governo caga na entrada e saída, libereou geral a entrada de estrangeiros pras olimpiádas 2016

RIO DE JANEIRO (Reuters) – A presidente Dilma Rousseff sancionou projeto de lei que dispensa a necessidade de visto para a entrada de estrangeiros no Brasil para os Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro, informou o Diário Oficial da União nesta quarta-feira.

A liberação de entrada de estrangeiros não está condicionada à aquisição de ingressos para as competições esportivas da Olimpíada, segundo o texto, e a permanência em território brasileiro terá duração máxima de 90 dias.

A medida tem como objetivo atrair mais visitantes ao país e aquecer a economia, de acordo com o governo, mas pode despertar preocupações adicionais sobre a segurança do evento, em especial após os ataques de militantes islâmicos em Paris em 13 de novembro.

Na Copa do Mundo do ano passado apenas torcedores com ingressos para jogos do Mundial estavam isentos de solicitar visto de entrada no país.

A isenção de visto será aplicada para quem chegar ao Brasil até 18 de setembro de 2016.

Os Jogos Olímpicos do Rio acontecem de 5 a 21 de agosto, e serão seguidos pelo Jogos Paralímpicos de 7 a 18 de setembro.

( BRASIL já era casa da sogre a da mãe JOANA, agora bosteou de vez.

com isso entra terrorista, pedófilo, mafioso, enfim qualquer corja internacional que já entrava aqui , agora vem com mais facilidade e pior como nem vão precisar se registrar nos aeroportos, periga nem mais sairem daqui de vez.

o pais assim vira paraíso pra qualquer criminoso de fora vir se esconder aqui e continuar com suas práticas, os estrangeiros de bem, se puderem evitem o pais ano que vem tá ?)

CACO BARCELLOS, é expulso por manifestantes em SP

Repórter foi expulso e jornalistas da Globo usam microfone sem logo da emissora

O jornalista da Globo, Caco Barcellos, da equipe do programa Profissão Repórter, foi expulso por um grupo de manifestantes que se concentravam no largo da Batata, zona oeste de São Paulo, por volta das 17h40 desta segunda-feira (17).
Ao encontrarem o repórter da emissora em gravação no local, as pessoas gritavam: a “Globo é mentirosa” e expulsaram o jornalista com palavras de ofensa.
Após o fato, a reportagem do R7 presenciou duas equipes da emissora gravando em meio a concentração com o microfone sem o logo de identificação da emissora.
O R7 procurou a assessoria de imprensa da TV Globo, mas até a publicação desta notícia não havia comentado.
Mais de 60 mil pessoas se concentravam no largo da Batata às 18h15.
O protesto estava marcado para as 17h. O movimento é organizado pelo MPL (Movimento Passe Livre). Até o fim desta tarde mais de 230 mil pessoas haviam confirmado presença no protesto.
Esta é a quinta manifestação realizada na cidade em razão do último aumento da passagem. A última aconteceu na quinta-feira (13) e foi marcada por atos de violência e repressão policial. ( claro que a emissora usa o PLANO B, ou seja repórteres sem logotipos nos microfones, disfarçados, pra que ninguém perceba que são da globo.
mas o CACO já é conhecido, só se botar peruca então, a GLOBO mesmo provocou tudo isso, sempre parcial, a favor dos governantes, da ditadura, por isso agora ta senso achincalhada .
o que ela fez ontem ? enquanto DATENA E CQÇ mostravam até ao vivo o que tava rolando nos protestos, a GLOBO ficava com sua TELA QUENTE, queria o quê ? pra depois vir no jornal da globo, mostrar só um resuminho da coisa ?)  

policia acusa PSOL de recrutar punks para os protestos.

O serviço secreto da Polícia Militar afirma em relatórios sobre as manifestações contra o aumento das tarifas de transporte em São Paulo que os grupos mais violentos nem sempre agem de maneira espontânea.

Punks que partem para o quebra-quebra são arregimentados por militantes do PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) com o objetivo de desgastar o PT do prefeito Fernando Haddad e o PSDB do governador Geraldo Alckmin, de acordo com documentos sigilosos aos quais a Folha teve acesso.

Para a polícia, a forma de ação desses supostos punk é “semelhante a atos de guerrilha”. Seria também uma forma que integrantes do PSOL teriam encontrado de constranger os dois governantes sem aparecer numa situação que poderia desgastar a imagem do partido, de acordo com esses relatórios.

Um dos relatórios do P2, sigla pela qual é conhecido o serviço reservado da PM, frisa que não há envolvimento do PSOL como partido, mas de militantes avulsos. A avaliação foi feita por policiais militares infiltrados.

  Marlene Bergamo/Folhapress  
Jovens durante a manifestação contra o aumento da tarifa nas ruas de SP; polícia diz que PSOL recruta 'punks' para os protestos
Jovens durante a manifestação contra o aumento da tarifa nas ruas de SP; polícia diz que PSOL recruta ‘punks’ para os protestos

Os punks e anarquistas partem para o que a polícia chama de “atuações paralelas” sempre que suas propostas são rejeitadas pelo Movimento Passe Livre, que convoca as manifestações.

O presidente nacional do PSOL, o deputado federal Ivan Valente, diz que a avaliação é completamente equivocada. “Os arapongas sempre cometem erros crassos de avaliação política. O

PSOL nunca apoiaria esse tipo de comportamento. Não precisamos utilizar ninguém para criticar governos”.

PINGA ANTES E DEPOIS

O monitoramento mostrou que os punks seguem um ritual que se repete nas manifestações, segundo os relatos feitos. Tomam pinga antes de começar os protestos, esperam o movimento atingir o seu ápice para começar a agir e comemoram os resultados com mais pinga depois que o corre-corre acaba.

Para destruir vitrines e janelas, eles usam uma meia recheada com ferro e pregos, segundo o relato dos PMs.

A polícia diz que os punks que seriam recrutados por militantes do PSOL já acreditavam na violência como forma de protesto. Parte deles é ligada ao Black Bloc (Bloco Negro), uma estratégia anticapitalista que nasceu na Alemanha, nos anos 70.

O Black Bloc prega o ataque a símbolos como o McDonald´s como uma forma de combate ao capitalismo. Todos usam máscaras e roupas pretas, tida pelos anarquistas como a cor da negação.

A avaliação da polícia o é que o Movimento Passe Livre tem intenções “sinceras” ao defender a redução da tarifa de R$ 3,20 para R$ 3,00 e não tem orientações violentas. Mas, como não aceita lideranças, permite que esse tipo de comportamento violento explore o movimento.

Casal que estava em bar na avenida Paulista é agredido por policiais militares; eles foram obrigados a deixar o local

A inexistência de lideranças é considerada o pior pesadelo para a polícia porque não há alvos claros. Outra dificuldade é separar a ação política dos atos criminosos. ( fazem protestos é difícil, claro que vc posde estar sendo usado por partidos, políticos, se vc presenciar uma bandeirinha,  ou camiseta de partido durante uma manifestação xiiiiiiiiiiii  protesto tem de ser super popular, bem organizado , mas como ? hummmmmmm não sei sinceramente.

a policia claro que perde o controle, como ontem antes do jogo da seleção em BRASÓLIA,  mas o PSOL ai é verdade ? o partido nega diz que são militantes avulsos, mas quem diz a verdade ?)

quinta feira ferve em SOROCABA, URBES X MANIFESTANTES contra aumento da passagem

No início da movimentação, o grupo desceu pela rua São Bento e seguiu até a rua Alváro Soares, sentido terminal – Por: Thiago Consiglio/Cortesia
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O terceiro e maior protesto contra o aumento da tarifa de ônibus para R$ 3,15 e passe livre para estudantes parou ontem as principais ruas do centro de Sorocaba. O manifesto prejudicou o trânsito e culminou com dois momentos de tumulto, um no terminal Santo Antônio e outro na praça Coronel Fernando Prestes. O objetivo era invadir o terminal, mas foram impedidos por barreiras da Guarda Civil Municipal (GCM) com reforço da Força Tática da Polícia Militar. Os jovens tentaram usar três entradas para ocupar o terminal, mas em todas elas encontraram barreiras de guardas e policiais e também grades. Após o término do protesto e dispersão dos manifestantes, dois deles, identificados como W.M., de 15 anos, e J., de 17 anos, foram detidos por policiais militares por portarem (segundo os PMs) duas pedras e um soco inglês.O protesto começou às 15h10 com passeata que começou na praça Frei Baraúna e percorreu as principais ruas do centro (São Bento, 15 de Novembro, Souza Pereira, Álvaro Soares). Como era horário de pico, o trânsito ficou lento. Durante a passeata, organizadores calcularam os participantes em 200 a 300 pessoas. A GCM avaliou em 130 pessoas. Uma hora depois, chegaram ao terminal Santo Antônio. Quarenta guardas municipais, com apoio da PM, formaram barreiras que impediram a entrada dos jovens pela via de acesso usada pelos ônibus. O tumulto começou quando entraram no corredor que leva às bilheterias e ao conjunto de catracas que dá entrada ao terminal. Na correria, jovens chutaram a parede da bilheteria e o tapume da obra de um shopping. Funcionários da Urbes fecharam a bilheteria enquanto os jovens passavam. Os vidros da bilheteria foram pichados com a inscrição R$ 3,15. No conjunto de catracas, manifestantes e guardas ficaram frente a frente, e os jovens gritavam palavra de ordem na cara deles.

Frustrados na primeira tentativa de invadir o terminal, os jovens correram para a segunda entrada de ônibus, na avenida Afonso Vergueiro, mas também foram impedidos pela barreira de GCMs e viaturas da Força Tática. Houve mais uma tentativa, em outra entrada dos ônibus na Afonso Vergueiro, mas novamente foram detidos pela bloqueio de guardas. Houve bate-coca com dois passageiros que reclamaram do protesto porque ele era a causa de atraso nos horários dos ônibus. Os jovens permaneceram na praça da bandeira, onde fecharam o trânsito da Afonso Vergueiro nos dois sentidos. Hostilizaram uma equipe de cinegrafista e repórter da TV TEM, chegando a tapar a lente da câmera com um pano. Tentaram impedir o avanço de um ônibus, outro momento de tensão. Formaram uma roda ocupando as duas pistas da Afonso Vergueiro. Insistiram para falar com um representante da Urbes, mas não conseguiram.

Nesse momento, já era por volta das 20h e os líderes do protesto procuraram uma forma de terminar a manifestação. Temiam perder o controle dos ânimos. Jovens picharam ônibus que estavam estacionados ao longo da avenida. A reportagem do Cruzeiro do Sul presenciou três jovens conversando sobre a possibilidade de atearem fogo a ônibus, e a intenção não foi levada adiante. Alguns líderes avaliaram que, se ficassem ali, iriam “tomar borrachada” da polícia. O professor Guilherme Riscali propôs que todos subissem até a praça Coronel Fernando Prestes, onde encerrariam o protesto. Inicialmente, ele não encontrou apoio nessa ideia. Mas depois, apoiado por outros líderes, conseguiram fazer com que os manifestantes subissem até a praça Coronel Fernando Prestes.

Na caminhada, pela rua Padre Luiz, um grupo tentou queimar o colchão que foi encontrado na calçada e pertenceria a um morador de rua. Rapidamente, os líderes, preocupados em evitar tumulto, apagaram o fogo. Uma pedra foi ateada contra o ponto de ônibus existente atrás da Catedral, mas não acertou o alvo. Para surpresa de todos, um novo tumulto ocorreu na chegada à praça Coronel Fernando Prestes, quando um policial militar se encontrou por instantes, sozinho, no meio de vários jovens. O policial foi protegido pela chegada de outros PMs e o momento de tensão foi contido em meio a empurrões.

Após a dispersão, às 21h05, os dois adolescentes detidos foram acompanhados por pelo menos 15 testemunhas, participantes do protesto. Eles ficaram indignados com a detenção dos jovens, que foram levados à delegacia da avenida General Carneiro.
 
Apoio e críticas

As pessoas que estavam fora do protesto se dividiram entre apoiar os jovens, de um lado, e criticá-los, de outro. “A criançada não pensa muito em quem está prejudicando”, disse o técnico de enfermagem Márcio (não deu nome completo), de 38 anos, que completou: “Tem pessoas que vêm do serviço depois de trabalhar 12 horas, pegar criança em creche.” O aposentado Miguel C. Neto, de 65 anos, apoiou os jovens: “Será que Sorocaba está acordando? Eu nunca vi essas coisas. Porque Sorocaba morreu e esqueceu de deitar. Eu sou da época em que as pessoas brigavam, hoje não fazem nada.”

( vem cá,  alguém achava que o terminal não ia ser fechado pela GCM e força tática ? uma afinal tiveram tempo de agir e já previam pra onde a manifestação iria , a URBES não é boba.

manifestação tem de ser ordeira e pacífica, quem usa de baderna , depredação e até queimar ônibus perde a razão, isso é coisa de bandido, maloqueiro de periferia, depois quer busão pra trabalhar e outras coisas ai não tem , pq ? ah foi queimado.

quer mostrar força ? não ande de ônibus, hj tem balada não tem ? então de milhares de jovens usarem o coletivo pra ir na bagunça de que adianta protestar ?

a URBES da aquela desculpa de sempre, ah subiram os insumos, como óleo diesel, aumento do combustível, folha de pagamentos dos funcionários, enfim as despesas de uma empresa , mas o salário do trabalhador não acompanha isso, é coisa de anos e anos, desde 1500.)