ladra tenta assaltar motorista em SP, mas é prensada por outro carro.

 terça-feira (20.ago.2013) – Na imagem, motorista presencia tentativa de assalto e “prensa” ladra entre dois veículos, no Glicério, região central de São Paulo. Tudo começou quando uma mulher de blusão vermelho surge com uma faca na mão e escolhe uma vítima, presa na lentidão do trânsito. A assaltante, com a faca em punho, encosta e anuncia o roubo. A motorista
 reage e as duas começam a lutar pela janela do veículo. Logo atrás, o motorista de um veículo percebe o ocorrido, desvia da fila de carros, emparelha com o carro da vítima, prensando a assaltante entre os dois veículos. Encurralada pelos carros, a ladra se joga no asfalto e foge sem levar nada. A cena foi registrada pela “TV Folha”.Mais    (veja mais fotos do assalto clicado ai no mais ) 
( a motorista teve sorte da ladra não ter arma de fogo, ou haveria tragédia, bem ano que vem tem eleição, o povo deve se ligar, mas o problema é a copa que anestesia a cabeça.)

FEMEN já conta com uma brasileira

“Já posso tirar?”, pergunta, sorrindo, a jovem de 19 anos, enquanto despe a parte de cima da roupa em pleno vão livre do Masp (Museu de Arte de São Paulo), na avenida Paulista. Quem está na boca da cena -cabelos loiros, pele bem branca, batom vermelho-tomate nos lábios, seminua antes mesmo do ‘pode’ da reportagem- é Sara Winter (sobrenome fictício, “para não envolver a família”). Sara é a primeira integrante do grupo Femen no Brasil. Nascida em São Carlos (interior de SP), a estudante de cinema foi recém-aceita no coletivo feminista que hoje conta com quase 400 militantes espalhadas pelo mundo. O grupo surgiu na Ucrânia, em 2008, e tem como principal objetivo combater o patriarcado em todas suas formas. “No início, os protestos eram com roupa, mas não adiantava nada. Quando elas começaram a exibir os seios, aí decolou”, constata Sara.

GRIFE
Hoje, o Femen é uma grife global. Suas ações (denominadas “ataques” pelas executoras) aparecem na mídia dia sim, dia não. As ativistas estão geralmente com fantasias minúsculas, grinaldas e fazendo topless. Via de regra, acabam presas.

Embora o foco seja lutar contra o machismo, as Femen se debruçam sobre quaisquer outros temas polêmicos. Dizem dar “uma visão feminina” à pauta do momento.
Já mostraram os peitos na Itália (contra o ex-primeiro ministro Silvio Berlusconi), na Suíça (contra o Fórum Econômico Mundial), na França (contra o ex-diretor do FMI Dominique Strauss-Khan), na Rússia (contra o presidente Vladimir Putin) e na Turquia (contra a violência doméstica).
Agora, voltam-se com força total para sua cidade de origem, Kiev, contra a organização da Eurocopa na Ucrânia. O torneio serve, na visão delas, ao turismo sexual.
É para lá que Sara embarca neste mês. Ela conseguiu uma doação de R$ 2 mil do grupo ucraniano e ainda tenta angariar mais dinheiro pela internet. A ideia é passar por um treinamento “na marra”, em ações diretas para capturar a taça da Euro e, se possível, destruí-la.

Zanone Fraissat/Folhapress
Sara Winter (sobrenome fictício, "para não envolver a família"), a primeira integrante do grupo Femen no Brasil
Sara Winter (sobrenome fictício, “para não envolver a família”), a primeira integrante do grupo Femen no Brasil
COPA E GRETCHEN
 
Não será seu primeiro “ataque”. No mês passado, a são-carlense tentou invadir o show da Gretchen (“denigre a imagem da mulher brasileira”) na Virada Cultural. Acabou interceptada por um segurança. Sem perder o ânimo, convenceu a organização a fazer um discurso após o show.
“Não queremos destruir esse tipo de mulher que a Gretchen representa, só queremos mostrar que a mulher brasileira não é só isso”, afirma.
Sara também trabalha no médio prazo. Até 2014, espera arregimentar mais de 20 meninas para organizar ataques à organização da Copa do Mundo no Brasil.
“O alvo aqui também vai ser o combater ao turismo sexual”, discursa.
AUTONOMIA
Mas, será que manifestações envolvendo nudez podem surpreender alguém no país do Carnaval?
“Com certeza! As pessoas acreditam que, por estarmos no Brasil, os protestos com peito nu não vão chocar, mas é só lembrar que vivemos num país de maioria católica para ver que não é bem assim”, diz a jovem.
O fato de as Femen que aparecem na mídia serem jovens magras, loiras e bem-depiladas as torna alvo de críticas de outras feministas. Há quem as acuse de serem obedientes à cartilha da indústria da beleza. Ou que suas performances apenas alimentam uma mídia ávida por nudez.
Segundo Sara, não há padrão de beleza para entrar grupo. “E eu sinceramente acho que boa parte das pessoas entende a nossa mensagem”, diz.
Há outros motivos para estarem nuas, como a demonstração de autonomia sobre o próprio corpo. Em resumo, “se um homem pode andar por aí sem camisa, por que a mulher não pode?”
Ao fim da entrevista, após pintar os seios de verde-amarelo, a Femen são-carlense desabafa um arrependimento: já foi agredida por um ex, e não procurou a polícia.
“Eu era muito dependente dele, morava na casa dele. Tinha medo. Hoje, eu não pensaria duas vezes. Tem que denunciar.“( é isso ai galera , é a mulher indo a luta)

GEYSE ARRUDA X JUJU SALIMENI

A ex-panicat Juju Salimeni venceu Geisy Arruda em uma luta de “catch”, que mistura combate e humor, realizada no Shopping Eldorado, em São Paulo, na tarde deste sábado (29).  O confronto começou por volta das 16h e contou com uma multidão de curiosos.

 

Geisy e a ex-panicat foram escolhidas em votação popular para a ação de lançamento de um novo sabor de uma marca de biscoitos. Para a luta, a dupla passou por um treinamento com Bob Jr. e adotou os apelidos Geisy “Salita Roza” e Juju “Piernas d’Oro” http://entretenimento.r7.com/famosos-e-tv/fotos/geisy-arruda-e-juju-salimeni-dao-porrada-em-luta-livre-20111029-16.html#fotos

 ( calma gente que é tudo uma brincadeira, vejam ai as fotos hehehe, abaixo tem o video, não é a luta toda, que pena)

saiba mais sobre o FEME , grupo feminino da UCRÂNIA

Inna Shevchenko, fundadora do grupo Femen, conta o que há na cabeça por trás dos corpos que chamam a atenção do mundo para a Ucrânia.

“O pior de tudo é voltar para casa. Toda vez que fico pelada para protestar, sou levada para a delegacia. Mas prefiro enfrentar os policiais, que, como você pode ver em vídeos, me pegam à força e me batem, a encarar minha mãe.

Ela chora muito. Grita que eu sou louca. Ela não entende, viveu a vida toda na União Soviética, nunca pôde dizer o que pensava. Na semana passada, ela brigou comigo, disse que eu só queria chamar a atenção.

  Sergey Dolzhenko/Efe  
Grupo de ativistas ucranianas do Femen usa a nudez para lutar contra o turismo sexual no país
Grupo de ativistas ucranianas do Femen usa a nudez para lutar contra o turismo sexual no país

E é isso mesmo que eu quero: chamar a atenção. Só que não para mim. Uso o corpo para mostrar o que está errado. Há tanto de errado na Ucrânia.

A começar por nosso país ser destino de turismo sexual. Não é o tal do corpo ucraniano que eles buscam? Pois nós o mostramos de graça.

Por um ano e meio, protestamos sem tirar a roupa. Mas você me conhece porque passamos a protestar de peito de fora. O mundo nos conhece como uma organização de tetas. Também fazíamos fotos lindas com roupa, mas ninguém olhava. Se não estivéssemos usando nosso estilo de protestar, não teríamos atenção.

Isso não é por causa dos corpos nus. As pessoas olham para o paradoxo de mulheres lindas que não estão em revistas, e sim na rua com cartazes. Mulher pelada não serve só para anunciar carro e cerveja. Serve para propaganda política.

Conheci a líder do grupo, Anna Hutsol, há três anos e juntas começamos o Femen. Gostei da ideia, queria fazer algo radical. Na época, estudava jornalismo na Universidade Nacional da Ucrânia e também trabalhava como jornalista no governo municipal.

Depois de uma performance que fiz semi-nua perto de um ministério, fui presa. Voltei ao escritório no dia seguinte e a chefe me recebeu com fotos minhas do protesto, com os peitos à mostra. Perdi o emprego. Decidi me dedicar só ao grupo.

GUERREIRA

Femen é o poder de jovens mulheres da Ucrânia. Queremos mudar a situação de um jeito radical. E nossa técnica é usar nosso erotismo, nossa beleza.

Mulheres são lindas, têm corpos lindos. E servem para mais coisas do que clipes de rap.

Percebemos que aqui só isso traria atenção ao nosso problema. Nosso governo não se importa com a opinião do povo. Mas temos nossos corpos e vamos usá-los sem medo.

Fazemos fotos provocantes. Então nos importamos com nossa aparência porque nos importamos com quão atraentes serão as fotos. Somos nós que ficamos peladas, mas é a política ucraniana que fica com vergonha do nosso nu.

Nós que tiramos a roupa somos “as guerreiras”. Somos 20. Mas há muitas outras por trás, na organização da logística. No total somos mais de cem mulheres. Agora passamos a aceitar homens também. Eles ainda não tiram a roupa, acho que nem vão.

Meu trabalho é convidar os ativistas, treiná-los e organizar as performances. As reuniões são feitas em bares ou no McDonald’s. Sou a única das guerreiras que fala inglês, o que limita nosso contato com a imprensa de outros países. Mas o trabalho tem uma linguagem bem universal, não?

Agora, está mais fácil aderir ao Femen. Todos sabem da nossa existência, e meninas do país todo vêm se juntar a nós. Mas, há um ano, eu tinha que convencer desconhecidas na rua a aderir à nossa causa.

PROFESSORA OU PROSTITUTA

Ser uma garota na Ucrânia é muito difícil. Ninguém ensina às mulheres daqui que elas têm direitos e possibilidades. Ninguém ensina às mulheres ucranianas que elas podem estar na política ou nos negócios. A obsessão nacional das jovens daqui é se casar com um estrangeiro, com um europeu.

Há só duas possibilidades de trabalho: ser professora e ganhar 200 dólares por mês, como minha mãe, ou ser puta e ganhar cem dólares por noite.

Esse é um país de homens e para homens. Ninguém aqui faz nada pelas mulheres.

Não temos chance de usar nossos recursos, nossa mente, nosso poder. Nosso governo tem interesse no mercado da prostituição e do turismo sexual.

Quando você pega um mapa gratuito, com emblema do governo, lá estão endereços de casas de massagem e bares-bordéis. Pela lei, prostituição é ilegal. Mas eu falo com você de um café no centro de Kiev. Há três estabelecimentos vizinhos que são bordéis. Todo o mundo sabe. Ninguém faz nada. As jovens são como carne para os tigres, que são os turistas.

O FUTURO

Disseram que deveríamos criar um partido para as próximas eleições. Não faremos isso. Nunca quisemos ser uma organização feminista clássica. Mas nos chamam de feministas e tudo bem. Estamos criando um novo feminismo, mais interessante para os dias de hoje. O feminismo clássico morreu fora de livros e de conferências.

Nós somos contra a copa Euro 2012 na Ucrânia. O senso comum diz que seria bom para nosso país, criaria infraestrutura. Não acreditamos nisso.

Os turistas virão atrás de sexo. Há discussão dentro do governo para legalizar a prostituição até lá. Não queremos que a Ucrânia vire um bordel institucionalizado. Funciona na Suécia, mas não aqui.

Queremos viajar pela Europa fazendo um grupo da Femen em cada capital. Agora levantamos dinheiro para essa turnê. Em dois ou três anos, Femen será um estilo de vida para mulheres europeias. Essa será uma nova cultura feminina.” ( toda forma de protesto é valida, desde que seja ordeira e pacifica, estas mulheres tem a coragem de expor seus corpos por um pais melhor para elas e para todos.

a UCRÂNIA , que quer um futuro melhor deveria apoiá-las mais , contra um governo corrupto e explorador.)