REGINA CASÉ x mãe do DG, dançarino do programa morto em abril pela policia carioca

Maria de Fátima Silva, mãe do dançarino Douglas Rafael da Silva Pereira, conhecido como DG, criticou a Globo e, principalmente, Regina Casé, pelo Esquenta especial em homenagem ao filho dela, que trabalhava no programa e foi morto a tiros em abril no Rio de Janeiro. 

Durante um debate sobre negros no Brasil, na última quinta (20), em Brasília, disse que foi censurada pela emissora e chamou a apresentadora de farsante e mentirosa. 

O vídeo do debate está na internet.

“A Regina Casé é uma farsa. Ela é uma artista, é uma mentirosa! Mentirosa!”, gritou a mãe de DG no evento, sendo aplaudida pela plateia. 

Ela continuou: “Alguém jogou na minha bolsa uma agenda do programa escrita à mão, na qual dizia: ‘Não pode falar que foi a polícia, solta as fotos sensacionalistas para a mãe chorar’. Em nenhum momento, vocês que assistiram ao programa viram a Regina Casé falar de violência, contra a polícia. E toda vez que eu mencionava, era cortada”, relembrou.

A mãe de DG revelou prometeu divulgar o conteúdo completo da agenda na internet. 

A agenda, no entanto, tem uma contradição que leva ao questionamento de sua autenticidade. 

O texto manuscrito, segundo Maria de Fátima, diz que Regina Casé teria seguido ordens de J.B. Oliveira, o Boninho, para não fazer um programa de “vanguarda”, mas “de pobre”. Boninho não manda no Esquenta. O diretor de núcleo do programa é Guel Arraes.

Maria de Fátima Silva também reclamou do tratamento que a Globo deu a ela e a sua família antes e depois do Esquenta. 

“Encurralaram a gente em um cômodo 3×3, trancaram a porta até o início do programa. O único local onde a gente podia circular era o salão de beleza, foram me oferecer unha e cabelo. Eu lá queria saber de fazer unha e cabelo? Eu queria uma solução imediata que esclarecesse a morte do meu filho”, recordou.

Procurada, a Globo limitou-se a dizer que as críticas da mãe de Douglas Rafael da Silva Pereira contra a emissora e o Esquenta não procedem. 

“A Globo entende a dor de dona Maria de Fátima da Silva, mas as afirmações durante o debate do evento Sernegra não tem fundamento. Dona Maria de Fátima teve e tem todo o apoio da Globo e a solidariedade de Regina Casé e sua equipe”, afirma a emissora.

Na noite de 21 de abril, o dançarino Douglas Rafael da Silva Pereira, conhecido como DG, foi encontrado morto na comunidade do Pavão-Pavãozinho, no bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro. 

As investigações apontam que ele teria sido baleado ao tentar escapar de um tiroteio entre policiais e traficantes.

Em 27 de abril, o Esquenta homenageou o dançarino, com todos vestindo branco. 

No programa, Regina Casé elogiou a postura de Maria de Fátima Silva e, chorando, mostrou imagens inéditas do filho fazendo uma declaração para a mãe para o especial de Dia das Mães, que ainda não tinha ido ao ar, levando-a aos prantos.

 

 

( esta senhora deveria ter chamado o PROTESTE JÁ do OSCAR FILHO , seria muito mais fácil a cobrança, esperar que a GLOBO de importasse com isso, claro que a REGINA não iria contra a GLOBO, teve de fazer o que a emissora manda, se ela não se importa com pobre, ta cuspindo nas origens e do público.

e quem passou a tal agenda pra este senhora, será que ta na GLOBO ainda ? pois é falta agora a REGINA se posicionar e falar sua versão , mesmo que isso custe sua carreira , mas ela vai ter coragem pra isso ?  )

 

 

mãe teria doado o pequeno ÍCARO para o casal que foi preso.

 

A Polícia Civil de Sorocaba revelou, durante entrevista coletiva que está sendo realizada nesta sexta-feira (17), que o bebê que supostamente tinha sido sequestrado em um hipermercado, na noite da última quarta-feira (15), na verdade, foi oferecido pela mãe, na internet, ao casal que estava com ele em Bragança Paulista. 

De acordo com as informações da polícia, Kaith Monique Pereira de Souza, de 19 anos, a mãe de Ícaro Augusto, entregou o menino e teria, inclusive, assinado documentos concordando com a doação, papéis estes que foram reconhecidos em cartório. Ela teria simulado que não tinha condições de criar a criança e que seus familiares não a apoiavam.

Depois de o filho ter sido entregue ao casal, a mãe resolveu comunicar à polícia o falso sequestro da criança, para, assim, dar uma satisfação sobre o sumiço da criança para a família. A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) vai instaurar inquério e ela deve responder por falsa comunicação de crime. 

Localizado na noite desta quinta-feira (16), o menino foi trazido de volta à Sorocaba e está sob a responsabilidade do Conselho Tutelar.

A polícia começou a suspeitar do sequestro a partir de contradições da mãe durante o depoimento dela. Segundo o delegado, ela mudou várias vezes a versão dos fatos e se mostrou nervosa. A partir de então, a investigação seguiu por outro caminho.

O caso

De acordo com as informações de um boletim de ocorrência registrado na manhã desta quinta-feira (16), um bebê de um ano e oito meses teria sido raptado na noite desta quarta-feira (15), em Sorocaba. De acordo com informações do boletim, a criança e a mãe, de 19 anos, foram vítimas da ação, em frente a um hipermercado, próximo à Avenida Brasil, na zona norte da cidade. Após o crime, a mãe ainda teria sido estuprada por um terceiro criminoso.

( pelo jeito é mais uma daquelas mãe solteira, cuja aventura de uma noite, resultou em gravidez e o pai cloaro não assumiu, e falou que não era dele .

ACERTEI ?  )

 

caso JOAQUIM, mãe a padrasto em cana e o espetáculo da mídia.

Agora surge a versão que a morte do menino Joaquim possa ter sido acidental por excesso de insulina ou esquecimento em aplicá-la…

primeiramente nunca se pode esqueçer de medicar um filho doente, a cada momento surge um fato, a mãe era ameaçada de morte pelo padrasto que não aceitava o fato do menino ser de outro, tinha ciúmes do pai da criança etc e tal.

Imagens de duas câmeras de segurança, o rastro seguido por um cão farejador e os depoimentos da mãe do menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, encontrado morto em um rio neste domingo, 10, após seis dias de desaparecimento, reforçam as suspeitas da Polícia Civil de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, sobre o envolvimento do padrasto Guilherme Rayme Longo, de 28 anos, no crime. Longo e a mãe de Joaquim, a psicóloga Natália Mingone Ponte, de 29 anos, estão presos.

A principal suspeita da polícia é uma possível superdosagem de insulina na criança, que era diabética. Em depoimento prestado após a prisão, no domingo, a mãe mudou a versão sobre o relacionamento com Longo e revelou ameaças e conflitos envolvendo a criança. De acordo com o que Natália afirmou ao delegado Paulo de Castro, o companheiro disse que chegou a autoaplicar duas doses da insulina usada pelo menino.

Joaquim desapareceu de casa na madrugada do dia 4. O casal afirmou para a polícia, no dia do desaparecimento, que eles estavam na residência onde moram há quatro meses e que ela foi dormir e o padrasto ficou acordado para pôr a criança na cama, por volta da meia-noite.

Longo, usuário de drogas, declarou que saiu naquela madrugada para comprar cocaína, ficou fora por cerca de 40 minutos, não encontrou a droga e voltou para casa, de acordo com a polícia. “Ele disse que encontrou o portão aberto, mas entrou e não deu conta do sumiço da criança”, afirmou o delegado. Segundo a versão do casal, a mãe percebeu o desaparecimento por volta das 7 horas, quando foi aplicar uma dose de insulina na criança. O casal acompanhou as buscas da polícia durante toda semana.

Corpo

O corpo do menino foi encontrado no domingo boiando no Rio Pardo, em Barretos. Exame feito pelo Instituto Médico-Legal (IML) comprovou que Joaquim foi jogado no rio já sem vida, pois não havia água nos pulmões.

A mãe, que conheceu Longo na clínica de recuperação onde ele estava internado, defendeu a inocência do companheiro até a prisão, no domingo. Nos novos depoimentos, colhidos na noite do domingo e na tarde desta segunda-feira, Natália revelou que o casal brigava e que o companheiro via a criança como um empecilho na vida deles.

Nos depoimentos, Natália afirma que Longo tratava a criança como “um pedacinho do Arthur”, o pai biológico da criança, Arthur Paes. E que ela pensava em se separar, mas teria sofrido ameaças. “Se você for embora, eu te acho até no inferno”, teria dito o padrasto.

Um cão farejador da polícia identificou rastros do padrasto em um trajeto de sua casa até um ponto na beira do Rio Pardo, onde a polícia acredita que a criança tenha sido jogada. Imagens de duas câmeras de segurança obtidas pela polícia, e mantidas em sigilo, mostram sem identificar uma pessoa passando pelo local com um pano escuro e voltando sem nada.

Natália e Guilherme estão em prisão temporária, decretada desde este domingo, depois que o corpo de Joaquim foi encontrado no Rio Pardo, próximo a um rancho, em Barretos. Há hematomas no corpo. “Não podemos atribuir sem o laudo da criminalística esses hematomas no corpo a uma agressão. Eles podem ter ocorrido depois que o corpo foi jogado no rio”, explica o delegado.

A polícia também não descarta a participação da mãe na morte da criança. “Ela ainda é suspeita”, disse o delegado. O advogado de Longo, Antonio Carlos de Oliveira, não teve acesso ao inquérito policial e disse que não poderia comentar o caso. Ele vai pedir à Justiça acesso aos documentos.( claro que mesmo que a mãe possa supostamente ser inocente, vão enfiar os dois na cadeia, pra que prender um se podem prender dois ?

agora levar um cara viciado em drogas pra casa é viagem demais, e o cara não aceitar o menino pelo fato de não ser dele, é sinal pra qualquer mulher mandar o cara passear.

agora mais um caso pra ser explorado a exaustão com informações a conta gotas pela mídia.)