aprendiz de SUZANNA RICHTHOFEN mata o pai com ajuda no namorado e depois vai ver tv.

 

Uma adolescente de 16 anos e o namorado dela, de 17, mataram o pai da garota com um fio de telefone e depois foram assistir televisão. De acordo com a família e a polícia, o crime aconteceu pois o pai da menina não queria que o namorado dela continuasse vivendo com eles.

o pai permitiu que um moleque que nem trabalhava fosse morar em sua casa ciom a filha e no fim o cara era bandido ? e a desgraçada ainda o apoiava , vida loka.

agora vão pra fundação casas, amanhã já estarão nas ruas, não podem falar quem são e terão ficha limpa, a infeliz é capaz ainda de engravidar do bandido que ai lhe dará um pé na bunda com certeza.

criança de dois anos . vai presa por ser cúmplice dos pais em crimes.

Pais e criança de dois anos presos em uma cela da delegacia de Nossa Senhora das Dores (77 km de Aracaju)

Pais e criança de dois anos presos em uma cela da delegacia de Nossa Senhora das Dores (77 km de Aracaju)

Uma criança de dois anos ficou presa em uma cela com os pais por pelo menos 24 horas na delegacia do município de Nossa Senhora das Dores (77 km de Aracaju).

A menina teria ficado trancafiada da tarde da terça (8) até por volta das 18h do dia seguinte, quando foi retirada por conselheiros tutelares por determinação do promotor de Justiça.

Os pais da criança foram presos por suspeitas de furto e receptação de veículos. Foram abertos dois procedimentos para apurar o fato: um pela Promotoria de Justiça e outro pela Corregedoria de Polícia Civil de Sergipe.

Segundo o delegado Rodrigo Espinheira, o casal foi preso na tarde da última segunda-feira (7). Foi estabelecida uma fiança no valor de R$ 17 mil que os suspeitos informaram que não teriam condições financeiras de pagá-la.

“Encaminhei-os ao Fórum para decidir e acionei o Conselho Tutelar por causa da criança. Lembro que dois membros do conselho ficaram na delegacia para resolver o assunto”, disse o delegado.

Ele disse ter ficado surpreso quando na quarta-feira (9) foi informado que a menina estava na cela junto com os pais.

“Eu não sei quem permitiu a permanência da menina na cela. Mas recebi a informação é de que a mãe não quis entregar a menina já que ainda amamentava”, contou.

Segundo o promotor de Justiça Leydson Gadelha, ele foi informado da situação da menina –-que completa três anos no próximo mês-– apenas na quarta-feira, ao ser informado pelo delegado. 

“Foi instaurado um procedimento no inicio da noite de quarta quando tomei conhecimento por meio do delegado de que a criança estava na delegacia e determinei que o conselho retirasse a criança e fizesse a medida de proteção”, informou o promotor.

Após ser retirada da cela, a criança ficou sob medida protetiva de um dos conselheiros tutelares

Conselho Tutelar diz não ter culpa

Arivaldo Leite, conhecido como “Nem do Conselho”, eximiu o conselho de qualquer negligência no caso. “Fomos informados na tarde da quarta (09) e tomamos as providências. De imediato retiramos ela da cela. Inclusive a criança foi levada para minha casa”, disse ele.

De acordo com ele, no momento que os conselheiros de plantão foram informados tentaram saber da mãe da menina se havia algum parente no município de Pão de Açúcar –-de onde o casal é natural-– mas ela se recusou a informar.

Segundo o conselheiro apesar da situação que a criança passou na delegacia, ela estava, aparentemente, com boa saúde e higiene.

No final da tarde de ontem (10) o juiz da Comarca de Nossa Senhora das Dores, Antônio Henrique de Almeida Santos, concedeu liberdade provisória para os pais da menina atendendo pedido do promotor Leydson Gadelha.

“A minha solicitação da liberdade provisória para os pais objetivou manter o vinculo familiar da criança”, disse o promotor. A criança foi entregue aos pais no início da noite de ontem.

Negligência

Gadelha afirmou que foi instaurado um procedimento administrativo para apurar o caso.

“Segundo informações que obtive a criança permaneceu de terça para quarta, mas vamos apurar se ocorreu e caso tenha ocorrido quem foi o responsável”, avisou.

A Corregedoria de Polícia Civil também instaurou procedimento administrativo.( este tipo de crime furto, recepção de veículos não da dinheiro ?  pois se desse os pais pagariam  fiança e pronto.

ou são inocentes, ou este tipo de crime não dá grana perceberam ? e quem paga o pato é a criança, que já nasceu ferrada neste pais de merda, antes tivesse nascido na SUÉCIA por ex , depois ainda falam em direito a vida, proteção ao de menor etc, só defendem menor delinquente mesmo.)

menina palestina encara soldados israelences na busca pela verdade

 

No meio de uma estrada deserta, cercada de paisagem árida, uma pequena menina com a insígnia da paz estampada no peito enfrenta dezenas de soldados, protegidos com capacetes e metralhadoras. 

O contraste da imagem choca, mas nem as armas em punho foram capazes de amedrontar a garotinha, que continuou a gritar e empurrar os oficiais em busca de respostas. 


Os risos jocosos dos militares, que se entreolhavam em desprezo, apenas alimentaram o desespero e raiva da jovem. 


No fim, a única resposta recebida foi o disparo de balas de borracha. 


As imagens da bravura da menina, na reedição de uma espécia de batalha entre Davi e Golias, correram o mundo. 


Ahed Tamimi, de apenas 13 anos, queria apenas saber para onde o irmão, Waed, de 15 anos, havia sido levado durante os protestos do dia 2 de novembro em Nabi Saleh, pequeno vilarejo na Cisjordânia onde vivem.  


Sentada na cama do hospital em Ramallah com a mão envolta em curativos, a palestina não reclama do ferimento de balas de borracha e conta que a dor já se tornou parte de sua vida. 


Filha do líder comunitário Bassem Tamimi, considerado pela União Europeia um “defensor dos direitos humanos” e pela Anistia Internacional “um prisioneiro de consciência”, Ahed já teve de lidar com o encarceramento de seus pais, a morte de dois tios e a violência cotidiana de soldados israelenses contra sua família e amigos. 


“Eu lembro que o pior período da nossa vida foi quando prenderam o meu pai pela primeira vez e as autoridades israelenses não nos deram autorização para visitá-lo”, afirmou ela a Opera Mundi. 


Detido por oficiais israelenses por seu papel de liderança nos protestos pacíficos, Bassem teve de enfrentar a corte militar de Israel por 13 vezes e chegou a passar mais de três anos no cárcere sem nenhum julgamento. 


Há mais de três anos, os residentes de Nabi Saleh se concentram toda sexta-feira às 13:30 no centro da vila e tentam caminhar com bandeiras da Palestina nas mãos até a Alqaws, fonte de água da cidade confiscada pelos oficiais israelenses em 2009 e agora, de uso exclusivo e livre acesso para os colonos. 


O recurso era necessário para as plantações na aldeia de predominância agrícola e também utilizado como local de lazer, mas Israel restringiu a visita a indivíduos e proibiu a construção de qualquer tipo de infraestrutura no local pelos palestinos. 


“Toda sexta-feira, choques começam quando tentamos começar nosso protesto pacífico contra o assentamento que nos cerca”, conta a garota. 


Idosos, como sua avó de 90 anos, crianças, mulheres e homens são atingidos indiscriminadamente por munições e projéteis. 


Com balas de borracha, bombas de gás lacrimogêneo, spray de pimenta e o líquido “skunk”, os soldados impedem que a passeata chegue ao seu local de destino, mas, pela primeira vez em junho deste ano, o grupo conseguiu entrar na fonte. 


Depois dos primeiros protestos, as Forças de Defesa de Israel começaram a fechar todas as entradas e saídas da vila, impedindo a chegada de ativistas internacionais e de outras cidades palestinas e restringindo a manifestação às ruas da vila. 


“O uso de todos os meios para finalizar o protesto pelas forças de segurança é excessivo e ocorre mesmo quando os manifestantes não são violentos e não representam ameaça. As forças disparam enormes quantidades de gás lacrimogêneo dentro da área urbana da vila, que é o lar de centenas de pessoas”, diz relatório da organização israelense B’TSelem. 


“Em um protesto, pelo menos 150 latas de gás lacrimogêneo foram disparadas”. 


Foi em uma dessas vezes que Ahed perdeu um de seus primos. Há exatamente um ano, Mustafa morreu quando foi baleado na cabeça com uma bomba de gás lacrimogêneo durante os protestos. 


De acordo com testemunhas, ele jogava pedras contra um tanque israelense e um soldado não identificado mirou a arma em sua cabeça. 


Mas, segundo organizações de direitos humanos e residentes de Nabi Saleh, os oficiais não usam inadequadamente apenas munições menos letais, mas também armas de fogo. 


No dia 19 de novembro, o tio de Ahed, Rushdi, policial palestino de 31 anos, faleceu de complicações médicas depois de ferimentos com balas de fogo no intestino. Apesar da crescente repressão, Ahed e sua família continuam a participar dos protestos semanais na aldeia de 500 habitantes contra os assentamentos israelenses e o muro que separam os territórios. 


Sob o argumento de que a manifestação é uma “reunião ilegal”, os oficiais prendem civis e tentam dispersar o grupo logo nos primeiros minutos. Prisões “Minha mãe disse a eles para saírem das nossas terras e o soldado, com raiva, respondeu que estávamos em uma zona militar. Minha mãe, então, disse a ele para retirar os colonos também e ele ordenou sua prisão”, lembra Ahed da manifestação do dia 24 de agosto (vídeo). Junto de suas primas, a garota protestou contra a detenção e acabou apanhando dos militares. Nariman foi libertada e logo, voltou a participar das manifestações com sua câmera e kit de primeiros socorros. 


Seu pai foi preso, novamente, no dia 24 de outubro deste ano em uma manifestação a favor do boicote contra o supermercado israelense Rami Levy e condenado a 4 meses de prisão e a uma multa de NIS 5 mil poucos meses depois de ter sido solto. 


Após uma semana, seu filho mais velho foi levado pelos soldados, mas permaneceu detido poucos dias na delegacia do assentamento Sha’as Benyamin. “A prisão de Waed Tamimi enquanto ele estava andando pacificamente em sua vila aponta para o contínuo abuso do ativista Bassem Tamimi, de sua família e da comunidade de Nabi Saleh pelas forças militares israelenses”, afirmou Ann Harrison da Anistia Internacional. 


“Este abuso e assédio deve parar”, acrescentou ela. 


A presença militar de israelenses não é restrita, no entanto, às sextas-feiras na vila palestina. A emissora israelense canal 10 junto com a B’TSelem denunciou que os oficiais fazem rondas noturnas em Nabi Saleh, nas quais invadem as residências dos palestinos e tiram fotos das crianças. As Forças de Defesa usam as fotografias para identificar os menores que jogam pedras contra os oficiais nos protestos e depois, voltam às suas casas durante a noite para prendê-los. Segundo a organização palestina Addammeer, que luta pelo direito dos presos políticos, o depoimento desses jovens é fundamental para Israel construir denúncias contra os líderes do movimento. 


O interrogatório de uma criança de 10 anos que levou à prisão de Bassem. 


Ahed conta que os oficiais estão por perto “toda vez que quero brincar com meus amigos, quando vou à escola e quando estou em casa”. 


Mesmo quando os soldados não estão por perto, os palestinos lembram diariamente de que sua terra está sendo ocupada e confiscada. Nabi Saleh, assim como toda a Cisjordânia, é cercada por um muro de 10 metros de altura e por todos os lados da aldeia, os apartamentos modernos dos colonos construídos ilegalmente em seu território podem ser vistos. 


A falta de parentes e amigos que estão presos ou foram mortos impedem que essas pessoas se esqueçam da sua realidade.  


“Eu gostaria que toda a minha família fosse libertada assim todos os outros prisioneiros palestinos logo e quero ver o meu grande sonho de um dia viver em uma Palestina livre”, afirma, com emoção, Ahed. 


O sentimento de tristeza e desespero estranho demais para a vida de uma criança também preocupa os pais de Ahed. 


“Durante as minhas visitas ao meu marido, Bassem me pediu que os corações dos nossos filhos fossem purificado de todo e qualquer ódio por conta das sementes de amor que plantamos neles”, reconhece Nariman. 


“Agora, nós estamos esperando por redenção, felicidade, justiça e liberdade”. 


A libertação nacional parece estar longe da vida de Ahed e dos Tamimi. Enquanto a família ainda enfrenta uma ordem de demolição de sua casa em Nabi Saleh, as autoridades israelenses já anunciaram que vão continuar com a expansão dos assentamentos nos territórios palestinos. 


No entanto, o espírito de resistência dessa família não parece diminuir, apesar das seguidas provações pelas quais passaram. 


Metaforicamente, os Tamimi são a Palestina.  ( cada pais com sua realidade né ? uma toma tiro no PAQUISTÃO pq queria apenas estudar, outra enfrenta soldados de ISRAEL.


aqui temos funkeiras, fazendo sexo com menores e maiores de idade, drogas, baladas e bebidas, claro que temos tb a ISADORA FABER que é uma honrosa exceção.)

criança de 1 ano é encontrada com queimaduras no RJ

Menina de um ano é achada trancada com marcas de tortura no Rio 

Ela foi encontrada em uma casa em Vargem Grande, na Zona Oeste. 

Criança está internada e passa bem, segundo secretaria de Saúde. 

Do G1 Rio 

 Uma menina de um ano e um mês foi encontrada trancada com marcas de tortura numa casa na Vila Taboinha, em Vargem Grande, na Zona Oeste do Rio. 

Segundo testemunhas, o corpo da criança, que foi abandonada no local pela própria mãe, tinha queimaduras de cigarro e cicatrizes de mordidas, como mostrou o RJTV. 

De acordo com a polícia, vizinhos desconfiaram do silêncio e resolveram entrar no imóvel, que estava trancado. 

Quando entraram no local, os vizinhos acharam Ana Rita de Souza. 

A criança foi encaminhada para o Hospital Lourenço Jorge, também na Barra, onde permanece internada. 

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, ela passa bem. 

“De uns 15 dias pra cá a criança ficou sumida. E a gente perguntando e ela falando sempre que estava dormindo. Estava’ dormindo e a gente via a casa toda fechada nesse calor. A gente ficava imaginando: ‘como é que pode uma criança dormir e nesse calor sem ventilação. Até que ontem a gente resolveu abrir a casa dela”, afirmou uma testemunha que não quis se identificar. 

Na casa, além da criança, moram o pedreiro Marcelo dos Santos Santiago e uma jovem de dezessete anos. 

Segundo a polícia, Marcelo e a adolescente haviam deixado a casa às 14h e voltaram por volta das 22h. 

Quando eles chegaram, os vizinhos tentaram agredi-los, mas foram contidos por PMs. 

Os dois foram levados para a 16ª DP (Barra da Tijuca), onde foram autuados pelos crimes de abandono de incapaz e maus tratos. 

Na delegacia, Marcelo negou as acusações. 

O Conselho Tutelar ainda não informou o que vai acontecer com a criança. ( a de 17 será que é mãe da criança ? se for fazer filho ela soube né, e ainda vão dizer que é de menor, que foi abusada sexualmente blá blá blá.

não sendo mãe,  é cúmplice de crime e ai ?  vai ser presa na fundação casas ? comer as custas do estado pra ficar 3 aninhos ?) 

menina BRENDA que sumiu de culto evangélico, é achada em SP

A menina de quatro anos que havia desaparecido no dia 10 de junho durante um culto evangélico no Cambuci, centro de São Paulo, foi encontrada na tarde de ontem por um vizinho dela, na rua Vergueiro, também na região central.

Um homem não identificado pela polícia andava com Brenda Gabriela da Silva no colo quando parou em frente a uma loja de doces. Coincidentemente, o repositor Alex Ramos de Carvalho, 18, trabalhava no local e reconheceu a menina, sua vizinha.

“Cheguei perto do homem e disse que ele tinha sequestrado a menina. Ele falou que era pai dela e que pegaria o registro para provar. Então peguei ela no colo e, com a outra mão, fiquei segurando ele”, conta Carvalho.

O homem acabou fugindo quando o repositor tentou pegar o celular para ligar para a polícia. O suspeito está sendo procurado.

A PM foi chamada pelo jovem, que levou Brenda até o 5º DP (Aclimação), onde ela foi reconhecida pela mãe.

“É muita felicidade ver a minha filha de novo”, disse Geisa Maria da Silva, 30.

Segundo PMs, a menina estava tranquila, mas com muita fome. Ela teve seus cabelos cortados bem curtos.

  Reprodução/TV Globo  
Mãe reencontra com garota Brenda Gabriela que ficou desaparecida por cerca de duas semanas em São Paulo
Mãe reencontra com garota Brenda Gabriela que ficou desaparecida por cerca de duas semanas em São Paulo

DESAPARECIMENTO

Brenda desapareceu durante uma celebração da Igreja Pentecostal Deus É Amor, após a mãe se descuidar e perder a menina de vista.

A polícia foi acionada e chegou a analisar imagens de câmeras de segurança do templo em busca de pistas.

Geisa deixou de trabalhar para procurar a menina –espalhou cartazes pelas ruas da região com a foto da filha. A igreja também fez uma campanha na internet. ( parabens ao rapaz que teve atitude heróica)