caso TAYNÁ ADRIANE DA SILVA, não foi achado sêmen dos suspeitos no corpo dela.

Tayná Adriane da Silva, 14: polícia ainda não sabe se libertará suspeitos

Tayná Adriane da Silva, 14: polícia ainda não sabe se libertará suspeitos

O sêmen encontrado nas roupas da adolescente Tayná Adriane da Silva, 14, encontrada morta no último dia 28 em Colombo, região metropolitana de Curitiba, não é de nenhum dos quatro suspeitos presos, informou nesta terça-feira (9) a Secretaria de Segurança Pública do Paraná.

Segundo a polícia, eles teriam confessado que estupraram e mataram a garota. Os quatro participaram, inclusive, das buscas pelo corpo da garota. Os suspeitos são funcionários de um parque de diversões instalado na cidade –que foi queimado por moradores, revoltados com o caso, após a divulgação da prisão dos suspeitos.

A cúpula da Segurança Pública não informou se os quatros serão, agora inocentados, ou se permanecerão presos.

Cid Vasques, secretário de Segurança Pública, está reunido, na manhã desta terça, com os delegados Agenor Salgado, chefe da Divisão Metropolitana da Polícia Civil, Fabio Amaro, responsável pela investigação, e Silvan Pereira, que prendeu os suspeitos e afirmou que eles confessaram o crime. O MP (Ministério Público) também participa da reunião.

Ao chegar à reunião, Salgado disse que pode ter havido “erro da polícia”, mas disse acreditar no envolvimento dos suspeitos.

Também participa da reunião a perita Jussara Joeckel, do IC (Instituto de Criminalística), responsável pela análise do local onde o corpo de Tayná foi encontrado. Na semana passada, ela já dissera que não havia sinais de estupro, pela maneira como a garota estava vestida.

A afirmação foi desautorizada por Amaro, que, na sexta-feira (5), reafirmou convicção na culpa dos suspeitos e que eles haviam confessado os crimes. Na chegada à reunião, Jussara reafirmou que não vê indícios de abuso sexual.

“Não há marcas de estupro ou abuso, nem fissuras”, falou, a jornalistas presentes ao local. No entanto, ela afirmou que havia sêmen nas roupas da menina.

Apesar disso, e a partir de alegados depoimentos dos suspeitos, os delegados chegaram a revelar à imprensa detalhes de como os estupros teriam sido cometidos.( isso pode ser resultado de má investigação, ou intenção de acusar mesmo a qualquer custo só pra resolver logo o caso, afinal os quatro são pobres.

sob ameaça de colocarem drogas na casa da esposa ou de parentes e pau de arara, qualquer um confessa , pode ser isso não ? o jeito é uma investigação mais detalhada e completa, mas a policia da cidade já está comprometida, então de haver investigação de outras áreas.)

moradores enfrentam PM pra socorrer feridos em SP

Edu Silva/Futura Press/

A recusa de policiais militares em permitir o socorro a jovens baleados na Brasilândia, na zona norte da capital paulista, na noite da última quarta resultou em confronto com moradores e pode levar à abertura de uma investigação contra a PM.

Respeito à norma impede liberar o socorro a vítima

Grupo incendeia ônibus na zona norte de São Paulo

Foi o maior incidente envolvendo a corporação desde janeiro deste ano, quando entrou em vigor uma resolução da Secretaria da Segurança Pública proibindo a PM de transportar feridos.

Pela resolução, os policiais devem preservar o local e acionar o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).

A ocorrência começou por volta das 22h, quando um grupo de oito jovens, com idades entre 14 e 20 anos, foi baleado por homens em uma moto.

Dois deles, de 14 e de 20 anos, morreram no hospital. Os moradores ficaram revoltados porque, segundo eles, os policiais não prestaram socorro e impediam que outras pessoas o fizessem.

“Fui paciente, esperei uns 15, 20 minutos. Mas aí meu filho começou a gritar por mim. ‘Mãe, me socorre, me socorre'”, disse V., 41, mãe de um dos adolescentes feridos.

Moradores relatam que, em resposta à chuva de pedras, os PMs fizeram disparos para cima. Não há registro de feridos. “Foi aí que deixaram moradores socorrerem. Disseram que era por nossa conta e risco”, diz V.

Os policiais foram acionados, segundo a PM, às 21h56 por morador que denunciou a sequência de disparos.

A Secretaria Municipal da Saúde informou que equipes do Samu foram acionadas pela PM às 22h06. Mas, que às 22h17, quando elas chegaram ao local, a polícia ligou para dispensar a presença das ambulâncias dizendo se tratar de “área de conflito” –um ônibus queimado no bairro após a ação da PM pode ter relação com o caso.

Uma enfermeira do hospital estadual de Vila Nova Cachoeirinha, também na zona norte, disse à Folha que o menino de 14 anos poderia ter sobrevivido se o atendimento fosse mais rápido.

“Ele tomou um tiro na perna e perdeu muito sangue. Ele pedia para não deixá-lo morrer”, disse a enfermeira.
Recomendação

No mês passado, o Ministério Público Estadual enviou recomendação ao secretário da Segurança Pública, Fernando Grella, para que alterasse a resolução.

A Promotoria quer que os PMs sejam orientados sobre a obrigação em prestar os primeiros socorros, independentemente da proibição em transportar o ferido. ( 22 horas , ta fazendo o que na rua, se o lugar é violento, quebrada, pq não se tranca em casa, já que não sabe votar e gritar por um futuro melhor ?

o PM faz o que ? desafia a regra ou socorre ? e se fossem pessoas das áreas nobres, tb não pode socorrer, ou a resolução é só pra pobre ? )

cracolândia, maioria acha que tudo está uma porcaria como antes


Foto: Frâncio de HolandaUsuários se aglomeram na Cracolândia Boa parte dos moradores de rua da região central de São Paulo acha que de nada adiantou a operação da Polícia Militar na Cracolândia. Pesquisa inédita da Secretaria Municipal de Assistência Social revela que 72,3% deles afirmam que a intervenção policial – que completa cinco meses neste domingo – não mudou suas vidas. Outros 17,2% acreditam que a situação piorou – sobretudo por causa da violência dos agentes de segurança – e o restante vê progresso ou não respondeu.


Mais sobre a cracolândia: Imagens: Antes e depois: Veja cenas da Cracolândia Um mês: Após 30 dias de operação, Cracolândia muda de endereço Entrevista: ‘Operação da Cracolândia é da PM’, diz chefe do Denarc Pai da Cracolândia: Tenta botar ordem no caos Vídeos: A voz de quem vive o cotidiano do crack e o tráfico ambulante na Cracolândia


A pesquisa foi feita com uma amostra de 380 pessoas, retirada do grupo de 6.675 pessoas que moram nas ruas e não são atendidos pelos albergues da Prefeitura. O estudo foi realizado de janeiro a março por pesquisadores da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Entre os moradores de rua que presenciaram a ação, 14,2% disseram ter sofrido alguma agressão policial. E 23,5% criticaram a investida da PM porque, segundo eles, a cracolândia apenas mudou de endereço.
Essa segregação é apontada como a principal consequência positiva da operação para os 10,5% dos entrevistados que aprovaram a ação. Eles destacaram também a diminuição da oferta de crack. “Como tem menos droga, fumo menos”, confirmou Robson da Silva, de 29 anos.
Leia também:

 “Drogas são o maior problema de São Paulo”, diz secretária da Justiça O problema: Em meio à epidemia de crack, Brasil fracassa em tratamento para dependentes Ministério Público: Promotoria considera ‘desastrosa’ ação na Cracolândia e abre inquérito Ação de todos: Alckmin diz que Cracolândia precisa “da ajuda de todos”
Fora do centro, a operação continua a causar discussão. Para a defensora pública Daniela Skromov, é uma ação “apenas de limpeza, que não deu certo”. O prefeito Gilberto Kassab (PSD) afirmou que “se avançou muito”, mas reconhece que há muito por fazer. O Ministério Público ameaça ir à Justiça para contestar a operação, sob argumento de que tráfico e consumo persistem na região mesmo com a PM. Enquanto isso, o Complexo Prates – espaço de 11 mil m² construído pela Prefeitura para tratar os viciados – atende uma média de 180 pessoas por dia, 15% de sua capacidade. As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”. ( já falei, manda pra fora da cidade. um lugar afastado a, ali todos podem usar a vontade, o esatdo forneçe o crack, e quem quiser largar que peça ajuda.)

HABITETO EM SOROCABA, medo, a incerteza do amanhã

Capitão Vanclei: denúncias anônimas feitas pelos moradores mobilizou a ação da Polícia Militar – Por: Luiz Setti

Os moradores do Conjunto Habitacional Ana Paula Eleutério (Habiteto), foram surpreendidos às 6h de ontem com a ocupação maciça da Polícia Militar, cuja permanência será de uma semana. Essa foi a estratégia encontrada pela polícia para o resgate da sensação de segurança e tranquilidade no bairro, ameaçada pelo tráfico de entorpecentes. Também visando melhorar a vida daquela comunidade, secretarias municipais devem, a partir de hoje, desenvolver ações sociais paralelamente ao trabalho policial. Depois do Habiteto, outros bairros receberão a operação “Bairro Seguro” nessas mesmas proporções. Até o começo da noite nove pessoas haviam sido presas, das quais seis por tráfico. Dois carros roubados – um deles inclusive foi utilizado num assalto à residência na noite anterior – foram recuperados. Grande quantidade de drogas como maconha, crack e cocaína foi apreendida.

A escolha pelo Habiteto para sediar a operação com essa dimensão, (uso da Força Tática, cavalaria, canil, Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas (Rocam), base móvel e helicóptero Águia) foi justificada pelo comando do 7º Batalhão da Polícia Militar do Interior (7º BPM/I) pela quantidade de denúncias dando conta de traficantes agindo em suas ruas. De acordo com a polícia, o bairro não é dos mais preocupantes em relação ao índices criminais de roubos, furtos e até mesmo de homicídios. Nesse sentido, o capitão Vanclei Franci, chefe do setor de Assuntos Civis, deixou claro que as denúncias, que se mantiveram no decorrer do dia de ontem já demonstram que a maioria dos que lá vivem é do bem e deseja ver a paz reestabelecida.

Questionado se o prazo de uma semana não seria considerado muito grande, o oficial reafirmou que “o objetivo é trazer a paz social para o bairro”, e explicou que a expectativa é de que no decorrer dos dias o policiamento seja retirado gradativamente, mantendo-se então apenas o “cartão de prioridade de patrulhamento (CPP)”, que consiste no policiamento feito pelo efetivo correspondente daquela determinada área. E foi exatamente com base nas dezenas de denúncias feitas anonimamente pelos telefones 190 e 181, que a Polícia Militar preparou a operação especial, com dez mandados de buscas e apreensões expedidos pela Comarca Judicial de Sorocaba. Todos os mandados foram cumpridos, embora nem todos tenham resultado em prisão e ou apreensão.

Ainda pela manhã, com o surgimento dos primeiros resultados, o capitão Vanclei já classificava a operação como “ocupação positiva”, e à noite a opinião de trabalho bem sucedido era mantida. Para o oficial, o resgate da sensação de segurança também será possível graças ao trabalho que o Executivo desenvolverá nesses dias por meio de ações sociais. Para isso, representantes de diversas secretarias participaram ontem de uma reunião com o comandante do 7º Batalhão, tenente coronel Aldemar Fernando Belloti. Estiveram representadas as secretarias de Segurança Comunitária (Sesco), Cidadania (Secid), Saúde (SES), Guarda Civil Municipal (GCM) e Urbes. A Secretaria de Juventude deve também se juntar nesse trabalho a partir de hoje. Entretanto, as ações seriam ainda definidas.

Mas segundo ressaltou o capitão Vanclei, a presença da polícia não teria constrangido os moradores do Habiteto, uma vez que ninguém foi impedido de ir e vir. A única diferença foi a de que vários bloqueios foram feitos para fiscalização dos carros, com vistas à parte criminal e de trânsito.
 
Prisões por tráficos
 
Até o início da noite de ontem, quatro flagrantes de tráfico de entorpecentes haviam sido registrados, resultando na prisão de seis pessoas, entre elas uma mulher. No primeiro deles, às 7h15, foram presos os irmãos Gilson Alan Martins, 21 anos e Matheus Alan Martins dos Santos, de 18 anos, e também Maicon Willian de Lima Ferreira, de 19 anos. Os três foram surpreendidos pelo mandado de busca e apreensão quando dormiam, na casa de número 540 da rua Francelino dos Reis. Num guarda-roupa a polícia encontrou uma pedra grande de cocaína, um saquinho com cocaína e cinco embalagens transparentes para acondicionamento de droga. Nos fundos da casa foi apreendida a moto Honda CG-150 Titan vermelha, placa DJW-2248, de Sorocaba, cujo chassi está pinado. A polícia acredita que a moto seja produto de furto ou roubo.

No segundo caso de tráfico, às 9h30, a faxineira Jhennifer Cristini Figueiredo de Souza, 25 anos, foi presa em sua casa, na rua Alameda da Paz, 120. As denúncias davam conta de que no local ficavam vários usuários e que ela seria a traficante. Com a ajuda da cachorra Daya, foi localizado em baixo do seu colchão um tubo plástico com seis saquinhos com crack, 15 porções de maconha e 40 ampolas vazias. Um celular também foi apreendido.

O ajudante Nilton Gonçalves de Faria, vulgo “Niltão”, 19 anos, morador na casa de número 68 da rua Preto Ghoez, foi flagrado com um pote plástico com 80 ampolas com cocaína, 45 pedras de crack, uma porção a granel de crack e uma porção de maconha. A droga estava dentro do seu guarda-roupa, e sob sua cama haviam fios de cobre que, segundo o preso, tinham sido trocados por drogas por um tal de “Franjinha”. Conforme consta no boletim de ocorrência, “Niltão” teria assumido a propriedade do entorpecente e que sua destinação seria para venda. Também foram apreendidos R$ 213,00 em dinheiro.

O jardineiro Tiago Henrique de Oliveira, 22 anos, foi o sexto preso por tráfico na operação “Bairro Seguro” no Habiteto. Com a chegada dos PMs munidos do mandado em sua casa, na rua Fraternidade, 51, ele foi logo dizendo que toda droga estava em uma cômoda do seu quarto. Sobre o móvel havia um tijolo de maconha embalado em papel alumínio e mais um pedaço da mesma droga embalada com papel igual, além de um saco plástico com 78 ampolas com cocaína. Ele teria dito que a maconha seria para uso próprio e as ampolas para venda.

Ao todo, até o último balanço feito no início da noite, haviam sido apreendidos um quilo de maconha, 600 gramas de crack, 164 ampolas com cocaína, 45 pedras de crack, e 15 porções de maconha.
 
Veículos apreendidos
 
Ainda durante a operação no dia de ontem, a PM localizou um Polo preto roubado na cidade em 23 de fevereiro deste ano, escondido na casa de número 600 da rua Francelino dos Reis, e na casa de número 112 da rua Zumbi dos Palmares estava o Citroën C4 preto, de placas ETI-6637, de Sorocaba, roubado por volta das 22h de segunda-feira numa casa da rua Nicolau Fernandes, no Jardim Maria Eugenia. Na ocasião, cinco rapazes entre 18 e 20 anos de idade chegaram com esse Polo.

O roubo não durou mais que 20 minutos mas deve ter representado uma eternidade para as vítimas, uma dona de casa aposentada de 57 anos, e seu filho, um engenheiro de 31 anos. Ele foi abordado quando estacionava o carro na casa, e junto da mãe foi obrigado a se ajoelhar na sala. As vítimas não podiam olhar para os ladrões e ainda foram levadas para um dos quartos da casa, onde foram amordaçadas e tiveram ainda as mãos amarradas. Além do carro, o bando fugiu levando uma TV 42 polegadas LCD, dois notebooks, um videogame com dez jogos diversos, três celulares, uma bermuda, uma camiseta, além de documentos do engenheiro. Todos os objetos foram também recuperados na mesma casa onde estava o Citroën. Mas nessas duas residências ninguém foi preso.( teria de se adotar o mesmo esquema do RJ, uma UPP no bairro, tá e depois de uma semana ?

se não atacar a raiz do problema o medo eterno irá continuar, pois bandido nunca desiste, mesmo nas favelas cariocas com UPPS o traficante expulso, ainda ronda o lugar.)

morreu mais um palmeirense e dai ?

Palmeirense baleado antes do clássico contra o Corinthians morre no hospital

Thiago Teixeira/AE

“Torcedores do Palmeiras fora escoltados pela polícia até o Palestra Itália”

SÃO PAULO – O torcedor palmeirense André Alves, o ‘Lezo”, de 21 anos, morreu na noite deste domingo, horas depois de ter sido baleado na cabeça durante briga entre torcedores do seu time e do Corinthians, na avenida Inajar de Souza, um importante corredor para moradores da região da Freguesia do Ó e Brasilândia. A confusão envolveu 500 pessoas e teve pelo menos mais um baleado.

André foi socorrido logo após levar o tiro e levado por policiais militares para o Hospital Cachoeirinha. Teve parada cardíaca e os médicos conseguiram reanimá-lo. Mas por volta das 20 horas, ele acabou não resistindo.

A briga foi consequência de uma emboscada armada por torcedores corintianos para cercar e agredir um grupo de palmeirenses. O local é um reduto recorrente de brigas entre torcidas. Os confrontos costumam acontecer todas as vezes em que há jogos entre os times na cidade.

O confronto, segundo moradores da região, foi agendado nas redes sociais – expediente que também é comum entre os membros das organizadas.

Há a suspeita de que a emboscada tenha sido uma revanche de corintianos contra os palmeirenses por causa de confrontos anteriores -no ano passado, no dia do clássico entre as equipes no primeiro turno do Brasileiro (que ocorreu em Presidente Prudente, a 550 km da capital) um torcedor corintiano foi morto por membros de organizadas palmeirenses. Seu corpo foi encontrado às margens do rio Tietê. Ninguém foi preso.

CLIMA TENSO

O confronto entre os torcedores na manhã do jogo deixou o clima tenso nos arredores do Pacaembu. A Polícia apertou o cerco ao estádio para evitar que novos confrontos ocorressem. Uma divisória formada por chapas de metal, com cerca de 2,30 m de altura, foi instalada na rua Comendador Passalácqua para separar as facções. O local é onde se localiza a entrada da torcida visitante. No caso deste domingo, dos palmeirenses.

Próximo do Pacaembu, o maior trabalho foi para controlar a entrada de corintianos pelo portão principal do estádio. Minutos depois de a partida começar, milhares de pessoas ainda estavam do lado de fora, na praça Charles Miller, e tentaram forçar a entrada. A PM, com bombas de efeito moral e efetivo reforçado na frente do portão principal do estádio, conseguiu impedir a invasão dos torcedores. Durante jogo também houve confronto entre a PM e torcida. ( e dai ? pq não fecharam o estádio ?, olha hj o jogo vai ser sem as torcidas, mas não, alem de ninguém ser preso, ainda no proximo jogo lá vem nova confusão ?

transferir os estádios pra fora da cidade ? ai lá que se matem ?  por de castigo, fez bagunça no proximo jogo não vai ninguém, seu time joga sem torcida.

mas nada é feito, e dai morreu apenas um, quantos tem de morrer ? 100 ? 200 ? ai farão algo ?  reforçar policiamento é piada, então bota forças armadas.

e esta bosta de monitoramento em redes sociais ?, só monitoram coisa inutil, tão mais preocupado que ninguém poste mulher pelada, pornografia, pedofilia do que prevenir guerras de rua.)

TORCIDA DO OLYMPIQUE É IMPEDIDA DE IR A JOGO

Os torcedores do Olympique de Marselha estão impedidos de comparecer ao jogo contra o PSG, quer acontecerá no dia 8 de abril, em Paris. De acordo com as autoridades francesas, o veto da torcida do Olympique se deve ao histórico de badernas e depredações de bens públicos.

O Ministério do Interior da França proibirá a presença nos arredores de qualquer torcedor que aparenta ser ligado ao Olympique. ( é isso que tem de fazer aqui)

Torcedor do Palmeiras André Alves, 21, levou tiro na cabeça e morreu horas depois http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2012/03/26/pm-admite-incapacidade-de-conter-briga-entre-torcedores-e-que-assistiu-ao-conflito.htm ( o torcedor do palmeiras morto, e a PM confessa ser incapaz de conter a violência.)

moradora do apartamento onde aconteçeu o caso ELOÁ , conta seu drama de morar ali

Caso Eloa (Foto: Kleber Tomaz / G1)O apartamento 24 na CDHU em Santo André, onde Eloá foi baleada em 2008, é ocupado desde 2009 pela auxiliar de limpeza, seu marido e pelo filho do casal (Fotos: Kleber Tomaz / G1)

“Só tive problemas desde que me mudei para cá.” A afirmação é de Daniela Cristina de Souza, que desde março de 2009 mora no apartamento em Santo André, no ABC, que ficou marcado pelo sequestro e pelo assassinato da adolescente Eloá Cristina Pimentel da Silva em 2008. A estudante de 15 anos foi baleada e morta pelo ex-namorado, o auxiliar de produção Lindemberg Alves Fernandes, então com 22 anos. Preso preventivamente desde então, o réu será julgado por homicídio, tentativa de homicídio, cárcere privado e disparo de arma de fogo nesta segunda-feira (13).

Da porta do apartamento número 24, o terceiro de baixo para cima do bloco 24 da Companhia de Desenvolvimento Habitacional Urbano (CDHU), no Jardim Santo André, a auxiliar de limpeza conta que sua rotina não é mais a mesma quando decidiu morar ali com o marido e o filho de 9 anos do casal há quase três anos.

A entrevista foi feita no início da manhã de quinta-feira (9), quando a maioria dos moradores estava trabalhando. A entrada da equipe de reportagem foi franqueada por uma vizinha de Daniela, que pediu discrição para não chamar a atenção de traficantes que atuam na área.

Aparentando ter mais idade que os seus 28 anos, Daniela permitiu a entrada do G1 na residência que ficou conhecida por meio da televisão. Há mais de três anos, o imóvel não saía do noticiário. Foi vigiado 24 horas por dia pela Polícia Militar e mostrado ao vivo pela imprensa entre os dias 13 e 17 de outubro. Para a mulher, no entanto, o lugar que ficou famoso nacionalmente como o apartamento do caso Eloá é apenas seu lar.

Problemas“Entre. Eu evito falar com jornalistas porque alguns não me deixam em paz. Por causa de alguns repórteres eu perdi o meu emprego. Desde que vim para cá eu perdi o emprego por conta do assédio da imprensa querendo saber quem mora no apartamento que foi de Eloá. Repórteres foram até o meu trabalho, irritando meus chefes que não quiseram ver o nome da empresa na mídia. Resultado: me mandaram embora e não consigo outro emprego porque fiquei marcada como a moradora do apartamento da Eloá”, diz Daniela, que apesar de criticar a postura de alguns jornalistas, aceitou dar entrevista ao G1 para, segundo ela, mostrar a situação em que se encontra.  “Vou te contar: desde que vim morar aqui só tive confusão. Não está sendo um lar doce lar.”

Em seguida, Daniela fecha a porta e as janelas para que ninguém veja o repórter. “Os moradores costumam barrar jornalistas. Eu recebo cartas anônimas por debaixo da porta com ameaças para eu não falar com vocês. Mas não tenho medo. Só peço para não fotografar meu rosto, ok?”

Ela oferece um copo d’água e se senta no sofá da sala onde Lindemberg fez Eloá e amiga dela, Nayara Rodrigues da Silva, reféns há mais de três anos. Quando o Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) da PM invadiu o apartamento, Lindemberg atirou nas duas. Eloá morreu no hospital no dia seguinte ao término do sequestro. Nayara foi ferida, mas sobreviveu. O agressor ainda é acusado de tentar matar um policial militar ao disparar direção dele e de cárcere privado – dois amigos da escola de Eloá foram feitos reféns, mas acabaram soltos.

AmeaçasQuestionada se levou essas ameaças relatadas por ela à polícia, a auxiliar responde que não fez isso. Afirma que é evangélica e sua proteção está na fé. “Deus está vendo. Ele protege a mim e a minha família. Ninguém nunca tocou um dedo em nós nem irá tocar.”

Eloá foi morta após ser mantida refém por Lindemberg (Foto: Robson Fernandes/AE - 19.11.2008)Eloá em imagem de quando foi mantida refém pelo
ex-namorado (Robson Fernandes/AE – 19.11.2008)

Indagada sobre quais são os outros problemas, Daniela diz que ela e o marido sofrem discriminação. “Ninguém quer estar perto de alguém que traz a imprensa para perto. Meu marido sofreu um acidente, está desempregado. Ele faz bicos. Eu ajudo na renda com o comércio de material reciclado que separo aqui dentro mesmo”, diz Daniela, apontando para um amontoado de entulho de papéis, papelão, plástico e alumínio na cozinha.

Foi da janela da cozinha que Lindemberg apareceu com Eloá pela primeira vez para as câmeras de TV e dos fotógrafos. O agressor apontava uma arma para a cabeça da ex. Durante a negociação com policiais militares do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), que tentava a liberação dos reféns e a rendição de Lindemberg, ele afirmou que iria matar todos se Eloá não reatasse o namoro com ele.

A mudançaUm dia antes do fim do sequestro, que culminou com a invasão da PM ao apartamento e com a prisão de Lindemberg, Daniela tinha perdido o barraco onde morava com a família numa favela em Santo André.

“Ele foi soterrado pela terra que desmoronou de uma encosta. Depois de alguns meses, a CDHU me convidou para morar aqui. Quando vim, sabia que era onde a menina tinha sido baleada, mas isso não importava para mim na época. Eu aceitei. Até porque eu soube que a moça que morreu era muito boa. Eu não a conheci, mas não tenho pesadelos pelo que ocorreu aqui. Só havia conhecido a mãe dela [Ana Cristina Pimentel Rocha] quando eu era criança. Frequentávamos a mesma igreja. Até hoje chegam correspondências para ela aqui. Eu sei onde ela trabalha e entrego lá. Já chegamos a conversar. Ela até me ofereceu ajuda, mas não somos amigas não”, diz Daniela.

Lindemberg é preso após atirar em Eloá (Foto: Reprodução/TV Globo)Lindemberg foi preso após atirar em Eloá
(Reprodução/TV Globo)

Preocupada porque o dinheiro da venda de material reciclado não está dando para cobrir o pagamento das prestações do apartamento, Daniela fala em deixar o imóvel por conta de uma carta de despejo da CDHU. “Não temos dinheiro porque não temos trabalho. Ninguém quer a gente em emprego porque moramos aqui e isso chama a atenção das pessoas e atrapalha o negócio de quem tem empresa. Quer saber, acho que vai ser melhor sair daqui mesmo. Indo embora também vão embora esses problemas, sabe?”, afirma Daniela, que diz receber ajuda de doações de comida e roupa da vizinhança.

Sobre o julgamento, Daniela diz que não deverá ir ao fórum. “Talvez eu acompanhe pela TV mesmo. Mas se ele [Lindemberg] fez tudo isso com a moça, então precisa continuar preso, né?”.

Procurada para comentar o possível despejo, a assessoria de imprensa da CDHU informou que não era capaz de se pronunciar porque precisava de mais informações sobre a proprietária para identificá-la no sistema.
 ( pq a cambada que mora ai não ajuda a mulher ? olha nós vamos te ajudar a achar um trabalho em troca vc não fala nada com reporter nenhum, pq o vagabundo do traficante não ajuda tb ? só quer ser um parasita com a maldita droga.

agora a imprensa responsável pela desgraça dela não vai ajudar né ? ela poderia mover ação contra o estado, ah mas é capaz de morrer de velha esperando algo.)

cracolândia começa a se formar em SOROCABA

Estranhos e sobretudo usuários de drogas transformaram uma área comercial da rua Padre Madureira, no Além-Ponte, na “cracolândia” de Sorocaba. A afirmação é dos comerciantes e moradores daquela região, que com medo de terem seus nomes identificados por conta de represálias dos marginais, preferiram recorrer ao Cruzeiro do Sul por meio de uma carta assinada pela Sociedade Civil, representando toda comunidade da rua Padre Madureira, Vila Arruda, Árvore Grande, Vila Haro, Além-Ponte, e Jardim Pelegrino. Entretanto, de um modo bastante consciente, os reclamantes têm como objetivo chamar a atenção das autoridades competentes visando o encaminhamento dessas pessoas para tratamentos e reinserção social.
A área citada fica no numeral 68, e sua última função comercial foi a de estacionamento de uma igreja evangélica cujo acesso dos fiéis se dá pela rua Cruz e Souza. Mas desde que o contrato de aluguel foi encerrado, o espaço passou a ser ocupado por dependentes químicos e prostitutas, e segundo comerciantes, até mesmo crianças recém-nascidas já teriam sido vistas no local, demonstrando assim a necessidade de uma intervenção também no âmbito social. A comunidade representada na carta enviada à redação, cita que “no quadrilátero que envolve o referido imóvel localizam-se duas grandes concessionárias de veículos, três bancos, três lojas de pneus, um supermercado, uma cooperativa de consumo, três lojas de roupas, e vários outros comércios, além de moradias residenciais”
.Outras informações, tais como que a situação é de conhecimento das autoridades policiais, foram confirmadas por alguns dos comerciantes que aceitaram conversar com a reportagem, mas desde que suas fisionomias e seus nomes não fossem revelados. Segundo eles, o problema iniciado há menos de um ano, há dez meses aproximadamente, já resultou em ação policial no local. Porém, nada adiantou, pois em menos de quinze dias depois outras pessoas voltaram a habitar a área. Mas eles atentam que o problema não se limita à esfera policial, mas sim à social, entendendo que se tratam de pessoas miseráveis e doentes.De acordo com um comerciante, viciados e prostitutas dividem o mesmo espaço. “As garotas são vistas conversando com supostos clientes entre a rua Padre Madureira e a avenida São Paulo, e em seguida entram no imóvel. O problema é que, normalmente todos são dependentes químicos, só que ao contrário das mulheres que vendem o corpo para conseguir dinheiro e manter o vício, os homens partem mais para o furto”, relatou esse comerciante. Comentários sobre furtos não são raros, sejam em bares, residências, sendo que nem mesmo a igreja evangélica teria escapado da ação dos “nóias” (gíria utilizada para se referir aos usuários de entorpecentes).

Outro comerciante e um morador ouvidos pela reportagem, disseram que a “cracolandiazinha” (no diminutivo por não se comparar com a de São Paulo), é ocupada por todo tipo de gente, independente de sexo e idade, mas que o movimento aumenta sempre ao cair da tarde e principalmente a noite, já em torno das 22h. 

Em aproximadamente uma hora que ficou na rua Padre Madureira na quarta-feira ouvindo os relatos de alguns comerciantes e moradores, a reportagem constatou a existência de uma família, constituída por um casal e um menino, morando no local. Viu também quando um rapaz, citado como “nóia”, veio da rua João Ferreira da Silva e entrou no referido endereço que tem sido motivo de grande preocupação. Ainda segundo as pessoas que moram ou trabalham naquela região, no começo deste ano até fogo foi colocado no lugar, precisando chamar o Corpo de Bombeiros. Segundo consta, a polícia teria feito uma revista no local e retirado os invasores, e alguns destes, por bronca, teriam ateado fogo em alguns objetos nos fundos do terreno. O fogo foi pequeno, mas caso se alastrasse levaria risco aos imóveis vizinhos, que são antigos.

A empresa proprietária da área informou ontem que o imóvel já foi alugado, devendo em breve receber algum tipo de melhorias pelo locatário, não citando porém enquanto tempo isso deverá ocorrer.

Fotos comprovam invasão

As fotos feitas quinta-feira à noite comprovam que o imóvel é ocupado por diversas pessoas, havendo ao menos uma criança em torno de 12 anos de idade. Com base nas fotos pudemos conferir a existência de cinco pessoas no local, sendo uma mulher morena que vestia blusa rosa, outra morena com roupa preta de alças, um menino, um homem de cabelos grisalhos e outro que usava um boné branco.

Ainda segundo as fotos, pode-se afirmar que as pessoas estão morando no lugar, tendo em vista a existência de vassouras – numa das fotos a mulher de rosa aparece varrendo a frente de uma das edículas -, e roupas no varal. A porta aberta de uma edícula que fica mais para os fundos do terreno também é indicativo de pessoas ocupando aquele espaço. Além disso, um enfeite natalino mantido até agora no portão frontal do imóvel, confirma também a presença de pessoas.

Polícia alega que faz blitze

O capitão Ubiratã Marques da Silva, comandante da 4ª Companhia da Polícia Militar (unidade responsável pelo policiamento nos bairros da região da rua Padre Madureira), lembrou que já são feitas operações de abordagem no local que gerou as reclamações de moradores e comerciantes. Na noite da última sexta-feira, ao tomar conhecimento pela reportagem da carta dos moradores e comerciantes, ele também determinou a realização de operação de abordagem policial na região da rua Padre Madureira. 

Ubiratã acrescentou, no entanto, que este não é só um problema de polícia: “É um problema social que deve ser visto por várias outras situações.” Explicou que a polícia faz a abordagem, verifica se não há prática de ordem criminal e, na quando não encontra problema, mesmo assim as dificuldades relatadas pelos moradores e comerciantes continuam e por isso existe a necessidade da presença de outros setores competentes para atendimento ao caso.

Ele disse ter ficado surpreso com a atitude de pessoas que primeiramente procuram a imprensa quando, no seu entender, deveriam ir até às autoridades competentes para pedir solução para tais problemas. “A população deveria ter um contato com a gente (Polícia Militar)”, disse. ( fica dificil mesmo confiar em policia, já que primeira emnte, um boletim de ocorrência demora, a policia não vai ficar toda hora indo la, e nem tem efetivo pra fazer patrulhamento direto , afinal SOROCABA não para de crescer, a PM não cobre tudo, então o jornal é mais importante pra denunciar.

aquilo lá vai crescendo sem controle e ai ? , terão de fazer igual em SP um dia ? ai os viciados irã se espalhar em outras areas ? pra começar , quem é o dono do imovel ? retoma, vende, faz algo, por enquanto da pra sufocar quem ta lá e forçar a saida deles , mas tem de agir logo, não deixa aquilo crescer demais.