mulher transa com cadáver e pasmem fica grávida dele

Uma mulher de 38 anos, que trabalha em um necrotério, foi presa e condenada a pagar uma fiança de 250.000 dólares depois “abusar” de um cadáver de um homem. O suposto crime ocorreu em um necrotério de Lexington em Missouri, Estados Unidos. A polícia acusou Felicity Marmaduke de necrofilia. De acordo com as autoridades competentes, um morto sofreu uma ereção pós morte (muito comum) enquanto era banhado pela funcionária do necrotério Marmaduke.

A mulher então, aproveitou que estava sozinha e passou ter relações sexuais com o morto. Para sua grande surpresa, o morto chegou ao orgasmo depois de alguns minutos de sexo. Algumas semanas mais tarde, ao fazer um exame médico de rotina, foi constatada a gravidez da mulher. A polícia foi notificada pelo médico depois que Marmaduke contou para ele as circunstâncias que a levaram à concepção. Em uma reviravolta bizarra, Marmaduke pretende agora processar os herdeiros do homem morto para tentar conseguir uma pensão alimentícia e apoio à criança.

É possivel ter uma ereção depois de morto?

É um tipo de ereção pós-morte que ocorre quando um homem morre verticalmente ou de bruços, permanecendo o cadáver nesta posição. Durante a vida, o bombear do sangue pelo coração assegura uma distribuição relativamente uniforme em torno dos vasos sanguíneos do corpo humano. Uma vez que este mecanismo para de funcionar, somente a força da gravidade atua sobre o sangue. Como com toda a massa, o sangue estabelece-se no ponto mais baixo do corpo e faz com que o edema ou inchamento ocorram. ( meu só vendo um vídeo disso pra saber se realmente é verdade, necrófilo existem claro, homens que transam com cadáveres de mulher , mas necrófila é a primeira vez.

e um cadáver tem ereção e goza ?  ah mas ela poderia mostrar esta criança ao nascer pra ver se será um bebê normal.)

igreja a afins conseguiram manipular a mente de uma menina estuprada pelo pai.

A adolescente de 14 anos, grávida, após ter sido violentada sexualmente pelo pai, decidiu manter a gravidez. Ela fez exames para o aborto, que seria realizado no último dia 20, com o consentimento da Justiça, mas mudou de decisão depois de conversar com psicoterapeutas e assistentes sociais. A menina está com quatro meses de gestação.

A tia da vítima notou a gravidez e, a princípio, pensou que fosse de algum namorado, segundo a delegada Ana Luiza Salomone, da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). A garota contou então que foi o próprio pai quem lhe engravidou e que os estupros aconteciam desde que tinha 12 anos.

De acordo com a tia, a adolescente já tinha feito todos os exames para realizar o procedimento, e pediu orientação da família. “Deixamos a decisão nas mãos dela, para que pensasse com calma e não se arrependesse depois”, afirma. Segundo ela, a menina ainda está muito fragilizada e deve entregar a criança para adoção. 

A tia contou que já foram feitos todos os exames morfológicos e o bebê está completamente saudável. Além dos psicólogos, a adolescente recebeu visita de religiosos e assistiu a videos explicativos sobre o procedimento de aborto. “Ela preferiu não tirar uma vida, que já está praticamente toda formada. Estamos dando todo o apoio necessário, independente da decisão dela”, destacou a tia.

Segundo a responsável, a menina está recebendo todo o tratamento médico e psicológico, e já recebeu inclusive atenção de celebridades, como Luan Santana. “Ele soube que ela é fã incondicional dele e ligou para ela. Ela não acreditava que estava falando com o ídolo”, conta a tia.

O Arcebispo de Sorocaba, Dom Eduardo Benes de Sales Rodrigues, manifestou-se sobre o caso através de uma nota enviada à imprensa: “A Igreja preza a vida humana em todas as fases de seu desenvolvimento e em todas as situações. É errôneo, ilógico, considerar intocável a vida do recém-nascido e julgá-la descartável nove ou dois meses antes do nascimento. Trata-se de incompreensível discriminação. Agradeço a Deus pela preservação da vida da menina concebida em condições que nos causam tristeza e repugnância. Agradeço ainda a Deus por ter preservado a gestante de nova violência à sua dignidade. Ela não se arrependerá de levar até o fim a gravidez. Estou certo que nenhum ser humano terá a coragem de dizer à nascitura, depois que ela chegar à idade adulta: “quando você estava sendo gestada eu queria que você fosse abortada”. A adolescente gestante, orientada por pessoas amantes da vida, poderá um dia dizer à filha: “foi dificil, muito difícil, mas eu aceitei que você crescesse em meu ventre”. Agradeço à Comissão de Defesa da Vida da Igreja a dedicação e a presença junto da família. A família e a gestante continuarão a receber apoio da Igreja através de pessoas e profissionais competentes. Prevaleceu no coração das tias o espírito cristão do qual comungam conosco”, diz.

O caso

O pedreiro de 37 anos, preso no dia 14 de agosto, é acusado de violentar sexualmente as três filhas, de 12, 14 e 18 anos. As duas mais novas moravam com ele, já que a mãe é viciada em crack e abandonou a família. O pedreiro, que está na cadeia de Pilar do Sul, poderá ser condenado a mais de 60 anos de prisão e as três meninas passarão por tratamento psicológico. O tempo máximo de prisão no Brasil, porém, é de 30 anos. A reportagem não publicou o nome do pedreiro e dos familiares para que as vítimas não sejam identificadas indiretamente.( é mas depois que nasce é cada um pro seu lado, ai todos saem de cena, a menina tenta levar uma vida normal, mas sem mais o apoio de ninguém, o que interessa é o nascimento de mais uma criança neste mundo injusto. 

com certeza, fizeram todo tipo de promessa (tipo eleitoreira ) pra menina, fizeram a lavagem cerebral, manipulando uma mente frágil , que ainda não conhece todas as artimanhas e malandragens do mundo.

direito a vida ? e depois que nasce, ai é menor de rua, traficantes , como aqueles da zona norte, na AV ULISSES GUIMARÃES POR EX ,direito a vida não é apenas antes de nascer, mas depois e pra toda a vida, entendeu IGREJA ?

quanto a criança será entregue a adoção e que seja pelo menos adotada por um casal descente, claro que suia origem deve ser apagada pelo juiz, afinal quem tem coragem de adotar uma criança sabendo que sua mãe foi estuprada ? )

igreja e afins tentam se meter na vida de adolescente estuprada em SOROCABA

Com o apoio de familiares, a adolescente de 14 anos decidiu realizar o aborto. Seu pai, o pedreiro Alexandre Vieira, 37, foi preso em flagrante pelo estupro, terça-feira, e ela está grávida de quatro meses. Com a descoberta do crime, a família decidiu apoiar a decisão da jovem. “A menina pediu para retirar a criança, pois, segundo ela, não é normal carregar filho do próprio pai”, explica o tio da jovem, Urbano Silva Ataíde, 50.
RELEMBRE O CASO
-Polícia investiga estupro a adolescente

O caso chamou a atenção da Igreja Católica de Sorocaba, que se manifestou por meio do arcebispo metropolitano, Dom Eduardo Benes de Sales Rodrigues. Ele se pronunciou por meio de uma carta. No documento, o arcebispo reconhece a tragédia da adolescente grávida, mas clama para que ela tenha o filho.

A Carta na íntegra/ “A notícia, uma verdadeira tragédia, da gravidez de uma adolescente, vítima do próprio pai, e da consequente decisão de abortamento, fere a sensibilidade ética da sociedade. A vida humana começa na concepção e, no quarto mês de gestação, o bebê já mede nove centímetros. Aparenta uma miniatura humana, com pálpebras, nariz, boca e ouvidos completamente formados. Os dedos das mãos e dos pés, estão nitidamente separados e desenvolvidos.

Pode-se ver os vasos sanguíneos através da pele, pois ainda está transparente devido a falta de melanina, e os três vasos do cordão umbilical. É meu dever de arcebispo advertir que católicos que participarem do processo que concretiza o aborto cometem um pecado gravíssimo e ficam excluídos da comunhão eclesial conforme o direito da Igreja: ‘Quem provoca aborto, seguindo-se o efeito, incorre em excomunhão latae sententiae, pelo próprio fato de cometer o delito e nas condições previstas pelo Direito da Igreja’. Com isso a Igreja não quer restringir o campo da misericórdia. Manifesta, sim, a gravidade do crime cometido, o prejuízo irreparável causado ao inocente morto, a seus pais e a toda sociedade.

Peço à Comissão Arquidiocesana de Defesa da Vida e exorto as pessoas que tenham contato com a família que se esforcem por todos os meios para apoiar a gestante e sua família no sentido de evitar o crime do aborto que ceifa uma vida humana e deixa marcas negativas profundas na alma da gestante”.

Fim tem data marcada
Vítima de estupro consegue documentação para interromper gravidez
Desde quarta-feira, os familiares da adolescente vítima de abuso sexual lutam para providenciar a documentação necessária para realizar a interrupção da gestação de quatro meses, conforme a lei determina.

Programado/ No dia 10 deste mês, a adolescente de 14 anos e a tia estiveram no Plantão Policial Norte para registrar um boletim de ocorrência de abuso sexual. Nele, a gravidez também foi registrada.
Desde então, a menor deu início ao procedimento padrão de exames, que deverão comprovar a paternidade do feto.

Além disso, a própria jovem pediu para que os tios a ajudassem a interromper a gestação  que já durava quatro meses.

Até o julgamento/ Responsável pela DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), a delegada Ana Luiza Salomone explica que a família da vítima cumpriu com as solicitações legais para realizar o aborto, que deverá ser realizado até a próxima terça-feira. “A Justiça prevê a isenção do crime de aborto em casos específicos e a vítima diz que irá realizá-lo”, finaliza.

Opinião dos especialistas
Em alguns casos, legislação não criminaliza
O Código Penal Brasileiro tem vários artigos que tratam especificamente da criminalização do aborto. É importante ressaltar que o aborto é diferente do infanticídio, que é o assassinato do bebê após a vida intrauterina pela própria mãe, que está sob a influência do estado puerperal.

A legislação prevê, no artigo 128 do Código Penal, que apenas o médico está autorizado a realizar o aborto nos seguintes casos: quando não há outro meio de salvar a vida da gestante e quando a gravidez resulta de estupro. Mesmo assim, no segundo caso, o aborto só pode ser realizado com consentimento da gestante. Se ela for menor ou estiver incapacitada, a decisão deverá partir de seu representante legal.

Mesmo assim, há todo um procedimento a ser seguido. A vítima deve ir ao médico para constatar a gravidez. Em seguida, deve-se ir até a delegacia e registrar um boletim de ocorrência. Com o andamento da investigação, a violência sexual deverá ser comprovada por meio de laudo pericial. Então, o médico terá o direito de perguntar se a vítima deseja interromper a gravidez. A lei isenta o médico da culpa por retirar o feto do útero. Vítima menor de 18 anos, sem responsável legal, o Ministério Público deverá se envolver na tramitação.

O arrependimento deve aparecer com a idade
Devo avaliar este caso de modo pessoal e de forma profissional também. Pessoalmente sou contra o aborto, independentemente da situação, por questões religiosas. Sou católica praticante e também defendo a vida acima de qualquer coisa. Não sei se o aborto é uma escolha racional, pois penso que a mulher o faz por acreditar que não tem condições de cuidar da criança ou por se envergonhar daquilo que fez.

Na parte profissional, avalio o aborto como algo altamente nocivo. Tenho pacientes de todas as idades e, muitas mulheres com 50, 60 anos se mostram culpadas por terem praticado aborto. Claro que, muitos anos antes a mulher sente os sintomas desta culpa, mas só com mais maturidade é possível detectar de onde ela vem.

Meus anos de experiência na área de psicologia mostram que, independente da religião ou classe social, as sequelas daquele ato sempre se manifestarão. É algo tão forte que marca a mulher para o resto de sua vida.

Por todas estas razões, eu acredito que o aborto é algo que não vale à pena, traz dificuldades na vida afetiva, deixa a mulher deprimida vez ou outra. Não é uma questão prática, é algo que se trata de sentimentos muito profundos e complexos.

A mulher deve ter autonomia sobre sua vida
A minha visão é conivente com o Código Penal. Nele a mulher tem o direito de decidir se, em certos casos, interrompe ou não a gravidez. Na minha opinião, esta autonomia deve se estender para todos os casos de gestação. Tenho uma crença religiosa mas, acima dela, toda mulher deve ter o poder de decidir o que é melhor para si.

Considero errada a visão da Igreja, de tentar incentivar uma comoção popular sobre uma decisão tão particular. Pessoalmente, não acho correta a interrupção da gestação, mas cada pessoa deve ser responsável pelas suas decisões.

Não defenderia ou ajudaria uma pessoa a praticar um aborto, vai contra minhas convicções religiosas. A visão religiosa é algo particular, que não deve interferir no espaço de outra pessoa em nenhum momento.

Aquela que carrega a gravidez é a única responsável por dar a luz, cuidar, criar, alimentar educar a criança que irá nascer, por isso ela tem que se sentir preparada para tanta responsabilidade, tem que se sentir capaz de dar conta de tudo isso.

Vivemos uma época na qual a mulher assume muito mais riscos e está conquistando o seu espaço cada vez mais, então cada uma sabe o que é bom para si.( como sempre a igreja tenta se meter na vida dos outros, a mulher deve ter sua própria decisão, afinal a vitima pé ela e não os outros.

fica todo mundo encima nesta hora, mas depois que nasce é cada um por si, todos vão embora e fica a mãe com a criança pra se virar, no caso uma adolescente de 14 que nem pode trabalhar, tem de terminar os estudos e com uma criança e a família muitas vezes com dificuldades, sem falar no trauma pelo resto da vida.
é fácil ser homem e estar por fora da vida desta família, é fácil ficar pré julgando, ah mas pq elas demoraram pra contar ?
agora a vida é dela e das irmãs não cabe igreja, nem ninguém pra se meter e ainda tentar tirar proveito político, social, etc.)

grávida é presa aos 9 meses de gestação, por não pagar pensão, pq a porcaria de ( justiça?) não á avisou


Uma mulher de 20 anos, grávida de 9 meses, foi presa em Taubaté, no interior de São Paulo, por falta de pagamento de pensão da filha ao ex-marido – ele detém a guarda da filha do casal, de 3 anos. A mulher foi presa na segunda-feira (7) e solta nesta terça (8), após sua família pagar a dívida no valor de R$ 600.

Suellen Carvalho deixou a cadeia de Pindamonhangaba, também no interior paulista, no início da tarde desta terça-feira. No dia anterior, ela foi chamada à delegacia de Taubaté. Ao chegar ao local, foi presa, pois devia seis meses de pensão.

“Eu não sabia que ele tinha me colocado pra pagar pensão. Aconteceu sem me comunicar primeiro. Eu nem sabia que existia um processo contra mim”, contou a jovem.

Suellen passou uma noite na cadeia. O parto está marcado para quinta-feira (10), às 8h. Ela reclamou da experiência de ficar atrás das grades. “Eu tive dor, bastante dor. Fui para o hospital até, estava com um dedo e meio de dilatação”, contou. “Por eu não ser criminosa, chegar no hospital com polícia, todo mundo fica olhando, falam ‘nossa, grávida com polícia’, é complicado”, disse a jovem.

Segundo o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Taubaté, Aluísio Nobre, a gravidez não é um impedimento para o cumprimento da ordem judicial. “Se não tiver risco à gestante, não há nenhum impedimento que seja presa. E também é necessário que se diga que quando o juiz decretou essa prisão, ele não teve em mente se há um direito ou um dever da mulher ou do marido, ou da ex-mulher ou do ex-marido, e sim daquela criança que está esperando por essa pensão alimentícia e que é fator, inclusive, da sua sobrevida”, explicou. ( qualquer pilantra por ai, que tenha um amiguinho na policia é avisado que tem mandato contra ele, pq a ( justiça ?) de bosta não avisou a mulher antes ?

parece até coisa armada pelo ex que queria que ela perdesse a criança. )

grávida de TAUBATÉ, barriga de silicone

 

Uma entrevista coletiva realizada hoje à tarde em Taubaté, interior de São Paulo, esclareceu que a professora Maria Verônica Aparecida César Santos, 25, não estava grávida de quadrigêmeos. Para enganar a família e até mesmo o marido, segundo afirmou o advogado dela, Maria Verônica usou uma barriga de silicone com enchimento de tecido. 

O desfecho da dúvida se havia ou não a gravidez aconteceu nesta madrugada. A mulher teria passado mal e familiares se mobilizaram para levá-la ao hospital. Ela recusou atendimento médico e teria assumido a farsa.
O advogado Marcos Antonio Leite recebeu a informação por volta de 3h da manhã. Segundo ele, o marido, Kléber Eduardo Melo Vieira, entrou em estado de choque e teria chorado compulsivamente no momento em que viu que a barriga tinha apenas pedaços de tecidos e silicone.
Ao se deparar com a cena da falsa gravidez, o então advogado teria pedido ajuda ao colega, Enilson de Castro, que agora cuida do caso. “Nem o marido a tocava, ela dizia que estava com estrias e o marido acreditou na gravidez”, comentou Castro, que não quis revelar o real motivo da mulher em fantasiar uma gravidez, alegando a necessidade de uma conversa mais aprofundada com a cliente, já que teria assumido o caso às pressas, ainda na madrugada. Entretanto, não descarta a possibilidade de alegar problemas mentais na linha de defesa de Maria Verônica.
Uma provável justificativa para a farsa, não confirmada nem desmentida pelo advogado, seria a falta de atenção da família, já que o casal estava há cerca de cinco anos sem contato com os familiares que não aceitavam o relacionamento dela com o marido. “Ela se mostrou bastante arrependida”, disse o advogado.
Mesmo afirmando não conhecer a barriga e não desconfiar da mulher, o marido da falsa grávida pediu afastamento do trabalho para cuidar da família. De acordo com Castro, o pedido de licença médica por estresse foi aprovado pelo serviço médico da empresa em que trabalha.
Com a maior dúvida respondida, se a mulher estaria grávida, agora a polícia deverá ouvir outros familiares. De acordo com o delegado responsável pelo caso, Ivahir Freitas Garcia Filho, presente na entrevista coletiva, a mulher deverá prestar esclarecimentos na próxima semana e poderá ser ouvida em domicílio, a pedido da defesa que busca preservá-la do assédio das pessoas.
A pena por falsidade ideológica e uma eventual vantagem sobre as doações recebidas podem levar a professora a pegar de um a quatro anos de reclusão. “Ela se perdeu no caminho e não achou meios para se encontrar”, comentou o delegado. “Pelas pessoas que conversamos, tudo levava a crer numa farsa. Tínhamos quase certeza que ela não estaria grávida”, declarou.
Segundo o advogado que agora defende a falsa grávida, “ela se prontificou a devolver as doações”. Caso algum doador recuse a devolução, ela prometeu fazer doações. Maria Verônica teria uma consulta psiquiátrica nesta tarde.( o marido não sabia ? mas ele nunca ajudou a mulher a tomar banho por ex ? ou ela tomava sózinha ?)