LEVY FIDELIX x radicais gays.

 

Em resposta ao discurso homofóbico de Levy Fidelix, candidato do PRTB à Presidência, representantes da causa LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros) organizam um ‘beijaço’ gay na avenida Paulista para terça-feira (30), às 17h, em frente ao vão livre do Masp (Museu de Arte de São Paulo).

De acordo com a página do ‘beijaço’ no Facebook, Levy Fidelix não pode continuar impune depois de seu comentário sobre homossexuais durante o debate eleitoral, transmitido pela Record na noite de domingo (28).

“Queremos fazer um ato que mostre que não aceitamos que esse tipo de discurso homofóbico do Levy possa ser dito com tanta naturalidade em rede nacional! É um absurdo que um presidenciável incite o ódio desse jeito, em um período em que todos os dias estamos vendo nas notícias a morte de gays, lésbicas, travestis e pessoas transexuais!”, diz o texto da página do evento, que já conta com mais de 5.000 participantes confirmados.

Durante o debate, Levy associou a homossexualidade com pedofilia e afirmou que gays precisam de atendimento psicológico “bem longe daqui”. Além do discurso de ódio, o candidato disse que “aparelho excretor não reproduz”.

“Como é que pode um pai de família, um avô ficar aqui escorado porque tem medo de perder voto? Prefiro não ter esses votos, mas ser um pai, um avô que tem vergonha na cara, que instrua seu filho, que instrua seu neto. Vamos acabar com essa historinha. Eu vi agora o santo padre, o papa, expurgar, fez muito bem, do Vaticano, um pedófilo. Está certo! Nós tratamos a vida toda com a religiosidade para que nossos filhos possam encontrar realmente um bom caminho familiar”, declarou.

As declarações homofóbicas do candidato repercuturiam não só no Brasil, como na imprensa internacional. O jornal britânico The Guardian classificou o debate entre os candidatos como uma noite ruim para a democracia e tolerância.

 

( LEVY nada mais disse do que MALAFAIA   BOLSONARO e outros  tb arrotaram por ai, quando não tinha internet, todos viviam  na escuridão, não tinham onde expressar, gays, feministas, sem teto, sem terra entre outros,agora com a net, não sabem o que fazer, os reacionários ficaram feito baratas tontas.

em vez de todos se sentarem e resolverem suas diferenças, ficam nesta guerra infantil , acusações de ambos os lados, homofobia, ditadura gay, KIT GAY querendo homossexualizar crianças etc,  claro que nem todos os gays não se importam com ataques, apenas trabalham e deixam o barco correr, é uma ala que não suporta ouvir criticas de ninguém que já se levantam.

deixa o LEVY falar a eleição é domingo, ai na segunda todos somem, opinião cada um tem a sua, não se preoicupem com palavras e sim ações, como homofóbicos que pegam em armas e matam gays por ai,m isso sim é pra se preocupar.

 

 

selinho do curintia vira caso de policia

Emerson Sheik deu selinho em amigo e foi intimado a depor na polícia

A Polícia Civil de São Paulo pretende investigar um grupo de cinco torcedores do Corinthians por suposto caso de homofobia contra o jogador de futebol Emerson Sheik. A Decradi (Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância) colherá depoimento do atleta e de Marco Antônio de Paula Rodrigues, presidente da torcida organizada Camisa 12, por causa do episódio em que o atacante publicou em redes sociais uma foto em que aparecia dando um “selinho” no empresário Isaac Azar, dono de um restaurante em São Paulo.

Emerson Sheik publicou a imagem no último domingo, horas depois de o Corinthians ter vencido o Coritiba por 1 a 0 no Pacaembu em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro. Na segunda-feira, um grupo de torcedores reagiu e foi ao centro de treinamento do clube para protestar.

Identificados como membros da organizada camisa 12, os adeptos alvinegros levaram faixas com dizeres como “Viado não”, “Respeito é para quem tem” e “Vai beijar a p.q.p. Aqui é lugar de homem”. Além disso, entoaram gritos de cobrança e prometeram “tumultuar a vida” do jogador caso não houvesse uma retratação.

Nesta sexta-feira, a delegada Margarete Barreto, titular da Decradi, ouvirá a versão de Rodrigues, presidente da Camisa 12. O depoimento de Emerson Sheik sobre o caso está marcado para a próxima segunda-feira. Como não foram intimados, o dirigente da organizada e o jogador de futebol não têm obrigação de comparecer à delegacia.

Segundo Margarete Barreto, o protesto dos torcedores caracteriza crimes de injúria e ameaça, cujas penas podem render detenção de um a seis meses. “Mas cabe ao atleta registrar queixa. Ele é o maior interessado”, disse a delegada.

Independentemente disso, a ideia de Margarete Barreto é investigar cinco torcedores do Corinthians por causa do protesto de segunda-feira. Os nomes dos adeptos ainda são mantidos em sigilo.

A ideia da delegada é fazer até uma investigação mais ampla do que o protesto. “[Queremos saber] por que os gays são proibidos de frequentar a quadra da torcida”, exemplificou.( por culpa de quem ? ah dos torcedores que foram criar caso, imaginem um selinho no campo , ao vivo na tv então o que daria ?

mas houve agressão 😕 depredação ? não né ? a delegada ta querendo se aparelçer ou prevenir antes que haja tragédia ?

e a mídia avida por sangue, fica toda hora falando tb, os bandidos agredeçem a policia por perder tempo e dinheiro dos impostos do povo pra um casinho destes.) 

padre excomungado solta o verbo,tem muito padre ré no kibe na igreja

No último mês de abril, o paulista Roberto Francisco Daniel, o Padre Beto , ficou conhecido em todo o Brasil depois de ser excomungado pela Igreja Católica por causa da sua visão progressista da sexualidade. Aos 47 anos, ele foi obrigado a deixar a sua paróquia na cidade de Bauru, no interior de São Paulo, por defender, entre outras posições, o amor gay. Ele também não escondia que a homossexualidade é algo que existe dentro da instituição.

Curiosamente, mais de dois meses depois da excomunhão, o papa Francisco surpreendeu o mundo nesta semana ao declarar que os gays não devem ser marginalizados pela sociedade, indo de encontro ao que pensa Roberto. Aliás, mesmo expulso da Igreja, ele se recusa a abandonar a alcunha ‘padre’. “Continuo sendo padre, essa é minha vocação… minha paixão”.

 
 
 
Padre Beto no lançamento do livro “Verdade Proibidas”, em Bauru (SP), na última terça-feira (30). Foto: Divulgação
1/5
 

Nesses meses de afastamento, Padre Beto se concentrou em escrever um livro sobre o que aconteceu com ele e sobre a necessidade de renovação nas posições da denominação religiosa sediada no Vaticano. Lançado na última terça-feira (30), “Verdades Proibidas” (Editora Astral Cultural) traz à tona temas tabus para Igreja Católica, como a homossexualidade, a homofobia religiosa e o celibato.

Em entrevista ao iGay , Padre Beto comentou sobre todos esses assuntos, apontando inclusive os casos de sacerdotes católicos que ‘escondem sua homossexualidade atrás da batina’.

O religioso falou ainda sobre seu otimismo com a figura do papa Francisco, apesar de ter a convicção de que o pontífice não vai conseguir mudar a posição da Igreja sobre a comunidade LGBT.

iG: Como surgiu a vocação para ser padre?  
Padre Beto: A vocação surgiu quando eu tinha 26 anos. Foi um processo de reflexão diante do confronto com a morte. Tive uma pessoa da família que faleceu e isso me fez refletir sobre a minha própria morte. Me questionei sobre as realizações que eu alcançaria quando minha vida acabasse. A educação cristã que eu tive também ajudou, cresci em uma comunidade paroquial. Jesus sempre foi meu modelo de vida.

iG: E como é esse modelo de vida representado pela figura de Jesus? 
Padre Beto: Jesus era revolucionário, mas essa característica foi amenizada pela Igreja. Ele é visto num representação romântica das palavras amor e da paz. Acontece que o amor dele era comprometido, tanto que isso o levou a arregaçar as mangas. Jesus inclusive combateu preceitos religiosos, como o do “atire a primeira pedra quem nunca pecou”, em relação às prostitutas.

iG: Sua formação é diversificada, passando pelo Direito, pela História e pela Comunicação, além da Teologia. Essa bagagem acadêmica influiu no seu posicionamento progressista? 
Padre Beto: Certamente. Mas também é preciso levar em conta o fato deu eu ter entrado tarde no seminário. Entrei já adulto,não um adolescente, como é comum. Ingressei com muita experiência de vida, não era mais virgem. Isso fez com que eu pudesse ter uma visão mais realista do ser humano. Minha formação acadêmica contribuiu para que eu tivesse um olhar mais crítico da instituição e da própria sociedade.

Me sinto injustiçado pelo o que aconteceu, mais ainda pela forma como aconteceu. Não cometi crime algum, apenas levantei pontos de reflexão

iG: O senhor está há mais de dois meses fora da igreja, como tem sido esse período? Existe um sentimento de injustiça? 
Padre Beto: Me sinto injustiçado pelo o que aconteceu, mais ainda pela forma como aconteceu. Não cometi crime algum, apenas levantei pontos de reflexão. A Igreja não me respeitou como humano, não respeitou minha família. Minha mãe é cardíaca, poderia ter morrido. A comunidade da qual eu fazia parte também foi desrespeitada.

iG: O senhor tem vontade de voltar ao sacerdócio?  
Padre Beto: Eu pretendo voltar sim ao sacerdócio, continuo sendo padre, essa é minha vocação. É como se eu fosse um jogador de futebol que é impedido de jogar, mas que não pensa em fazer outra coisa. O sacerdócio é minha paixão, sou apaixonado por Jesus Cristo, não tem como não ser. Estou esperançoso com o papa Francisco, que ele traga o retorno da Igreja Católica que reflete, por isso estou entrando na justiça comum.

iG: Qual a posição atual da Igreja Católica em relação à homossexualidade? Por que este assunto ainda causa tanta controvérsia? 
Padre Beto: Infelizmente, a posição da igreja é “eu aceito o gay, mas não aceito a homossexualidade”, que vem da percepção de que a sexualidade é uma opção. Sexualidade é uma orientação, algo que nasce com o individuo. Mas ele só floresce como pessoa quando convive bem com a própria sexualidade. Com essa visão antiquada, o homossexual católico sente que vive em pecado. Isso é um absurdo.

Aceitar os gays na Igreja fará com que as famílias vivam de maneira mais saudável, porque o tema vai ser tratado com muito mais naturalidade

iG: Muitos religiosos, de diversas denominações, dizem que a aceitação dos gays pela sociedade é um sinal de falência da família. Com o senhor encara esse pensamento? 

Padre Beto: É um pensamento muito questionável, para não dizer absurdo. Homossexualidade não é contagiosa, não é algo que passe por comportamento. Aceitar os gays na Igreja fará com que as famílias vivam de maneira mais saudável, porque o tema vai ser tratado com muito mais naturalidade. Por exemplo, os filhos que hoje são adotados por casais gays compreenderão as diferenças com muito mais tranquilidade no futuro.

iG: O senhor ouviu muitos jovens gays quando era padre? Eles sofriam por serem gays em uma igreja que não reconhece sua orientação? 
Padre Beto: Eu aconselhei vários homossexuais, muitos em confissão, sempre os percebia na missa. Notava inclusive que o conflito interno deles se dava não com a igreja, mas com eles próprios ou com Deus. Porque a Igreja os condicionou a acreditar que ser gay é algo pecaminoso. Eles nem se davam conta que precisavam confrontar a instituição que incutiu isso em sua cabeça. Que os fez se perceber como um monstro, uma anomalia. O meu trabalho sempre foi no sentido de esclarecer isto. Mostrar que esse pensamento foi colocado na mente deles pela Igreja.

Reprodução/Facebook

Padre Beto celebrando uma missa antes da excomunhão, em abril deste ano

iG: Porque nenhum padre, salvo exceções, como o senhor, não fala sobre homossexualidade? 
Padre Beto: Eu acredito que os padres, de um modo geral, tem um grande receio de tocar no tema sexualidade em si. Com homossexualidade então, o medo é maior. Porque há o receio de receber alguma advertência dos superiores. Para os padres, defender a posição da Igreja é muito difícil. Se eles fossem honestos, iriam compartilhar da minha opinião, mas eles têm medo.

Ele não vai avançar nos temas casamento e adoção por gays, mas vai abrir um precedente com essa fala

iG: A aceitação dos gays pela Igreja contribuiria para a diminuição da homofobia e o preconceito na sociedade? 
Padre Beto:  Ajudaria muito. Porém, seria muito bom que acontecesse o inverso, com uma sociedade mais aberta forçando mudanças na Igreja. Ela precisa fazer como Jesus Cristo, que foi vanguardista, que fez a sociedade avançar, que foi até crucificado por seus ideais. A igreja tem que avançar, levar a sociedade para frente. Por isso quero voltar a ser padre.

iG: O que o senhor achou da recente declaração do papa Francisco em relação aos homossexuais?  
Padre Beto: No momento, o papa Francisco enfrenta uma fúria romana dos que foram nomeados e aceitos pelos papas anteriores. A politica papal, que tivemos com João Paulo II e Bento XVI, tornou inexistente qualquer tentativa de reflexão e diálogo. Joao Paulo II era carismático, tinha uma expressão midiática, mas uma teologia muito conservadora e fechada, assim como o Bento XVI. O papa Francisco tem que fazer uma mudança de estrutura. Eu diria que o discurso dele foi uma tomada de posição consciente para avanços futuros. Ele não vai avançar nos temas casamento e adoção por gays, mas vai abrir um precedente com essa fala.

o que interessa não é orientação sexual e sim o coração honesto e sincero que busca Deus

iG: De que maneira? 
Padre Beto: Veja a declaração do papa, ele disse: “Quem sou eu pra julgar”. Ora, se o sumo pontífice, sucessor de Pedro, se diz incapaz de julgar um homossexual, quem poderá fazer? O papa nos ensinou com isso que o cristão não deve seguir uma cartilha, mas que deve pensar teologicamente. Que o que interessa não é orientação sexual e sim o coração honesto e sincero que busca Deus.

iG: Existem padres gays dentro da Igreja Católica? Manter essa condição em segredo é uma desonestidade ou uma questão de sobrevivência? 
Padre Beto:  Você não imagina quantos padres gays existem dentro da Igreja, são muitos. Mas isso não é discutido de jeito nenhum. Eu tenho a impressão de que boa parte deles tenta esconder a homossexualidade atrás da batina. Quando você é padre não existe uma pressão social do casamento, nem cobrança em relação à sexualidade, já que existe o celibato. É uma situação horrível para a Igreja, que acaba formando párocos que não têm vocação para o sacerdócio. Por outro lado, os que têm vocação não abrem a boca para defender os gays como eles, o que é inacreditável.

Uma Igreja formada por homens e mulheres, homossexuais e heterossexuais, celibatários ou não, seria infinitamente mais saudável

iG: O senhor imagina um futuro em que os padres gays são plenamente aceitos pela Igreja? 
Padre Beto: Sim. Porque mudaria muita coisa, a Igreja Católica seria muito mais arejada. O mesmo aconteceria se tivéssemos mulheres na hierarquia da instituição. Uma Igreja formada por homens e mulheres, homossexuais e heterossexuais, celibatários ou não, seria infinitamente mais saudável.

ativistas do FEMEN jogam água em arcebispo em BRUXELAS

Ativistas seminuas do grupo feminista Femen invadiram uma conferência em uma universidade de Bruxelas. Durante o ato, manifestantes jogaram água no arcebispo de Mechelen-Bruxelas, Andre-Joseph Leonard. O religioso não reagiu e evitou olhar para as ativistas.

O protesto foi contra a homofobia, de acordo com agências internacionais. No fim da manifestação, o arcebispo beijou uma imagem da Virgem Maria ao deixar a sala. 

Nascido na Ucrânia e com filiais em vários países (incluindo o Brasil e nações de maioria islâmica), o Femen costuma fazer campanhas pelos direitos das mulheres e de minorias. Uma de suas bandeiras é a defesa do casamento gay. O grupo também já realizou atos contra os casos de pedofilia na Igreja.( a igreja se mete em tudo, então…é que os grupo assim como nós estamos cansados de ficar esperando , ficam só nas palavras , claro que agressão não é o caminho, mas tb p… cansa esperar algo)