foto da menina de 13 anos,agredida por criminosa de 16 em SOROCABA

Reprodução/Facebook

esta é a menina de 13 anos agredida em SOROCABA no JD SÃO GUILHERME, está internada num hospital toda machucada,, brutalmente espancada pelo motivo de ser bonita, o caso está mais abaixo ai no blog, apenas estou mostrando, como ela era antes da covardia a que foi vitima. 

mas eu queria ver a cara da agressora, será que é tão feia assim ? mas infelizmente amanhã ela encontra um zé mané pra lhe fazer filhos, pra dar a eles que ex de vida ?

mas deve encontrar macho em outras partes da cidade, pois pelo jeito o tal bairro não tem homens né ?

bandida vagabunda de 16, agride uma de 13 só por ser bonita

Em frente a hospital, pai da vítima mostra revolta com o que classifica de tentativa de homicídio.

Uma estudante de 13 anos foi brutalmente espancada na saída da escola, no início da tarde de ontem, por uma adolescente de 16 anos, que contou com a ajuda de outros colegas que não deixaram que pessoas que passavam pelo local evitassem a agressão. O caso aconteceu por volta das 12h na EE Hélio Del Cístia, no Jardim São Guilherme, e segundo o pai da vítima, o motivo da agressão é a beleza da filha.

A adolescente sofreu ferimentos no rosto e perdeu vários dentes. “Além de tapas e socos, a agressora pisou e chutou a cabeça da minha filha”, afirmou o pai, que estava visivelmente revoltado com o que ele classificou de “tentativa de homicídio”.

O pai da garota, que é microempresário, informou que costuma buscar a filha na escola, mas que ontem se atrasou por 15 minutos. “Quando cheguei na escola encontrei minha filha com rosto cheio de hematomas e com vários dentes quebrados. Fiquei chocado porque percebi que nenhuma providência havia sido tomado para socorrê-la. Eu e minha cunhada a levamos para o hospital no carro particular. A direção da escola não acionou o serviço de socorro”, acusou o pai.

Ele contou ainda que a filha sofre assédio por ser bonita, o que pode ter gerado ciúmes por parte da agressora. “Me contaram que ela (a agressora) chutava a cabeça da minha filha e dizia que nunca mais ela iria ficar bonita”, afirmou o pai.

Outro fato que deixou o pai da vítima transtornado foi tomar conhecimento, por intermédio de testemunhas, que a agressora recebeu ajuda de outros adolescentes. “Me contaram que eles fizeram uma roda para impedir que outras pessoas se aproximassem. Uma tremenda covardia”.

Já no hospital, o pai da adolescente agredida pediu providências das autoridades competentes. “Espero que façam justiça, já que não poderão devolver o que tiraram da minha filha. Agora ela está lá no quarto, em estado de choque e com alguns movimentos comprometidos. Eu e minha mulher só podemos orar pela recuperação da nossa filha”.

Em respeito ao Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), o Cruzeiro do Sul não publica o nome dos envolvidos na ocorrência, para preservar a integridade das adolescentes. Como a reportagem só teve conhecimento do ocorrido no início da noite, não foi possível realizar contato com a escola. Porém, a direção da unidade de ensino será procurada pelo jornal para apresentar sua versão sobre os fatos.

 

( e isso por causa de q ? de macho ? a agressora fez isso por falta de pinto ? que não tava arrumando um maloqueiro pra comê-la ? quem tem confiança em si não fica se importando se o outro(a) é mais bonito , agora quem não tem atitude e capacidade apela pra violência como no caso ai.

e o ECAAAAAAAAAAAA, protege a vagabunda agressora, e a agredida ? tb é de menor  e ai ? então o infrator tem direitos, mas o menor vitima não tem, e teve gente que assistiu a agressão e nada fez, ficou com medo de bandidinhos de periferia.

agora vai este pai tentar fazer algo contra a agressora, ai vem policia ECAAAA, direitos dos manos, querer prendê-lo , bando de FDPS , abutres, agora nem filha(o) bonito vc pode ter mais, em determinados lugares, depois que a periferia é discriminado, ainda reclamam.)

acidente de avião no JD SÃO GUILHERME, 4 meses de lenga lenga.

Quase quatro meses depois de ter a sua casa completamente destruída por uma pequena aeronave que caiu no bairro Jardim São Guilherme, o operador de empilhadeira Miguel Aparecido Galdino e sua esposa Deise ainda amargam os prejuízos morais, materiais e psicológicos provocados pelo acidente inimaginável, que matou o piloto e o copiloto. Excluindo o fato de não ter sofrido qualquer dano físico, já que nenhum dos dois estava em casa no momento da queda do avião, o casal lamenta o fato de, mesmo sendo vítima, ter de arcar com todos os gastos para a reconstrução do imóvel, já que uma eventual indenização depende da conclusão das investigações da polícia civil e Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), além do trâmite burocrático do processo judicial. “Até hoje não fui procurado por ninguém. Estou tentando reconstruir minha vida e minha casa. Para isso, eu e minha esposa estamos trabalhando o dobro, fazendo horas extras, inclusive aos sábados. Também estou contando com o auxílio de amigos para voltar a ter onde morar”, relata Galdino, que luta para reformar sua residência. 

O imóvel teve a garagem, toda a parte superior e o telhado destruídos. “A laje ficou comprometida, assim como o telhado e garagem. Para você ter uma ideia, deixo meu carro guardado na casa de uma vizinha”, afirma.

Galdino prefere não falar em valores, já que ainda não imagina quanto irá gastar para concluir a reforma e reconstrução de parte do imóvel. “Estou guardando as notas, mas estamos endividados e só conseguimos manter a obra em andamento porque temos o apoio de amigos”, comenta o operador de empilhadeira. 

Ação na justiça

Como não foi procurado pelo proprietário do avião, trinta dias após o acidente Galdino nomeou a advogada Neusa Norma Mello Valente para representá-lo. Desde então, ela acompanha as investigações realizadas pela Polícia Civil e o Cenipa. “O processo corre em segredo de justiça, por isso pelo menos por enquanto não posso fornecer muitas informações. Mas estamos aguardando laudos periciais do Cenipa e conclusão do inquérito policial. Ainda não calculamos valores, mas meu cliente pedirá ressarcimento por danos morais e materiais”, afirma a advogada. 

“Ele está sofrendo um transtorno muito grande, inclusive é alvo de questionamento diário por parte de curiosos que passam pelo local”, diz Neusa Valente. 

“Infelizmente, não é possível estimar prazo para que ele (Galdino) seja ressarcido, já que o andamento do processo depende de muitas variáveis como a conclusão e emissão de laudo pericial”, informou a representante da vítima. 

No 8º Distrito Policial, onde foi aberto inquérito para investigar o acidente aéreo, também há poucas informações disponíveis sobre o caso. “Estamos aguardando um laudo complementar do Cenipa. Por isso, pedimos prazo maior no Fórum, para concluir o inquérito”, informou um escrivão da unidade policial. 
O jornal Cruzeiro do Sul entrou em contato com o Cenipa para questionar qual a previsão de tempo para a conclusão das investigações. Um oficial que estava de plantão informou que o responsável pelo caso encontra-se de licença médica e que só retornará ao trabalho na próxima semana.( e pelo jeito vão esperar muito uma talvez indenização, já que ta o empurra empurra, e pq segredo de justiça ? o que tem pra esconder ?

se os 7 mortos do PÁTIO CIANÊ , tão empurrando com a barriga, imagine este caso ai,é tant laudo, só falta pedir laudo pra SÃO PEDRO das condições climáticas daquele dia. )

elemento mata e debocha do crime cometido em baile funk de SOROCABA

O desempregado Luiz Henrique dos Santos Silva, 21 anos, foi quem matou, na madrugada de sexta-feira passada, o auxiliar de produção Tiago Pedroso, 24 anos. A autoria do crime, ocorrido na porta da casa noturna Estação Class, que fica sob o viaduto Jânio Quadros, após uma discussão iniciada no interior do estabelecimento, foi esclarecida pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG). O acusado, que já teve a prisão temporária decretada, está foragido.

De acordo com o delegado Acácio Aparecido Leite, as investigações feitas a partir do momento do crime, quando uma das equipes de homicídio esteve no local, apontaram Luiz Henrique como o autor. Porém, sua identificação também pela rede social, fez com que a polícia percebesse comentários alusivos ao crime. Para isso, o acusado se utiliza também de trechos de algumas letras de rap, das quais uma faz apologia ao crime e exaltação à facção Primeiro Comando da Capital (PCC).

Durante as investigações ficou evidente que a morte de Tiago foi mesmo decorrente de uma briga, por motivos ainda ignorados, iniciada dentro da casa noturna. Com o desentendimento contido no interior do estabelecimento, todos os frequentadores saíram para a rua, quando então aconteceu o desfecho fatal. Aparentemente a vítima foi morta por um disparo que teria atingido seu braço, que parecia estar quebrado, perfurando seu coração. Mas apenas o laudo pericial apontará o número de disparos, bem como a causa-mortis.

Imagens captadas pelo sistema de videomonitoramento do Terminal Santo Antonio mostram o momento em que centenas de pessoas saem correndo pela avenida, provavelmente após o disparo já ter ocorrido. Na sequência, aparece o carro guiado pelo acusado, um Ford Ecosport preto, trafegando em direção à praça da Bandeira, mas que ao chegar em frente ao Terminal de Ônibus, retorna até próximo ao local do crime e foge pela contramão da rua lateral da casa noturna, acessando o viaduto Jânio Quadros.

Ontem pela manhã, investigadores foram até a casa do acusado, no Jardim São Guilherme, para o cumprimento do mandado de prisão temporária por 30 dias, mas ele está foragido. O delegado Acácio disse que agora a polícia quer esclarecer a motivação do crime, mas que para isso é preciso localizar Luiz Henrique. A arma utilizada no homicídio também não foi apreendida. Ainda de acordo com o delegado, é possível que Luiz Henrique tenha saído da boate e ido até o carro buscar a arma. O delegado pede para quem tiver alguma informação sobre o paradeiro de Luiz Henrique, para avisar pelo 197. Não é preciso se identificar.

Apesar de nunca antes ter sido condenado, em 5 de março de 2011 Luiz Henrique foi averiguado por tráfico, sendo porém liberado. O rapaz que o acompanhava na ocasião, ficou preso pela venda de drogas. A vítima, que morava no Jardim Paulista, em Votorantim, não tinha antecedente criminal. No entendimento do delegado Acácio Leite, o fato do acusado postar comentários voltados para o ato criminoso não significa audácia, mas sim a sensação de impunidade: “quando eles acham que serão pegos? Eles se acham acima do bem e do mal”, disse.
 
Comentários

Para a polícia, os comentários feitos pelo acusado nas últimas horas, sugerem que ele estaria interessado em saber das investigações, como também demonstraria cansaço de ficar fora de circulação, sem ir para a rua. Tais comentários são “eu vou beber, dá um rolê, ver as notícias da TV….”: “tédiooooo – Q vontade de ir pa rua”.

Porém, em dois de seus comentários, Luiz Henrique se utilizou de letras de rap. Num deles, parte da letra utilizada é da música “Fórmula Mágica da Paz”: “Morrer é um fator, Mas conforme for, Tem no bolso na agulha e mais 5 no tambor….”, e por conta própria ele acrescentou “Quem pode mais saca primeiro…”

Em outro trecho, o acusado de matar o auxiliar de produção escreveu um trecho da música “Dia de Operação”, que faz apologia à violência: “”Não mexo contigo; Não mexa comigo; Desfez o acordo, toma CLACK BUM….”  (  a musica formula mágica da paz é contra  violência, curtir rap qualquer um curte, mas seguir a letra fielmente são outros 500.

quem pode mais saca primeiro, o cara atira num outro desarmado, queria ver ele enfrentar alguém tb armado, no baile funk do HABITETO por ex, ai o bicho pegava pra ele ,desempregado mas tem carro e grana pra baile funk, de onde vem a bufunfa ?
a policia tem obrigação moral de pegar este cara e botar em cana, que tal no presídio do MINEIRÃO onde o cara arrancou o coração do outro, ai queria ver a valentia dele la dentro, pois não teria o CLACK BUM.)

avião cai e atinge casa no JD SÃO GUILHERME EM SOROCABA.

Mais fotos…

Piloto e copiloto morreram com a queda de um avião monomotor na tarde de hoje no Jardim São Guilherme, em Sorocaba. O acidente ocorreu por volta das 15h40, na rua Belmiro Moreira Soares, altura do número 1.189. 

Acredita-se que o piloto tenha tentado fazer um pouso forçado numa área utilizada como campo de futebol. A queda, no entanto, aconteceu bem em frente a uma casa. A asa do avião atingiu o muro da residência. Com a explosão, um incêndio se propagou e atingiu 50% do imóvel. Os moradores saíram ilesos, pelos fundos do local. Nenhum morador do bairro se feriu. os corpos das vítimas ainda estão sob os restos da aeronave. O piloto Cauan Nichelimi e o copiloto Fernando Bondezan Moreira, 34 anos, morreram na hora.

O avião anfíbio, prefixo PPXLR, decolou no Aeroporto de Sorocaba com destino a Jundiaí. Moradores que testemunharam o ocorrido contam que momentos antes da queda a aeronave começou a perder altitude em movimentos giratórios, direto ao chão.

O monomotor de fabricação norte americana passou por manutenção numa das oficinas instaladas no aeroporto de Sorocaba. O barulho da explosão e o risco de propagação das chamas gerararam pânico entre os moradores. Alguns deles, usaram mangueiras para debelar o fogo que se espalhava pela rua em razão do vazamento de querosene combustível. A casa atingida foi interditada pela Defesa Civil por medida de segurança. Outra também sofreu avarias, mas em proporção menor.

A rede elétrica foi atingida, o que ajudou a propagação do incêndio. A região está sem energia. De acordo com a Urbes – Trânsito e Transportes, os semáforos do bairro tiveram o funcionamento interrompido durante 30 minutos, mas já foram reestabelecidos. Durante este tempo agentes auxiliaram o trânsito. Viaturas da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e GCM estão no local, além do helicóptero Águia. 

 

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Em nota o Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp) informou que a investigação das causas do acidente será realizada pela Aeronáutica, por meio do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes (Seripa).

Já a assessoria de imprensa da Força Aérea Brasileira (FAB) divulgou comunicado no qual esclarece que o avião envolvido no acidente era uma aeranove experimental. Ainda de acordo com a FAB, aviões deste tipo não precisam passar por investigação após acidentes, mas o órgão não descarta a possibilidade.

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Moradora de casa atingida pelo fogo conta como escapou

Duas meninas de 16 anos estavam nas casas atingidas pelo fogo gerado a partir da explosão. Elas foram salvas por Marcelo Gasque Colares, 26 anos, que trabalhava na instalação de um para-raios no telhado de uma residência próxima, e correu para prestar ajuda após testemunhar a queda da aeronave.

Andrezza Ribeiro de Oliveira, 16 anos, e sua vizinha, da mesma idade, foram retiradas pelo homem, através do muro dos fundos de um dos imóveis.

Ainda emocionada, Andrezza contou que tinha acabado de almoçar e levava comida para seu cachorro, quando ouviu o estrondo e sentiu a casa tremer. “Eu saí da minha casa, peguei o cachorro e pulei para a casa da minha tia, porque imaginei que pelo corredor ao lado daria para sair, mas vi o fogo entrando por debaixo do portão”, relembrou assustada. Ela contou ter encontrado a inquilina da tia e decidiu retornar à sua casa. Empurrou uma máquina de lavar até o muro e pulou de volta com a vizinha, levando consigo o cachorro. De volta à casa onde mora, correu para os fundos e começou a gritar por ajuda. O morador da casa vizinha dos fundos ouviu o pedido de ajuda e chamou Marcelo, que conseguiu puxar as duas pelos braços. O animal de estimação também foi resgatado. Todos saíram ilesos.

Após o resgate, Marcelo entrou na casa a tempo de remover o botijão de gás e evitar um estrago maior. Ele precisou quebrar o vidro de uma das portas e feriu-se na mão. “Eu não pensei duas vezes. Entrei e tentei ajudar como pude. O calor e o cheiro de fumaça estavam muito fortes, mas, na hora, só estava preocupado em colaborar. Foi muito terrível. Eu nunca tina visto um acidente desse tamanho. Acho que vou me lembrar de tudo enquanto viver”, declarou.

ALDO V. SILVA
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Documento de copiloto foi recuperado entre os restos do avião