mais bandidos são massacrados no norte ,33 vagabundos mortos em RORAIMA.

Penitenciária Agrícola de Monte Cristo

Logo após o massacre no complexo penitenciário Anísio Jobim do Amazonas, a capital de Roraima, Boa Vista, registra 33 mortos na Penitenciária Agrícola de Boa Vista (Pamc). A maioria das vítimas foi decapitada, teve o coração arrancado ou foi desmembrada. Os corpos foram jogados em um corredor que dá acesso as alas.

O número de mortos foi confirmado pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejuc) em nota, que informou que Agentes do Bope (Batalhão de Operações especiais da Polícia Militar) estão no local para conter a situação.

Em entrevista a uma rádio local, o secretário de Justiça e Cidadania de Roraima, Uziel de Castro Júnior, disse acreditar que os crimes tenham sido cometidos por membros do Primeiro Comando da Capital (PCC). Ele falou também que tem um projeto para abrir mais de mil vagas neste ano no sistema prisional.

Este é o terceiro maior massacre em presídios, em número de mortes, na história do Brasil, atrás apenas do ocorrido no Carandiru, em São Paulo, em 1992, quando 111 presos foram mortos e de Manaus onde foram mortos 60 presos esta semana.

Os detentos quebraram os cadeados e invadiram a Ala 5, cozinha e cadeião onde ficavam os presos de menor periculosidade. De acordo com informações de agentes penitenciários, não houve fugas.

Policiais militares do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e agentes penitenciários do Grupo de Intervenção Tática (GIT) entraram na unidade, que hoje abriga 1.200 presos, o dobro da capacidade.

Na manhã desta sexta-feira, 05, equipes do Instituto Médico Legal (IML) foram à penitenciária para fazer a remoção dos corpos.

Em outubro, na mesma penitenciária, uma rebelião provocada por briga entre o Comando Vermelho (CV) e o PCC deixou pelo menos 10 presos mortos. Três das vítimas teriam sido decapitadas, e sete teriam tido os corpos queimados em uma grande fogueira no pátio da unidade.

Todos os mortos seriam integrantes da facção Comando Vermelho, que domina cerca de 10% do presídio. Os outros 90% são controlados pelo grupo rival Primeiro Comando da Capital.

Até junho passado, PCC e CV eram aliados na disputa pelo controle do tráfico na fronteira com o Paraguai.

( bandido mandar em presídio já vem de anos e anos, basta vcs saberem o que houve nos anos 70, quando misturaram presos políticos com presos comuns, os presos comuns aprenderam táticas de querrilha , foi ai que surgiu o COMANDO VERMELHO, do presídio da ilha grande RJ.

e tb nunca esquecer o inferno de SP 2006, o salve geral , lembram ? agora fica a mídia desviando assuntos do pais pra isso ai, claro que não deixa de ser um problema tb, mas não pode ficar falando só nisso, e tratando bandido como coitadinho, morreu ? ah mas quem mandou ir preso né ? e muitas vezes é preso que já este preso, mas voltou ao sistema carcerário pq voltou ao crime.)

 

mulheres de lideres do PCC vão visitar os maridos em fins de semana só em carros de luxo

  • Carros são avaliados em mais de R$ 150 milCarros são avaliados em mais de R$ 150 mil

Quando chega o fim de semana, a Penitenciária Maurício Henrique Guimarães Pereira, conhecida como P2 de Presidente Venceslau, no oeste paulista, começa a ser rodeada por ônibus de excursão e também carros de luxo.

Neles, estão as mulheres consideradas as primeiras-damas do Primeiro Comando da Capital (PCC), que se deslocam de várias cidades, principalmente de São Paulo, para visitar seus companheiros. Isso não é segredo nenhum para agentes penitenciários, polícia e Ministério Público.

No fim de semana do Dia das Mães, o sábado ficou reservado para as visitas de metade dos presos. Os ônibus com os parentes começam a chegar por volta de 1h30. As mulheres descem, pegam uma senha na porta da prisão e vão para um hotel próximo.

Elas voltam por volta das 6 horas, quando os portões se abrem. Os comerciantes brincam, dizendo que “a crise chegou ao Comando (PCC)”. “Eles cortaram dois ônibus para diminuir os gastos. Agora são só cinco fretados por dia de visita”, conta um deles.

O local tem barracas com lanches e refeições para os parentes. É comum as mulheres comprarem fiado e algumas tentar ir embora sem pagar.

Quem trabalha por lá diz também que não é incomum buscar clientes dentro do ônibus para acertar as contas. Comuns mesmo são as brigas entre elas quando uma pega a encomenda da outra.

No domingo, foi a vez de as mulheres e os filhos dos integrantes da cúpula do PCC fazerem as visitas. Para ver os companheiros na unidade onde vivem 841 detentos, com vagas para até 1.280 – uma das poucas prisões sem problema de superlotação -, elas preferem ir em seus próprios veículos.

Cynthia Giglioli da Silva Camacho, mulher de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, chega em um Toyota SW4 2014, conduzido por sua motorista particular. O carro custa mais de R$ 150 mil. Os comerciantes dizem que ela é discreta e muito educada.

Na Justiça, Cynthia responde em liberdade às acusações de associação para o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Segundo as investigações da polícia, é suspeita de receber uma mesada de pelo menos R$ 15 mil do PCC. E sempre negou as acusações.

A família de Wanderson Nilton de Paula Lima, o Andinho, condenado por sequestros, homicídios e tráfico de drogas, ainda costuma chegar a bordo de carros importados avaliados em mais de R$ 100 mil.

Sua mulher, Luciane de Seixas, também estava no presídio e chegou em um Kia Sorento, avaliado em R$ 120 mil. No domingo, a reportagem flagrou os veículos de luxo parados perto da prisão. À frente estava o carro de Cynthia, seguido do Sorento de Luciane e, logo atrás, havia um Toyota Corolla 2016. As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo“.

( isso é pra vc trouxa, zé droguinha que se acha o malandro , o esperto, o descolado, só pq ta ai no baseado, depois cocaína, crack, até morrer um dia .

todos os nóias deveriam ler esta matéria e refletirem, isso para o que ainda conseguem pensar, e todos sabem, agora tem macho na justiça  neste pais pra tocar nelas ? ai quero ver.

fico imaginando as mulheres de presos comuns vendo isso, pô podia ser eu ali, meu companheiro dem pra ficar rico na bandidagem serviu, este traste. )

 

violência dispara em SOROCABA as vésperas do mundial, prefeito preocupado ( isso por causa da copa né ?)


O primeiro trimestre deste ano registrou 31 pessoas assassinadas em Sorocaba, o que dá uma média de um caso a cada três dias. De acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP/SP), referente ao período de janeiro a março, esse número é 121,4% maior do que o registrado no 1º trimestre do ano passado, quando 14 homicídios ocorreram na cidade. Somente o total de casos ocorridos no mês de março deste ano, que foram 17, superam os registrados nos três primeiros meses de 2013 (14) e também de 2012, com 15 ocorrências. Segundo o presidente da Comissão de Segurança Pública da 24ª Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Sorocaba, o advogado Claudinei Fernando Machado, essa situação demonstra uma ausência de ações mais efetivas de combate à criminalidade por parte do Governo do Estado.

O aumento no número de casos de homicídio foi grande entre fevereiro e março de 2014, conforme mostram os dados da SSP/SP. Há dois meses aconteceram 6 assassinatos em Sorocaba, subindo para 17 no mês passado. Em janeiro foram contabilizados 6 casos.

Além dos homicídios propriamente ditos, as tentativas de homicídio também cresceram na cidade. Se comparados os dados dos três primeiros meses de 2013 e 2014, o aumento foi de 32%. Foram 22 registros no ano passado e 29 neste ano. Em 2012 foram 28.

A Polícia Civil foi procurada, porém informou que a Secretaria de Segurança Pública do Estado não autoriza que os seus representantes comentem sobre as estatísticas de criminalidade. A pasta, então, foi contata, via assessoria de imprensa, mas não respondeu aos questionamentos até o fechamento desta edição. A reportagem também fez solicitação de entrevista à Polícia Militar, mas não houve retorno.

OAB: ausência do Estado

Para Machado, esse crescimento nas ocorrências de homicídio e de outros tipos de crime refletem uma “ausência” do Estado, que não investe o quanto deveria em ações que visam diminuir a criminalidade nas cidades paulistas. “Se o Estado se fizesse presente, aumentando o policiamento ostensivo, que deve ser exercido de forma mais atuante, isso poderia diminuir”, analisa. Ele menciona uma possível falta de policiais, tanto militares quanto civis, em número suficiente para atuar numa cidade do porte de Sorocaba. “Nosso batalhão de Polícia Militar possui uma dotação funcional aquém da quantidade de policiais necessários. A Polícia Civil possui uma parcela de participação nisso. Os órgãos competentes deveriam pensar em uma forma de não sobrecarregar esses profissionais, porque profissional sobrecarregado não consegue dar conta do serviço, aumentando a chance de impunidade”, afirma.

Segundo o presidente da Comissão de Segurança Pública da OAB, a falta de esclarecimentos de homicídios também ajuda a acentuar o número de ocorrências. “Casos não solucionados rapidamente tendem a cair na lista de casos não esclarecidos. Como temos poucos profissionais no setor de investigação de casos envolvendo morte, não seria o caso da administração pública aumentar a equipe responsável pela solução de casos de autoria desconhecida? Isso ajudaria a diminuir a sensação de impunidade”, explica.

Outros crimes também apresentaram aumento

Os números de crimes violentos, como os roubos, também apresentaram aumento em Sorocaba. Os casos roubos de veículos, por exemplo, cresceram 24,1% entre 2014 e 2013, considerando os três primeiros meses de cada ano. Entre janeiro e março deste ano, foram 239 ocorrências desse crime, ante 174 em 2013. Já os roubos em geral tiveram aumento de 16,3%. Foram 562 entre janeiro e março de 2014 e 483 no mesmo período do ano passado. 

Conforme demonstram as estatísticas da Secretaria de Segurança Pública do Estado, os furtos em geral e especificamente de veículos também registraram aumento. Entre janeiro e março de 2013 foram 2.006 casos, subindo para 2.068 em 2014. Ou seja, um crescimento de 3%. Já o aumento de furtos de veículos foi ainda maior, de 7%. Foram registrados 683 no primeiro trimestre do ano passado e 732 neste ano. 

Dois crimes apresentaram queda em seus registros. No caso dos flagrantes de tráfico de entorpecentes, houve diminuição de 24,1% entre 2013 e 2014, já que foram 307 ocorrências no ano passado e 233 neste ano. Os registros de estupros caíram 40%, na comparação dos primeiros três meses de 2013 e 2014. Aconteceram 50 no ano passado e 30 neste ano.

Primeiro assassinato do ano foi em 5 de janeiro

O primeiro caso de homicídio de 2014 em Sorocaba foi registrado no dia 5 de janeiro, conforme mostra notícia publicada pelo jornal Cruzeiro do Sul. Naquele dia, o ajudante geral Renato José Florêncio, de 28 anos, foi morto a tiros no bairro de Aparecidinha. Ele era evadido da penitenciária Danilo Pinheiro (P-1), no bairro do Mineirão, desde a saída temporária do dia dos pais do ano passado. Ele cumpria pena por dois roubos no regime semiaberto. O corpo de Renato foi encontrado por populares por volta das 21h, na rua Oscar Mascarenhas. A Polícia Militar foi chamada e já encontrou a vítima sem vida, com perfurações no peito e cabeça. 

Em fevereiro, no dia 14, o policial militar aposentado Adilson Lopes, 50, foi morto com vários tiros nas costas, pernas e braços, em frente a uma padaria do Jardim Prestes de Barros. A Polícia levantou que o policial aposentado conversava com um conhecido em frente à padaria, quando um Celta passou por duas vezes pela rua e na terceira parou. De dentro do carro saiu um homem que usava capuz para cobrir o rosto, que se aproximou de Adilson e o mandou virar de costas. Nesse momento, o conhecido que conversava com Lopes entrou na padaria pensando que se tratava de um assalto e ouviu o barulho dos disparos do lado de fora.

Já no mês passado, quatro pessoas foram assassinatos em um período de 24 horas na cidade. Na manhã do dia 18, o estudante universitário Eliezer Cleber Albertini da Silva, 19, e um colega não identificado na época foram encontrados mortos dentro de um carro no bairro do Éden, na Estrada dos Sete Alqueires. Os dois foram executados com tiros de pistola 9 milímetros dentro do Audi A3 pertencente ao estudante. Ele, que estava no banco do motorista, apresentava uma perfuração na nuca, duas no lado esquerdo da cabeça e uma no lado direito, e outra atrás de um dos ouvidos. Já o rapaz desconhecido foi encontrado com uma perfuração no pescoço, outra na parte traseira da cabeça, uma no ombro e outra numa das laterais da cabeça. 

Na noite daquele mesmo dia, Ivan de Souza Oliveira, e Anderson Lapa dos Santos, ambos com 25 anos de idade, estavam dentro de uma lanchonete na rua Quirino de Mello e foram surpreendidos por quatro homens ocupando duas motocicletas. Segundo o que foi apurado na ocasião do registro do homicídio, os criminosos já teriam chegado atirando, e as vítimas, mesmo feridas, tentaram se salvar saindo correndo pela rua. Os dois rapazes correram para lados opostos, mas ambos foram atingidos e morreram no local. 

E, ao que tudo indica, as estatísticas de homicídios do mês de abril também serão expressivas. Entre domingo e ontem, quatro pessoas foram mortas em Sorocaba. Um dos casos causou bastante comoção na cidade, que seria o assassinato do soldado Sandro Luiz Gomes, 35, que foi baleado por criminosos na zona norte. Ele foi sepultado ontem.

 

( o prefeito CARAMUNZZIO ta preocupado com o aumento da violência as vésperas da copa do mundo,afinal receberemos  ARGÉLIA, JAPÃO RUSSIA (ITU) e HONDURAS (PORTO FELIZ)  leia no lik ao lado    http://redebomdia.com.br/noticia/detalhe/67171/violncia-dispara-s-vsperas-do-mundial .

pra piorar ainda tem a ameaça do PCC de promover um novo salve geral como em 2006, pelo jeito farão acordo com a bandidagem logo .)

PCC ameaça repetir o inferno de 2006 , ACORDA BRASIL.

Setores de inteligência das polícias de São Paulo descobriram que membros da facção criminosa PCC discutem uma série de ataques caso chefes da organização sejam transferidos para penitenciárias do Estado com regras mais rígidas.

Promotoria prepara ofensiva contra policiais suspeitos de elo com facção

Policiais e agentes penitenciários interceptaram “salves” (ordens) dados a integrantes da facção nos quais classificam as reações do crime organizado em ao menos três níveis. Em última instância poderiam até infiltrar bandidos em meio a manifestações populares em que houver vandalismo.

A ideia dos criminosos é aproveitar o quebra-quebra promovido por adeptos da tática de protesto “black bloc” para atacar policiais.

Antes de chegar a esse ponto, segundo a Folha apurou com seis investigadores que acompanham os passos de chefes da quadrilha, os detentos cogitam uma série de pequenos protestos dentro das penitenciárias, como impedir a entrada de novos presos em alas dos presídios.

A segunda etapa seria o ataque direto a prédios das polícias Civil e Militar, como ocorreu em maio de 2006. Na ocasião, cerca de 500 pessoas morreram em decorrência dos ataques.

A infiltração nos protestos seria só em caso de transferência dos 35 chefes do PCC para a penitenciária de Presidente Bernardes, onde os detentos ficam sob o RDD (regime disciplinar diferenciado).

Nesse sistema, o preso não recebe visita íntima, pode ficar só duas horas no banho de sol, não há aparelhos de rádio e TV e não pode ler jornais e revistas. As conversas com visitas ocorrem uma vez por semana em um parlatório, que é monitorado.

MAIOR OFENSIVA

As ameaças do PCC ocorrem em reação ao pedidos de prisão de 175 suspeitos de integrar a facção e de transferência de 35 chefes. As solicitações foram negadas pelo Judiciário, mas o Ministério Público recorreu.

O argumento dos promotores é que se não houver a transferência para o RDD esses criminosos continuarão comandando delitos de dentro da prisão. Essa é a maior ofensiva contra a facção desde sua criação, em 1993.

A investigação identificou que a organização criminosa tem cerca de 11.400 membros em 22 Estados, no Paraguai e na Bolívia.

Além disso, descobriu que ela movimenta R$ 120 milhões por ano e discutiu ataques a autoridades do governo do Estado.

Procurada, a Secretaria da Segurança Pública afirmou que não se manifestaria sobre informações de inteligência policial, mas que as polícias estão prontas para combater o crime organizado.

  Editoria de arte/Folhapress  
 

 ( traduzindo galera podemos voltar pra 2006, naquele inferno no estado lembram ? incrível como o pais não sabe o que fazer com estes bandidos.)

bandidos do caso do menino boliviano são assassinados na cadeia.

Os presos Paulo Ricardo Martins e Felipe dos Santos Lima, acusados de matar o boliviano Brayan Capcha, 5, foram assassinados na tarde desta sexta-feira no CDP (Centro de Detenção Provisória) de Santo André, na Grande São Paulo.
Segundo funcionários do sistema prisional, ambos foram envenenados com o coquetel da morte. Trata-se de uma mistura de cocaína, viagra, água e até creolina.
Agentes penitenciários disseram que os presos estavam no pátio quando foram envenenados, por volta das 14h30. Eles chegaram a ser encaminhados para a enfermaria, mas não resistiram.
 
Esse método foi criado em meados da década passada por membros da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) para matar seus inimigos. Somente na penitenciária de Iaras (a 285 km de São Paulo), foram mortos dez presos dessa maneira.
 
Com esse coquetel, a causa da morte é identificada como overdose e, dessa forma, é difícil chegar à autoria do homicídio. O CDP de Santo André é dominado por integrantes do PCC.
Em nota, a SAP (Secretaria da Administração Penitenciária) confirmou as mortes e informou que vai apurar as circunstâncias em que elas ocorreram.
Cinco pessoas foram acusadas pela morte de Brayan. Um deles, menor de idade, está detido; dois continuam foragidos.
  Reprodução/TV Globo  
Documento de identidade do boliviano Brayan Yanarico Capcha, 5, assassinado durante assalto à sua casa na zona leste de SP
Documento de identidade do boliviano Brayan Yanarico Capcha, 5, assassinado durante assalto à sua casa na zona leste de SP
A advogada da família de Brayan, Patrícia Vega, disse que, para a família do jovem boliviano, a morte dos dois suspeitos isso não muda nada. “O que eles esperam é que os outros dois foragidos sejam presos”, disse.
 
O delegado da 8ª seccional de São Mateus, Antonio Mestre Junior, disse que vai apurar o crime para saber se foi motivado pelo crime contra o menino boliviano ou se foi alguma desavença com criminosos fora do presídio. Junior disse ainda que os dois suspeitos foragidos quase foram presos durante buscas na mesma região do interior de São Paulo.
CASO
Os bandidos que participaram do crime aproveitaram a chegada de um tio da criança para invadir a residência, na zona leste de São Paulo. Os familiares de Capcha chegaram a entregar R$ 4.500, mas os bandidos, insatisfeitos, passaram a ameaçar todos dentro da casa.
 
De acordo com o boletim de ocorrência, o menino chorava muito no momento do assalto e os criminosos chegaram a dizer que cortariam a cabeça da criança, caso ela não parasse de gritar. Momentos antes de fugir, um dos bandidos disparou contra a cabeça do garoto.
Ele foi levado ao pronto-socorro do Hospital São Mateus pelos próprios pais, mas não resistiu aos ferimentos. Segundo um investigador, que preferiu não ter a identidade revelada, a maioria dos membros da família chegou há pouco tempo em São Paulo e ainda não fala bem português.
 
Segundo agentes penitenciários, membros do PCC mataram os acusados porque a facção criminosa não tolera violência contra crianças.
O suspeito foragido Diego Rocha Freitas Campos, apontado pelos investigadores como o autor do disparo que matou o menino boliviano, deixou a prisão junto com o outro foragido Wesley Soares Pedroso,19, durante a saída temporária do Dia das Mães neste ano, e não retornaram à prisão. 
( este papo de lei da cadeia é para pé de chinelo, PCC comete atrocidades com quem quer que seja, seja criança, mulher ou idoso, assim como outras grupos organizados.
claro que são 3 a menos, mas não se enganem, pois nada vai mudar mesmo, pé de chinelo é fácil matar, mas os graúdos.)

delegada que protestou contra pcc é rebaixada de posto em SOROCABA

 Desde que protestou contra  o ex-secretário de Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto, e desafiou a fação criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital),  a delegada de Sorocaba – que optou por não se identificar – tem sofrido represálias. A maior delas foi levada a público pelo Diário Oficial do Estado, em  27 de novembro. Nele,  a publicação torna oficial a perda da titularidade do distrito gerenciado por ela. 

O comando da unidade foi então passado para o delegado assistente.
O BOM DIA procurou pela delegada que se mostrou muito chateada com o fato, mas preferiu não se pronunciar oficialmente.

Já o delegado responsável pelo Sindicato dos Delegados do Estado de São Paulo, George Melão, disse que vai prestar todo o apoio necessário à colega. “Irei agendar uma reunião com o delegado-geral, Luiz Maurício Souza Blazeck, para discutir o caso, além do de outros profissionais que também estão sofrendo com a pressão da corregedoria”, afirma.

Na semana passada, o sindicalista já havia se reunido com o delegado-geral, mas para tratar de outras questões.

Para George Melão, a atitude de retirar a titularidade da delegada sorocabana é incorreta. “Para começar, ela não se identificou oficialmente e segundo como podem puni-la sem antes realizar uma avaliação profunda da conduta tomada pela profissional?”, questiona.

O sindicato irá entrar em contato com a delegada sorocabana para avaliar as próximas ações a serem tomadas. “Não iremos permitir que ela seja prejudicada pela administração, pois não faltou com a verdade em sua manifestação”, finaliza o  sindicalista.

 Protesto vai parar na internet e causa comoção

Na era da internet, o protesto da delegada de Sorocaba ganhou destaque nas redes sociais. Em 15 de novembro, o  BOM DIA publicou, com exclusividade, a manifestação solitária da autoridade que saiu pelas ruas demonstrando  indignação contra a postura do ex-secretário de Segurança Pública perante a onda de mortes que atingiu São Paulo e trouxe medo e insegurança para todo o Estado. 

Com a divulgação da reportagem on-line, o protesto ganhou as redes sociais. Alguns membros da Polícia Civil da cidade – de forma implícita – mostraram apoio à causa, enquanto outros criticaram severamente a sua exposição àfacção criminosa e ao comando do então secretário da Segurança.

Já nas redes sociais, pouquíssimas pessoas questionaram a postura da profissional. As demais pessoas apoiaram o protesto e a consideraram forte por assumir publicamente o que pensava sobre todo o trabalho de Antônio Ferreira Pinto.

Algumas palavras/ “Corajosa e destemida. São essas pessoas que fazem a diferença”, diz Rosi Pereira. Já Rosângela Angel questiona os direitos de cada cidadão: “Basta de ser brasileiro bonzinho, temos de colocar nossos direitos em prática. Temos o direito de exigir nossos direitos. Chega, queremos nossa polícia bem paga, queremos nossos bravos policiais sendo condecorados e não sendo presos por matar um bandido. Queremos nossos diretos, já!” ( é que policia não poder dar opinião própria, pq se for identificado recebe punição, tem de ser apenas o ROBOCOP do estado não pense, não tenha emoção nem analise nada,apenas cumpra ordens e pronto, por mais absurda que seja.)

outro busão é incendiado em SOROCABA e ai povo ?

Além de ter destruído o ônibus, o fogo queimou toda a fiação elétrica do local onde aconteceu o crime – Por: Fábio Rogério
Um ônibus da empresa STU, que faz a Linha 303 – Itavuvu/Éden, foi queimado ontem à noite, às 22h20, na rua Otto Alfred Geissler, próximo ao Plaza Shopping Itavuvu. Policiais disseram que dois indivíduos encapuzados aproximaram-se do veículo, que estava estacionado no ponto final, e pouco tempo depois uma terceira pessoa, também encapuzada, apareceu. Foi quando começou o incêndio. Rapidamente os três saíram correndo, em direção à avenida Atanázio Soares. Além de ter destruído o ônibus, o fogo queimou toda a fiação elétrica do local onde aconteceu o crime. Ninguém ficou ferido.

Conforme a Guarda Civil Municipal e a Polícia Militar, não é possível afirmar que o ataque tenha sido por parte de alguma facção criminosa ou seja um ato de vandalismo.

Os policiais evitaram qualquer tipo de especulação a respeito da onda de crimes que vem ocorrendo em São Paulo e que têm sido atribuída ao crime organizado, porém populares estavam receosos.

Zilda Moraes, proprietária de um bar situado na avenida Itavuvu, disse que está apavorada e não sabe como ficará daqui pra frente, se terá toque de recolher. 


Até o fechamento desta edição, enquanto os bombeiros estavam contendo as chamas, a polícia fazia rondas pelo bairro, com o objetivo de encontrar os suspeitos.

Na sexta-feira
O primeiro registro de violência ocorreu na última sexta-feira, quando um ônibus da empresa Consórcio Sorocaba foi parcialmente queimado, no Jardim Bonsucesso, região do Parque Vitória Régia. O ataque contra o ônibus da linha Alpes de Sorocaba/Jardim Imperatriz aconteceu às 22h40 no ponto final, na rua Olga Bernardo de Barros. Também foi feito por três homens que usavam capuzes, porém teve mais pessoas envolvidas, que tinham camisetas escondendo o rosto. Neste caso, o condutor e o agente de bordo estavam no ônibus e foram obrigados a ficar de cabeça baixa, sem olhar para o bando, que fugiu a pé. Não foi confirmado se o incêndio foi um atentado do crime organizado. Pode ter sido uma ação isolada de jovens arruaceiros que aproveitaram a onda de boatos que circulou em Sorocaba na sexta-feira. ( mania de esconder tudo da população, afinal quem sustenta tudo ? não é o povo caramba ?  

ta havendo ataques, SOROCABA ta na mira do PCC, falem logo, o povo tb dorme viu ?)