pequeno protesto em frente ao PÁTIO CIANÊ, inaugurado ontem.

Representantes de uma das sete famílias que perderam parentes no acidente provocado pela queda do muro lateral do Pátio Cianê Shopping, em dezembro do ano passado, fizeram um protesto em frente ao empreendimento, que foi inaugurado nesta quinta. A chuva, conforme os manifestantes, impediu que um número maior de pessoas engrossasse o ato. Terezinha Maria Marquine Airola, que perdeu duas filhas e um neto, contou que recebeu assistência durante dois meses, mas a ajuda foi suspensa depois desse período sem maiores explicações.

Ela ingressou com ação no qual reclama indenização pelos danos que alega ter sofrido, mas reclama do “descaso”. “Não fomos procurados mais, nem retornaram nossos contatos. Simplesmente nos ignoram. Não é justo passarmos por tanto sofrimento. Estamos todos muito abalados e não podemos passar por essa situação. Acho que um pouco de respeito seria necessário, até em nome da dignidade”, disse. A reportagem tentou contato com a administração do shopping e encaminhou e-mail procurando saber do posicionamento sobre o protesto. Até o fechamento da edição, porém, não obteve retorno. 
Sete pessoas morreram no acidente ocorrido no dia 20 de dezembro de 2012. Em junho deste ano, a mesma família reclamou de ter de passar por uma “maratona” para ter acesso ao tratamento de saúde que ajudaria a superar os danos físicos e emocionais causados pela tragédia. 

Na ocasião, a construtora que executou as obras do complexo informou, por meio de nota, que disponibilizou psicólogos, transporte e o necessário para agilizar cuidados médicos e questões logísticas. Acrescentou que advogados constituídos pela famílias estavam em contato com o seu departamento jurídico para concluir procedimentos judiciais.

( se já não estão nem ai,pois pelo jeito o mau tempo será o principal culpado daquele dia.

tem de fazer protestos diários, e cadê  as demais famílias ? desistiram ? esperam receber um cheque cala a boca e pronto ?)

passarela do PÁTIO CIANÊ , já foi liberada para obras, rapidinho né ?

 

segunda feira passei pelo terminal, notem que dois operários passam pela passarela, isso sem saber que a justiça na manhã mesmo já tinha liberado a passarela para continuação das obras.
 
e isso em menos de uma semana depois do embargo.
 
quer dizer que pra isso foi rapidinho né ? afinal o shopping zona norte inaugurado, o PATIO CIANÊ não ia admitir uma obra embargada , enquanto isso vc que entrou na justiça por alguma coisa, fica ai esperando , esperando, esperando não é ?

PATIO CIANÊ, shopping novo, e a tragédia esquecida.

 

 

 

 

 

 
passei ontem pela rua onde houve a tragédia, as obras seguem a todo vapor, afinal dizem que o shopping ficará pronto em outubro, difícil , mas claro que todos estão de olho no fim do ano, afinal será natal né ? e ai os bolsos cheios de grana pra gastar em presentes.
 
acho estranho que nunca permitiram mexer na fabrica , os defensores do patrimônio histórico ficavam encima, e assim a STO ANTÔNIO ficava ali, um gigantesco elefante branco eu diria um MAMUTE BRANCO .
 
agora todos se calaram e permitiram isso ai, e a tragédia do muro que matou 7 pessoas ? mais um caso que deu em pizza, afinal nada mais se fala, o shopping pronto sendo palco de desfile para patricinhas , boys, gente que vai entrar lá só por moda.
 
 afinal, ah vc não foi no shopping novo ainda ? , ah ta por fora, e ai a pessoa vai só pra estra por dentro da roda dos amigos.   
 
só esperemos que seja um local seguro, afinal a pressa em construir .

SHOPPING CIANÊ 6 meses depois e nada ainda ?

Passados seis meses do trágico acidente que provocou a morte de sete pessoas, entre elas uma criança de cinco anos, atingidos pelo desmoronamento de parte de um muro onde está sendo construído o Shopping Cianê, no Centro de Sorocaba, as famílias das vítimas ainda esperam a conclusão do inquérito policial que investiga os responsáveis pela tragédia e estão tendo que recorrer à Justiça para ter os seus direitos garantidos. 

Depois de passar pelo trauma de ver as duas filhas e o neto mortos no desabamento, a agente de saúde Terezinha Maria Marquine Airola, 49 anos, está tendo que enfrentar uma verdadeira maratona para ter acesso ao tratamento de saúde e para superar os danos físicos e emocionais causados pela tragédia. Terezinha estava em um carro a pouco metros do local onde o muro desabou e conta que ainda se recorda da cena de seu neto e da filha acenando para ela minutos antes do carro onde eles estavam desaparecer na poeira. “São imagens que não saem da cabeça.”

Terezinha conta que até tentou voltar à sua rotina de trabalho, mas não conseguiu e teve que se licenciar. Abatida por uma depressão, ela ainda hoje não consegue dormir sem tomar medicamento. A tensão sofrida também fez com que desenvolvesse uma fibromialgia, provocando dores por todo o corpo. Em fevereiro deste ano, ela conta que a construtora Fonseca & Mercadante, responsável pela construção do shopping, começou a financiar o seu tratamento com uma psicóloga, um psiquiatra e um reumatologista e custear os medicamentos necessários, e também o transporte em táxi. Mas diz que a cobertura do tratamento foi cortada pela empresa, sem nenhuma aviso prévio. “Estou muito decepcionada. Eu tive a minha família destruída e ainda temos que ir na Justiça para fazer com que eles pagem por erro que cometeram.” Há cerca de duas semanas, os advogados da família entraram com ações na Justiça para cobrar a indenização para garantir que a empresa se responsabilize por todos os danos causados pela perda dos três parentes no acidente.

Outras história de dor

Essa também foi uma decisão difícil tomada pelo investigador de polícia Eraldo Cleto Alves, 46 anos, que perdeu o filho de 28 anos no desabamento. Eraldo conta que logo depois do acidente, os representantes da empresa os procuraram para oferecer apoio psicológico, mas naquele momento de dor, a opção da família foi se manter reclusa e unida para conseguirem superar juntos a perda e passar por esse momento de luto. Há cerca de um mês, depois da insistência de amigos e familiares, Eraldo disse que concordou em procurar um advogado para que ele entrasse em contato com a empresa para tratar sobre a indenização. “Eu procuro não me envolver com isso, pois é muito difícil mexer com essa situação financeira, o sentimento que dá que é um dinheiro de sangue.” 

O que motivou essa decisão, diz ele, é que os responsáveis por essa tragédia, que destruiu tantas famílias, não podem deixar de arcar com o seu erro. Mas a informação passada por seu advogado é que as negociações sobre as indenizações agora estão a cargo de uma corretora de seguros que ofereceu um valor irrisório e não demonstrou disposição para negociar. “Chega a ser revoltante. A única coisa que eu queria era ter o meu filho de volta e isso ninguém mais pode fazer.”

O aposentado Samuel Vitorino da Conceição, 52 anos, que também perdeu a filha no desabamento, diz que a sua maior preocupação é o genro, que estava ao lado da esposa no carro no momento do acidente, mas sobreviveu. “Ele está sofrendo muito, entrou em depressão e agora tem evitado falar no assunto. Estamos todos muito abalados ainda.” Samuel afirma que a empresa só deu assistência nos primeiros dias após o acidente, mas que agora não recebem nada.

Até o momento, apenas uma das famílias de vítimas do desabamento recebeu indenização por parte da construção, mas o advogado da família informou que ninguém gostaria de se pronunciar sobre o assunto.

Nota oficial

A construtora Fonseca & Mercadante foi questionada, por meio da sua assessoria de imprensa, sobre o motivo das famílias das vítimas ainda não terem sido indenizadas e a suspensão do custeio do tratamento de saúde. Mas de acordo com a assessoria, a empresa se pronunciara apenas por meio da seguinte nota oficial: “desde o primeiro momento, a construtora disponibilizou psicólogos, transporte e o necessário para agilizar cuidados médicos e questões logísticas. Um advogado foi contratado para agilizar o processo de indenizações evitando, assim, os prazos processuais da justiça. Os advogados constituídos pela famílias estão em contato com o advogado da construtora, sendo que um dos procedimentos de indenização já está finalizado”.( hummmmmm, bem , se os responsáveis da boate kiss de SANTA MARIA (RS) estão soltos o que dizer deste caso ai  , afinal são 7 contra os 249 mortos na boate.

já se vão 6 meses e nada é concluído, vão dizer que não da pra julgar nada pois o pais está sob protestos nas ruas ,que a emoção não pode prevalecer na hora de decidir a culpa de cada um nesta tragédia ? 

mais fácil é dizer que o clima é culpado ? ou os culpados são as 7 pessoas que ali passavam na hora ?)

PÁTIO CIANÊ, agora tem rachaduras nos imóveis vizinhos.

Érica e Simone estão entre os reclamantes – Por: Pedro Negrão
Mais fotos…

Vizinhos do futuro shopping Pátio Cianê alegam que o serviço de construção do empreendimento está abalando as estruturas de suas casas. Os imóveis, que ficam na rua Francisco Scarpa, no Centro, estão apresentando rachadoras nas paredes cujas fendas a cada semana ficam mais abertas e visíveis.

Segundo os moradores, os sinais de trincas nas paredes das residências surgiram em agosto do ano passado, mas acreditam que as aberturas começaram a ficar maiores no final do ano, de novembro em diante, quando máquinas de grande porte passaram a escavar o solo do antigo complexo Cianê, ao lado do Terminal Santo Antônio, para edificação do estacionamento subterrâneo do centro de compras.

A construtora Fonseca e Mercadante, responsável pela construção do shopping, informa que recebeu apenas dois donos de imóveis que reclamaram de rachaduras nas paredes das casas após o início das obras. E que uma equipe técnica foi até os imóveis, mas concluiu que as ocorrências não tinham nenhuma relação com o empreendimento. A empresa esclarece ainda que antes do começo das obras do shopping foi realizada uma vistoria nos imóveis vizinhos e elaborado um documento chamado “Laudo dos Lindeiros”, com informações sobre o estado de conservação deles e isso foi registrado no cartório.

A esteticista Érica Daniela Butião, 34 anos, conta que já foi quatro vezes até a administração do shopping para reclamar das rachaduras que apareceram nas paredes da sua casa. E que apenas na primeira vez foi atendida. “Um engenheiro entrou na casa e fez foto de tudo. Igual fizeram antes de começar a obra, ou seja, quando não tinha nenhuma rachadura. Mas depois disso ninguém retornou mais aqui e nem me atendem mais no escritório”, ressalta Érica. Ela conta que há rachaduras profundas nas paredes de vários cômodos. E que as fendas no teto da cozinha e no piso da sala – que fica no andar de cima do sobrado – são as mais afetadas pelas vibrações provocadas pela movimentação do maquinário no canteiro de obras.
“Não desejo dinheiro da empresa, mas sim a restauração dos cômodos da casa que moro. Ela é alugada e a dona mora na cidade de Franca”, argumenta.

Outros moradores que reclamam de trincas nas paredes de suas casas por causa da obra do shopping são a auxiliar de produção, Simone Marcondes Martins, 36 anos, e os aposentados Nelson Novakue, 60 anos, e Aristeu Rocha, 61 anos. Nas residências deles, as trincas também começam já na calçada. “Tem alguma coisa errada e eles não dão ouvido para gente”, frisa Novakue. ( será que teremos de presenciar, novo desabamento pra acordarem de vez ? já não basta o inquérito até agora não ter sido concluído sobre a tragédia do final do ano passado e agora isso.)

PÁTIO CIANÊ , inquérito ainda vai demorar mais 30 dias ?

O inquérito que investiga as causas da queda de uma das paredes na obra do Pátio Cianê Shopping, na noite do dia 20 de dezembro de 2012, que causou a morte de sete pessoas, precisará de pelo menos mais 30 dias para ser concluído. O documento, que até o momento já acumula mais de 1.600 páginas, foi entregue no Fórum de Sorocaba juntamente com um pedido de prorrogação do prazo das investigações, que agora depende de aprovação da Justiça para ser concedido. Caso seja aceito, dentro desse novo período serão ouvidas mais pessoas relacionadas às obras. Existe ainda a possibilidade da elaboração de um laudo complementar do caso, que deverá ser feito pela Polícia Científica. O primeiro laudo feito apontou, entre os motivos para a queda da parede, a falta de escoramento, a vibração causada pelas máquinas que trabalhavam na construção do shopping, e a idade da estrutura, que completa 100 anos em 2013 e que abrigou a antiga fábrica de tecidos.

De acordo com a delegada responsável pelo inquérito, Daniela Lara de Góes, já foram ouvidas até o momento, inúmeras testemunhas relacionadas ao caso, desde transeuntes que vivenciaram a situação até os responsáveis pelas obras de fato. Agora, as investigações têm o foco voltado para os fatos relacionados à parte técnica da obra, etapa na qual prestarão depoimento os responsáveis pela avaliação da parede e da necessidade ou não de escoramento da estrutura. “Ouvimos familiares das vítimas, pessoas que sofreram danos patrimoniais e sobreviventes que estavam nos veículos entre outras testemunhas. Ao todo, mais de 20 pessoas já prestaram depoimento”, revela a delegada. Ela explica que a complexidade do inquérito se dá justamente por conta do alto número de pessoas a serem ouvidas e pela dificuldade em reunir todos os depoentes. “Estamos contando com a colaboração das empresas em apresentar os funcionários, mas muitas delas são de outros estados”. De acordo com ela, o novo laudo servirá para avaliar os depoimentos prestados por engenheiros, que estão diretamente relacionados à parte técnica da obra.

Daniela acredita que somente os 30 dias de prorrogação não serão suficientes para a conclusão do inquérito. “É provável que haja outra necessidade de prorrogação. Até porque a realização do laudo complementar pode demorar um pouco”, conta. Entretanto, a delegada garante que os procedimentos para agilizar o processo já estão sendo adotados. “Já defini quem serão as pessoas ouvidas na próxima etapa para assim que o inquérito retornar, possamos dar continuidade”. Segundo ela, se houver necessidade, as investigações terão prosseguimento mesmo antes da aprovação de prorrogação de prazo por conta da Justiça.

Entenda o caso
Por volta das 19h30 da chuvosa quinta-feira, 20 de dezembro de 2012, uma parte da parede de quase 10 metros de altura da antiga fábrica de tecidos Santo Antônio, da Companhia Nacional de Estamparia (Cianê) caiu sobre carros que estavam na rua Comendador Oeterer, no centro de Sorocaba, vitimando fatalmente sete pessoas e deixando um ferido. No local está sendo construído o Pátio Cianê Shopping, pela construtora Fonseca & Mercadante.

Desde o dia da tragédia, o trecho final da Comendador Oeterer permaneceu interditado por semanas. As investigações sobre as causas da queda foram iniciadas logo em seguida. Segundo testemunhas, além da chuva, no momento do desabamento ventava muito forte. Após o incidente, o que sobrou das paredes foi escorado.
Ainda em janeiro, parte das obras no local foram retomadas, e no mês seguinte, toda a construção teve sequência sem abalos no cronograma. O Pátio Cianê Shopping deverá estar pronto em outubro de 2013.( não seis vcs, mas eu to sentindo cheiro de pizza no ar)

empresa responsável pelo PÁTIO CIANÊ, já teve problemas antes



Um saldo de nove pessoas mortas, entre elas uma criança, todas vítimas de desabamentos em obras da construtora Fonseca & Mercadante, no período de 64 dias. Semanas antes que a parede do futuro Shopping Pátio Cianê ruísse em cima de oito pessoas e matasse sete delas, em outras duas obras da mesma empresa na cidade carioca também houve desabamentos. Dois operários morreram soterrados num desses casos na capital carioca e em outro não houve vítimas. Por meio da assessoria de imprensa, a construtora Fonseca & Mercadante informou que em 19 anos realizou mais de 250 obras, sendo que seis shoppings foram entregues e dois estão em construção, e lamentou ter enfrentado os dois incidentes no Rio de Janeiro.

Segundo notícias veiculadas pela imprensa carioca, as vítimas do desabamento no Rio de Janeiro foram operários que trabalhavam na construção do Shopping Metropolitano Barra, na Barra da Tijuca/Jacarepaguá, na zona oeste carioca. No dia 9 de novembro a queda de uma laje matou dois deles soterrados. Um mês antes, no dia 6 de outubro, um muro já havia desabado sobre sete residências em outra obra da Fonseca & Mercadante, na construção do Park Shopping Campo Grande, no bairro Campo Grande, subúrbio do Rio de Janeiro. No acidente de Campo Grande não houve feridos.

O delegado do Distrito Policial de Jacarepaguá, Maurício Mendonça, investiga o acidente na Barra da Tijuca e disse que provavelmente alguém será indiciado por homicídio sem a intenção (culposo). “Se o laudo pericial confirmar que o erro foi de execução eu deverei indiciar o engenheiro responsável pela execução do projeto.” O delegado explicou que o inquérito continua em andamento porque ele aguarda a conclusão do laudo da polícia técnica, que dará mais detalhes sobre o fato. Ele crê que o laudo fique pronto na próxima quinzena e entre as hipóteses da linha de investigação estão a de que a laje que soterrou os trabalhadores teria caído sozinha, devido a um possível erro de projeto. Outra hipótese é que o desabamento teria sido causado pela manobra de um guindaste.

A Secretaria de Saúde e Defesa Civil do Município do Rio de Janeiro informou que no caso do desabamento da laje, a avaliação técnica da Defesa Civil apontou provável erro operacional pontual na montagem de uma parte da estrutura pré-moldada, não afetando o restante da obra. Os responsáveis técnicos foram orientados. No caso em que o muro caiu na construção do outro shopping carioca, a Defesa Civil divulgou que o estabelecimento já está em funcionamento. Segundo o setor, o incidente foi em um muro isolado da obra do prédio, o que não comprometeu a estrutura do prédio. A avaliação técnica indicou que pode ter havido pressão do aterro sobre o muro. O problema foi corrigido e o muro foi demolido e reconstruído.

Versão

Em nota, a assessoria de imprensa da construtora Fonseca & Mercadante destacou que desde que a empresa começou a operar, entre as mais de 250 obras realizada, seis são shopping centers já concluídos e outros dois estão em construção para alguns dos principais empreendedores do mercado. Alegou que ganhou destaque pela competência e qualidade na prestação de seus serviços. Porém, não respondeu se os desabamentos em três diferentes obras, num intervalo de praticamente dois meses, deu-se por problemas de engenharia, no material de construção, na mão de obra contratada ou se foi coincidência.

A construtora destacou ainda que em ambos os casos no Rio de Janeiro as obras tiveram prosseguimento, com a inauguração do Park Shopping Campo Grande e que a outra, no Shopping Metropolitano, segue conforme cronograma. Mencionou ainda que segue confiantes que, no caso de Sorocaba, as autoridades conduzirão com a necessária competência técnica o processo instaurado. “Lamentavelmente, em 2012, enfrentou dois incidentes no Estado do Rio de Janeiro. Em ambos os casos adotou postura ética e transparente, respeitando os stakeholders (partes interessadas ou intervenientes) e prestando todas as explicações às autoridades competentes. Enquanto as investigações não forem concluídas, acreditamos inoportuno qualquer manifestação à respeito.”, consta em trecho na nota. ( quando vc vai contratar qualquer empresa, ou profissional , vc tem de saber a ficha completa, pra ver se tal pessoa, empresa etc já teve algum problema com outros clientes.

quando vc vai contratar um empregado, babá, empregada pra sua casa tem de pedir referências não tem ? pois é, faltou isso ai pra prefeitura.)