la fora tb tem protestos contra DILMA

Em paralelo à grande mobilização contra o governo da presidente Dilma Rousseff, que acontece neste domingo (15) em diversas cidades brasileiras, o movimento Vem Pra Rua convocou protestos em vários países. Europa, América do Norte e Oceania tem manifestações programadas.

Na Europa, Londres e Lisboa devem reunir o maior número de brasileiros. Paris não tem nenhum protesto previsto. Nos Estados Unidos, as maiores aglomerações do movimento devem acontecer em Nova York e Miami. Sidney, na Austrália, também aderiu ao movimento. Na América do Sul, Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, e Assunção, no Paraguai, participam do protesto.

As convocações são feitas através da página do movimento Vem Pra Rua no Facebook e no Twitter. Como tem feito para as manifestações no Brasil, o grupo publicou fotos com os locais e os horários dos protestos no exterior.

“Dia 15/03, não só no Brasil, mas no mundo inteiro!”, diz uma mensagem publicada na página do Facebook do Vem Pra Rua. “Motivos para o dia 15/03 não faltam. Seja qual for o seu, vem pra rua. Venha demonstrar sua insatisfação com a situação atual do Brasil”, diz uma publicação no Twitter. O grupo também criou uma hashtag, #VemPraRua para endossar o movimento na internet.

Confira a lista das manifestações pelo mundo :

Europa

Bruxelas (Bélgica): 9h, na Rue du Trône, 108

Zurique (Suíça): 11h, em frente à Zurich Hauptbahnhof

Londres (Inglaterra): 12h na Trafalgar Square

Lisboa (Portugal): 15h Praça Luis de Camões

América do Norte

Miami (EUA): 12h, TorchofFriendship Bayside, Downtown Miami

Nova York (EUA): 11h, Union Square, SW Corner

Orlando (EUA): 13h, 5403 International Dr, Banco do Brasil

São Francisco (EUA): 11h, Market St, Just Herman Plaza

Vancouver (Canadá): 15h ancouver Art Gallery

© Fournis par RFI

América do Sul

Santa Cruz de la Sierra (Bolívia): 15h, Plaza del Estudiante

Assunção (Paraguai): 9h, nos arredores da Embaixada brasileira, na Avenida Mariscal López

Oceania

Sidney (Austrália): 16h, Martin Palace

sindicatos resolvem fazer o BRASIL parar hj.

Concentração acontece no Parque das Águas – ERICK PINHEIRO
Mais fotos…

Representantes de diversas centrais sindicais de Sorocaba iniciaram as manifestações em adesão ao Dia Nacional de Luta desde a madrugada desta quinta (11). A concentração foi realizada no Parque das Águas, com adesão de 16 categorias, entre elas dos metalúrgicos, condutores, da saúde e da educação. Trabalhadores seguem agora e, caminhada até o Centro da cidade.

Desde às 3h, ônibus de trabalhadores foram parados nas ruas e orientados a seguir em direção ao local da concentração do movimento. A manifestação é pacífica e a organização inclui distribuição de água e frutas ao manifestantes, além da existência de banheiros químicos no local. Após uma série de discursos que duraram cerca de uma hora e quarenta minutos, às 9h50, os manifestantes decidiram seguir para a região central, a fim de dialogar com outros trabalhadores.

Na região central, dirigentes do Sindicatos dos Vigilantes e Bancários estão concentrados no largo de São Bento, desde às 8h. De lá, eles seguirão para os bancos situados nas ruas São Bento e 15 de Novembro. De acordo com o presidente do Sindicato dos bancários, Júlio César Machado, todas as agências da cidade permanecerão fechadas. Alguns comércios situados naquela região estão funcionando normalmente, outros não abriram suas portas.

Entre as reivindicações do movimento estão o fim do fator previdenciário, jornada de trabalho de 40 horas semanais sem redução do salário, reajuste digno para os aposentados, plano nacional de mobilidade urbana, fim do Projeto de Lei 4330 (que amplia a terceirização de serviços públicos), fim dos leilões do petróleo, além de melhorias e mais investimentos em setores como saúde, educação e transporte.

( o problema é qus sindicatos são ligados a partidos hummmmmmmmmmm, como o povo pelo jeito parou de se manifestar agora vem os sindicatos , pelegos, militantes agora resolvem tomar as ruas a troco de que ? 
se vc não for trabalhar meu caro, fique em sua casa. )

cracolândia, maioria acha que tudo está uma porcaria como antes


Foto: Frâncio de HolandaUsuários se aglomeram na Cracolândia Boa parte dos moradores de rua da região central de São Paulo acha que de nada adiantou a operação da Polícia Militar na Cracolândia. Pesquisa inédita da Secretaria Municipal de Assistência Social revela que 72,3% deles afirmam que a intervenção policial – que completa cinco meses neste domingo – não mudou suas vidas. Outros 17,2% acreditam que a situação piorou – sobretudo por causa da violência dos agentes de segurança – e o restante vê progresso ou não respondeu.


Mais sobre a cracolândia: Imagens: Antes e depois: Veja cenas da Cracolândia Um mês: Após 30 dias de operação, Cracolândia muda de endereço Entrevista: ‘Operação da Cracolândia é da PM’, diz chefe do Denarc Pai da Cracolândia: Tenta botar ordem no caos Vídeos: A voz de quem vive o cotidiano do crack e o tráfico ambulante na Cracolândia


A pesquisa foi feita com uma amostra de 380 pessoas, retirada do grupo de 6.675 pessoas que moram nas ruas e não são atendidos pelos albergues da Prefeitura. O estudo foi realizado de janeiro a março por pesquisadores da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Entre os moradores de rua que presenciaram a ação, 14,2% disseram ter sofrido alguma agressão policial. E 23,5% criticaram a investida da PM porque, segundo eles, a cracolândia apenas mudou de endereço.
Essa segregação é apontada como a principal consequência positiva da operação para os 10,5% dos entrevistados que aprovaram a ação. Eles destacaram também a diminuição da oferta de crack. “Como tem menos droga, fumo menos”, confirmou Robson da Silva, de 29 anos.
Leia também:

 “Drogas são o maior problema de São Paulo”, diz secretária da Justiça O problema: Em meio à epidemia de crack, Brasil fracassa em tratamento para dependentes Ministério Público: Promotoria considera ‘desastrosa’ ação na Cracolândia e abre inquérito Ação de todos: Alckmin diz que Cracolândia precisa “da ajuda de todos”
Fora do centro, a operação continua a causar discussão. Para a defensora pública Daniela Skromov, é uma ação “apenas de limpeza, que não deu certo”. O prefeito Gilberto Kassab (PSD) afirmou que “se avançou muito”, mas reconhece que há muito por fazer. O Ministério Público ameaça ir à Justiça para contestar a operação, sob argumento de que tráfico e consumo persistem na região mesmo com a PM. Enquanto isso, o Complexo Prates – espaço de 11 mil m² construído pela Prefeitura para tratar os viciados – atende uma média de 180 pessoas por dia, 15% de sua capacidade. As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”. ( já falei, manda pra fora da cidade. um lugar afastado a, ali todos podem usar a vontade, o esatdo forneçe o crack, e quem quiser largar que peça ajuda.)

não pode soltar gases em cidade espanhola

pum

Não é mesmo educado soltar gases em locais públicos, principalmente se foram espaços fechados.

Acontece que, nem sempre, a gente consegue se controlar, não é verdade?

Pois o prefeito de uma cidade na Espanha não quer mais que os moradores soltem gases em locais públicos.

O prefeito Julián Atienza também não quer ver ninguém cuspindo nas ruas. 

 A decisão foi aprovada pela Câmara Municipal e publicada no Diário Oficial.

Segundo comunicado publicado pelo jornal El Mundo, a determinação não visa punir ninguém, mas sim ensinar “bons modos”.

E como vão fiscalizar isso? Vendo quem está com as mãos amarelas? ( era o que faltava ditadura até no seu furico ?

imagine um cara mal encarado solta um cheiroso, vc deduraria ? pra depois o cara falar que vai acertar as ontas contigo ? ainda bem que esta lei só vai ficar nesta cidade.)

beber na rua disfarçadamente , no pais da piada pronta

 

Depois de proibir o fumo em ambientes fechados, a Assembleia Legislativa de São Paulo começa a discutir, ainda esta semana, projeto de lei do deputado Campos Machado (PTB) que proíbe a venda e o consumo de bebida alcoólica nos espaços abertos. Se a proposta for aprovada pelo plenário e, depois, sancionada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), o álcool será banido de ambientes públicos como praias, calçadas, postos de gasolina e estádios, entre outros. 

O texto prevê, ainda, restrição ao porte de bebida nas ruas. Carregar garrafas só será permitido, nesses espaços, com embalagens que escondam o rótulo. Essa regra já é aplicada em países como Canadá, Estados Unidos e Chile. Aqui, deverá inaugurar onda de polêmica. É o que prevê, por exemplo, o presidente da subseção Sorocaba da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Alexandre Oguzuku. 

Favorável à medida, o dirigente prevê, por outro lado, que ela vá entrar em rota de colisão com o regulamento geral da Copa do Mundo de 2014 no Brasil. “Não me parece que a organização do evento, que tem, também, o apoio publicitário de cervejarias, concorde em com a proibição de venda e consumo nos estádios de futebol. Essa é uma questão que terá de ser bastante debatida, se a intenção for mesmo regular procedimentos””. 

Conforme Alexandre Oguzuku, do ponto de vista legal, não existe impedimento para a aplicação da lei. “Tenho acompanhado a discussão, e ouvi que alguns setores consideram que o projeto vá atingir direitos individuais. Não me parece o caso; ao contrário, ele atende ao interesse maior da sociedade. Nesse caso, o bem estar coletivo está acima dos interesses particulares. Ademais, essa é, ainda, uma questão de saúde pública””. 

Oguzuku acredita, mais, que a execução prática da legislação exigirá muito do Estado. “Sabemos que o aparato estatal não dispõe de estrutura para atender tamanha demanda. Tivemos o exemplo recente da lei que proíbe venda e consumo de bebidas por menores de idade. Aqui mesmo, em Sorocaba, no Carnaval, ficou claro que o controle dessa situação deixou a desejar e gerou transtornos noticiados pela imprensa””. 

A mudança de comportamento é outro inconveniente que precisará ser administrado. “Num país em que o verão faz a diferença que faz por aqui, onde se gasta tanto com publicidade para associar a imagem de bebida com praia, com sol, com calor, com Carnaval, proibir o consumo nesses espaços, com certeza dará muito trabalho. Como ficarão, por exemplo, os famosos camarotes dos desfiles bancados por empresas do setor?””, avalia a professora e publicitária Mônica Evelin Hentschel. A especialista entende que será preciso reavaliar posturas. 

“No caso da proibição do cigarro em lugares fechados, as pessoas que se sentiram incomodadas denunciaram o abuso. Ou seja, havia uma consciência de que o excesso atrapalhava. Tanto assim que foram criados espaços especificamente para fumantes. Não sei se isso acontecerá tão tranquilamente quando a lei que trata do consumo de bebidas começar a valer”. Quem conheceu de perto a experiência, admite a dificuldade. 

O engenheiro mecânico Roberto Lopes viajou no ano passado para Orlando, na Flórida. Ao visitar um parque na Disney achou que poderia consumir cerveja sem problemas. Foi advertido, e só escapou de ser punido depois de explicar que não sabia da restrição. “Eu até concordo que é importante regulamentar, combater os problemas causados pelo excesso de álcool, mas sou obrigado a reconhecer que é muito chato não poder beber em determinadores lugares””, comentou. A discussão do tema já chegou às redes sociais. Na quarta-feira da semana passada, um grupo de jovens criou, no Facebook, a página Sampa Pró-Fun.( projetinho intil esse, o cara vai beber sem rotulo e dai ? muda em que afinal.


tipico de ficar dando rodeio, quere beber, se drogar, tirar racha é fora da cidade em areas especiais a isso, as raves já são fora das cidades.)