40 % das ocorrências envolvem de menores em SOROCABA e o povo bunda onde tá ?

Cerca de 40% de todas as ocorrências registradas nos três primeiros meses de 2013 envolvendo flagrantes de porte e tráfico de drogas em Sorocaba foram praticados por crianças e adolescentes. Por outro lado, a participação de menores de 18 anos nos chamados crimes violentos ocorridos na cidade apresenta um percentual pequeno se comparado com o total de ocorrências no primeiro trimestre deste ano, uma tendência que já havia sido constatada nas estatísticas de 2012. No ano passado, assim como 2011, não foi registrado nenhuma ocorrência de homicídio doloso ou latrocínio praticado por menores de 18 anos.

É o que relevam os dados estatísticos divulgados pela Secretaria de Segurança Pública do Estado, com base em ocorrências registradas na Delegacia da Infância e Juventude (Diju), assim como os plantões das Delegacias Participativas Norte e Sul. As estatísticas correspondem ao primeiro trimestre e mostram um aumento no número de apreensões se comparadas ao mesmo período do ano passado. O tráfico de drogas continua como o principal crime registrado entre adolescentes. 

Das 365 ocorrências de porte e tráfico de entorpecentes registradas em Sorocaba, 145 envolveram crianças e adolescentes. Dessas, 90% foram apreendidas ou encaminhadas para a Fundação Casa por tráfico de drogas. Para se ter ideia, nos três primeiros meses de 2012, foram 71 ocorrências desse tipo de ato infracional. Um crescimento de 105%. Janeiro foi o mês em que houve maior registro de detenções de menores por envolvimento no tráfico de drogas, com 59 casos. Em fevereiro foram outros 27, enquanto que em março, 39 crianças e adolescentes foram apreendidos por tráfico de drogas. Nesse mesmo período outros 20 menores foram detidos por porte de entorpecente.

Os registros desse tipo de ato infracional são quase diários e alimentam o noticiário policial. Exemplos não faltam. Alguns chamam a atenção pelo volume da reincidência desse tipo de delito. No começo do mês, policiais da Força Tática da PM detiveram quatro menores, no Jardim Nova Esperança. Apesar da reincidência de todos os envolvidos no ato infracional de tráfico de entorpecentes pelo mesmo delito, os quatro adolescentes flagrados foram liberados. Entre os garotos com idades de 14 a 17 anos, um deles confessou ser essa a oitava vez que é flagrado. 

Outros dois completaram quatro apreensões e um, a terceira. No dia 5 de janeiro, por exemplo, a Guarda Civil Municipal apreendeu, na rua Itanguá, também no Nova Esperança, dois garotos de 14 e 15 anos de idade, sendo que o mais novo estava de liberdade assistida, e o de 15 confessou ser a sétima vez que era flagrado por tráfico. Mas nesse caso, o delegado pediu a apreensão dos dois junto à Fundação Casa. Na ocasião foram encontradas 156 porções de entorpecentes distribuídas em 108 frasconetes com cocaína, 29 porções de maconha e 19 pedras de crack.

Recentemente, reportagens veiculadas pela imprensa local demonstraram a participação de crianças e adolescentes nesse tipo de ato infracional em plena luz do dia, na avenida Ulysses Guimarães, na zona norte.
 
Outros crimes

Além do envolvimento com o tráfico de entorpecentes, as estatísticas da Secretaria de Segurança Pública do Estado revelam um aumento da participação de menores de 18 anos nos crimes violentos, mas em percentuais bem menores quando comparados com o total de ocorrências registrados na cidade envolvendo também adultos. De acordo com os dados, no primeiro trimestre deste ano, cinco crianças e adolescentes foram detidos pela Polícia por ato infracional de roubo. No mesmo período de 2012, foram seis, enquanto que em 2011, não houve registro. Já em relação ao total de ocorrências desse tipo de crime em Sorocaba entre janeiro e março deste ano – que foi de 483 -, o volume corresponde a 2,3%. 

Dois menores de idade também foram apreendidos por roubo de veículos nos três primeiros meses deste ano. Em 2012, não houve o registro desse tipo de ato cometido por menores. No dia 5 deste mês, policiais militares detiveram em flagrante um adolescente, de 17 anos, acusado de participação no roubo de uma residência no Jardim Santa Rosália, juntamente com outros quatro homens. Com o menor a policia apreendeu um Siena, que havia sido levado da residência. Essa ocorrência, deverá integrar os números estatísticos da criminalidade pela Secretaria de Segurança Pública referente ao mês de maio.

Das 22 tentativas de homicídio ocorridas no primeiro trimestre deste ano em Sorocaba, duas foram cometidas por menores de 18 anos. No primeiro trimestre de 2012 o registro foi de apenas uma ocorrências e, no ano todo: 2. Já dos 14 homicídios ocorridos ao longo deste ano na cidade, nenhum teve a participação ou autoria de adolescentes ou crianças. O mesmo ocorreu em 2012.

Em Sorocaba, a Polícia Civil registrou 50 estupros, sendo que desse total dois tiveram como autores menores de 18 anos. Em todo o ano de 2012, dos 254 casos de estupros, 11 envolveram crianças e adolescentes.(ah o sistema não comportaria adolescentes nas cadeias, ah daqui a pouco até um feto já vai ser enquadrado.

blá , blá, blá, ninguém resolve, empurra com a barriga, povo bunda mole, e a horda vai aumentando e aterrorizando.)

caso JANUÁRIO RENNA 3 anos e …

Um dos casos mais polêmicos da história de Sorocaba completa três anos nesta quarta-feira (15). Em 15 de agosto de 2009, o engenheiro e ex-secretário de Administração da Prefeitura de Sorocaba, Januário Renna (hoje com 66 anos), foi flagrado em um quarto de motel em Itu com três adolescentes, pela Polícia Civil de São Paulo. Na ocasião, Renna foi detido em flagrante.

O extenso processo que atualmente ultrapassa as 500 páginas é respondido em liberdade. Condenado a 51 anos e quatro meses, o ex-secretário não cumpriu nenhum único dia da pena.

Sem calças/ De acordo com o material da polícia, na época Januário Renna foi flagrado por agentes do Deic (Departamento Estadual de Investigações sobre Crime Organizado), sem calças diante das meninas. “No dia seguinte estivemos na cidade de Salto, no bairro onde as adolescentes moravam,  e encontramos outras seis meninas que teriam tido encontros sexuais com o acusado”, conta o delegado José Augusto Pupin, titular da Delegacia da Infância e Juventude de Sorocaba.

Os depoimentos das seis menidas – com idades entre 12 e 17 anos – foram considerados consistentes pelo delegado Pupin. “Elas foram ouvidas de maneira separada e narraram de forma idêntica como ocorreram os encontros”, destaca.

Esses depoimentos hoje fazem parte do processo que corre em segredo de Justiça por envolver menores de 18 anos.

Fora do prazo/ Com quase seis meses de detenção, o advogado de Januário Renna, Mário Del Cístia, entrou com o pedido de liberdade provisória baseando-se no tempo excessivo do processo no Tribunal de Justiça de São Paulo.

O pedido foi concedido e o ex-secretário foi solto em 1º de dezembro de 2010. No entanto, 11 dias depois, a Justiça condenou o acusado a 51 anos e quatro meses de prisão em regime fechado. Como ele já estava solto, o habeas corpus foi mantido.

Andamento/ “Desde abril deste ano o processo está nas mãos de um desembargador e sem data para ser julgado”, explica o representante do Ministério Público em Sorocaba, o promotor Wellington Veloso.

Agora, o caso está pronto para que a sentença seja confirmada ou modificada. “O Tribunal prioriza os casos nos quais o réu está preso. Como Renna está em liberdade, este seria um dos motivos da demora”, explica o promotor.

Pimenta Neves do interior/ O promotor Wellington Veloso esclarece ainda que, apesar dos crimes serem distintos, a situação processual do caso de Renna é a mesma do jornalista Pimenta Neves que foi condenado em 2006 pelo assassinato da jornalista Sandra Gomide, a 15 anos de prisão. “Ambos foram beneficiados por habeas corpus e, assim como Pimenta Neves, Renna deve ficar livre até a conclusão de todos os recursos possíveis”, afirma Veloso. “Seria muito frustrante para a sociedade não ver esta sentença executada.”

Advogado de Renna crê na inocência do cliente
Apesar do fato, o advogado Mário Del Cístia fala sobre os detalhes do processo que o fazem crer que cliente deve ser inocentado pela Justiça

A morosidade da Justiça beneficiou o ex-secretário Januário Renna, 66 anos, que responde pelos crimes de atentado violento ao pudor e favorecimento à prostituição de vulneráveis.

De acordo com informações do processo, as três jovens flagradas com o acusado no motel em Itu, moram em um bairro simples de Salto.
Na ocasião, elas  explicaram que realizavam programas sexuais com o acusado em troca de R$ 100. Contaram também que ele se apresentava como médico e que costumava praticar sexo oral nos programas.“As meninas se apresentavam como garotas de programa e vejo a lei como protetora do que é certo e não defensora de garotas de programa”, diz o advogado Mário Del Cístia ao BOM DIA.

Em seu relato, ele defende que as meninas eram experientes na prática sexual e que Renna seria mais um dos clientes.

Material duvidoso/ Durante a investigação, a Polícia Civil apreendeu o computador do gabinete do ex-secretário.

De acordo com o laudo pericial do Instituto de Criminalística, havia 2.181 fotos de meninas, de 7 a 17 anos, em poses de submissão sexual.

O advogado afirma que o laudo é falso. “Contratamos um técnico que constatou que o computador foi utilizado por quatro minutos e 36 segundos após ter sido recolhido pela perícia”, defende.

CPI Pedofilia/ Membros da Comissão Parlamentar de Inquérito da Pedofilia ouviram o ex-secretário Januário Renna em  4 de dezembro de 2009.

Na ocasião, quando foi interrogado pelo senador Magno Malta, que é presidente da comissão, ele exerceu o direito de ficar calado.
No mesmo dia, o promotor Wellington Veloso entregou ao senador o relatório da perícia feita nos arquivos do computador do ex-secretário, que apontou a existência de farto material pornográfico.

Novo processo/ O promotor esclarece que, além dos dois crimes pelos quais Renna é acusado, há um terceiro processo sendo elaborado: posse de material pornográfico. “Apesar da idade dele, a lei será cumprida. Demonstramos de forma contundente todos os crimes contra ele [Renna].”

Crença/ Januário Renna hoje mora em Itu e, segundo seu advogado, tenta levar uma vida normal a medida do possível. “A demora na sentença também afeta o acusado, que vive preocupado por causa do processo”, explica Mário Del Cístia. “Creio que meu cliente será inocentado de todas as acusações, pois a forma que os fatos foram apresentados foi irregular e exagerada.”

Além da idade

De acordo com o artigo 115 do Código Penal Brasileiro, o prazo prescricional é reduzido pela metade se na data da condenação o acusado tiver mais de 70 anos. “Isso significa uma pequena mudança nos prazos dos recursos, mas não significa que o réu deixará de ser preso se condenado”, explica o promotor Wellington Veloso. ( e pensar que a piadinha do RAFINHA BASTOS sobre a VANESSA AMARGO, foi julgada rapidamente , isso é BRASIL, o senador MAGNO MALTA, adora pegar carona nestes casinhos.

agora a grande pergunta, onde estão as meninas do caso ? elas na eposa simplesmente sumiram depois que o ex secretário foi preso, devem estar por ai com novos clientes , a mais velha com 17 na epoca era a professora PHD em sexo.

vulneráveis o caramba, eras experinetes e faziam pq querima, ou eram obrogadas por alguém ? nada se descobriu delaa, simplesmente desapareçerem e somente o JANUÁRIO pagou o pato em tudo, se tem explorador pq ele não ta em cana tb, querem combater ? tirem as meninas das ruas e evitem que outras tomem o lugar delas .

este e outros casos só tem a prisão do infrator, isso sendo ele pobre e sem advogado.)

apocalipse no carnaval do CAMPOLIM em SOROCABA.

Objetivo é evitar cenas de menores alcoolizados como as registradas novamente neste ano – Por: Erick Pinheiro
Mais fotos…

Sorocaba estuda mais uma vez controlar o acesso dos foliões aos blocos carnavalescos da cidade. O objetivo é tentar evitar o consumo de bebida alcoólica entre menores de 18 anos de idade nos locais das festas, todas promovidas em praças e ruas do município. O mesmo já é feito no desfile das escolas de samba, promovido no bairro Alto da Boa Vista, em frente ao Paço Municipal. O tema será discutido por integrantes do Conselho Tutelar, da Guarda Civil Municipal, da Polícia Militar e do setor de fiscalização da Prefeitura. Essa reunião, tradicionalmente feita após o Carnaval, ainda não tem data e local definidos.

Os cinco dias de desfiles dos blocos carnavalescos renderam o registro de 14 casos de menores alcoolizados em Sorocaba. A conta é do Conselho Tutelar de Sorocaba, em conjunto com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A entidade também flagrou jovens com menos de 18 anos de idade ingerindo bebida alcoólica, mas fora do estado de embriaguez.

A presidente do Conselho Tutelar de Sorocaba, Silvia Roquette, estuda protocolar essa solicitação de controle do acesso aos órgãos competentes da Prefeitura. O objetivo, segundo ela, é proporcionar as festas dos blocos de rua com o menor risco possível aos foliões. “O ideal seria promover o desfile desses blocos em lugares de acesso restrito, onde seja possível fazer uma revista em cada participante, ou distantes de bares e supermercados para dificultar a compra das bebidas alcoólicas”, diz.

O tema já foi discutido em março do ano passado pelo comando do 7º Batalhão da Polícia Militar do Interior. O então tenente-coronel da corporação, Vitor Maurício Gusmão, disse aos responsáveis pelos blocos que a polícia não teria condições de dar segurança para os desfiles nessas atuais condições. A mudança definida então neste ano se resumiu à proibição da venda de bebida alcoólica nos blocos por ambulantes.

Segundo o Conselho Tutelar, cinco abordagens foram feitas durante o desfile do bloco Depois a Gente se Vira. Todos os foliões eram maiores de idade e estavam próximos de bebidas alcoólicas.

No sábado, durante a festa do bloco Quilombinho, nenhum registro foi feito pelos conselheiros. Já no domingo, no Boca a Boca, nove menores foram socorridos pelo Samu na região do Parque Campolim e encaminhados ao Pronto-Atendimento da Zona Oeste. O bloco Recreiol não teve ocorrência na segunda-feira. A situação foi diferente durante o bloco do Cocó, com dois menores alcoolizados e outros dois flagrados consumindo bebida alcoólica.( quem mora no CAMPOLIM ? gente rica, influente, que manda na cidade, pq não usa seu poder pra impedir baderna no bairro ?

adianta socorrer esta criatura ai ?, amanhã ela volta a encher a lata de novo, é apagar fogo com gasolina.

transfere festas, baladas e bagunça pra fora da cidade, chega disso em perímetro urbano.

acaba com esta merda de de menor, ele vai beber sempre,eles vão desafir sempre o proibido  , não gastem tempo com esta porcaria de de menor.

se eu fosse rico, nunca que ia ter isso onde eu moraria.

ano que vem eu quero ver, vai ter isso de novo ?

Bloco reúne milhares todos os anos – Por: Erick Pinheiro
Mais fotos…Por causa do tumulto, o presidente do bloco do Cocó, Benedito Carlos Pereira Paschoal, o Bê Carlos, revelou nesta quarta-feira (22) que irá repensar o Carnaval do ano que vem e não descartou a possibilidade de extinção do bloco nas ruas. “Precisamos estudar muito o que vamos fazer nos próximos anos. Não dá para continuar essa barbaridade. As famílias não estão podendo mais assistir ao Carnaval de rua”, desabafouBÊ Carlos lamentou o ocorrido e disse que não havia integrantes do bloco entre os envolvidos com os atos de vandalismo, que aconteceu após o final do desfile. “O bloco todo está entristecido, chateado. Essa situação é uma preocupação nossa também. Nós defendemos o respeito e a diversão, mas infelizmente a presença dessas pessoas é incontrolável porque a rua é pública.”

Para ele, a questão é problema de educação. “Não é de hoje que vândalos atrapalham a festa de quem quer se divertir. Essas pessoas não merecem ter Carnaval.” E ainda defendeu a proposta da realização dos desfiles em locais fechados. “Em 13 anos de desfile, nós não admitíamos porque iria acabar com a liberdade dos blocos de rua. Mas hoje em dia, é preciso repensar”, finalizou. ( não precisa pensar seu BÊ CARLOS, transfere isso pra fora da cidade ai lada um bebe, se droga, cai duro no chão e fica ali.)