fundamentalistas do PT atacam a revista VEJA, partido promete destrinchar a mesma.

 um grupo de cerca de 200 pessoas, segundo a Polícia Militar (PM), fez um protesto, nesta sexta-feira, em frente ao Grupo Abril, em protesto pela reportagem da revista Veja desta semana, que afirma ter o doleiro Alberto Youssef dito, em deleção premiada, que Dilma Rousseff e Luiz Inácio lula da Silva sabiam de um esquema de corrupção na Petrobras.

O grupo jogou lixo do lado de dentro do prédio, fez pichações e colocaram uma faixa com o escrito: “Veja mente! Pig”. Os manifestantes também gritaram que a revista prega o ódio contra os nordestinos. A PM foi chamada e por volta das 20h o protesto acabou.

Cerca de 200 pessoas protestaram contra a revista Veja e fizeram pichações

Foto: Reprodução

( imagine então segunda feira o que pode acontecer se o PT ganhar domingo , a revista poderá até ser fechada e o prédio derrubado pela horda petista, nunca vi isso, no tempo da ditadura existia o censor, que determinava o que podia ser publicado sob pena de prender todos que desobedecessem , mas isso ai, é radicalismo ao extremo.
não deve ? responda de boa, pode condenar até ai tudo bem, mas ataques ? só faltam dizer que foram militantes do PSDB , disfarçados de petistas que fizeram isso pra culpar o partido.
POBRE BRASIL, mas tb onde ta o povo ? ah tem futebol a tarde na tv né ?

recolhimento de contêineres , espalha lixo no centro de SOROCABA.

O cenário de lixo espalhado pelas ruas revoltou moradores e pedestres – Pedro Negrão

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O recolhimento dos contêineres pela empresa Gomes Lourenço, com montes de lixo jogados no chão, tumultuou o centro de Sorocaba na noite deste sábado. O lixo ficou acumulado em vários pontos das calçadas das ruas Padre Luiz, Coronel Benedito Pires, Álvaro Soares, Barão do Rio Branco, Monsenhor João Soares com rua da Penha e o acesso ao terminal Santo Antonio. A Gomes Lourenço iniciou o recolhimento dos contêineres depois que o prefeito Antonio Carlos Pannunzio encerrou, na sexta-feira, o contrato dela com a Prefeitura.

O cenário de lixo espalhado pelas ruas revoltou moradores e pedestres, que ligaram para a Guarda Civil Municipal (GCM) e para o jornal Cruzeiro do Sul. Diante das reclamações, às 22h, guardas civis municipais abordaram três caminhões da Gomes Lourenço na rua Monsenhor João Soares, carregados de contêineres. Às 22h30, numa reunião de clima tenso ocorrida na calçada da Monsenhor João Soares, o secretário municipal de Governo e Segurança Comunitária, João Leandro da Costa Filho, e o subcomandante da GCM, Ezequiel de Oliveira, tentaram chegar a um acordo com o engenheiro mecânico Henrique Teixeira Helfstein, da Gomes Lourenço.
“Vocês vão retirar os contêineres vazios, (mas) jogar lixo na rua nós não vamos admitir”, disse João Leandro. “Estamos com funcionários uniformizados, ninguém aqui está fazendo nada errado”, rebateu Helfstein, que acusou a Prefeitura de não ter pensado na população. “Nós pensamos na população”, afirmou João Leandro, para quem “a postura adotada pela empresa está equivocada.”

João Leandro disse que a empresa poderia recolher os contêineres, mas de forma organizada, depois que estivessem vazios. “Não é culpa dos trabalhadores. Os trabalhadores foram orientados a fazer isso, a empresa teria que ter dado a orientação correta”, criticou João Leandro. Na sua avaliação, jogar lixo na rua foi um “absurdo”.

“É uma forma de fazer retaliação pela atitude que a Prefeitura adotou”, disse João Leandro, referindo-se ao rompimento do contrato. Mesmo com o cenário de montes de lixo nas calçadas, Helfstein negou que a empresa estivesse jogando lixo na rua: “Ninguém está fazendo baderna.”

O acordo a que a Prefeitura e a Gomes Lourenço chegaram prevê confusão. Helfstein disse que a empresa continuaria recolhendo os contêineres, dando prioridade para os que estivessem vazios, mas, se estivessem com lixo, teriam que ser recolhidos mesmo assim. João Leandro disse que a GCM e os agentes de trânsito da Urbes iriam acompanhar a movimentação dos veículos da Gomes Lourenço. E advertiu: “Se houver comportamento inadequado, vamos proibir os caminhões de circular.”  

( querem apostar que a empresa ainda vai querer indenização pelo contrato rompido ? agora recolher e jogar lixo na rua e dizer que não estava fazendo baderna é o que então, se um manifestante, um nóia jogar lixo na rua é o que ?

ah pra ele é vandalismo , pra empresa não ?, ou o lixo caiu por acaso na hora de recolher os contêineres ?)

lençóis descartados pelos EUA, são achados em hotel de cidade do PE

Lençóis descartados por hospitais americanos foram encontrados em hotéis e pousadas de Timbaúba, Mata Norte do Estado, por uma equipe de reportagem da Globo Nordeste. O município fica a 158 Km de Santa Cruz do Capibaribe, onde uma empresa estaria importando o lixo hospitalar dos Estados Unidos. A descoberta foi na última segunda-feira (17).

(Correção: ao ser publicada, esta reportagem informou que os lençóis foram achados por fiscais da Vigilância Sanitária. A informação foi corrigida às 20h42.) 

No hotel Stylus, alguns lençóis estavam estendidos no varal. Dentro, as camas dos quartos estavam forradas com lençóis iguais. Neles, lê-se a inscrição “serviços de saúde”, em inglês

Apesar disso, o dono do hotel, Marcondes Mendes, disse que em nenhum momento suspeitou que os lençóis fossem de hospitais. “Usamos esses lençóis há quase dois anos. Eu comprava no comércio aqui, em Timbaúba mesmo. Olhava o tamanho do lençol, comprava, tudo novo, lavava e começava a usar. Eles tinham os preços mais em conta. A diferença é de R$ 3 para o [lençol] normal. Nunca estranhei a inscrição, não tinha noção nenhuma do que poderia ser. Eu acredito que muita gente aqui compre, porque vende à vontade na porta do armazém. Comprei inocente, como qualquer outro que estava comprando. Só comprei porque o preço era mais em conta, e o material bom”, contou.

A equipe da emissora também encontrou alguns tecidos com nomes de hospitais americanos, bem parecidos aos encontrados em contêineres no Porto de Suape, no dia 11 de outubro, à venda em lojas da cidade. Em um dos armarinhos mais populares do local, os itens estavam em promoção. Informadas da procedência das peças, todas as clientes disseram que, se soubessem que os lençóis foram descartados por hospitais, não comprariam.

A dona da loja não estava na cidade. Por telefone, ela falou à reportagem da Globo Nordeste que os lençóis foram comprados como retalho a comerciantes de Santa Cruz de Capibaribe. Ela informou também que não tinha ideia de que o tecido não podia ser comercializado no Brasil.

Caruaru
Também na segunda-feira, a Apevisa apreendeu 15 toneladas desse material numa empresa de Caruaru, no Agreste do Estado. Agentes da Vigilância Sanitária foram acompanhados pela Polícia Civil, que tinha um mandado de busca e apreensão.

Foi preciso arrombar o portão para entrar na loja. Eles encontraram tecidos com marcas que parecem ser de sangue, jalecos e materiais de uso hospitalar. Este foi o terceiro estabelecimento da mesma empresa vistoriado pela Vigilância Sanitária desde a semana passada, quando a irregularidade foi descoberta, no Porto de Suape. As outras 30 toneladas foram encontradas, no último dia 15 de outubro, em depósitos em Santa Cruz do Capibaribe e Toritama. ( BRASIL  como sempre , virou depósito de lixo de outros paises, lembram dos conteineres de lixo vindos da INGLATERRA ? e agora isso, como brasieliro espera ter valor la fora se tem gente que se submete a isso ?

comprar lixo dos ouros ? pq ? é o preço mais barato , as custas da saude dos outros ?, e o povo que fique atento, pois isso pode aconteçer em qualquer lugar 

VERGONHA BRASIL