TOMORROWLAND tem segundo dia de problemas por causa desta juventude de bosta

Todo grande evento, muitas vezes por não conseguir conter as proporções de sua dimensão, apresentam alguns problemas. O Tomorrowland Brasil não foi uma exceção. Durante o segundo dia do festival, pelo menos um arrastão ocorreu dentro da Arena Maeda e as enfermarias registraram um alto número de ocorrências relacionadas a drogas ilícitas.

Durante passagem por um dos nove postos de saúde era possível ver jovens deitados na camanecessitando do auxílio das enfermeiras e dos médicos responsáveis. “hoje tivemos trinta casos de problemas por excesso de drogas. Os jovens misturam tudo, bebida e as chamadas drogas recreativas, como ecstasy e LSD“, disse Juliane Cardoso, 32, médica responsável por um dos postos, afirmando que o alto número de ocorrências deve-se também ao tamanho do evento. Queda de pressão, náuseas e convulsão foram alguns outros exemplos que o também médico Rafael Vilela, 31, teve de tratar. “Festival de música eletrônica é assim mesmo. No meu posto tivemos que levar cinco pessoas para o hospital, por precaução.“, concluiu.

Alguns dos presentes notificaram a ocorrência de arrastão em um dos palcos menores, na hora que o DJ Hardwell foi se apresentar no início da noite. “Eu e meu namorado estávamos bem afastados do palco, e quando o Hardwell entrou, fomos levados pela multidão. Era impossível sair. Quando paramos, meu namorado e muitas outras pessoas notaram a ausência de seus celulares e carteiras nos bolsos“, disse a jornalista Fernanda Guerreiro, 28. “Ouvi algumas reclamando de terem sido roubadas em outras ocasiões hoje, apesar de ontem não ter acontecido nada que eu tenha visto“, acrescentou o baiano Rubens Oliveira.

Além da segurança, o festival apresentou falhas em sua estrutura em seu segundo dia. Muitos jovens reclamaram da ausência de sistema para comprar a moeda local por cartão de crédito. “Fui em dois postos diferentes e nos dois disseram que só estavam aceitando dinheiro. Fica complicado, pois o espaço é enorme e temos que ficar andando até achar um lugar que aceite cartão“, reclamou o carioca Rodrigo Nudelman, 24. “O preço das coisas está caro e não é interessante ficar andando por aqui com notas altas. Podemos ser roubados“, disse seu namorado, Marcelo Novaes.

enquanto os hospitais estão sucateados a dengue se alastra pela vizinha cidade de SOROCABA, temos de ver nosso dinheiro sendo gasto pra socorrer esta juventude de merda sem noção.

e no twitter os de menores xingando por não poderem estar lá , liberem estas porcarias fora da cidade, la cada um usa sua droga, fornecida pelo estado e se der algum problema que se dane, pois nem policia nem ninguém estará lá pra socorrer, já que não querem que o estado se meta em suas sub vidas

mulher acorrenta as filhas em casa pra não fugirem e a justiça faz o que ?

Maria Cristina Barbosa, do Conselho Tutelar de Itu: Essas meninas já foram abrigadas várias vezes

“Foi a única maneira de evitar que fugissem de casa”. Esse é o relato de uma mulher de 42 anos que na última segunda-feira, 15, foi detida pela Guarda Civil Municipal de Itu após acorrentar e prender com cadeados as filhas de 12 e 15 anos de idade como última alternativa, segundo ela, para manter o controle sobre as adolescentes. Agora, as duas permanecem sob responsabilidade do Conselho Tutelar da cidade, que busca alternativas para encontrar um novo lar para elas, que não têm intenção de voltar para casa. O caso aconteceu no bairro Cidade Nova, onde segundo a mãe, ocorrem constantes festas regadas a drogas e álcool além dos famosos bailes funk. A casa da família fica próxima a avenida da Paz Universal, e a preocupação maior da mãe é que as meninas frequentem o ponto para se prostituir.

O fato foi registrado em boletim de ocorrência enquadrado no artigo 136 código penal, que configura maus-tratos. A GCM chegou ao local através de uma denúncia anônima, e de acordo com o BO, as meninas não apresentaram nenhum tipo de comportamento agressivo. Elas explicaram ainda que realmente não obedeciam a genitora e fugiam de casa. A mãe foi ouvida e liberada logo em seguida, enquanto as duas meninas, após passar por exames e não apresentarem nenhum tipo de lesão, foram encaminhadas para a sede do Conselho Tutelar de Itu, onde passaram as últimas noites e permanecem até agora. 
Na tarde de ontem, a reportagem do jornal Cruzeiro do Sul esteve na casa da família, porém, a mãe não estava no local. Segundo um dos filhos dela, os problemas envolvendo as adolescentes são frequentes. O rapaz explicou que além das duas adolescentes, outros quatro irmãos vivem juntos. Ele defendeu a atitude adotada pela mãe e garantiu que ela só acorrentou as filhas por não ter encontrado outra alternativa. O irmão chegou a alegar que prefere que elas não voltem mais para casa. Também será verificada a situação escolar das irmãs.

Costa que as duas deixaram de frequentar a escola e antes “matavam” aula constantemente.
Por telefone, a mãe das jovens revelou que ainda não sabe se irá tentar trazê-las de volta para casa. “Não vou ficar prendendo toda vez para não saírem de casa. Terei de conversar bastante com a minha família para decidir a melhor forma de resolver isso”, explica. A mulher disse ainda que as filhas já chegaram a fugir e ficar fora de casa por oito dias. “Mãe nenhuma quer fazer isso com uma filha. Mas não posso deixar que elas saiam para se drogar ou até mesmo algo pior. A gente procura ajuda, mas ninguém toma nenhuma atitude. Uma vez no Conselho Tutelar me disseram somente para procurar um psicólogo”, relata. Ainda de acordo com a mãe, as filhas não reagiram no momento em que eram acorrentadas. “Elas admitem que estavam erradas”, afirma.

De acordo com as conselheiras tutelares que acompanham o caso, os problemas com a família são constantes. “Essas meninas já foram abrigadas várias vezes. Já houve casos de abandono por parte da mãe, maus-tratos e desaparecimento. Já tem cerca de cinco anos que acontecem esses transtornos com essa família”, explica a conselheira Maria Cristina Barbosa. O próprio boletim de ocorrência confirma. Segundo o documento, em 2010 a mãe entregou as filhas ao conselho.

As conselheiras criticaram severamente a postura adotada pela mãe, e explicam que apesar da desobediência das filhas, ela não tem o direito de prendê-las dessa forma. Cientes da situação da família, elas revelam que os problemas de relacionamento entre as meninas e a mãe são recorrentes e acreditam que a mulher também não tem interesse em receber as filhas novamente em casa, por isso, os trabalhos estão voltados para encontrar um novo lar para as adolescentes. “Uma conselheira está a procura de outros parentes que possam ficar com elas. Todas as possibilidades estão sendo estudadas e somente em último caso elas serão mandadas para um abrigo para menores”, revela a também conselheira tutelar Isabela Belon Scalet.

 ( a mulher parece ter 6 filhos  e marido ? cadê o pai ou pais das crianças ? foi produção independente ?
ajudar ninguém ajuda, nada é feito cntra esta raça de di menor, que se multiplicam  a mil neste pais de miséria e bolsa esmola, ai preferem atacar a mãe é mais fácil e comodo.

queria ver qual parente vai querer receber duas bombas relógios em casa, sim, pq estes duas só tendem a piorar , só se as mandarem para um convento.

enquanto de menor fazer o que quer neste pais , vamos continuar lendo estes tipos de casos.)

caso JANUÁRIO RENNA 3 anos e …

Um dos casos mais polêmicos da história de Sorocaba completa três anos nesta quarta-feira (15). Em 15 de agosto de 2009, o engenheiro e ex-secretário de Administração da Prefeitura de Sorocaba, Januário Renna (hoje com 66 anos), foi flagrado em um quarto de motel em Itu com três adolescentes, pela Polícia Civil de São Paulo. Na ocasião, Renna foi detido em flagrante.

O extenso processo que atualmente ultrapassa as 500 páginas é respondido em liberdade. Condenado a 51 anos e quatro meses, o ex-secretário não cumpriu nenhum único dia da pena.

Sem calças/ De acordo com o material da polícia, na época Januário Renna foi flagrado por agentes do Deic (Departamento Estadual de Investigações sobre Crime Organizado), sem calças diante das meninas. “No dia seguinte estivemos na cidade de Salto, no bairro onde as adolescentes moravam,  e encontramos outras seis meninas que teriam tido encontros sexuais com o acusado”, conta o delegado José Augusto Pupin, titular da Delegacia da Infância e Juventude de Sorocaba.

Os depoimentos das seis menidas – com idades entre 12 e 17 anos – foram considerados consistentes pelo delegado Pupin. “Elas foram ouvidas de maneira separada e narraram de forma idêntica como ocorreram os encontros”, destaca.

Esses depoimentos hoje fazem parte do processo que corre em segredo de Justiça por envolver menores de 18 anos.

Fora do prazo/ Com quase seis meses de detenção, o advogado de Januário Renna, Mário Del Cístia, entrou com o pedido de liberdade provisória baseando-se no tempo excessivo do processo no Tribunal de Justiça de São Paulo.

O pedido foi concedido e o ex-secretário foi solto em 1º de dezembro de 2010. No entanto, 11 dias depois, a Justiça condenou o acusado a 51 anos e quatro meses de prisão em regime fechado. Como ele já estava solto, o habeas corpus foi mantido.

Andamento/ “Desde abril deste ano o processo está nas mãos de um desembargador e sem data para ser julgado”, explica o representante do Ministério Público em Sorocaba, o promotor Wellington Veloso.

Agora, o caso está pronto para que a sentença seja confirmada ou modificada. “O Tribunal prioriza os casos nos quais o réu está preso. Como Renna está em liberdade, este seria um dos motivos da demora”, explica o promotor.

Pimenta Neves do interior/ O promotor Wellington Veloso esclarece ainda que, apesar dos crimes serem distintos, a situação processual do caso de Renna é a mesma do jornalista Pimenta Neves que foi condenado em 2006 pelo assassinato da jornalista Sandra Gomide, a 15 anos de prisão. “Ambos foram beneficiados por habeas corpus e, assim como Pimenta Neves, Renna deve ficar livre até a conclusão de todos os recursos possíveis”, afirma Veloso. “Seria muito frustrante para a sociedade não ver esta sentença executada.”

Advogado de Renna crê na inocência do cliente
Apesar do fato, o advogado Mário Del Cístia fala sobre os detalhes do processo que o fazem crer que cliente deve ser inocentado pela Justiça

A morosidade da Justiça beneficiou o ex-secretário Januário Renna, 66 anos, que responde pelos crimes de atentado violento ao pudor e favorecimento à prostituição de vulneráveis.

De acordo com informações do processo, as três jovens flagradas com o acusado no motel em Itu, moram em um bairro simples de Salto.
Na ocasião, elas  explicaram que realizavam programas sexuais com o acusado em troca de R$ 100. Contaram também que ele se apresentava como médico e que costumava praticar sexo oral nos programas.“As meninas se apresentavam como garotas de programa e vejo a lei como protetora do que é certo e não defensora de garotas de programa”, diz o advogado Mário Del Cístia ao BOM DIA.

Em seu relato, ele defende que as meninas eram experientes na prática sexual e que Renna seria mais um dos clientes.

Material duvidoso/ Durante a investigação, a Polícia Civil apreendeu o computador do gabinete do ex-secretário.

De acordo com o laudo pericial do Instituto de Criminalística, havia 2.181 fotos de meninas, de 7 a 17 anos, em poses de submissão sexual.

O advogado afirma que o laudo é falso. “Contratamos um técnico que constatou que o computador foi utilizado por quatro minutos e 36 segundos após ter sido recolhido pela perícia”, defende.

CPI Pedofilia/ Membros da Comissão Parlamentar de Inquérito da Pedofilia ouviram o ex-secretário Januário Renna em  4 de dezembro de 2009.

Na ocasião, quando foi interrogado pelo senador Magno Malta, que é presidente da comissão, ele exerceu o direito de ficar calado.
No mesmo dia, o promotor Wellington Veloso entregou ao senador o relatório da perícia feita nos arquivos do computador do ex-secretário, que apontou a existência de farto material pornográfico.

Novo processo/ O promotor esclarece que, além dos dois crimes pelos quais Renna é acusado, há um terceiro processo sendo elaborado: posse de material pornográfico. “Apesar da idade dele, a lei será cumprida. Demonstramos de forma contundente todos os crimes contra ele [Renna].”

Crença/ Januário Renna hoje mora em Itu e, segundo seu advogado, tenta levar uma vida normal a medida do possível. “A demora na sentença também afeta o acusado, que vive preocupado por causa do processo”, explica Mário Del Cístia. “Creio que meu cliente será inocentado de todas as acusações, pois a forma que os fatos foram apresentados foi irregular e exagerada.”

Além da idade

De acordo com o artigo 115 do Código Penal Brasileiro, o prazo prescricional é reduzido pela metade se na data da condenação o acusado tiver mais de 70 anos. “Isso significa uma pequena mudança nos prazos dos recursos, mas não significa que o réu deixará de ser preso se condenado”, explica o promotor Wellington Veloso. ( e pensar que a piadinha do RAFINHA BASTOS sobre a VANESSA AMARGO, foi julgada rapidamente , isso é BRASIL, o senador MAGNO MALTA, adora pegar carona nestes casinhos.

agora a grande pergunta, onde estão as meninas do caso ? elas na eposa simplesmente sumiram depois que o ex secretário foi preso, devem estar por ai com novos clientes , a mais velha com 17 na epoca era a professora PHD em sexo.

vulneráveis o caramba, eras experinetes e faziam pq querima, ou eram obrogadas por alguém ? nada se descobriu delaa, simplesmente desapareçerem e somente o JANUÁRIO pagou o pato em tudo, se tem explorador pq ele não ta em cana tb, querem combater ? tirem as meninas das ruas e evitem que outras tomem o lugar delas .

este e outros casos só tem a prisão do infrator, isso sendo ele pobre e sem advogado.)