bolsa cachaça, governador de MG manda helicóptero buscar filho bebum da ressaca do ano novo.

agora diz que vai processar o deputado que filmou isso ai, o governador deveria ter é vergonha na cara, mandar helicóptero buscar o filho bebum, e isso pq é filho homem né ? 

goleiro BRUNO se casa com dentista, e ai ninguém fala nada ?

O goleiro Bruno Fernandes se casou, no sábado (18), em cerimônia realizada dentro da APAC (Associação de Proteção e Assistência ao Condenado) de Santa Luzia, cidade localizada na região metropolitana de Belo Horizonte.

Bruno cumpre pena de 22 anos por ter sido condenado, em 2013, pela morte de Eliza Samudio, sua ex-amante. Eliza desapareceu em 2010. O jogador se casou com a dentista carioca Ingrid Calheiros, com quem iniciou relacionamento amoroso durante o processo sobre o caso.

Outro casamento de um colega de presídio de Bruno foi feito na mesma ocasião. Segundo a assessoria do TJ-MG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais), que mantém parceria com as APACs, a cerimônia foi realizada pela Igreja Quadrangular [evangélica] e tem “efeito civil”.

Ainda conforme o tribunal, foram convidados parentes e amigos dos noivos, além de voluntários da APAC. O setor informou que eles foram previamente selecionados por meio de uma lista apresentada à direção da unidade. O casamento duplo teve acompanhamento de uma banda de louvor. Não foram permitidas fotos do ato.

Após o evento, foi servido um almoço aos participantes. A refeição, preparada anteriormente pelos voluntários e recuperandos do regime semiaberto, não teve o cardápio divulgado.

Segundo o TJ-MG, já foram realizadas nesta unidade quatro cerimônias de casamentos que contaram ao todo com a participação de 17 casais. As visitas íntimas a confinados nessa APAC ocorrem quinzenalmente.

APAC

Desenvolvido no Estado em parceria com o TJ-MG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais) e a FBAC (Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados), a APAC é uma entidade civil de direito privado, com personalidade jurídica própria.  Segundo o TJ, as associações são dedicadas “à recuperação e à reintegração social dos condenados a penas privativas de liberdade”.

O método, criado pelo advogado paulista Mário Ottoboni, 84, baseia-se em 12 pilares, tendo entre eles o trabalho, a família e a religião.

Nessas unidades prisionais, os internos são corresponsáveis pela administração, limpeza e segurança da unidade e pela preparação da comida, entre outras atividades.

As regras têm de ser seguidas por todos. Caso o recuperando cometa uma falta considerada grave [ex: facilitar a entrada de aparelhos celulares e drogas, agressão física e fuga], ele retorna para o sistema prisional tradicional.

( e a SUZANE leva marretadas por ser mulher né, amanhã o BRUNO  sai e fica de boa, SUZANE ficará marcada pra sempre, este é o machismo escarrado do pais.

e cadê as entidades defensoras da mulher, feministas radicais, femistas, e ai ? vão falar algo ?)

CQÇ e a censura da tragédia em MARIANA (MG)

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o CQÇ naturalmente não se podia esperar outra coisa foi censurado em MARIANA, vigiado a todo momento, barrado numa entrevista coletiva, já credenciado oficialmente mas depois barrado sem explicação, mas o repórter JULIANO DIP, conseguiu fazer a melhor matéria possível e mostrou lances importantes .

um pais que fica refém de empresas não é pais, cidades mineiras sitiadas pq dependem de um empresa mineradora que gera 80% da economia da região, e agora as pessoas tem sua liberdade cerceada, não podem dar entrevista pra qualquer um vc não pode ir a tal lugar sem ser barrado, e no fim de tudo isso a empresa vai pagar apenas 1 bilhão de prejuízo ?

1 bilhão vai dar pra quê ? a empresa fatura muito mais que isso e tem o seguro, como sempre o lombo do brasileiro vai ter de bancar o restante, pra depois tudo acabar em pizza de lama

 

vagabundo criado com a vó , humilha professoa em MG

pior que este bosta ai amanhã ta procriando canalhas iguais a ele, afinal tem cadelinhas que adoram coisas deste tipo ai que se acha homem.

típica cria de um pais falido com um desgoverno de mérda petista , cuja mandatária foi aos EUA e ainda sua comitiva, seu avião, tudo foi espionado pelos americanos.

forte

mandar esta professora ai pra dar aula , ai vamos ver. 

viaduto desaba em BH, atinge ônibus e mata 2 pessoas

 

http://videos.bol.uol.com.br/#view/video-mostra-momento-exato-de-queda-de-viaduto-em-belo-horizonte-04020C1A3762C0895326&tag/21199|desabamento

 

vídeo mostra momento exato do desabamento em BH .

 

 

( este outro o desespero após.)

 

como ta rolando a copa, o governo de MG espera que a seleção anestesie a população e ai esqueçam o caso , enquanto arrumam uma bela desculpa pra dar. 

 

caso TAYNÁ, suspeitos soltos, policiais na mira da justiça

Tayná Adriane da Silva, 14, encontrada morta em Colombo, na região metropolitana de Curitiba

A Justiça de Colombo (região metropolitana de Curitiba) determinou a soltura dos quatro suspeitos de estuprar e matar Tayná Adriane da Silva, 14, encontrada morta no último dia 28. O promotor de Justiça Paulo Sergio Markowicz de Lima, que atua no caso, foi à Casa de Custódia de Araucária (também na região metropolitana), onde eles estavam presos, para acompanhá-los. “A intenção é colocá-los sob a proteção do Estado”, disse o promotor.

Segundo a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), “ficou evidenciada a tortura como meio de obtenção das confissões” dos quatro. O inquérito policial entregue ao MPE (Ministério Público Estadual) afirmava que Adriano Batista, 23 anos, Sérgio Amorin da Silva Filho, 22 anos, e Paulo Henrique Camargo Cunha, 25 anos, “mataram Tayná depois de terem mantido relações sexuais à força com ela. Ezequiel Batista, 22 anos, irmão de Adriano, também está preso por ter acompanhado tudo que ocorreu de maneira muito próxima e nada ter feito para evitar”.

O pedido de soltura foi feito pelo MPE no domingo (14). Em nota, a instituição informou que “as provas que existem contra os acusados no inquérito, até o momento, não são suficientes para iniciar o processo criminal”.

“A decisão de requerer a liberdade provisória foi tomada após o último depoimento dos acusados, ocorrido na noite deste sábado, 13 de julho, na Secretaria de Segurança Pública do Paraná, e acompanhado integralmente pelo Ministério Público. Durante o interrogatório, os acusados alegaram inocência e afirmaram que foram torturados [por policiais] para confessar o crime”, prossegue a nota.

Nesta segunda, terminou o prazo para que o MPE denunciasse os quatro suspeitos à Justiça pela morte de Tayná. Não haverá denúncia, porém. Em vez disso, a polícia terá novo prazo de 30 dias para apresentar um novo inquérito.

“Não se descarta a participação dos quatro no crime. Mas os indícios em relação a eles, que somam os relatos, perícia, outras provas testemunhais, se tornaram muito fracos. Não há ligação deles, nos resultados das perícias, com a cena do crime [o local e o corpo da jovem]”, disse Lima, nesta segunda pela manhã.

Ganha corpo, assim, a tese de que há outros envolvidos no crime. “[Os depoimentos dos quatro suspeitos] Trouxeram elementos importantes dentro de uma linha de investigação que já existia e agora tomou corpo, a de haver outras pessoas envolvidas”, informou o promotor.

Se confirmada, a tese “pode até excluir [a participação dos quatro suspeitos no crime]”, segundo Lima. “Os elementos de autoria, em relação a eles, se enfraqueceram sobremaneira desde sexta-feira. Com resultados que recebemos, não se está havendo a ligação deles na cena do crime. Portanto, temos que ver outras linhas de negociação.” Os resultados a que ele se refere são novos testes de DNA solicitados pelo MPE.

Apesar disso, permanece a possibilidade de violência sexual antes do assassinato de Tayná. “O laudo de necropsia traz essa possibilidade. Mas, ao mesmo tempo, a exclui na proporção que eles [os suspeitos] relataram [à polícia, possivelmente sob tortura]”, disse o promotor. “A confissão traz determinados elementos que não conferem com o laudo, notadamente o grau de violência de caráter sexual que eles dizem ter praticado.”

A reportagem apurou que, agora, a investigação policial comandada por novos delegados coloca na lista de suspeitos os proprietários do parque de diversões em que Adriano, Sérgio, Paulo Henrique e Ezequiel trabalham. Oficialmente, porém, nada é divulgado, porque o caso corre sob sigilo judicial.

Em nota, a Polícia Civil confirma apenas que “toda a investigação do caso Tayná está sendo refeita”. O texto diz, ainda, que “conforme for sendo identificado o policial autor de tortura – por reconhecimento e por outros meios de prova – os culpados devem ter representação pela prisão temporária, a ser feita pela autoridade policial responsável pelas apurações”.

No depoimento que prestaram ao MPE e à polícia, no sábado à noite, os quatro suspeitos presos desconstituíram o advogado Roberto Rolim de Moura Júnior, que os defendia desde a semana passada.

O advogado Edward de Carvalho, presidente da Comissão de Prerrogativas da OAB, que acompanhou os depoimentos, disse que Rolim de Moura “agiu contra os interesses” dos suspeitos e, por isso, será investigado por cometer “várias infrações éticas graves”.

“Eles manifestaram vontade de falar [à polícia e ao MP]. Mas [Rolim de Moura] os coagiu, dizendo que eles não falariam, mesmo com eles chorando. Depois, disse aos acusados que omitissem determinados fatos que poderiam, inclusive, comprovar a inocência deles e levar ao verdadeiro culpado”, informou.

“Em minha opinião, ele agiu com nítido conflito de interesses, pois poderia deixar inocentes serem culpados”, falou Carvalho. “Há uma seríssima desconfiança de que ele não se apresentou de forma espontânea [para defender os suspeitos, como afirmou ao UOL na semana passada]. [A possibilidade de estar a serviço de terceiros interessados no caso] será investigada pela polícia.”

O procurador-geral da OAB-PR, Andrey Salmazo Poubel, irá defender os quatro suspeitos no restante do processo.

O caso

Tayná desapareceu na terça-feira (25 de junho) quando voltava para casa. Os quatro suspeitos foram presos por volta das 13h da quinta (27). No dia seguinte, o corpo da jovem foi encontrado submerso num poço na região. Segundo a polícia, os suspeitos confessaram ter estuprado e assassinado a garota. Os quatro trabalham num pequeno parque de diversões instalado na cidade, que foi incendiado e depredado por moradores revoltados com o crime.

Na terça (9), porém, a Secretaria da Segurança Pública admitiu que o sêmen encontrado nas roupas íntimas de Tayná não é de nenhum deles. Na quarta-feira (10), integrantes da Comissão de Direitos Humanos da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) ouviram dos suspeitos que a confissão do estupro e da morte de Tayná ocorreu mediante tortura de policiais em delegacias.

Por conta das denúncias de tortura, a Polícia Civil afastou na quinta (11) que foram afastados temporariamente de suas “funções policiais” os delegados Agenor Salgado Filho e delegado Silvan Rodney Pereira. Salgado era o chefe da corporação na região metropolitana de Curitiba, e Pereira prendeu os suspeitos e afirmou que eles confessaram o crime.

No domingo (14), a polícia comunicou que “está afastando temporariamente todos os policiais da Delegacia do Alto Maracanã, localizada em Colombo, Região Metropolitana de Curitiba.” ( é a gora a coisa virou, já foi pedida a prisão dos policias que teriam torturado os caras pra confessarem o crime.

da pra imaginar quantos \casos assim devem estar acontecendo no pais, e ainda querem a pena de morte ? imagine vc um dia vc saber que o verdadeiro assassino do seu filho por ex, está livre, que mataram a pessoa errada ?)