família de menina morta por jet ski quer 12 milhões ? quem vai pagar o povo ? ah vai…

Grazielly, de 3 anos, morreu após ser atropelada por moto aquática (Foto: Arquivo Pessoal / Zildomar Lames)

O advogado contratado pela família de Grazielly Almeida Lames, José Beraldo, protocola nesta sexta-feira (18) a ação de indenização por danos materiais e reparação por danos morais no valor de 20 mil salários mínimos, equivalente a R$ 12,4 milhões, pela morte da criança. Ela foi atropelada por uma moto aquática ligada por um adolescente, de 13 anos, quando brincava na orla da praia de Guaratuba, Bertioga, no litoral de São Paulo, em 18 de fevereiro.

Os pais da criança moram em Artur Nogueira(SP), onde será protocolada a ação, segundo o advogado. Para Beraldo, a compensação financeira deverá ser paga pelo padrinho do adolescente e proprietário da moto aquática, José Augusto Cardoso Filho, pelo mecânico Thiago Veloso Lins, proprietário da marina e mecânica “Jet Sky Riviera”, e seu empregado Ailton Bispo de Oliveira, além dos pais do jovem.

No dia 19 de abril, a 1ª Vara do Foro Distrital de Bertioga aceitou a denúncia oferecida pelo Ministério Público contra o padrinho do adolescente, dono da moto aquática; o dono da marina onde ficava guardado o veículo; e o mecânico por homicídio culposo – quando não há intenção de matar.

O advogado também informou que filmagens e fotos da simulação do acidente, feitas por um perito contratado pela família, também serão juntadas ao processo criminal.


Estado
A família de Grazielly também vai pedir R$ 5 milhões de indenização ao estado, segundo Beraldo, sob alegação de que houve falhas na prestação de socorro à menina.

“Houve morosidade no atendimento e a menina foi levada para um local que não tinha condições de prestar atendimento adequado para um caso desta gravidade”, explica.

Valor excessivo
O advogado contratado pela família do adolescente de 13 anos que ligou a embarcação no dia do acidente, Maurimar Bosco Chiasso, disse que considera legítimo o pedido de indenização, mas critica o valor solicitado por Beraldo. “O número buscado é um absurdo, incompatível com a jurisprudência, é querer ganhar sozinho na loteria”, resume.

O advogado do mecânico e funcionário da “Jet Sky Riviera”, Armando de Mattos Júnior, reitera que os seus clientes não foram responsáveis pela morte da criança e também se posiciona contrário ao valor de indenização a ser protocolado na Justiça.

“A culpa é do proprietário da moto aquática, não dos meus clientes. Vou pedir ao Tribunal de Justiça de São Paulo o trancamento da ação penal, assim como fiz em relação aos indiciamentos. De toda forma, o valor pedido é excessivo”, afirma.

O G1 não conseguiu encontrar o advogado de Cardoso Filho para comentar o assunto.

Investigações
Para a Polícia Civil, dias antes do acidente o mecânico fez manutenção na moto aquática. Ele realizou uma limpeza e concluiu que o equipamento estava em condições de ser utilizado.

Além disso, segundo o delegado seccional de Santos, Rony da Silva Oliveira, o laudo da perícia mostra que o eixo da borboleta, uma peça responsável pela aceleração, estava oxidada. Para ele, houve negligência por parte do mecânico e do dono da marina no momento da manutenção.

O dono do equipamento, que é padrinho do adolescente, autorizou que o menor usasse o veículo, segundo a Polícia Civil. O caseiro, por sua vez, abasteceu a moto aquática, a colocou no mar e entregou a chave para o adolescente. O jovem ligou o veículo, mas não prendeu a chave no pulso ou em um colete salva-vidas. O equipamento girou na água e seguiu até a areia, onde atropelou a menina.

Grazielly, de 3 anos, morreu após ser atropelada por moto aquática (Foto: Arquivo Pessoal / Zildomar Lames)Criança foi atropelada por moto aquática ( quer dizer que o estado ou seja grana publica do nosso bolso vai bancar esta indenização ? mamar na vaca não querem npe ? querem mamar nos cofres públicos.

lamentamos a morte da criança, mas enriqueçer a família por conta disso não né ?, imagine se isso vira moda ?

de menor admite que ligou jet ski no caso GRAZIELLY

O adolescente de 13 anos admitiu nesta sexta-feira à polícia e ao Ministério Público que ligou e montou no jet ski que atropelou e matou a menina Grazielly Lames, 3, na praia de Guaratuba, em Bertioga (103 km de SP), no último dia 18.
Segundo o depoimento do jovem, um amigo também menor de idade acompanhava ele no veículo.
Ele afirmou também que teve a autorização dos empresários José Augusto Cardoso e Ana Júlia Campos Cardoso, padrinhos dele, para colocar na mar o veículo.
Uma testemunha-chave disse que o menino acelerou o jet ski de forma “repentina, violenta e total”. O veículo teria empinado, quicado na água e seguido em alta velocidade até atingir a criança. A lei proíbe menores de 18 anos de dirigir jet ski.
O jet ski é propriedade de Cardoso, que é pré-candidato a prefeitura de Suzano, na Grande São Paulo. A mãe do menino confirmou que foi Cardoso quem autorizou o uso do aparelho.
A mãe disse que após o acidente foi para sua casa de veraneio, na Riviera de São Lourenço, por temer represálias da população.
O caso agora vai ser registrado como ato infracional, já que o suspeito é menor de idade. Antes do depoimento, o caso era investigado como homicídio culposo (quando não há intenção de matar).
Cardoso deve ser ouvido pela polícia nos próximos dias. A reportagem tenta falar com ele desde o início da semana, sem sucesso.
  Arquivo pessoal  
Grazielly, 3, que morreu após ser atropelada por um jet ski em Bertioga, no litoral de SP
Grazielly, 3, que morreu após ser atropelada por um jet ski em Bertioga, no litoral de São Paulo
DEPOIMENTOS
Uma testemunha ouvida hoje disse que viu o caseiro levando o jet ski para a praia, contradizendo o depoimento de ontem de Erivaldo Francisco de Moura. Ele havia negado que entregou o equipamento para o adolescente.
Ainda de acordo com o advogado da família, a testemunha afirmou que viu os dois adolescentes em cima do jet ski empinado e a queda deles. Ela ainda relatou que o jet ski quase atropelou seus filhos na praia e chegou a atingir outra criança que ficou desacordada na areia antes de matar Grazielly.
O homem que veio de Mogi das Cruzes prestar depoimento disse apenas que foi relatar o que viu e não quis dar maiores detalhes.
Ontem (23) foram ouvidos a mãe, o pai, dois tios da menina e um funcionário da casa onde o garoto suspeito de estar com o jet ski estava hospedado.
“Não há nenhuma intenção da defesa de criar qualquer embaraço à apuração da verdade. Vamos trazer o garoto para ser ouvido, mas exijo o respeito que a lei dá ao menor. Esse assédio em submeter o garoto de 13 a uma situação constrangedora é absolutamente inviável”, disse o advogado do adolescente, Maurimar Bosco Chiasso. Segundo Chiasso, os pais do menino devem comparecer à polícia junto com ele.
Para o advogado da família da menina atropelada, José Beraldo, os envolvidos devem responder por homicídio com dolo eventual e por omissão de socorro.
“O caseiro já informou que o proprietário da casa é o empresário José Cardoso e que os jovens haviam pego o jet ski e levado para a praia. Então houve autorização do proprietário”, disse. Beraldo disse que levará uma testemunha do crime para depor amanhã.
O delegado afirmou que a princípio o caso seria de homicídio culposo (sem intenção) e que só o adolescente responderia pelo crime. O dono do jet ski responderia a primeira vista por danos patrimoniais causados.
Júnior afirmou ainda que não identificou o outro adolescente que estava com o adolescente suspeito no momento do acidente.( é capaz de sobrar pro caseiro, sempre assim o pobre é quem paga, o garoto sai de boa, a familia tb, o povo esqueçe tudo, e o pai do de menor é caopaz ainda de ganhar as eleições pra prefeito.

um fica foragido mais de um ano, se entrega e ainda tem regalias, outro pq é menor e tem pai poderoso deu pizza, assim dcaminha a humanidade)