terroristas atacam jornal francês Charlie Hebdo por causa das sátiras ao islã

“Maomé não é sagrado para mim. Eu vivo sob a lei francesa, não sob a lei do Corão”, afirmou o cartunista e editor-chefe da revista de humor francesa Charlie Hebdo, Stéphane Charbonnie, em 2011 após reação violenta de fanáticos à publicação de charges consideradas ofensivas ao islamismo.

O Charlie Hebdo é uma publicação que não poupa nenhuma religião ou políticos, extremamente ácida nos comentários e cartuns e que sempre esteve envolvida em polêmicas.

Hoje pela manhã Charb, como Charbonnie era conhecido, e os cartunistas Cabu, Wolinski e Tignous, morreram baleados junto com mais oito pessoas em violento ataque terrorista contra a redação da publicação. O mais recente post publicado pela revista em sua página no Twitter, pouco antes do ataque terrorista desta quarta-feira em Paris, foi uma charge satirizando o chefe do grupo terrorista Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi. O desenho traz “bons votos” e deseja ‘boa saúde’ ao jihadista.

Charb, que você vê na imagem que ilustra este post mostrando a capa da publicação que motivou aquele atentado de 2011, já não vive mais sob a lei francesa.

doze pessoas, entre elas dois policiais, morreram nesta quarta-feira em um ataque com fuzis de assalto e lança-foguetes contra a sede da revista satírica Charlie Hebdo, localizada em Paris, informaram fontes ligadas ao caso.

O presidente François Hollande dirigiu-se até o local dos fatos e confirmou tratar-se de um ataque terrorista, o mais violento registrado na França em 40 anos. “Dois homens armados com kalashnikovs e um lança-foguetes invadiram a redação da revista de humor Charlie Hebdo no distrito XI de Paris. Uma troca de tiros aconteceu com as forças de segurança”, contou uma fonte ligada à investigação do caso falando à AFP.

Segundo fontes policiais, os autores do ataque gritaram “Vingamos o Profeta!”, em referência a Maomé, alvo de uma charge publicada há alguns anos pela revista, o que provocou revolta no mundo muçulmano.

Ao abandonar o prédio, os agressores atiraram contra um policial, atacaram um motorista e atropelaram um pedestre com o carro roubado.  “Ouvi disparos, vi pessoas encapuzadas que fugiram em um carro. Eram pelo menos cinco”, declarou à AFP Michel Goldenberg, que tem um escritório vizinho na rua Nicolas Apert, onde fica a sede da revista.

Em 2011 houve um incêndio no escritório da revista horas antes de uma edição especial da publicação semanal com o profeta Maomé ir às bancas. A representação de Maomé é inaceitável para os muçulmanos. Segundo Luc Poignard, funcionário do sindicato dos policiais de Paris, os homens que realizaram o ataque deixaram o local em dois veículos.

http://www.emresumo.com.br/2015/01/07/horror-video-mostra-terroristas-matando-policiais-ataque-paris_68969.html

( neste link tem o vídeo que mostra um dos policiais sendo assassinados pelosa terroristas, o mesmo vídeo que o youtube idiota retirou, oras mostra , é o mundo caramba, pra que retirar ?)

o bom muçulmano  pode até condenar , protestar com o jornal, mas jamais vai pegar em armas ou bombas pra atacar e matar, isso é coisa de radicais mesmo.)

DETRANS do BRASIL x muçulmanas

Detrans de todo o país vêm obrigando mulheres muçulmanas a tirarem o véu para a foto da carteira nacional de habilitação, em contrariedade à Constituição Federal. 

 
Os órgãos entendem que o adereço viola uma resolução nacional doContran (Conselho Nacional de Trânsito), que proíbe o uso de qualquer acessório que cubra parte da cabeça do condutor na foto.
Para o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), porém, a retirada do véu não é obrigatória, em respeito à liberdade religiosa prevista pela Constituição. O departamento orienta apenas que nenhuma parte do rosto da motorista fique coberta.
A Folha consultou os Detrans de São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro, onde ficam as maiores colônias islâmicas do país –há 1,5 milhão de muçulmanos no Brasil. Apenas o de São Paulo permite o uso do véu religioso na foto.
No ano passado, porém, uma muçulmana foi impedida de realizar uma prova do Detran em São Bernardo do Campo, já que se negou a retirar o véu. Na ocasião, ela chamou a Polícia Militar e registrou queixa na delegacia.
Editoria de Arte/Folhapress
OUTROS ESTADOS
A União das Entidades Islâmicas do Brasil diz que o problema ocorre em outros Estados. Os Detrans do Paraná e do Rio afirmam que seguem a norma nacional e que jamais receberam alguma orientação clara do Denatran a esse respeito.
Questionado pela reportagem, o departamento não esclareceu se irá ou não enviar comunicado sobre a exceção à regra aos órgãos estaduais.
Em Foz do Iguaçu (PR), onde fica uma das maiores colônias muçulmanas do Brasil, a Câmara Municipal pediu no mês passado maior flexibilidade ao Detran, para não constranger as mulheres.
O órgão diz que nada pode fazer. A única medida tomada no Estado, também adotada no Rio, é tirar a foto numa sala em separado e com a presença apenas de mulheres.
A restrição não se aplica a outros documentos. No caso do passaporte, a Polícia Federal diz seguir orientação internacional que admite o véu, desde que o rosto fique completamente visível.
Já para a foto do RG, a permissão depende da orientação de cada Estado. ( se vc vai no pais deles, tem de cumprir tudo como eles querem e pronto, não tem conversa e não adianta vc dizer que segue sua religião, pois o que vale lá e a deles em detrimento da sua.
 
pode estar o maior calor, mas uma turista não pode por uma mini-saia e sair na rua num pais muçulmano, senão… mas a ideia de tirar o véu apenas numa sala com mulheres pra ter a carteira de motorista é uma boa.)

juiz de SP x vídeo anti islã que causou fúria no mundo todo.


Um juiz da 25ª Vara Cível do TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo emitiu nesta terça-feira decisão que proíbe o site YouTube de hospedar o polêmico trailer intitulado “Inocência dos Muçulmanos”, apontado como estopim de uma onda de protestos iniciada em 11 de setembro que já atingiu mais de 20 países muçulmanos e deixou dezenas de mortos. A decisão também vale para outros vídeos que contenham trechos do filme que satiriza o islã e o profeta Maomé.
De acordo com a decisão, o pedido deferido em parte pelo juiz Gilson Delgado Miranda foi movido pela União Nacional das Entidades Islâmicas. O prazo para o YouTube acatar a decisão é de dez dias. Depois disso, se o trailer continuar no ar, uma multa diária de R$ 10 mil será cobrada da empresa.
 
 
Reprodução/Youtube/ClaytOnline
Cena do filme "Inocência dos Muçulmanos", que satiriza o profeta Maomé e o islã; clique para saber mais sobre a obra
Cena do filme “Inocência dos Muçulmanos”, que satiriza o profeta Maomé e o islã; clique para saber mais sobre a obra
O texto explica que os efeitos gerados pela divulgação do filme estão sendo sentidos também no Brasil e que o caso “envolve uma questão complexa e de difícil solução”. “Um conflito claro em relação à liberdade de expressão e à necessidade de proteção de indivíduos ou grupos humanos contra manifestações que possam induzir ou incitar a discriminação de preconceito de religião.”
A decisão menciona uma manifestação na última sexta (21) no bairro do Brás, zona leste de São Paulo, que reuniu “centenas de manifestantes” em um protesto pacífico contra o filme.
 
Na decisão, o juiz reconhece que o YouTube não pode fazer uma censura prévia do que é publicado, de modo a evitar que o vídeo volte ao ar, mas o obriga a voltar a remover o conteúdo quantas vezes for preciso, sob pena de responder por “omissão praticada”. Mais do que isso, segundo a decisão, espera-se que o YouTube possua meios para identificar os usuários responsáveis pela reportagem dos vídeos com o conteúdo proibido, “atribuindo a cada manifestação uma autoria certa e determinada”.
 
O filme, que foi dirigido por um cristão egípcio que vive nos EUA, teve o trailer, com 14 minutos de duração, publicado no site YouTube. Nele, o profeta Maomé aparece como mulherengo e ambicioso, enquanto o islã é retratado como violento. Para muitos muçulmanos, a mera representação do profeta é ofensiva.
Os protestos supostamente detonados pelo vídeo envolvem, entre outros episódios, o ataque ao Consulado dos EUA em Benghazi (Líbia) que deixou quatro americanos mortos, entre eles o embaixador Chris Stevens. Por causa da violência, o Departamento de Estado americano já havia solicitado ao Google, controlador do YouTube, que as imagens fossem tiradas do ar, mas teve o pedido negado.
 
Na manhã desta terça-feira, em discurso à 67ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, em Nova York, o presidente Barack Obama disse que a resposta para a liberdade de expressão não é repressão, mas “mais liberdade de expressão”. Ele disse ainda que considera o vídeo “nojento”, mas que não pode ser utilizado como justificativa para atos de violência.
“Nenhum discurso justifica violência impensada. Não há palavras que isentem a matança de inocentes. Não há vídeo que justifique um ataque a uma embaixada.”
 
“Eu já deixei claro que o governo dos EUA não teve nada a ver com esse vídeo, e eu acho que sua mensagem deve ser rejeitada por todos que respeitam a humanidade. Ele é um insulto não só a muçulmanos mas à América como um todo -como a cidade aí fora [Nova York] deixa claro, nós somos um país que recebe pessoas de todas as raças e crenças.”
Obama agradeceu ao governo e ao povo líbios pela “assistência” e a outros governos da região -o egípcio, o tunisiano e o iemenita- por colaborarem para elevar a segurança das missões diplomáticas americanas em meio aos protestos. ( mais um juiz que quer apenas fazer nome pra se aparecer, afinal não tem mais nada pra ele fazer né ?
 
não temos nada a ver com isso, já não basta os religiosos daqui quererem se meter nos assuntos do estado e vem juiz que ao invés de se preocupar com o caos urbano que ta aqui, prefere se meter em assuntos internacionais
 
já vi o vídeo e dai ? não muda nada pra mim, cada um no seu canto e pronto, muçulmano não vem mandar na minha vida, assim como qualquer católico, pastor etc.
 
o vídeo quem quiser ver ta ai abaixo: