? 

levá-los ao zoológico pra dançarem sobre o leão, tigre, urso, jacaré tb não né ?  esta vagabunda ai tinha de por um cara de 35 cm de pinto pra dançar encima dela e depois deixá-la descaderada com os dois orifícios doendo durante um mês.

por isso que o funk cada vez mais anda sujo, pois os bons funkeiros não tem espaço pra esta corja que faz apologia a crime, sexo irresponsável etc)

pai agride alunas bandidas pra defender a filha em ANÁPOLIS (GOIÂNIA)

Pai filmado agredindo alunas diz que filha era ameaçada na escola, em GO 


Ele registrou boletim de ocorrência e afirma: ‘Não pensei duas vezes’. 


Estudantes teriam marcado briga na porta do colégio, em Anápolis. 


Do G1 GO, com informações da TV Anhanguera 


O pai de uma aluna filmado agredindo duas estudantes na porta de uma escola em Anápolis, a 55 quilômetros de Goiânia, reconhece que perdeu a cabeça, mas justifica que estava tentando defender a filha. 


O aposentado Lázaro Reis de Souza diz que a adolescente vinha sofrendo ameaças: “Não pensei duas vezes”. 


Ele registrou um Boletim de Ocorrência na terça-feira (19). A briga ocorreu na última semana, na porta do Colégio Estadual José Pedro Loudovico. 


Imagens gravadas por um celular mostram a mãe de uma adolescente tirando satisfação com um grupo de alunas. 


O pai entra na roda empurrando uma delas, que revida com um chute. 


Lázaro Reis, então, dá um soco no rosto de outra estudante. 


Revoltados alunos apedrejaram o carro do aposentado. 


Após a confusão, Lázaro procurou a delegacia. 


Segundo o pai, ele pediu ajuda para a escola, mas não houve providência. “Eu fui avisado três minutos antes que minha filha ia apanhar na escola, de uma gangue que tem lá. Eu já tinha assistido duas brigas antes, com a minha seria a terceira. Eu fui acudir minha filha”, justificou. 


Procurada pela reportagem, a direção da colégio não quis se pronunciar, alegando que o fato ocorreu fora das dependências da escola. 


A adolescente conta que vinha sofrendo ameaças desde o início do ano: 


“Começou com tapas, puxões de cabelo. Montou uma gangue de oito a dez meninas para me bater”. 


Na ocorrência registrada, a filha de Lázaro aparece como vítima. 


As duas menores que são vistas brigando com o pai da colega, no vídeo, não procuraram a polícia. 


Gangues 


Segundo a Polícia Civil, o número de ocorrência envolvendo violência nas escolas cresce a cada dia. 


Alunos agredidos relatam a existência de uma gangue que estimula a briga para depois filmar e postar nas redes sociais. 


Todos os alunos envolvidos foram chamados para depor. 


Os culpados podem ser punidos com penas socioeducativas. 


“Nós estamos aguardando a chegada dos laudos, de corpo e delito e pericial, para a documentação do dano. 


Eles serão encaminhados ao Juizado da Infância e a Juventude”, explica a titular da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) da cidade, Kênia Segantini. 


Pai de aluna de outra escola, Antônio Leite também esteve na delegacia para registrar Boletim de Ocorrência. 


Ele conta que tem faltado ao trabalho para acompanhar a filha na escola. 


Segundo ele, a menina é menor de idade está sendo ameaçada por colegas de classe. 


Na delegacia, o pai busca uma solução para o problema. 


“Eu ensino minhas filhas não brigar com ninguém, respeitar todo mundo, então eu quero que elas sejam respeitadas”, desabafa.

vagabundo dançarino de GOIÂNIA é preso

Reprodução

Um ladrão dançarino foi preso em Goiânia. Ele e mais dois criminosos menores de idade assaltaram uma loja de roupas.

O dono da loja roubada é levado até uma sala enquanto os bandidos recolhem as roupas. Um dos menores se diverte durante o roubo, dançando em frente ao espelho e exibindo o revólver. 

Os assaltantes tem entre 15 e 17 anos e já tinham passagem pela polícia. Os três ficarão em uma instituição para menores infratores antes se serem soltos. 

http://tvuol.uol.com.br/assistir.htm?&tagIds=1793&time=all&orderBy=mais-recentes&edFilter=editorial&video=go-assaltante-dancarino-e-preso-0402CD183860D4914326     ( tinham de dançar uns aninhos na cadeia, mas neste pais de bananas nanicas.)

vagabundo de menor dança e se arruma durante roubo

Reprodução

Durante o crime, em uma loja de roupas de Goiânia, o jovem dança e arruma o cabelo em frente ao espelho.

http://videos.bol.uol.com.br/#view/jovem-danca-e-se-arruma-durante-assalto-04028D983760D4914326 (tinha de dançar na cadeia com a perna quebrada, vagabundo, trabalhando pesado durante uns aninhos.)

tragédia do césio 137 em GOIÂNIA, 25 anos depois, abandono, discriminação.

O maior acidente radioativo em área urbana do mundo com o césio 137, ocorrido em 13 de setembro de 1987, em Goiânia, completa 25 anos nesta quinta-feira com muitas feridas ainda abertas. Preconceito, omissão do Estado e dor são os principais relatos das vítimas, que perderam parentes, amigos e, muitas delas, a vontade de continuar vivendo.
  • Arquivo pessoal
    Odesson Ferreira diz que o acidente continua
Cerca de 50 pessoas ainda convivem com as marcas físicas deixadas pela tragédia. Odesson Alves Ferreira, presidente da Associação das Vítimas do Césio, conta que todos são discriminados até hoje. “Para nós, o acidente continua acontecendo. Tem gente que tem a capacidade de perguntar se nós brilhamos à noite.”
Assim como ele, muitos dos atingidos deixaram de receber assistência médica integral e até medicamentos indicados. O diretor-geral do Centro de Assistência aos Radioacidentados (Cara), André Luiz de Souza, afirma que a unidade está bem estruturada, apesar de sofrer com deficit de remédios. Segundo ele, a esperança é de que o fundo de saúde do Estado seja aprovado, e, com isso os procedimentos sejam desburocratizados.
O centro possui 1.015 cadastros de pessoas que tiveram algum contato com a radiação. A maioria, aproximadamente 80%, pertence ao chamado grupo 3, de pessoas que trabalharam na descontaminação e atendimento aos afetados diretamente pelo acidente. Mas atualmente, segundo relatos do representante das vítimas do césio 137, nem os pacientes do grupo 1 recebem tratamento adequado. 

Doenças

O presidente da associação das vítimas relata ainda que pessoas afetadas pela radioatividade desenvolveram câncer, principalmente leucemia e de mama, com o passar dos anos. Especialistas na área não confirmam a relação da doença com a exposição, e dizem que os estudos são superficiais, pois contam apenas com relatos de pacientes.
O médico José Ferreira, especialista no cuidado de vítimas do césio 137, conta que depois de todos esses anos de acompanhamento, em nenhum momento essas pessoas apresentaram riscos. Ele lembra que a população como um todo era discriminada, e que esse sempre foi o pior dos males. “Muitos hotéis no Brasil, quando viam carros com placas de Goiânia, não recebiam os hóspedes. E nas ruas ainda tem gente que não entende.”
Muitas pessoas ainda lutam para receber pensão em decorrência do acidente radioativo, mas apenas 468 recebem um salário mínimo (R$ 622) do Estado. Destas, 249 acumulam pensão da União. O Estado de Goiás foi condenado a pagar pensão vitalícia a todas as vítimas em 1996, mas algumas ainda não recebem o benefício.
Em 2011, dois adultos e uma menor de idade pediram na Justiça o reconhecimento da qualidade de vítimas do acidente e de todos seus dependentes até a terceira geração. O juiz federal da 2ª Vara da Seção Judiciária do Estado de Goiás, Jesus Crisóstomos, acatou os argumentos da AGU (Advocacia Geral da União) e decidiu que a CNEN (Comissão Nacional de Energia Nuclear) não é responsável por responder a ação. O órgão mede, a cada três meses, a radiação na região do acidente.
  • Arquivo pessoal
    Leide Ferreira quis “brilhar no escuro”

Defesa das vítimas

O Ministério Público de Goiás passou a atuar com maior força a partir de 2002, quando foram reconhecidas novas vítimas do acidente de 1987. De acordo com o promotor Marcus Antônio Ferreira Alves, policiais militares, bombeiros e outros servidores públicos que trabalharam no socorro e limpeza do local não existiam como vítimas. “Alguém tinha de fazer o trabalho, e foram essas pessoas.”
Só que, durante 15 anos, o grupo de aproximadamente 900 pessoas permaneceu ignorado pelo poder público. Alguns dos policiais que desenvolveram doenças posteriores ao incidente eram chamados de loucos, pois a maioria das pessoas não acreditava que, depois de todo esse tempo, pudessem aparecer doenças relativas à exposição radioativa, relata o promotor.
Alves disse à reportagem do UOL que uma senhora que era gari ganhava um “banho de vinagre no final do dia” e era dispensada. A mulher morreu, pouco antes de receber a pensão à qual tinha direito, com 25 tumores no cérebro. Casos como o desta trabalhadora confirmaram o que o Ministério da Saúde já suspeitava. Foi então que o Ministério da Saúde expediu uma Nota Técnica relatando o aumento de casos de câncer em Goiânia, determinando uma série de medidas a serem tomadas, e inclusão desses servidores nos programas de tratamento aos acidentados do césio 137.
Atualmente, o Ministério Público luta pela efetivação de um centro de referência para tratamento e pesquisas do acidente radiológico. O promotor diz acreditar que o interesse nos estudos e no acompanhamento dos doentes vai além da simples entrega de remédios. “O mundo inteiro quer saber como evoluem pessoas atingidas por acidentes radioativos como o de Goiânia, e isso não acontece de maneira adequada.” Uma ação vai ser apresentada nos próximos dias pedindo providências ao Estado e à União.

O acidente

Na manhã de 13 de setembro de 1987, um domingo, os catadores de materiais recicláveis Kardec, Wagner e Roberto foram ao antigo Instituto Goiano de Radiologia, abandonado na região central de Goiânia, e levaram um aparelho radiológico de mais de 100 kg, de onde seriam retirados chumbo e outros elementos. Já no primeiro dia, depois de abrirem a cápsula, os dois começaram a apresentar sintomas da radiação, mas não procuraram ajuda.
Cinco dias depois, parte do equipamento foi levada para o ferro-velho de Devair Alves Ferreira, na rua 57, no antigo bairro Popular. Dentre as peças estava a cápsula do césio 137, já violada. Ele chegou a revender parte do objeto para outro ferro-velho. Encantado com o brilho azul, também levou o material para dentro de casa.
A mulher de Devair, Maria Gabriela Ferreira, e outros parentes também começaram a apresentar sintomas de contaminação. A mulher, com ajuda de um amigo, levou a cápsula de 22 kg em um ônibus do transporte coletivo para a Vigilância Sanitária. Foi então que, no dia 29 setembro, o caso veio a conhecimento público.
  • Divulgação MP/GO
    Para Alves, ajuda precisa ir além de remédios
Ivo Alves Ferreira, irmão do catador, levou para sua casa uma porção do césio e mostrou para toda a família. A filha mais nova de Ivo, Leide das Neves Ferreira, de seis anos, virou o símbolo da tragédia. Segundo os relatos da época, a menina espalhou césio por todo o corpo, para brilhar no escuro, e ingeriu o pó juntamente com a comida. A mãe da menina, Lourdes das Neves Ferreira, se diz culpada pela morte da filha. “Se eu não tivesse ido tomar banho, talvez ela não tivesse colocado na boca.”
Leide chegou a ser levada para tratamento no Rio de Janeiro, mas não resistiu e morreu juntamente com outras três vítimas (Maria Gabriela e dois trabalhadores do ferro-velho). No enterro da criança e da tia, em Goiânia, muitos protestos. Moradores da cidade jogavam pedras no caixão e tentavam impedir que ela fosse enterrada em um cemitério local, com medo da contaminação. A cena é mostrada no premiado documentário de Luiz Eduardo Jorge sobre o acidente: “Césio 137, o brilho da morte”.
O nome é uma referência ao que dizia Devair, segundo relato dos familiares. “Eu me apaixonei pelo brilho da morte”. Ele morreu em 1994 de insuficiência hepática. O irmão, Ivo, em 2003. Em nenhuma das mortes foi comprovada relação com o contato com o césio 137. A Associação de Vítima do Césio 137 estima que mais de 6.000 pessoas foram atingidas pela radiação, e que pelo menos 60 já morreram em decorrência do acidente. Número refutado pelo poder público. 

Lixo radioativo

A remoção do lixo produzido pelo acidente com o césio 137 foi uma das partes mais polêmicas da tragédia. Nenhum município queria receber os dejetos, que deveriam sair do centro de Goiânia o mais rápido possível. Várias áreas foram pretendidas, enquanto manifestações surgiam em todo o Brasil para que o lixo não fosse levado para esses locais.
Uma manobra que envolveu cerca de 300 policiais e uma artimanha do governo para driblar manifestantes, o lixo foi enfim levado para a cidade de Abadia de Goiás, a menos de 30 quilômetros da capital. O local abriga cerca de 6.000 toneladas de rejeitos do césio 137. É considerado um depósito definitivo que armazena lixo nuclear de baixa e média intensidade até 2018.
A Comissão Nacional de Energia Nuclear tenta ampliar o depósito em Goiás. Assim, o local passaria a receber lixo nuclear proveniente das usinas Angra 1 e 2, do Rio de Janeiro, e ganharia royalties e outros benefícios. No ano passado a ideia foi rechaçada pelo governo estadual e pela bancada de parlamentares no Congresso Nacional.( esta é a mídia, só fala em NOVA IORQUE ,11 de setembro e agora vai falar de CHERNOBYL que completou 26 anos e isso ai ?
ai esta o direito a vida que alguns demagogos falam por ai, o abandono destas pessoas, e os responsáveis que abandonaram o cilindro ? 
se não fosse a net, o uol,  nem saberíamos deste triste fato que até hj ocorre, discriminação ? pq ? tem internet pra se informar mas tem gente que prefere ser burra, preconceituosa, intolerante.)

paciente arrastado por guarda em GOIÂNIA, é o apocalipse da saúde.

Dois diretores e uma enfermeira de uma unidade de saúde de Goiânia foram afastados das funções na última sexta-feira após um paciente ter sido arrastado por um guarda municipal até o interior do local para receber atendimento. Imagens divulgadas pela TV Anhanguera, afiliada da TV Globo, mostram a ação do guarda.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o incidente aconteceu na quinta (9) no Cais (Centro de Assistência Integral à Saúde) do setor Vila Nova. O paciente estava com uma bolsa de colostomia e teria passado mal. Na tentativa de agilizar o socorro, o guarda colocou luvas e máscara, e o arrastou até a sala de atendimento.

A secretaria afirmou que a responsabilidade pelo transporte do paciente seria dos funcionários da unidade e que uma sindicância foi aberta para averiguar o ocorrido. Durante a apuração, o diretor técnico, o diretor geral e uma enfermeira ficarão afastados. O guarda também foi afastado.

O paciente foi encaminhado para o Hospital Geral de Goiânia e deve passar por novos exames nesta segunda-feira. ( este guarda não pensa que um dia ele pode vir a cair tb na rua, ai vaio gaostar de ser socorrido sem ser arrastado e levar um chute antes né ?)