juiz que mandou bloquear zap zap será processado no CNJ

Volta do WhatsApp anima as redes sociais com memes

 

A ministra Nancy Andrighi, corregedora nacional de Justiça, instaurou ontem processo disciplinar contra o juiz Marcel Maia Montalvão, da Vara Criminal de Lagarto (em Sergipe), que determinou a suspensão do WhatsApp em todo o País.

De acordo com o ‘Jornal Nacional’, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) vai avaliar se a houve abuso de poder por parte do juiz. Segundo o órgão, a análise vai levar em conta se o juiz ultrapassou o “limite da razoabilidade” ao bloquear o acesso ao app que pertence ao Facebook.

O juiz terá um prazo de 15 dias para prestar esclarecimentos ao conselho. Caso a prática indevida seja constatada, Nancy poderá apresentar ao plenário do CNJ a abertura de processo administrativo disciplinar contra o magistrado. A punição pode variar de uma censura ao magistrado até sua aposentadoria compulsória.

( teve protestos em LAGARTOS (SE) ? não, se o juiz fosse de SP, só a paulista teria um mar de gente protestando contra o juiz, quer dizer que qualquer juiz, de qualquer cidade do cafundó do judas pode bloquear watts, face, twitter do pais todo ? 

se um juiz tem medo de mandar bloquear celular de presídio não serve pra ser juiz, fica refém da bandidagem, perde  a moral, 100 milhões de pessoas não podem pagar por meia dúzia de bandidos.

agora sobrou pra ele MARCEL MAIA MONTALVÃO, mas fiquemos atentos, pois gente pra bloquear redes sociais por qualquer motivo, até pór censura, é o que não falta.)

WATSAPP bloqueado de novo, veja como driblar.

Mais uma vez os usuários do WhatsApp foram ameaçados de ficar sem o aplicativo. 

Mas, antes de se desesperar, veja uma lista de dez boas alternativas ao programa para se manter conectado com os amigos e familiares.

Apps de mensagens
  • Reprodução

    O aplicativo permite troca de mensagens, vídeos e imagens em uma plataforma simples e intuitiva. A principal vantagem do app é a possibilidade de fazer chamadas de áudio e vídeo com qualidade de som HD. No entanto, as ligações ficam à mercê de boas conexões com a internet.Foto: Reprodução

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    O programa dá ao usuário a opção de bater papo pela rede social Google+ e recentemente adicionou o serviço de trocar de SMS. Ele está disponível para Android, IOS e computadores, mas só é possível trocar mensagens com usuários do Google.Foto: Reprodução

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    Skype (www.skype.com/pt-br/):

    Apesar de ter grande foco em chamadas de vídeo, o aplicativo é uma excelente opção para conversar por texto. Com a possibilidade de trocar mensagens individuais ou em grupo, o Skype só peca no excesso de propagandas em sua interface.Foto: Reprodução

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    KaKaoTalk (www.kakao.com/talk):

    No aplicativo é possível trocar mensagens de texto, voz, imagens, nota de áudio, compartilhar eventos e contatos. O programa sincroniza os números da agenda telefônica do usuário e os adiciona automaticamente a lista do app, porém ele não é muito popular o Brasil.Foto: Reprodução

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    Line (line.me/pt-BR):

    O software concede a oportunidade de trocar mensagens de voz e de texto, essa ultima com simpáticos stickers exclusivos. O diferencial em relação aos outros aplicativos é a plataforma QR-Code acoplada ao app. Um ponto negativo é o fato de ele não mostrar quando um amigo está online.Foto: Reprodução

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    Kik Messenger (www.kik.com):

    O app oferece troca de mensagens de texto, voz e imagens instantaneamente. Versátil e acessível, ele está disponível para Android, IOS, Windows Phone, Symbian e Blackberry. No entanto, não é possível fazer chamadas de voz ou vídeo conferência com o programa.Foto: Reprodução

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    WeChat (www.wechat.com/pt/):

    Além da trocar mensagens de texto, imagens, chamadas de voz e de vídeo, é possível passar o tempo com jogos disponíveis na plataforma. Boa pedida para quem quer conhecer gente nova, o programa tem a função “Olhar ao Redor”, que localiza pessoas próximas. Apesar da plataforma leve, ele pode travar durante as chamadas.Foto: Reprodução

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    Este é o aplicativo para quem curte juntar os amigos em uma grande conversa. Ele sincroniza contatos da agenda para ajudar o usuário a criar grupos. Por meio dele não é possível abrir um bate-papo individual.Foto: Reprodução

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    Facebook Messenger:

    O comunicador instantâneo está diretamente ligado ao Facebook, mesmo sendo um app a parte. Por ele é possível trocar mensagens de texto, voz e emoticons divertidos, no entanto só é possível conversar com pessoas que tenham conta na rede social. Versões para Android (http://goo.gl/2BBla1), iOS (http://goo.gl/f7KSUU) e WindowsPhone (http://goo.gl/TlnEv3)Foto: Reprodução

  • Reprodução

    Com uma interface bastante agradável, o app disponibiliza funções de troca de mensagens de texto, imagens e vídeos. O grande diferencial da plataforma é a possibilidade de enviar documentos em doc, pdf e vários outros formatos. O ponto negativo é que as pessoas ainda não o aderiram em grande escala 

  • ( a decisão do bloqueio veio la do SERGIPE, de um juiz da cidade de LAGARTO, o motivo seria o mesmo da outra vez falta de colaboração com a justiça, bem isso é o que dizem.
  • http://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2016/05/02/justica-manda-bloquear-whatsapp-no-brasil.htm

uma coisa é certa a democracia aqui ta ameaçada , ACORDA BRASIL.)

corregedoria diz que vai investigar conduta do juiz do caso EIKE BATISTA, pelo menos diz que vai.

se o EIKE tivesse filha e gostosa , ela correria o risco de ser apreendida tb

luma5

ele pode apreender a LUMA, se é que gosta da coisa.

ah um piano do EIKE tb está no condomínio do juiz.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/02/1594597-piano-de-eike-batista-esta-no-condominio-de-juiz.shtml

juiz manda tirar WATSAPP do ar, motivo seria pedofília hahahahah


TERESINA — O juiz da Central de Inquérito da Comarca de Teresina, do Tribunal de Justiça do Piauí, Luiz Moura Correia, determinou que todas as companhias de telefonia suspendam temporariamente o funcionamento do aplicativo Whatsapp no Brasil, “até o cumprimento de ordem judicial”.

Ele não informou o motivo da decisão, explicando que a ação tramita em segredo de Justiça. Mas a Secretaria estadual de Segurança Pública do Piauí comunicou que a suspensão foi determinada porque a empresa fornecedora do aplicativo de mensagens não tirou de circulação imagens de crianças e adolescentes expostas sexualmente, objeto de investigação da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente de Teresina. O órgão informa que os processos que levaram à determinação começaram em 2013.

A decisão foi tomada em 11 de fevereiro e, segundo a secretaria, as empresas de telefonia foram comunicadas a respeito em 19 de fevereiro, por meio de um ofício do delegado Éverton Ferreira de Almeida Férrer, do Núcleo de Inteligência da secretaria. O prazo para a suspensão é de 24 horas e atinge os domínios whatsapp.net e whatsapp.com. As companhias estariam recorrendo da decisão.

Procurado, o WhatsApp ainda não se manifestou sobre o caso. O Facebook, dono do aplicativo desde o ano passado, informa que as operações das duas companhias são independentes e não vai se posicionar sobre a questão.

“Suspenda temporariamente até o cumprimento da ordem judicial , em todo território nacional, em caráter de urgência no prazo de 24 horas após o recebimento, o acesso através dos serviços da empresa aos domínios whatsapp.net e whatsapp.com, bem como todos os seus subdomínios e todos os outros domínios que contenham whatsapp.net e whatsapp.com em seus nomes e ainda todos números de IP (Internet Protocol) vinculados aos domínios já acima citados”, determina o juiz Luiz Moura Correia.

Ele diz, em sua sentença, que as empresas de telefonia devem suspender o tráfego de informações, de coleta, armazenamento, guarda e tratamento de registros de dados pessoais ou de comunicações entre usuários do serviço e servidores do aplicativo.

O mandado judicial foi encaminhado aos provedores de infraestrutura (Backbones) e aos provedores de conexão (operadoras de telefonia móvel) entre outras. “Cabe esclarecer que todas as representações e decisões judiciais foram tomadas com base na lei que instituiu e disciplinou o Marco Civil da Internet”, afirma, em nota a Secretaria de Segurança do Piauí.

( este juiz por acaso teria poder pra isso ? se julga um dos juízes deuses que podem tudo ? entçai um juiz do PIAUÍ tem poder de mandar tirar o WATSAPP do ar ?

não desmerecendo o estado, mas nordeste ? se fosse um juiz de SP ou RJ, ai … mas o motivo seria pedofilia ? é isso ? senhor juiz, isso se combate nas ruas, mas prendendo poderoso e não apenas pé de chinelo, zé d barraco por ex.

se for assim podem tirar o FACE, TWITTER, tudo do ar então, é o mesmo que um corno vender a cama pq foi traído nela , isso é falta do que fazer , agora e ver se ele tem poder pra isso.)

juiz do caso EIKE BATISTA é pego dirigindo belo e folgado um de seus carros.

O juiz federal Flávio Roberto de Souza foi flagrado pelo EXTRA, na manhã desta terça-feira, ao volante do Porsche Cayenne branco do empresário Eike Batista. 

O magistrado chegou com o veículo à sede da 3ª Vara Criminal Federal, no Centro do Rio, às 10h22m, e entrou por um portão lateral da sede da Justiça Federal, na Avenida Barão de Tefé. 

O Porsche foi um dos apreendidos pela Polícia Federal por ordem do próprio magistrado: ele determinou a apreensão de todos os bens do ex-bilionário no Brasil.
O EXTRA fez plantão na porta da 3ª Vara Federal Criminal, na Avenida Venezuela, após ser avisado de que o juiz estaria usando o veículo.

Procurado por telefone após o flagrante, o juiz não explicou o motivo de estar dirigindo o carro apreendido.

– A ligação está ruim. Não estou te ouvindo – disse.

Logo após, completou:

– Agora estou ouvindo, mas não posso falar pois estou numa reunião.

À revista Veja, o juiz se defendeu e alegou que não havia vagas no pátio da Justiça Federal para todos os carros apreendidos de Eike. Ele disse que levou os dois veículos mais caros (o Porsche e uma Hillux) para a garagem do próprio prédio, e teria comunicado ao Detran. Nesta terça-feira, de acordo com o juiz, os carros seriam levados de volta para o pátio, onde ficariam expostos antes do leilão desta quinta-feira. Segundo o magistrado, a Hilux que o motorista da Vara Federal dirigia deu problema e teve de ser rebocada. O motorista era quem pegaria o Porsche depois para levar à Justiça Federal. Então ele, se dispôs a levar.

O Porsche, no entanto, não vai a leilão nesta quinta-feira.

Um vídeo enviado à redação do EXTRA mostra o carro de luxo no momento em que ele entra no prédio da Justiça Federal.

Em entrevista ao EXTRA, neste domingo, Flávio Roberto criticou os advogados do empresário, que tentam tirá-lo de um dos processos, garantindo que eles não vão fazê-lo sair “do sério” e afirmou: “Vou esmiuçar a alma dele”.

Thor Batista, filho de Eike, disse apenas que espera que o pai seja julgado “com imparcialidade”:

– Só espero que o meu pai seja julgado com imparcialidade, de uma maneira justa.

Advogado de Eike Batista, Sérgio Bermudes chamou de indecente e ilegal o juiz usar o carro apreendido. O defensor do empresário disse que vai fazer duas representações contra o magistrado – no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e no Tribunal Regional Federal (TRF).

– Por que que esse foi o único carro apreendido que não entrou na relação dos que serão leiloados? Para que ele (o juiz) fique com o carro e possa usufruir dele. A situação é trágica. Não é só ilegal, é indecente. O juiz determinou que os bens apreendidos fossem levados para o deposito judicial e que os automóveis ficassem no pátio da Justiça Federal. Tanto ele queria usar o carro, que não colocou na lista de carros que vão ser leiloados. Para que? Para ele (o juiz) ficar no bem bom, andando de Porsche – disse Bermudes.

De acordo com Bermudes, o magistrado não nomeou um fiel depositário para ficar com os bens apreendidos. E explicou que, legalmente, o magistrado não poderia se nomear fiel depositário.



Carro apreendido de Thor Batista também está em garagem de juiz
Assim como o Porsche de Eike, uma Range Rover do filho do empresário foi flagrado no condomínio de Flávio Roberto de Souza nesta terça-feira, 24.

Aline Nobre, Luisa Girão e Priscila Bessa,

do EGO, no Rio



Após a divulgação de que dois carros de Eike Batista se encontravam na garagem particular do prédio onde mora o juiz Flávio Roberto de Souza, na Barra da Tijuca, no Rio – incluindo um Porsche Cayenne que estaria sendo usado pelo juiz – um terceiro carro da família Batista foi flagrada na mesma garagem.


Em entrevista ao site da revista “Veja”, o juiz Flávio Roberto de Souza afirmou ter permissão para a guarda de dois veículos apreendidos de Eike: o Porsche Cayenne e uma Hilux. No entanto, segundo o EGO apurou, a Range Rover de placa EUR8686, em nome de Thor Batista, também se encontra no prédio do juiz.

De acordo com moradores, está havendo uma obra no condomínio que está prejudicando o controle dos carros que entram e saem. Mas vizinhos afirmam que estão cientes da presença de outros veículos mantidos no local pelo juiz e que, inclusive, já reclamaram com a adminstração, pois o apartamento do magistrado – que teria se mudado para lá há pouco tempo – tem direito a apenas uma vaga.
Procurada pelo EGO, Sérgio Bermudes, advogado de Eike, confirmou que o carro é de fato do filho do empresário.


Minutos depois, o próprio Thor também confirmou a informação ao EGO. “Fiquei surpreso. Queremos que a justiça seja feita e com respeito. O juiz disse que queria leiloar os carros para evitar depreciação. E daí ele usa os carros? Nossos advogados estão impedidos de ler os autos pois o juiz pediu sigilo. Mas, ao mesmo tempo, ele apreende os carros, agenda leilão e usa nossos veículos”. Ele também comentou nas redes sociais sobre o caso: “Uso da terceira vara é uso pessoal dele? Garagem dele? Três carros de valor somado em mais de 1 milhão de reais? Pra que? Ele solicitou dois carros, hilux e porsche. E o meu Range Rover?”, escreveu Thor.


Assim que soube que o veículo de Thor estava na garagem do juiz, Flávia Sampaio, mulher de Eike Batista, também se pronunciou, em tom de ironia, em uma rede social: “E não é que o outro carro também esta bem guardadinho na garagem do Juiz? Muito obrigada V. Excelencia por tanto apreço!!.”

Procurado pelo EGO, o juiz Flávio Roberto de Souza – da 3ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro – não quis se pronunciar sobre o caso. “O juiz não vai mais falar com a imprensa. Agora o contato será feito através da assessoria de imprensa do tribunal”, declarou uma das assistentes de gabinete.

Corregedoria da Justiça Federal instaura processo de sindicância


Por volta das 14h20 desta terça, a assessoria de imprensa do tribunal enviou nota oficial à imprensa: “Informo a todos que a Corregedoria Regional da Justiça Federal da 2ª Região instaurou hoje processo de sindicância para apurar os fatos noticiados pela imprensa no dia 24 de fevereiro, acerca da conduta do juiz federal titular da 3ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, referente ao uso de bens apreendidos do empresário Eike Batista. O procedimento foi aberto por determinação do corregedor regional em exercício, desembargador federal José Antonio Lisbôa Neiva.”


Informo também que o juiz federal Flávio Roberto de Souza não se pronunciará mais sobre o caso.

( o juiz alega que não tinha gente pra levar os carros e ntão ele mesmo se prontifica a levar , e tb os guardou em garagem do prédio onde mora, juiz prestativo este não ?

só faltaria ele dizer : olha estou testando os carros pra ver se estão em condições de serem leiloados, ah da licença né ? o cara ta é tirando casquinha.

saiu até piada num site de humor, o juiz tb estria pensando em apreender a LUMA DE OLIVEIRA kkkkkkkkkkkk , assim até eu hehehehe apreendê-la e fazer testes, pra ver se ela ainda da um caldo.

bem piadas a parte, isso mostra a malandragem de certos juízes que se cham deuses, este com certeza deve ser da turma do JOÃO CARLOS DE SOUZA CORREA, aquela que enquadrou a agente da lei seca lembram ?

juiz bate carteia, e processa agente de transito , após ser parado em blitz da lei seca no RJ

Juiz recebe R$ 5 mil após discutir com agente em blitz da Lei Seca no Leblon
Tribunal considerou ação improcedente e determinou indenização para magistrado

A justiça do Rio de Janeiro condenou a agente de trânsito Luciana Silva Tamburini a pagar indenização de R$ 5 mil para o juiz João Carlos de Souza Correa. Ela processou o magistrado após receber voz de prisão e ser levada para a delegacia por ele, flagrado em uma blitz da Lei Seca, na zona sul do Rio, dirigindo sem a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em um veículo sem placa.

Luciana determinou a apreensão do veículo e alega, de acordo com o processo, que “o réu tentou se prevalecer do cargo para se esquivar do cumprimento da lei”. A agente pediu indenização por dano moral, por ser submetida a uma situação vexatória, ao ser conduzida para a delegacia, mas o juiz contestou a acusação e pediu indenização, porque se sentiu ofendido ao ouvir de Luciana que ele “é juiz, mas não é Deus”. O caso ocorreu há três anos, e a decisão foi publicada na última sexta-feira (31).

Na decisão, o desembargador José Carlos Paes, da 14ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, escreveu que “a autora, ao abordar o réu e verificar que o mesmo conduzia veículo desprovido de placas identificadoras e sem portar sua carteira de habilitação, agiu com abuso de poder, ofendendo o réu, mesmo ciente da relevância da função pública desempenhada por ele”. Ele acrescenta que ao “apregoar que o réu era ‘juiz, e não Deus’, a agente de trânsito zombou do cargo por ele ocupado, bem como do que a função representa na sociedade”.

O desembargador diz ainda que “restou evidente, no caso em análise, que a autora pretendia, com tal comportamento, afrontar e enfrentar o magistrado, que retornava de um plantão judiciário noturno”. Além disso, de acordo com a decisão de Paes, Luciana “desafiou a magistratura e tudo o que ela representa”, ao “debochar” do juiz.

Ainda cabe recurso da decisão, mas o caso já gerou repercussão na mídia e nas redes sociais, em apoio à agente de trânsito. Foi criada até uma “vaquinha” online para arrecadar o valor da indenização, que já conseguiu mais de 70% do dinheiro, apenas no primeiro dia no ar.

Para o presidente da Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro (Amaerj), Rossidélio Lopes da Fonte, não houve corporativismo no caso. “Particularmente, eu não acredito nisso. Acho que foi um acontecimento isolado, mas nesse caso específico só analisando a prova dos autos para afirmar”.

Porém, de acordo com Fonte, o juiz deve se comportar como qualquer cidadão diante de umablitz. “Eu não posso falar pelo fato em si, mas a orientação que nós damos é que o juiz se comporte como qualquer cidadão que é parado na Lei Seca. O fato de você estar fora do exercício da magistratura não te permite usar arbitrariamente qualquer posicionamento”.

O presidente da Comissão de Legislação de Trânsito, da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Rio de Janeiro (OAB/RJ), Armando Souza, também evita falar em corporativismo na decisão. “Não acredito. Eu não vislumbrei nenhuma intenção por parte da agente de trânsito, de ofender a honra do magistrado. O tribunal entendeu o contrário, e aplicou uma condenação para que ela reparasse um dano que eu, no meu entendimento, não percebi”.

Souza não acredita que a decisão possa influenciar no comportamento dos agentes que trabalham nas operações da Lei Seca. “Não acredito que isso possa ocorrer. Todos nós somos iguais perante a lei, também o magistrado é igual e deve respeitar a legislação. Todos são iguais – seja senador, magistrado, jogador de futebol, advogado. Todos, temos que respeitar a lei”, reiterou.

Em nota, o Detran informou que a corregedoria do órgão abriu processo disciplinar para apurar a conduta dos agentes envolvidos na ocorrência, mas não constatou nenhuma irregularidade. De acordo com a nota, “a Operação Lei Seca reitera que todos os motoristas abordados nas blitze são submetidos aos mesmos procedimentos, e a atuação dos agentes está de acordo com a lei”.

( enquanto o povo não entender que tem o poder nas mãos vai ser sempre burro de carga, vc , nós meu caro amigo, sustentamos tudo neste pais , TUDO, seja militar ou civil, seja desde o presidente até o mínimo funcionário público.

pena não usarmos nosso poder de demitir, de dar advertências , este juiz deveria levar belos puxões de orelhas, e se reclamar , ser expulso aos pontapés pela população enfurecida ao invadir o fórum onde trabalha, agora vai receber 5 mil reais que nem precisa e gastar com alguma prostituta de menor por ai.)

juiz de SP x vídeo anti islã que causou fúria no mundo todo.


Um juiz da 25ª Vara Cível do TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo emitiu nesta terça-feira decisão que proíbe o site YouTube de hospedar o polêmico trailer intitulado “Inocência dos Muçulmanos”, apontado como estopim de uma onda de protestos iniciada em 11 de setembro que já atingiu mais de 20 países muçulmanos e deixou dezenas de mortos. A decisão também vale para outros vídeos que contenham trechos do filme que satiriza o islã e o profeta Maomé.
De acordo com a decisão, o pedido deferido em parte pelo juiz Gilson Delgado Miranda foi movido pela União Nacional das Entidades Islâmicas. O prazo para o YouTube acatar a decisão é de dez dias. Depois disso, se o trailer continuar no ar, uma multa diária de R$ 10 mil será cobrada da empresa.
 
 
Reprodução/Youtube/ClaytOnline
Cena do filme "Inocência dos Muçulmanos", que satiriza o profeta Maomé e o islã; clique para saber mais sobre a obra
Cena do filme “Inocência dos Muçulmanos”, que satiriza o profeta Maomé e o islã; clique para saber mais sobre a obra
O texto explica que os efeitos gerados pela divulgação do filme estão sendo sentidos também no Brasil e que o caso “envolve uma questão complexa e de difícil solução”. “Um conflito claro em relação à liberdade de expressão e à necessidade de proteção de indivíduos ou grupos humanos contra manifestações que possam induzir ou incitar a discriminação de preconceito de religião.”
A decisão menciona uma manifestação na última sexta (21) no bairro do Brás, zona leste de São Paulo, que reuniu “centenas de manifestantes” em um protesto pacífico contra o filme.
 
Na decisão, o juiz reconhece que o YouTube não pode fazer uma censura prévia do que é publicado, de modo a evitar que o vídeo volte ao ar, mas o obriga a voltar a remover o conteúdo quantas vezes for preciso, sob pena de responder por “omissão praticada”. Mais do que isso, segundo a decisão, espera-se que o YouTube possua meios para identificar os usuários responsáveis pela reportagem dos vídeos com o conteúdo proibido, “atribuindo a cada manifestação uma autoria certa e determinada”.
 
O filme, que foi dirigido por um cristão egípcio que vive nos EUA, teve o trailer, com 14 minutos de duração, publicado no site YouTube. Nele, o profeta Maomé aparece como mulherengo e ambicioso, enquanto o islã é retratado como violento. Para muitos muçulmanos, a mera representação do profeta é ofensiva.
Os protestos supostamente detonados pelo vídeo envolvem, entre outros episódios, o ataque ao Consulado dos EUA em Benghazi (Líbia) que deixou quatro americanos mortos, entre eles o embaixador Chris Stevens. Por causa da violência, o Departamento de Estado americano já havia solicitado ao Google, controlador do YouTube, que as imagens fossem tiradas do ar, mas teve o pedido negado.
 
Na manhã desta terça-feira, em discurso à 67ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, em Nova York, o presidente Barack Obama disse que a resposta para a liberdade de expressão não é repressão, mas “mais liberdade de expressão”. Ele disse ainda que considera o vídeo “nojento”, mas que não pode ser utilizado como justificativa para atos de violência.
“Nenhum discurso justifica violência impensada. Não há palavras que isentem a matança de inocentes. Não há vídeo que justifique um ataque a uma embaixada.”
 
“Eu já deixei claro que o governo dos EUA não teve nada a ver com esse vídeo, e eu acho que sua mensagem deve ser rejeitada por todos que respeitam a humanidade. Ele é um insulto não só a muçulmanos mas à América como um todo -como a cidade aí fora [Nova York] deixa claro, nós somos um país que recebe pessoas de todas as raças e crenças.”
Obama agradeceu ao governo e ao povo líbios pela “assistência” e a outros governos da região -o egípcio, o tunisiano e o iemenita- por colaborarem para elevar a segurança das missões diplomáticas americanas em meio aos protestos. ( mais um juiz que quer apenas fazer nome pra se aparecer, afinal não tem mais nada pra ele fazer né ?
 
não temos nada a ver com isso, já não basta os religiosos daqui quererem se meter nos assuntos do estado e vem juiz que ao invés de se preocupar com o caos urbano que ta aqui, prefere se meter em assuntos internacionais
 
já vi o vídeo e dai ? não muda nada pra mim, cada um no seu canto e pronto, muçulmano não vem mandar na minha vida, assim como qualquer católico, pastor etc.
 
o vídeo quem quiser ver ta ai abaixo: