HABITETO, até a ROTA de SP teve de vir pra cá

Policiamento no Habiteto recebeu reforço da Rota – Erick Pinheiro

Mais fotos…

Telefonemas anônimos com ameaça de ataques fizeram com que todo serviço público do bairro Habiteto, como escolas, creche e até mesmo posto de saúde, fechasse as portas ao meio-dia de ontem. A situação de incertezas quanto à retomada da ordem no dia seguinte ao confronto entre manifestantes e policiais em represália à morte de dois adolescentes pela Polícia Militar na madrugada de quinta-feira, determinou também a vinda da Rota, que pertence ao 1º Batalhão da Tropa de Choque da Capital.

Os adolescentes mortos, Michel Rodrigues de Siqueira, e Luiz Felipe Aparecido Teodoro, ambos de 17 anos, foram sepultados ontem no cemitério Santo Antônio. Dando sequência à vigília feita pela Polícia Militar durante toda madrugada de ontem, nove viaturas permaneciam no bairro também durante o dia, além de várias equipes da Guarda Civil Municipal com o objetivo de preservar os prédios públicos. Entretanto, telefonemas que chegaram aos prédios públicos, dando conta de que haveriam novos ataques, sem portanto especificarem horário, fizeram com que estudantes fossem liberados e no período da tarde nenhum serviço voltou a funcionar. 

De acordo com GCMs, os telefonemas ameaçadores ganharam força por coincidirem com uma denúncia formalizada de que novos protestos estariam sendo preparados. Outro serviço público prejudicado foi o do transporte público, que logo pela manhã deixou de atender todo o bairro, fazendo com que os passageiros embarcassem ou desembarcassem cerca de um quilômetro antes da entrada principal do Habiteto. Na madrugada de ontem, transporte fretado por empresas também não pôde entrar.

Porém, mesmo com a presença de equipes da Rondas Ostensivas com Motocicletas (Rocam) e viaturas da Força Tática marcando presença logo na entrada do bairro, enquanto outras viaturas rondavam pelas suas ruas internas, o clima era de tensão, especialmente pelo velório do adolescente Michel, que transcorria na sede da Pastoral do Menor.

A reportagem do Cruzeiro do Sul foi hostilizada no bairro de manhã e à tarde não se aproximou do velório para ouvir os familiares das vítimas. O féretro, acompanhado por dois ônibus e duas motos de escolta, deixou o bairro às 16h10, quase meia hora depois da entrada da primeira viatura da Rota no bairro, que foi seguida de várias outras. 

A previsão era de que oito viaturas chegariam à cidade. Os dois rapazes, que segundo as primeiras informações já teriam passagens pela Fundação Casa, foram sepultados no cemitério Santo Antônio. O outro adolescente, Luiz Felipe, foi velado na Ossel, e ambos foram enterrados no mesmo horário, e em sepulturas próximas.

Devido ao clima de tensão, a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (Semes), também adiou os jogos varzeanos marcados para hoje e amanhã, no Estádio Wilson de Abreu. O jogo de hoje seria pelo campeonato de veteranos, e os outros dois que seriam realizados amanhã, válidos pela Taça Cidade.

Video mostra ataques a prédios públicos no Habiteto :

( até a ROTA DE SP ? isso mostra que já fazemos parte da grande SP, que hraças aos 290 mil ou mais que habitam a zona norte, não somos mais cidade do interior.)

HABITETO vira palco de guerra em SOROCABA.

  Morte de dois rapazes pela PM teria gerado o conflito – PEDRO NEGRÃO

Após um confronto que durou cerca de cinco horas entre policiais e moradores no Conjunto Habitacional Ana Paula Eleotério (Habiteto) na madrugada desta sexta-feira, a situação no bairro é de tensão. Sete viaturas estão no local, sendo três da Polícia Militar, três da Força Tática e uma da Guarda Civil Municipal.
 
Segundo o sargento Jidjá Marques, do 1º Pelotão da Força Tática, as viaturas ficarão no bairro por tempo indeterminado. “O clima está calmo. Tudo sob controle”, afirma. Porém, é possível encontrar os sinais de destruição deixados pelos confrontos que ocorreram durante a madrugada. Os carros que foram incendiados já foram retirados do local e ninguém ficou ferido.
 
O confronto começou após um protesto contra a morte de dois jovens, que trocaram tiros com policiais militares no Jardim dos Eucaliptos, na zona norte. Alguns moradores do bairro dizem a dupla teria sido executada. Por outro lado, a Polícia Militar alega que os dois rapazes teriam a intenção de matar o segurança do estabelecimento – uma retaliação da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), por conta do isolamento de um dos líderes da no Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), na Penitenciária de Presidente Bernardes.
 
Logo que a manifestação começou a avenida foi tomada por dezenas de viaturas da Polícia Militar, com policiais fortemente armados. Uma equipe protegida por escudos tentava se aproximar do local onde carros eram queimados. No entanto, rojões e outros artefatos explosivos eram lançados contra os policiais.
 
A aproximadamente 300 metros da linha de confronto, uma barreira foi formada pela PM para evitar que moradores que chegavam do trabalho pudessem entrar se aproximar da praça de guerra. Após alguns minutos, a polícia começou a agir e efetuar disparos de tiros de borracha e lançar bombas de efeito moral contra os manifestantes.

Moradores do Conjunto Habitacional Ana Paula Eleutério (Habiteto) fizeram um protesto no início da noite de ontem, na avenida Itavuvu, principal via de acesso ao bairro, que foi interditada por volta das 18h30. O protesto seria contra a morte de dois jovens, que trocaram tiros com policiais militares no Jardim dos Eucaliptos, na zona norte. Alguns moradores do bairro dizem a dupla teria sido executada. Por outro lado, a Polícia Militar alega que os dois rapazes teriam a intenção de matar o segurança do estabelecimento – uma retaliação da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), por conta do isolamento de um dos líderes da no Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), na Penitenciária de Presidente Bernardes.

Logo que a manifestação começou a avenida foi tomada por dezenas de viaturas da Polícia Militar, com policiais fortemente armados. Uma equipe protegida por escudos tentava se aproximar do local onde carros eram queimados. No entanto, rojões e outros artefatos explosivos eram lançados contra os policiais. 

A aproximadamente 300 metros da linha de confronto, uma barreira foi formada pela PM para evitar que moradores que chegavam do trabalho pudessem entrar se aproximar da praça de guerra. Neste ponto, a imprensa também foi barrada e não pôde acompanhar de perto o que estava acontecendo. A equipe do Cruzeiro do Sul ficou ao lado das viaturas do Corpo de Bombeiros e começou a assistir, de longe, a ação policial. 

Após alguns minutos, a Polícia Militar começou a agir e efetuar disparos de tiros de borracha e lançar bombas de efeito moral contra os manifestantes. O clima ficou tenso e o inesperado aconteceu. De repente, iniciou-se uma troca de tiros. 
Com pouca visibilidade, não era possível identificar de onde vinham os disparos, que eram respondidos pela polícia. Algumas balas atingiram as viaturas policiais ao lado do caminhão do Corpo de Bombeiros. 

Um policial que estava a menos de 10 metros da equipe de reportagem caiu no chão. Inicialmente, parecia que ele havia sido atingido, já que seus companheiros o colocaram rapidamente dentro de uma viatura. Alguns segundos depois, outra rajada de tiros foi disparada. Todos tentaram se proteger atrás dos veículos. Neste instante, aproximadamente 100 moradores que aguardavam para passar e chegar em casa, voltaram correndo em direção ao centro da cidade. Muitos ligavam para casa para saber informações de familiares. 
“Minha mulher e meu filho estão em casa. Eu não tenho ideia do que está acontecendo lá”, comentou um morador desesperado. 

Em seguida, o número de viaturas que já era grande começou a aumentar. Duas unidades do Samu chegaram ao local, o que levava a crer que haviam feridos no local.

Era visível a tensão entre os policiais. “Os tiros passaram muito perto. Acertaram aquela árvore”, comentou um dos oficiais do Corpo de Bombeiros, que também buscou abrigo embaixo da viatura. Neste instante, a equipe do Cruzeiro do Sul foi orientada a se retirar.
Ao se afastar ainda mais a linha de confronto, a reportagem pôde acompanhar apenas o que ocorreu em um terceiro bloqueio montado a mais de um quilômetro do local de tensão. 

Depois de mais de duas horas sem saber o que estava acontecendo no bairro, finalmente, um comandante da Guarda Civil Municipal, que também prestava apoio à operação da PM, informou que apesar da intensa troca de tiros ninguém havia se ferido gravemente. Segundo o GCM, o Subinspector Bonésio Chagas, o policial militar teria caído porque um tiro atingiu o escudo que ele carregava. “Certamente, ele se desequilibrou por conta do impacto. Mas acabei de conversar com o comandante da operação e ele garantiu que ninguém (nem morador e nem policial) foi ferido”, informou Chagas. 

Já passava das 23 horas e a situação continuava inalterada no ponto de conflito. “Pelo que conversei com o comando da PM, o bloqueio deve continuar por mais algumas horas e não está descartada nova troca de tiros. Por isso, vamos manter o bloqueio neste ponto”, informou o comandante da GCM. 

Enquanto isso, centenas de moradores aguardavam para chegar em casa. “Eu trabalho na Toyota e moro no Habiteto. Não consegui chegar a empresa e pelo jeito não vou para casa hoje”, informou André Fontanele, que havia realizado um trabalho no centro da cidade e tentava levar o carro para a empresa, antes de voltar para casa. 

Já no final da noite, uma moradora ligou para o Cruzeiro do Sul para informar que a PM estava entrando no bairro. Mas com medo de ser identificada, ela desligou o telefone antes dar qualquer informação. 
Até o fechamento desta edição, a tensão ainda prosseguia no bairro.

( pode ser aquela velha pratica já manjada, que os bandidos mandam a população protestarem e se aproveitam pra tb atacar e badernar,

usam todos como escudo, se escondem atras do povo humilde que mora ali , e claro que a PM de SOROCABA não deve ter treinamento pra isso .

se for isso , dificilmente pegarão os responsáveis pelo incitamento a baderna, e o povo fica a mercê dos dois lados.)

operação palhaçada no HABITETO EM SOROCABA prende apenas 6, sendo dois os famigerados de menor.

 
Cerca de 50 policiais militares deflagraram a Operação Saturação nesta quarta-feira (30), no conjunto Habitacional Ana Paula Eleutério, o Habiteto.Segundo informações da PM, quatro homens foram presos e dois adolescentes detidos. Um dos jovens tinha 139 porções de cocaína dentro de casa. O outro adolescente tinha uma moto furtada na garagem de casa.No caso dos quatro homens, um deles tinha um tijolo de maconha de 500 gramas e outro 149 porções de cocaína, além de um carro furtado. Com informações obtidas na operação, os policiais também foram ao Parque Vitória Régia, onde prenderam uma dupla com 1,5 kg de maconha e um revolver calibre 38, com numeração raspada.De acordo com o capitão da PM Vanclei Franci, a ação faz parte da Atividade Delegada e a operação vai continuar por tempo indeterminado. “Vamos dar sensação de segurança para que os moradores possam ficar mais tranquilos”, ressalta.

 ( garanto que se fosse manifestação, muita gante tinha sido presa, agredida sendo até de menor.

afinal a policia não gosta de manifestante, faz este carnaval no HABITETO  e só pegam 6, sendo 2 os famigerados e populares DI MENOR, e agora os detidos ficarão presos quanto tempo ?, comendo as custas do povo e ainda fazendo facção na cadeia.)

rastreando ipad, policia descobre um dos assaltantes de casa em STA ROSÁLIA, SOROCABA

Um dos carros roubados, a Duster, foi recuperado. Siena usado no crime estava com adolescente – Por: Erick Pinheiro

Mais fotos…

Quatro homens e um adolescente assaltaram na tarde de ontem uma residência situada no Jardim Santa Rosália. Armados com revólveres, eles aproveitaram a oportunidade em que a filha do proprietário da casa, um engenheiro civil de 54 anos, saía com o carro dela. A quadrilha roubou eletroeletrônicos, dinheiro e um revólver e fugiram em dois automóveis da família. Ninguém ficou ferido. A Polícia Militar foi comunicada sobre o roubo momentos depois e, no início da noite de ontem, uma equipe do 3º Pelotão de Força Tática de Sorocaba prendeu o adolescente J.F.P.S., de 17 anos, envolvido no crime. Com ele, estava a namorada, porém, segundo a polícia, ela não teria participado da ação. Os outros quatro estão foragidos. Um carro roubado foi recuperado, um ipad, dois televisores e um revólver calibre 38 – usado no crime -, com quatro munições intactas.

De acordo com o engenheiro civil, a filha dele que mora em São Paulo se preparava para sair com o carro dela, um Ford Fiesta, para retornar para casa. Ao abrirem o portão, por volta das 15h, a quadrilha invadiu a casa e dominou a família. Havia quatro adultos e uma criança na casa. Todos estavam armados, segundo o engenheiro. Enquanto dois ficaram com as vítimas, a fim de evitar que reagissem ou chamassem a polícia, os demais foram pegando os objetos que interessavam e colocaram nos dois veículos da família: o Fiesta e uma Duster. Conforme a filha do engenheiro, havia outros criminosos dando apoio do lado de fora. Um Fiat Siena estava parado nas imediações e despertou a atenção de vizinhos que anotaram a placa e passaram para a polícia, enquanto o roubo acontecia.

Segundo a moça, os ladrões chuparam mexerica e levaram um porquinho-cofre grande, no qual havia mais de R$ 2 mil. “Nós estávamos guardando o dinheiro para fazermos uma viagem”, disse ela. Levaram, conforme o engenheiro, 32 itens da casa, mais um revólver de calibre 22, sem munições, registrado em nome dele. Eles permaneceram na casa por uma hora e meia, mas não machucaram ninguém. Antes de fugir, amarraram apenas o engenheiro e trancaram todos no banheiro. O engenheiro mora na casa há 24 anos e essa é a primeira vez que foram assaltados. Disse que a casa tem monitoramento e alarme, mas, no momento que a filha saía, o sistema estava desligado.

Depois de se libertarem, chamaram a polícia. De posse das informações e com a ajuda do rastreamento feito pelo ipad roubado, o sargento Marcheto e os soldados Sanches e Samir, da Força Tática, encontraram o adolescente dirigindo o Siena, placas EIG-5107, de Sorocaba, com a namorada ao lado, no Habiteto, onde mora. No carro, estavam os dois televisores, o ipad e o revólver. Após assumir o crime, o adolescente disse que a Duster estava escondida no meio do mato. O outro carro ainda não foi recuperado. O caso foi registrado no Plantão Policial Norte, e o adolescente encaminhado à Fundação Casa de Sorocaba.( então pelo ipad da pra reatrear o measmo deve ser pra celular tb não ? pq não usam este serviço pra todos os roubos envolvendo estes aparelhos , como os ladrões de celulares que estão agindo na escola do ESTADÃO tb em SOROCABA.

a namorada do de menor, não participou do assalto, mas sabia ? afinal estava com ele num carro com tv, revolver e o ipad .)

policia prende a dupla o gordo e o magro, responsável por assaltos a mulheres na zona norte em SOROCABA

Presos no Conjunto Habitacional Ana Paula Eleutério (Habiteto) em 20 de novembro do ano passado, o construtor Rogério Ribeiro, 34 anos, e o funileiro Dirceu Pereira Júnior, 42 anos, eram os verdadeiros autores das dezenas de assaltos a mulheres em pontos de ônibus ocorridos entre os meses de outubro e novembro. Porém, a confirmação da autoria nos crimes só foi obtida após quatro meses de investigação pela equipe da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), que observou que embora uma dupla suspeita tivesse sido presa no início de novembro, que os crimes com a mesma característica continuavam. A primeira dupla presa indevidamente foi liberada dias depois por ação movida pela própria Polícia Civil.

O delegado titular da DIG, José Humberto Urban Filho, destacou que em 23 anos de carreira nunca havia prendido alguém responsável por tantos roubos, ainda mais praticados num período inferior a um mês, sendo que os assaltos ocorreram entre 25 de outubro a 20 de novembro, quando finalmente foram presos os dois acusados. O delegado titular da DIG também destacou que a demora em apresentá-los para a imprensa se deu também pela dificuldade em ouvir cada uma das vítimas, que na sua maioria, além de trabalhar, não possuem condução própria para se deslocarem até a delegacia especializada.
 
Recordando o caso

Iniciada em 25 de outubro do ano passado, a onda de assaltos prosseguiu até 20 de janeiro, mesmo com a prisão equivocada de Valdeci Duarte Pedroso, 30 anos, e Diego Felipe Lima Barbosa, 27 anos, em 2 de novembro. Até a data de suas prisões já tinham sido registrados nove assaltos, e depois disso ocorreram mais quatorze (contando com o que a vítima não formalizou a denúncia). A continuidade de ocorrências do mesmo tipo, publicadas pelo Cruzeiro, fez o delegado Urban prosseguir nas investigações. 

Enquanto isso, a equipe de investigação do 8º Distrito Policial, que cuidava do caso, representou junto à Justiça para a soltura de Valdeci Pedroso e de Diego Barbosa, o que aconteceu cerca de três dias após serem detidos por policiais militares da 2ª Companhia no Jardim Santa Esmeralda. O erro se deu porque, por serem muito parecidos fisicamente com os verdadeiros ladrões e estarem em poder de uma Honda CG-125 preta (modelo citado pelas vítimas), uma vítima acabou reconhecendo-os equivocadamente.

Para tentarem despistar a polícia, os assaltantes Rogério e Dirceu alteravam as carenagens da moto, mudando as cores entre preta, vermelho e azul. Segundo o delegado Urban, a dupla admitiu fazer os assaltos para conseguir dinheiro a fim de manter a dependência química, já que seriam usuários de drogas. O que eles pegavam das vítimas era sempre bolsas, algumas com documentos, dinheiro e celulares. Eles agiam sempre com violência, como destacou uma vítima.

Rogério Ribeiro e Dirceu Pereira Júnior foram presos às 7h45 do dia 20 de novembro por policiais militares, numa casa na rua José Francisco Perotti, no Conjunto Habitacional Ana Paula Eleutério, com objetos pertencentes à mulher assaltada momentos antes na rua Ordália Albino Roseiro, no Jardim Santa Cláudia. Porém, o delegado acredita ainda que possam haver mais vítimas que não tenham registrado ocorrência.

“Dá a bolsa ou você morre”

Uma estudante de 22 anos atacada pela dupla teve a arma apontada para a barriga e foi obrigada a entregar a bolsa. O assalto aconteceu em frente à casa da mãe da estudante, no Jardim Santa Catarina, dia 6 de novembro. Ela fechava o portão e ouviu o barulho do motor da moto. 

Os dois pararam e o que ia na garupa, mais magro, apontou a arma na direção da jovem. “Passa a bolsa, não faz escândalo, não grita”, disse o assaltante. A estudante tinha as chaves do portão nas mãos e, assustada, se atrapalhou. Demorou para obedecer. “Dá a bolsa ou você morre”, ameaçou. 

Ela entregou a bolsa e o que pilotava a moto ainda falou: “Vai logo. Acaba logo com essa menina”. Os dois fugiram acelerando. Antes, dobraram a placa da moto para que ela não pudesse anotar. 

Foi a primeira vez que a estudante foi roubada, mas ficou o trauma. Ela se assusta frequentemente com o ruído de motores de moto, principalmente à noite. Há alguns dias, um entregador de pizza se aproximou de repente. A estudante perdeu o fôlego e teve que se acalmar. Veio imediatamente a lembrança do roubo que sofreu no ano passado.( se houvesse câmera em tudo quanto é lugar, dificilmente a policia teria prendido a dupla errada, e inibiria as ações da dupla verdadeira.

o problema em registrar ocorrência é : ah não vai dar em nada, demora muito fazer BÓ,e assim vai, tem de denunciar, mete a boca no mundo,seja na delegacia, jornal e internet.

tem este asite ai ó http://www.wikicrimes.org , vc tb pode denunciar ai.)

que bonitinho, 11,12 aninhos e JÁ TRAFICANDO.


Apesar de já ter se tornado constante a apreensão de adolescentes acusados de tráfico de entorpecentes, a detenção de um garoto de 12 anos, que estava em companhia de outro com 11 anos, chamou a atenção dos guardas civis municipais domingo à tarde no Conjunto Habitacional Ana Paula Eleutério (Habiteto), em Sorocaba, durante a Operação Comunidade Segura 3. Os dois foram detidos na avenida Chico Xavier, em frente à pista de skate. 

Com o garoto de 12 anos foram apreendidos R$ 83,00 em dinheiro em diversas notas. Ele confessou que o dinheiro era proveniente da venda de droga e indicou uma moita onde havia 32 porções de maconha e 48 pedras de crack. Apesar da aparência de criança, é considerado adolescente. Conforme a classificação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), são adolescentes os jovens de 12 a 18 anos. 

O menino de 11 anos não portava droga. O Conselho Tutelar foi acionado e depois da elaboração do ato infracional de tráfico, o adolescente de 12 anos foi entregue aos seus pais, que deverão apresentá-lo à Vara da Infância e Juventude sempre que for convocado. O de 11 também voltou para casa com os pais. ( e vai diminuindo a idade, logo tem 10,9,8,7 isso se já não tem.

e nada é feito, só o pobre que produz isso sem responsabilidade, as camas chacoalham no descontrole de natalidade.)

HABITETO EM SOROCABA, medo, a incerteza do amanhã

Capitão Vanclei: denúncias anônimas feitas pelos moradores mobilizou a ação da Polícia Militar – Por: Luiz Setti

Os moradores do Conjunto Habitacional Ana Paula Eleutério (Habiteto), foram surpreendidos às 6h de ontem com a ocupação maciça da Polícia Militar, cuja permanência será de uma semana. Essa foi a estratégia encontrada pela polícia para o resgate da sensação de segurança e tranquilidade no bairro, ameaçada pelo tráfico de entorpecentes. Também visando melhorar a vida daquela comunidade, secretarias municipais devem, a partir de hoje, desenvolver ações sociais paralelamente ao trabalho policial. Depois do Habiteto, outros bairros receberão a operação “Bairro Seguro” nessas mesmas proporções. Até o começo da noite nove pessoas haviam sido presas, das quais seis por tráfico. Dois carros roubados – um deles inclusive foi utilizado num assalto à residência na noite anterior – foram recuperados. Grande quantidade de drogas como maconha, crack e cocaína foi apreendida.

A escolha pelo Habiteto para sediar a operação com essa dimensão, (uso da Força Tática, cavalaria, canil, Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas (Rocam), base móvel e helicóptero Águia) foi justificada pelo comando do 7º Batalhão da Polícia Militar do Interior (7º BPM/I) pela quantidade de denúncias dando conta de traficantes agindo em suas ruas. De acordo com a polícia, o bairro não é dos mais preocupantes em relação ao índices criminais de roubos, furtos e até mesmo de homicídios. Nesse sentido, o capitão Vanclei Franci, chefe do setor de Assuntos Civis, deixou claro que as denúncias, que se mantiveram no decorrer do dia de ontem já demonstram que a maioria dos que lá vivem é do bem e deseja ver a paz reestabelecida.

Questionado se o prazo de uma semana não seria considerado muito grande, o oficial reafirmou que “o objetivo é trazer a paz social para o bairro”, e explicou que a expectativa é de que no decorrer dos dias o policiamento seja retirado gradativamente, mantendo-se então apenas o “cartão de prioridade de patrulhamento (CPP)”, que consiste no policiamento feito pelo efetivo correspondente daquela determinada área. E foi exatamente com base nas dezenas de denúncias feitas anonimamente pelos telefones 190 e 181, que a Polícia Militar preparou a operação especial, com dez mandados de buscas e apreensões expedidos pela Comarca Judicial de Sorocaba. Todos os mandados foram cumpridos, embora nem todos tenham resultado em prisão e ou apreensão.

Ainda pela manhã, com o surgimento dos primeiros resultados, o capitão Vanclei já classificava a operação como “ocupação positiva”, e à noite a opinião de trabalho bem sucedido era mantida. Para o oficial, o resgate da sensação de segurança também será possível graças ao trabalho que o Executivo desenvolverá nesses dias por meio de ações sociais. Para isso, representantes de diversas secretarias participaram ontem de uma reunião com o comandante do 7º Batalhão, tenente coronel Aldemar Fernando Belloti. Estiveram representadas as secretarias de Segurança Comunitária (Sesco), Cidadania (Secid), Saúde (SES), Guarda Civil Municipal (GCM) e Urbes. A Secretaria de Juventude deve também se juntar nesse trabalho a partir de hoje. Entretanto, as ações seriam ainda definidas.

Mas segundo ressaltou o capitão Vanclei, a presença da polícia não teria constrangido os moradores do Habiteto, uma vez que ninguém foi impedido de ir e vir. A única diferença foi a de que vários bloqueios foram feitos para fiscalização dos carros, com vistas à parte criminal e de trânsito.
 
Prisões por tráficos
 
Até o início da noite de ontem, quatro flagrantes de tráfico de entorpecentes haviam sido registrados, resultando na prisão de seis pessoas, entre elas uma mulher. No primeiro deles, às 7h15, foram presos os irmãos Gilson Alan Martins, 21 anos e Matheus Alan Martins dos Santos, de 18 anos, e também Maicon Willian de Lima Ferreira, de 19 anos. Os três foram surpreendidos pelo mandado de busca e apreensão quando dormiam, na casa de número 540 da rua Francelino dos Reis. Num guarda-roupa a polícia encontrou uma pedra grande de cocaína, um saquinho com cocaína e cinco embalagens transparentes para acondicionamento de droga. Nos fundos da casa foi apreendida a moto Honda CG-150 Titan vermelha, placa DJW-2248, de Sorocaba, cujo chassi está pinado. A polícia acredita que a moto seja produto de furto ou roubo.

No segundo caso de tráfico, às 9h30, a faxineira Jhennifer Cristini Figueiredo de Souza, 25 anos, foi presa em sua casa, na rua Alameda da Paz, 120. As denúncias davam conta de que no local ficavam vários usuários e que ela seria a traficante. Com a ajuda da cachorra Daya, foi localizado em baixo do seu colchão um tubo plástico com seis saquinhos com crack, 15 porções de maconha e 40 ampolas vazias. Um celular também foi apreendido.

O ajudante Nilton Gonçalves de Faria, vulgo “Niltão”, 19 anos, morador na casa de número 68 da rua Preto Ghoez, foi flagrado com um pote plástico com 80 ampolas com cocaína, 45 pedras de crack, uma porção a granel de crack e uma porção de maconha. A droga estava dentro do seu guarda-roupa, e sob sua cama haviam fios de cobre que, segundo o preso, tinham sido trocados por drogas por um tal de “Franjinha”. Conforme consta no boletim de ocorrência, “Niltão” teria assumido a propriedade do entorpecente e que sua destinação seria para venda. Também foram apreendidos R$ 213,00 em dinheiro.

O jardineiro Tiago Henrique de Oliveira, 22 anos, foi o sexto preso por tráfico na operação “Bairro Seguro” no Habiteto. Com a chegada dos PMs munidos do mandado em sua casa, na rua Fraternidade, 51, ele foi logo dizendo que toda droga estava em uma cômoda do seu quarto. Sobre o móvel havia um tijolo de maconha embalado em papel alumínio e mais um pedaço da mesma droga embalada com papel igual, além de um saco plástico com 78 ampolas com cocaína. Ele teria dito que a maconha seria para uso próprio e as ampolas para venda.

Ao todo, até o último balanço feito no início da noite, haviam sido apreendidos um quilo de maconha, 600 gramas de crack, 164 ampolas com cocaína, 45 pedras de crack, e 15 porções de maconha.
 
Veículos apreendidos
 
Ainda durante a operação no dia de ontem, a PM localizou um Polo preto roubado na cidade em 23 de fevereiro deste ano, escondido na casa de número 600 da rua Francelino dos Reis, e na casa de número 112 da rua Zumbi dos Palmares estava o Citroën C4 preto, de placas ETI-6637, de Sorocaba, roubado por volta das 22h de segunda-feira numa casa da rua Nicolau Fernandes, no Jardim Maria Eugenia. Na ocasião, cinco rapazes entre 18 e 20 anos de idade chegaram com esse Polo.

O roubo não durou mais que 20 minutos mas deve ter representado uma eternidade para as vítimas, uma dona de casa aposentada de 57 anos, e seu filho, um engenheiro de 31 anos. Ele foi abordado quando estacionava o carro na casa, e junto da mãe foi obrigado a se ajoelhar na sala. As vítimas não podiam olhar para os ladrões e ainda foram levadas para um dos quartos da casa, onde foram amordaçadas e tiveram ainda as mãos amarradas. Além do carro, o bando fugiu levando uma TV 42 polegadas LCD, dois notebooks, um videogame com dez jogos diversos, três celulares, uma bermuda, uma camiseta, além de documentos do engenheiro. Todos os objetos foram também recuperados na mesma casa onde estava o Citroën. Mas nessas duas residências ninguém foi preso.( teria de se adotar o mesmo esquema do RJ, uma UPP no bairro, tá e depois de uma semana ?

se não atacar a raiz do problema o medo eterno irá continuar, pois bandido nunca desiste, mesmo nas favelas cariocas com UPPS o traficante expulso, ainda ronda o lugar.)