aprendiz de SUZANNA RICHTHOFEN mata o pai com ajuda no namorado e depois vai ver tv.

 

Uma adolescente de 16 anos e o namorado dela, de 17, mataram o pai da garota com um fio de telefone e depois foram assistir televisão. De acordo com a família e a polícia, o crime aconteceu pois o pai da menina não queria que o namorado dela continuasse vivendo com eles.

o pai permitiu que um moleque que nem trabalhava fosse morar em sua casa ciom a filha e no fim o cara era bandido ? e a desgraçada ainda o apoiava , vida loka.

agora vão pra fundação casas, amanhã já estarão nas ruas, não podem falar quem são e terão ficha limpa, a infeliz é capaz ainda de engravidar do bandido que ai lhe dará um pé na bunda com certeza.

pai tenta tira filha da rua e é agredido pelos nóias amigos dela

é o que eu digo tem de vigiar desde cedo, especialmente os meninos, estes sim que começam na droga geralmente e depois viciam as meninas, acho que é assim, só se mudou, mas sabem como é né ?

esta coisa ah ele pode tudo pq é hominho, ah tem de acabar, droga deve ser liberada fora das cidades, ai cada um cada um que se exploda.

pai agride alunas bandidas pra defender a filha em ANÁPOLIS (GOIÂNIA)

Pai filmado agredindo alunas diz que filha era ameaçada na escola, em GO 


Ele registrou boletim de ocorrência e afirma: ‘Não pensei duas vezes’. 


Estudantes teriam marcado briga na porta do colégio, em Anápolis. 


Do G1 GO, com informações da TV Anhanguera 


O pai de uma aluna filmado agredindo duas estudantes na porta de uma escola em Anápolis, a 55 quilômetros de Goiânia, reconhece que perdeu a cabeça, mas justifica que estava tentando defender a filha. 


O aposentado Lázaro Reis de Souza diz que a adolescente vinha sofrendo ameaças: “Não pensei duas vezes”. 


Ele registrou um Boletim de Ocorrência na terça-feira (19). A briga ocorreu na última semana, na porta do Colégio Estadual José Pedro Loudovico. 


Imagens gravadas por um celular mostram a mãe de uma adolescente tirando satisfação com um grupo de alunas. 


O pai entra na roda empurrando uma delas, que revida com um chute. 


Lázaro Reis, então, dá um soco no rosto de outra estudante. 


Revoltados alunos apedrejaram o carro do aposentado. 


Após a confusão, Lázaro procurou a delegacia. 


Segundo o pai, ele pediu ajuda para a escola, mas não houve providência. “Eu fui avisado três minutos antes que minha filha ia apanhar na escola, de uma gangue que tem lá. Eu já tinha assistido duas brigas antes, com a minha seria a terceira. Eu fui acudir minha filha”, justificou. 


Procurada pela reportagem, a direção da colégio não quis se pronunciar, alegando que o fato ocorreu fora das dependências da escola. 


A adolescente conta que vinha sofrendo ameaças desde o início do ano: 


“Começou com tapas, puxões de cabelo. Montou uma gangue de oito a dez meninas para me bater”. 


Na ocorrência registrada, a filha de Lázaro aparece como vítima. 


As duas menores que são vistas brigando com o pai da colega, no vídeo, não procuraram a polícia. 


Gangues 


Segundo a Polícia Civil, o número de ocorrência envolvendo violência nas escolas cresce a cada dia. 


Alunos agredidos relatam a existência de uma gangue que estimula a briga para depois filmar e postar nas redes sociais. 


Todos os alunos envolvidos foram chamados para depor. 


Os culpados podem ser punidos com penas socioeducativas. 


“Nós estamos aguardando a chegada dos laudos, de corpo e delito e pericial, para a documentação do dano. 


Eles serão encaminhados ao Juizado da Infância e a Juventude”, explica a titular da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) da cidade, Kênia Segantini. 


Pai de aluna de outra escola, Antônio Leite também esteve na delegacia para registrar Boletim de Ocorrência. 


Ele conta que tem faltado ao trabalho para acompanhar a filha na escola. 


Segundo ele, a menina é menor de idade está sendo ameaçada por colegas de classe. 


Na delegacia, o pai busca uma solução para o problema. 


“Eu ensino minhas filhas não brigar com ninguém, respeitar todo mundo, então eu quero que elas sejam respeitadas”, desabafa.

o pai da cracolândia

“Isso aqui é um lugar tão esquecido que nem o PCC vem para cá”, disse o pernambucano Ronaldo da Silva, 53 anos, enquanto lançava um olhar abrangente sobre a esquina das ruas Helvétia e Barão de Piracicaba, na Cracolândia. “Aqui eu sou a disciplina”.
Mestre de obras aposentado, ex-presidiário sobrevivente do massacre do Carandiru, Ronaldo é conhecido pelo nome de batismo por pouca gente. Na Cracolândia, ele é chamado de Pai.
“Pai, quer comprar?”, ofereceu um rapaz der aproximadamente 20 anos, mostrando várias pedras de crack na mão.
“Pai, tem pedra?”, perguntou outro.
“Pai, desculpa por aquele dia. Eu tinha tomado muita cachaça”, explica uma moça.
Com experiência de quem viveu 20 anos sob o rígido código moral dos presidiários, Ronaldo avocou para si a missão de tentar estabelecer um mínimo de ordem no caos da Cracolândia.
Do alto da autoridade e respeito conquistados ao longo de quatro anos ele distribuiu afagos e reprimendas, arbitra disputas por drogas ou dinheiro, aconselha em casos de desavenças conjugais, orienta os demais usuários sobre direitos frente à truculência policial e também sobre os riscos do roubo e do tráfico, estimula a solidariedade, exerce a política da boa vizinhança com moradores e comerciantes, encaminha pedidos de empregos e internações.
“Já tirei um monte de gente deste lugar. Tem uns meninos e meninas que não tem nada a ver com a droga e acabam aqui por equívoco ou por brigas familiares”, explicou. “Agora, se neguinho folgar, meto a mão na cara de qualquer um”.
“Ele é o nosso pai. É o único que debate. É um conselheiro”, resumiu Jailton Mota Santos, companheiro de Ronaldo desde os primórdios da Cracolândia.
Como qualquer pai de família, ele tenta acumular respeito por meio do exemplo. Todas as manhãs pega um vassourão deixado por garis da prefeitura e varre as calçadas da rua Helvétia.
Além disso, Ronaldo ganhou a confiança dos colegas em vários enfrentamentos com as autoridades, alguns deles com conseqüências dolorosas.
“Esse aí é meu pai pelo jeito de proceder e pelo carinho. Fui eu que cuidei quando os guardas quase acabaram com a vida dele”, diz Mauro Sandro Tavares da Silva.
Chapéu de camurça, óculos escuros modelo Porche Carrera, bandeira do Corinthians amarrada sobre as costas, Ronaldo atravessa a Cracolândia brandindo um martelo.
“Este martelo é uma arma?”, perguntou ele ao repórter. Pode ser. “Pois para mim é só uma ferramenta de trabalho. Acabei de ganhar um troco instalando uma porta numa pensão. Mas se a polícia aparecer vai levar o martelo, minha ferramenta de trabalho, achando que é uma arma”, explicou.
Apesar do respeito, Ronaldo está ciente dos riscos da vida que escolheu. “Pode ser que na madrugada alguém apareça aqui, me dê um enquadro, me leve daqui e acabe com a minha vida”.  
http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/sp/pai-da-cracolandia-tenta-botar-ordem-no-caos/n1597574636578.html ( no link tem mais fotos do pai da cracolândia,  bem então beleza, cria -se lugares onde eles podem usar o crack fornecido pelo estado.
o pai ai leva todos pra lá e pronto, bota ordem e ninguém mais fica na rua e tb evitar que novos viciados apareçam )