cliclovia desaba no TJ, dois mortos , mas e dai ? hj é sexta, ontem foi feriado

não, estes dois deitados ai não estão tomando sol, nem desmaiados, nada, estão MORTOS.

são as duas vitimas da passarela que desabou ontem no RJ,  a ciclovia TIM MAIA, obra inaugurada a 3 meses, seria um legado pras olimpíadas, mas não resistiu a ressaca do mar, ou seja, obra feita nas coxas, sem planejamento provavelmente, e estes dois homens pagaram a ganância de outros com suas vidas.

pior que isso é a indiferença dos outros, afinal não eram famosos, eram dois anônimos, estes ai ao redor que fazem o descaso, depois estes são os mesmos que vão as ruas reclamar de insegurança, vão pedir paz na cidade, isso devido a um grande crime que repercute na mídia

com certeza ninguém vai as ruas cobrar as responsabilidades do desabamento da ciclovia, afinal hj é sexta, emendaram o feriado no RJ ? amanhã é sábado, balada, fim de semana, mais praia, enquanto houver calor, os dois já enterrados, suas famílias só resta chorar.

POBRE BRASIL.

bandidos apavoram o litoral de SP, mas o povo vai sempre ai…

  • Depois de sofrer furtos, dono de casa em Praia Grande pendurou faixa para protestarDepois de sofrer furtos, dono de casa em Praia Grande pendurou faixa para protestar

Situado a 72 km de São Paulo, o município de Praia Grande é um dos destinos mais procurados do litoral paulista, principalmente no verão, quando sua população salta de 270 mil para 1 milhão. Mas, para parte dos moradores e veranistas, a imagem de um lugar tranquilo para viver ou passar férias já não existe.

Em plena madrugada do último Natal, dois turistas morreram assassinados em dois diferentes ataques no mesmo cruzamento, no bairro Cidade Ocian. Estes casos de dezembro ainda não aparecem nas estatísticas publicadas na página da Secretaria da Segurança Pública na internet. Entretanto, mesmo sem a inclusão dos dados do último mês do ano, os números mostram que 2015 foi um ano mais violento que 2014 no município.

Só no período de janeiro a novembro, foram registrados 34 casos de homicídio e 35 vítimas. Um registro de homicídio pode envolver mais de uma vítima. Ao longo do ano anterior, a Secretaria da Segurança Pública havia contabilizado 28 casos e 31 pessoas assassinadas. A quantidade de registros cresceu pelo menos 21,4% em 2015.

O aumento da criminalidade provoca desespero. Dono de uma casa de veraneio furtada várias vezes, Daniel Pereira da Silva decidiu colocar uma faixa na frente do imóvel para avisar os criminosos de que não há mais nada a ser levado.

Morador de Praia Grande há 20 anos, o aposentado Paulo Sérgio Joaquim, 62, diz que seu bairro, o Caiçara, tornou-se violento e pensa em se mudar da cidade. “Sempre gostei [do bairro e da cidade], mas hoje estou pensando em ir embora. É perigoso mesmo. Vim pela qualidade de vida, mas hoje não encontro isso. Eduquei meus filhos na praia. Hoje meus netos não podem ir na rua para jogar bola.”

Migração do crime

Joaquim já teve seu carro, sua casa e seu celular roubados. “Aumentei os muros da minha casa, ela é totalmente fechada. Aqui não tem liberdade. Os bandidos é que passeiam à vontade.”

No verão, diz o aposentado, criminosos de outras cidades desembarcam em Praia Grande. “Fica mais perigoso nesta época do ano. Os bandidos daqui eu conheço. Então, posso tentar evitá-los. E os que eu não conheço?”.

A PM (Polícia Militar) de São Paulo reconhece o fenômeno da migração de criminosos neste período do ano e diz reforçar o efetivo na orla. Em dezembro, o governo estadual anunciou o envio de 2.883 policiais militares para 16 municípios litorâneos até 15 de fevereiro.

Na Praia Grande, a PM afirma que o policiamento é feito com um centro integrado de monitoramento, um comando móvel, base comunitária, torres de observação, viaturas, quadriciclos, motocicletas, bicicletas e a pé.

Mortes no Natal

Os dois assassinatos da madrugada de Natal aconteceram no cruzamento da avenida Roberto Almeida Vinhas com a avenida Dom Pedro 2º. A Polícia Civil prendeu cinco pessoas – quadro adolescentes e um adulto, de 18 anos – e considera os casos esclarecidos.

Segundo o delegado titular de Praia Grande, Flávio Máximo, todos os detidos são moradores locais e passaram por períodos de internação na Fundação Casa. Três deles participaram das duas ações.

Eles haviam saído de um baile funk nas proximidades e queriam roubar um carro. A mãe do rapaz de 18 anos foi incluída na lista de indiciados por ter descartado a arma, um revólver calibre 38. Ela responderá pelo crime de fraude processual.

SBT

Maria Duarte, vítima da violência

Um dos adolescentes matou, logo depois da meia-noite, a professora Maria da Consolação Duarte, 65. Ela estava em um carro com o marido. O casal havia acabado de chegar de São Paulo para visitar parentes.

Antes das 3h, a cena se repetiu. Um casal de Itanhaém, no litoral paulista, parou o carro no cruzamento, criminosos se aproximaram, fizeram ameaças na tentativa de roubar o veículo e atiraram. O consultor Pedro Henrique Cardoso Tecedor, 42, morreu.

Defasagem

A PM disse que os “indicadores criminais não mostram aquele trecho como crítico”. Na mesma linha, o delegado Flávio Máximo classificou os crimes como casos isolados.

Apesar de reconhecer o reforço de contingente da Polícia Militar no verão e dizer que a quantidade de crimes graves diminui nesta época, o delegado afirmou que a segurança pública não acompanhou o crescimento da população e “está defasada” em Praia Grande.

Parentes das vítimas enfrentam o choque provocado pela violência e a dificuldade de superar as perdas repentinas. O professor José Eduardo Botelho de Sena, sobrinho de Maria da Consolação, disse que, depois do funeral da tia, a família ficou reclusa. “A família entrou em luto. Não houve absolutamente nada [de festa no Natal e no Ano Novo]”.

Maria deixou dois filhos e duas netas. “O nosso receio é que tudo vire estatística. Para nós, a morte é 100%. Foi uma morte banal e com requintes de crueldade porque não houve reação”, afirmou Sena. “O que leva jovens a fazer isso? Por que não estavam curtindo o Natal? Quais são os valores passados para eles?”

( vem ai o carnaval, vai todo mundo pras praias de novo,mas e se ninguém fosse ? se houvesse um duro golpe no turismo, ai não teriam de fazer alguma coisa ?

mas o povo banana vai, ai é festa pra bandido de novo.) 

 

famoso CHAMPINHA não deve ganhar as ruas tão cedo

Roberto Aparecido Alves, Champinha, receberá novo acompanhamento psicológico / Reprodução

O detento Roberto Aparecido Alves, também conhecido como Champinha, chocou o Brasil em 2003, quando tinha 16 anos, pelos crimes cometidos contra o casal de namorados Liana Friedenbach, 16, e Felipe Caffé, 19, que acampava na zona rural de Embu Guaçu (SP).

O Ministério Público Estadual (MPE) divulgou a decisão da Justiça de São Paulo de manter Champinha sobre poder do Estado pela terceira vez neste ano. Atualmente ele se encontra em uma unidade especial que atende adolescentes com transtornos psicológicos graves.

Agora, com 28 anos, ele receberá acompanhamento psicológico e avaliações de psicólogos e assistentes sociais do Núcleo de Assessoria Técnica Psicossocial (NAT). Novos laudos psiquiátricos e psicossociais serão apresentados em março de 2016.

O objetivo da Defensoria Público é que Champinha possa receber seu tratamento em liberdade. Em 2003 ele foi encaminhado à extinta Fundação Estadual do Bem-Estar do Menor (Febem) e em 2007 foi levado para a Unidade Experimental de Saúde, onde está hoje. 

( é isso que tem de fazer com de menor, não deixar 3 aninhos, mas 10,15,20 em caso de crimes hediondos.

vejam este cara ai, nunca mais falaram dele,pega estes vagabundos e poem pra trabalhar, estudar, se quiserem comer, aumentando a pena , fará talvez com que muitos pesem em não cometer crimes bárbaros pra não perderem a juventude encarcerados.)

maior chacina do ano em SP e ai ?

José Eduardo Cardozo disse que a Polícia Federal poderá auxiliar as investigações da chacina em SP
José Eduardo Cardozo disse que a Polícia Federal poderá auxiliar as investigações da chacina em SP
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, ofereceu ajuda ao governo paulista nas investigações das 18 mortes registradas na Grande São Paulo na noite da última quinta-feira (13). Cardozo disse nesta sexta-feira (14) que a Polícia Federal poderá auxiliar as investigações conduzidas pela Polícia Civil paulista caso seja necessário.
Pelo menos 18 pessoas foram assassinadas e outras seis ficaram feridas em ataques registrados em municípios da Grande São Paulo.
 
 
Os ataques aconteceram em Osasco, Barueri e Itapevi dentro de um raio de 10 quilômetros.
Ao sair de um evento realizado em Brasília sobre a Lei da Anistia e direitos humanos, Cardozo disse ter contatado o secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Alexandre de Moraes, e colocado a PF à disposição do governo paulista.
 
 
“Eu contatei o secretário Alexandre de Moraes e coloquei a PF à disposição no que for necessário. São Paulo tem uma polícia competente. A competência (para investigar os crimes) é estadual e, portanto, lá estão sendo feitas as investigações. Mas caso, por ventura, for necessário, a PF poderá apoiar”, afirmou.
De acordo com Alexandre Moraes, a participação de policiais militares é uma das linhas de investigação adotadas até o momento.
 
 
Uma eventual participação de PMs na chacina seria o resultado de uma retaliação pela morte de um militar na semana passada em Osasco. Outra linha de investigação é a de que as mortes teriam ocorrido devido a uma disputa entre traficantes de drogas.
 
“Nós colocamos uma força-tarefa para analisar todas as hipóteses. Não vamos descartar nenhuma. Chegando aos acusados, sejam ou não policiais,  vamos atuar rapidamente para prendê-los”, disse Alexandre de Moraes.

18 mortes em Osasco e Barueri

Das 18 mortes registradas, 15 foram em Osasco. Outros três assassinatos foram em Barueri.
Imagens de câmeras de vigilância instaladas próximas aos locais onde os crimes aconteceram estão sendo analisadas pela Polícia Civil de São Paulo.
De acordo com Alexandre de Moraes, cápsulas de três diferentes calibres de armas foram encontradas próximo aos corpos das vítimas: 9 mm (de uso das Forças Armadas) e 38 e 380, de uso de guardas civis metropolitanos.
 
( no link ai vc pode conhecer alguns dos mortos, dos 18 apenas 6 tinham passagem , o restante morreu por estar no local, por isso que arma de fogo não da pra dar nas mãos de qualquer um, se policiais sempre estão apontados como autores de chacinas por motivos de vingança, por prazer de matar, achando q ta resolvendo algo que ta ai desde 1500.
podem matar a vontade, enquanto não houver justiça social , isso vai anos e anos ainda pela frente, até o próximo milênio.)

terroristas atacam jornal francês Charlie Hebdo por causa das sátiras ao islã

“Maomé não é sagrado para mim. Eu vivo sob a lei francesa, não sob a lei do Corão”, afirmou o cartunista e editor-chefe da revista de humor francesa Charlie Hebdo, Stéphane Charbonnie, em 2011 após reação violenta de fanáticos à publicação de charges consideradas ofensivas ao islamismo.

O Charlie Hebdo é uma publicação que não poupa nenhuma religião ou políticos, extremamente ácida nos comentários e cartuns e que sempre esteve envolvida em polêmicas.

Hoje pela manhã Charb, como Charbonnie era conhecido, e os cartunistas Cabu, Wolinski e Tignous, morreram baleados junto com mais oito pessoas em violento ataque terrorista contra a redação da publicação. O mais recente post publicado pela revista em sua página no Twitter, pouco antes do ataque terrorista desta quarta-feira em Paris, foi uma charge satirizando o chefe do grupo terrorista Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi. O desenho traz “bons votos” e deseja ‘boa saúde’ ao jihadista.

Charb, que você vê na imagem que ilustra este post mostrando a capa da publicação que motivou aquele atentado de 2011, já não vive mais sob a lei francesa.

doze pessoas, entre elas dois policiais, morreram nesta quarta-feira em um ataque com fuzis de assalto e lança-foguetes contra a sede da revista satírica Charlie Hebdo, localizada em Paris, informaram fontes ligadas ao caso.

O presidente François Hollande dirigiu-se até o local dos fatos e confirmou tratar-se de um ataque terrorista, o mais violento registrado na França em 40 anos. “Dois homens armados com kalashnikovs e um lança-foguetes invadiram a redação da revista de humor Charlie Hebdo no distrito XI de Paris. Uma troca de tiros aconteceu com as forças de segurança”, contou uma fonte ligada à investigação do caso falando à AFP.

Segundo fontes policiais, os autores do ataque gritaram “Vingamos o Profeta!”, em referência a Maomé, alvo de uma charge publicada há alguns anos pela revista, o que provocou revolta no mundo muçulmano.

Ao abandonar o prédio, os agressores atiraram contra um policial, atacaram um motorista e atropelaram um pedestre com o carro roubado.  “Ouvi disparos, vi pessoas encapuzadas que fugiram em um carro. Eram pelo menos cinco”, declarou à AFP Michel Goldenberg, que tem um escritório vizinho na rua Nicolas Apert, onde fica a sede da revista.

Em 2011 houve um incêndio no escritório da revista horas antes de uma edição especial da publicação semanal com o profeta Maomé ir às bancas. A representação de Maomé é inaceitável para os muçulmanos. Segundo Luc Poignard, funcionário do sindicato dos policiais de Paris, os homens que realizaram o ataque deixaram o local em dois veículos.

http://www.emresumo.com.br/2015/01/07/horror-video-mostra-terroristas-matando-policiais-ataque-paris_68969.html

( neste link tem o vídeo que mostra um dos policiais sendo assassinados pelosa terroristas, o mesmo vídeo que o youtube idiota retirou, oras mostra , é o mundo caramba, pra que retirar ?)

o bom muçulmano  pode até condenar , protestar com o jornal, mas jamais vai pegar em armas ou bombas pra atacar e matar, isso é coisa de radicais mesmo.)

15 mortos até agora ( isso se não for mais) policia corre atras, prefeito barata tonta, BRASIL falido.

acorda SOROCABA

O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), foi acionado para apoiar a Delegacia de Investigações Gerais (DIG), no esclarecimento dos assassinatos registrados na onda de violência em Sorocaba, que em pouco mais de 24 horas resultou na morte de 11 pessoas e cinco feridos. A medida foi tomada pelo delegado Júlio Gustavo Vieira Guebert, diretor do Departamento de Polícia Judiciária do Interior (Deinter-7), devido ao número de casos em tão pouco tempo. Mas segundo ele, a investigação continua a ser comandada pela DIG. Não há prazo para o DHPP deixar a cidade. 

As diretrizes do reforço por parte do DHPP foram decididas em reunião ocorrida ontem à tarde na sede do Deinter-7, e que contou inclusive com a presença da delegada Elisabete Sato, diretora do Departamento. Além dos delegados assistentes do Deinter-7, também estiveram presentes os três delegados da DIG, e a equipe vinda de São Paulo, composta por mais dois delegados e vários investigadores. 

De acordo com Júlio Guebert, a cidade nunca viveu antes uma onda de violência dessa proporção, e que por isso foi pedido o apoio do DHPP, cuja especialidade é homicídio, vindo a somar com os policiais civis chefiados pelo delegado José Humberto Urban Filho, titular da DIG. O delegado seccional Marcelo Carriel, também destacou que a ajuda do DHPP se fez necessária devido à complexidade da situação, visando assim agilizar os trabalhos de investigação. Ele também frisou que “não é o Deinter-7, não é a DIG, não é o DHPP, é a Polícia Civil como um todo trabalhando para o esclarecimentos dos crimes”. 

Nem Guebert e nem Carriel quiseram comentar as linhas de investigação. A delegada Elisabete Sato limitou-se em dizer que existe a possibilidade dos vários casos estarem interligados. “Só poderemos afirmar categoricamente quando estiverem devidamente investigados”, comentou. 

Os trabalhos começaram ontem mesmo, no início da noite, com as equipes do DHPP e DIG, acompanhadas do diretor do Deinter-7, visitando a casa da rua Francisco Bueno de Camargo, 872, na Vila Nova Sorocaba, onde Cleyton Alessander Ravira, 33, Vinícius Rafael de Souza, 30 anos, e Jonatas Ribeiro Gomes, 21 anos, foram executados com tiros na cabeça e tórax. Uma tenente da Corregedoria da Polícia Militar, de São Paulo, também integra a equipe de apoio às investigações locais. A tenente, que preferiu não ser identificada na matéria, falou que não poderia se manifestar a respeito das investigações, ressaltando porém que a Polícia Militar sempre trabalha em apoio à Polícia Civil. 

Reunião com Pannunzio 

O delegado diretor do Deinter-7, Júlio Gustavo Vieira Guebert, considerou proveitosa a reunião que teve ontem com o prefeito Antonio Carlos Pannunzio, no Paço Municipal. De acordo com ele, o prefeito convocou uma reunião com ele e o delegado seccional Marcelo Carriel, a fim de se inteirar sobre a onda de violência em Sorocaba, bem como cobrar providências e também se colocar à disposição para ajudar no que for preciso. Sem falar sobre as investigações em andamento, Júlio Guebert também não revelou o conteúdo da conversa mantida com o chefe do Executivo.

 

( agora de manhã no meu bairro, duas viaturas passam, com tudo pelas ruas , por causa desta bosta de copa, agora correm atras pra tentar deixar tudo limpinho, afinal receberemos ARGÉLIA aqui .)

mortes arrepiam SOROCABA , autoridades correm atras só por causa da copa.

logo pela manhã, umm triplo homicídio dentro de uma casa no Vila Nova Sorocaba – ERICK PINHEIRO

Sorocaba viveu ontem um dia sangrento com sete pessoas assassinadas e outras seis feridas em quatro atentados praticados, todos a tiros e com características de execução. Os crimes começaram a ser registrados já pela manhã com o triplo homicídio na Vila Nova Sorocaba, e no período da noite a violência se intensificou na cidade: um homem morreu e outro ficou ferido na Vila Hortência, e enquanto a Polícia Militar recebia informações de mais três pessoas baleadas no Jardim Itanguá, outras cinco também receberam tiros no Parque das Paineiras, e duas delas morreram no local e outra durante o socorro. Viaturas da Rota estiveram ontem à noite para reforçar o policiamento na cidade. Numa semana atípica, a partir de domingo foram registradas dez vítimas por assassinato, incluindo o soldado Sandro Luiz Gomes, vítima de um ataque criminoso na madrugada de domingo, quando, na Atividade Delegada, foi surpreendido durante patrulhamento na zona norte, próximo ao Jardim Paulista. 

Três homens foram executados a tiros no Jardim Nova Sorocaba na noite de segunda-feira, mas os corpos só foram encontrados ontem pela manhã, quando um vizinho avistou o portão aberto da casa de número 872 da rua Francisco Bueno de Camargo, entrou para verificar se havia algo de errado e viu os corpos estavam um ao lado do outro com tiros na cabeça, sugerindo execução. 

O triplo homicídio aconteceu 24 horas depois do duplo homicídio ocorrido no Jardim Casa Branca, que vitimou Renato Ferreira Gomes e Samuel Raimundo Soares, ambos com 26 anos de idade. A Polícia Civil não descarta a possibilidade de relação entre os casos, e acredita que a motivação dos crimes seja o tráfico de drogas. 

Os corpos de Tiago dos Anjos, 25 anos, Cleyton Alessander Ravira, 33, vulgo Véio, e Jonatas Ribeiro Gomes, 21 anos, foram encontrados por volta das 7h, mas de acordo com o mesmo vizinho que localizou as vítimas, tiros foram ouvidos na noite anterior, por volta das 23h. Entretanto, segundo ele, não foi possível perceber de que direção vinha o barulho dos disparos. 

Conforme relatado por policiais militares e civis que compareceram à cena do crime, os três homens foram mortos sentados no chão, encostados à parede da cozinha, e todos apresentavam perfurações na cabeça e tórax. Cápsulas de calibre 9 milímetros foram apreendidas no local. Do lado de fora da casa, próximo à porta, havia um cigarro de maconha. De acordo com a Polícia Técnica, os corpos foram encontrados enrijecidos, o que indica que as mortes tenham ocorrido na noite anterior. 

Moradores das proximidades e de outras localidades do bairro, se concentraram na frente da casa para acompanhar os serviços da polícia. Mas ninguém arriscava comentários sobre as vítimas, falando apenas que naquela mesma rua haveria várias “biqueiras” (pontos de tráfico) e que acreditavam que o crime pudesse ter relação com drogas. Dos três mortos, conforme o que se apurou até ontem, apenas Cleyton Ravira teria antecedente criminal, sendo inclusive procurado pela Justiça por acusação de furto, segundo informou o capitão Rogério Lima, comandante da 2ª Companhia de Policiamento. 

Um cunhado do Cleyton disse ter ouvido falar sobre os tiros tão logo chegou do trabalho segunda-feira à noite, mas que jamais imaginaria que ele fosse uma das vítimas, tanto que, ainda na noite de segunda-feira foi ao velório de um amigo. Para policiais militares, ele disse que a mãe do Cleyton havia comprado uma casa e se mudado para o Parque São Bento, e posteriormente se mudado para Piracicaba, mas que o filho não quis acompanhá-la. Uma moradora que não quis se identificar, e que mora há 11 anos no Nova Sorocaba, reclamou que o bairro não é mais um local tranquilo para se viver, e que a causa estaria no tráfico de drogas. 

O delegado Acácio Aparecido Leite, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), disse que não ignora a possibilidade desse caso estar relacionado ao duplo homicídio do Jardim Casa Branca, e que embora não descarte nenhuma linha de investigação, que uma das principais seria a de desentendimento por causa de drogas. Entretanto, ele pede a colaboração da comunidade para passar informações pelos telefones 3224-1595 (DIG) e 197 (Polícia Civil). 

Noite violenta 

Num intervalo de pouco mais de três horas, quatro pessoas foram mortas e outras seis ficaram feridas ontem à noite. O primeiro caso da noite aconteceu por volta das 19h30 na rua Assis Machado, na Vila Hortência. O aposentado Sidnei Antonio de Oliveira, 48 anos, morreu e o vigilante Valderci Inácio Cassiano, 65 anos, ficou ferido, após serem baleados pelo garupa de uma moto de cor escura, cujo modelo e placa não foram anotados. De acordo com um morador e vizinho da vítima, que residia naquela mesma rua, teriam sido disparados cinco tiros. 

Conforme o que foi apurado pela polícia, Sidnei conversava com Valderci que fazia vigilância numa obra da rua Assis Machado, quando surgiu a moto e parou próximo das vítimas. O garupeiro desceu e sacou a arma e atirou pelo menos cinco vezes, segundo um vizinho que só teve tempo de ver a moto retornando dando meia-volta em baixa velocidade. 

Sidnei, que era aposentado por conta de uma cirurgia coronária feita há três anos, ainda correu para o autoposto existente no cruzamento com a Nogueira Padilha, onde morreu ao lado de um carro que era abastecido. Foi inclusive o motorista desse carro que acionou o socorro, e conforme disse, a única coisa da qual se lembrava era do aposentado pedindo socorro. Mas surgiram versões de que além de pedir ajuda, a vítima também teria gritado “assalto”. Já o vigilante foi ferido com um tiro nas costas, ao tentar fugir da mira do atirador. Mas segundo informações policiais, não corria risco de morte. 

O delegado Acácio Aparecido Leite também compareceu a esse local de crime, mas não comentou sobre o crime. Pelo trabalho pericial, Sidnei teria sido alvejado com pelo menos três tiros, sendo dois na barriga e um no ombro. O delegado pede para que também nesse caso as pessoas colaborem por meio de denúncias. 

No Parque das Paineiras, o crime também teria sido praticado, por volta das 23h, por dois ocupantes de uma moto. Fábio Lourenço e Agostinho da Cruz Silva, morreram na calçada de uma lanchonete na esquina das ruas Jayme dos Santos e Eliza Stefano Lamos, cujo dono também foi baleado. 

Pouco antes do atentado no Paineiras, três pessoas foram baleadas na viela Santa Catarina, no Jardim Itanguá. As informações iniciais eram de que os atiradores teriam chegado a pé. As vítimas foram socorridas para o Hospital Regional, e até o fechamento desta edição, por volta de 2h, não havia confirmação sobre o estado das vítimas do Jardim Itanguá e do Paineiras.

 

( se não fosse pela copa do mundo, ninguém daria a minia pra estes casos, nem ficaríamos sabendo de alguns deles  , isso se não houver outros que não estão sendo divulgados.

agora a prefeitura e autoridades tem de correr atras pra garantir a paz nos dias do mundial )

acorda SOROCABA