caos nas masmorras de PERNAMBUCO, superlotação e preso que manda

  • Superlotação em presídio em Pernambuco; problema é recorrente em unidades carcerárias em todo o EstadoSuperlotação em presídio em Pernambuco; problema é recorrente em unidades carcerárias em todo o Estado

Relatório produzido após visita de comissão do CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) apontou uma série de problemas em três dos principais presídios de Pernambuco e cobrou providências do poder público local. Além das já tradicionais falta de estrutura física, apoio jurídico e superlotação, uma das constatações dos auditores foi a “autogestão” dos presos nos locais visitados em maio. Para os relatores, o Estado não exerce o correto poder de controle nas unidades. 

Em Caruaru (a 130 km do Recife), a penitenciária Juiz Plácido de Souza enfrenta superlotação: tem capacidade para 380 presos, mas possui 1.302. No local, presos provisórios e condenados convivem sem divisão.

Na unidade, os representantes do CNMP apontam, no relatório, ter encontrado uma “espécie de autogestão dos presos no sistema prisional”. O documento cita que os presos ficam fora das celas e tem controle das ações dentro da unidade.

“Há controle praticamente absoluto, inclusive comercial. Ao que parece, a direção do presídio só atua como observadora e porta voz dos presos junto ao Estado. Bem simbólica, nesse sentido, foi a manifestação de um dos presos, ao aduzir que a penitenciária seria como ‘a casa de mamãe’, diz o relatório.

Além disso, foi encontrada a prática de comércio informal dentro da unidade, sob controle total dos detentos.

“Há mais de uma lanchonete controlada pelos presos e algo parecido com comércio informal (observamos pelo menos um preso explorando uma espécie de camelódromo, com vendas de cigarros). Há presença de barbeiros, cabeleireiros, tatuadores, todos com utilização de instrumentos cortantes. Questionada, a diretora do presídio aduziu que faz apenas o controle de valores das transações financeiras, mas as vendas são de exclusivo controle dos presos”, diz o texto.

A situação é parecida no Recife, no Complexo Prisional do Curado –o antigo Aníbal Bruno, considerado pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) o pior do país. 

Segundo o relatório, na unidade há cerca de 5.000 presos ocupando espaço destinado a 1.500. Detentos exercem a função de controladores do acesso.

“Ato contínuo, solicitamos entrada em um pavilhão, o que só foi possível após autorização dos presos e do chamado ‘chaveiro’. O diretor da unidade nos acompanhou, mas nós ficamos rodeados de presos por todos os lados”, diz o relatório, citando que os detento reclamaram principalmente de penas vencidas.

Também foi verificada pela comissão possíveis regalias de alguns presos. “As celas são como se fossem as ‘casas’ dos presos. Em celas individuais, há mais de um preso “morando”. Em algumas celas, verificamos televisões, DVD. Há pequenos fogões. Vimos alguns preparando comida. Há gambiarras”, apontaram os relatores.

Ainda segundo o relatório, “os presos ficam soltos dentro do pavilhão e a maioria dorme em um pátio localizado do próprio pavilhão.”
No presídio Luiz Gonçalves, em Vitória de Santo Antão (a 50 km do Recife), há capacidade para 96 presos, mas 440 estão amontoados nas celas.

Segundo o relatório, na unidade é um detento o “responsável por realizar o primeiro atendimento ao preso com algum problema de saúde”.

Além disso, novamente o acesso a uma dos pavilhões só veio após a abertura de um preso, que tinha a chave do local. “Os integrantes da comissão só entraram em um dos pavilhões (pavilhão A), após ter sido aberto por um dos presos que, ao que parece, o controla (o chamado chaveiro)”, conta o relatório.

Outros problemas

Ainda segundo o relatório, no Complexo do Curado, as refeições são “arremessadas” pelos próprios presos, “sem luvas ou outros mecanismos de higiene.”

O relatório também cita a falta de higiene. “Não há pratos para recebimento das refeições, mas, em sua maioria, garrafas plásticas cortadas ou outros objetos plásticos improvisados”, afirma o relatório.

Ainda no complexo, os relatores apontaram os consertos do presídio são pagos pelos próprios presos, com recolhimento dos valores pelos chamados “representantes”. Haveria também pagamento de cotas para usar banheiro e agressões aos presos que não tem dinheiro para pagar.( ai vc diz, ah mas vagabundo tem de sofrer, mas depois quem sofre é a população, na hora que o cara foge ou vilta pior pra rua e reincide no crime.

não é dar luxo, mas o básico, fazendo o preso trabalhar pra pagar estadia e comidae cortar regalias, do jeito que tá não da pra ficar, imaginem se fosse prender todos que estão nas ruas, não ia ter lugar pra todos.) 

oxente, SOROCABA terá ônibus vindos de PERNAMBUCO,mas são usados vice ?

Placa dos ônibus indica a origem de Camaragibe (PE) – Luiz Setti

Os usuários do transporte coletivo em Sorocaba já são atendidos por cinco “novos” ônibus vindos do Recife. Na verdade são veículos usados, que circulam em baixa velocidade por desregulagem na potência dos motores e não têm ainda o lacre das placas, que indicam a origem de Camaragibe (PE). Com problemas mecânicos, alguns ônibus passam nos pontos com atraso.

Os veículos incorporados à frota da empresa Consórcio Sorocaba são articulados, com capacidade de transportar mais passageiros. A Urbes Trânsito e Transportes confirma que cinco desses ônibus estão atendendo à linha Parque São Bento desde a segunda-feira e outros três articulados entrarão em circulação em data a ser definida. Todos eles já eram usados no transporte coletivo em cidades da Grande Recife (PE) e vieram rodando desde o Estado de Pernambuco até Sorocaba, por quase 3 mil km.

O comboio chegou à cidade na noite de 3 de julho, ainda com a pintura usada no Sistema Estrutural Integrado (SEI), empresa da capital do Estado. Os ônibus entraram pela rodovia José Ermírio Moraes (Castelinho), escoltados por um carro da Urbes e seguiram vagarosamente pela avenida Dom Aguirre. Após receberem o novo grafismo (layout) da frota sorocabana, estão atendendo aos usuários do sistema. A Urbes confirma que alguns desses ônibus necessitam de regulagens mecânicas para andarem mais rápido, mas negou que houve escolta.

Um dos ônibus flagrados sem lacre na placa é identificado pelo número 1220 e tem placas KKG-3941, da cidade Camaragibe (PE). A outra suposta irregularidade está no carro de número 1219, que segundo a passageira Marinalva de Souza, o motorista afirmou que trafegava sem o espelho retrovisor, quando ela teve a bolsa presa na porta no momento do embarque. 

Questionada sobre a falta de fiscalização e inspeção dos “novos” ônibus da frota, a Urbes informou que a responsabilidade das condições de trafegabilidade é de seus proprietários e a fiscalização de trânsito, sob este aspecto, é de competência estadual. Segundo informações da empresa concessionária para a Urbes, a transferência da documentação está em andamento e deve se efetivar na próxima segunda-feira, pois estão legalizados nas cidades de Pernambuco. “A informação da operadora é que durante a manutenção e pintura dos mesmos os lacres devem ter sido danificados”, respondeu a Urbes, acrescentando que após contato do Cruzeiro do Sul determinou a retirada desses veículos de circulação até a regularização. Sobre o acidente pela suposta falta de retrovisor, a Urbes informou que iria apurar.

Esses ônibus estão sendo colocados em circulação pelo consórcio ConSor, grupo de empresas que detém a concessão do lote 1 do transporte coletivo urbano em Sorocaba. Uma das empresas que integram o ConSor, a Rodoviária Metropolitana, atua em cidades de Pernambuco. A versão da Urbes é que a ConSor propôs ampliar e renovar parte de sua frota operacional objetivando ampliar a oferta a seus usuários e que os veículos que foram trazidos para Sorocaba pertenciam a empresas do grupo e estão sendo alocados para a ConSor.
 
Ao todo serão 16 ônibus, oito deles do tipo articulado e outros oito do tipo Padron. Os onze que ainda não estão transportando os passageiros encontram-se em preparação. Para a Urbes, os ônibus estão em bom estado de conservação, contudo alguns ajustes já estão sendo providenciados, inclusive, com relação aos motores (regulagem de potência). A atual frota que atende o transporte coletivo urbano em Sorocaba é de 402 ônibus.

Os articulados foram fabricados em 2008, modelo 2009, ou seja, tem pelo menos quatro anos de uso em cidades de uma região metropolitana, enquanto a idade média da frota sorocabana é inferior a 2,8 anos. Mas diferente de todos os outros ônibus que circulam em Sorocaba, apesar desses terem sido pintados nos últimos dias, desrespeitam a regra que obriga que o ano de fabricação conste na lateral do veículo. A Urbes informa que notificou a ConSor para inserir o ano de fabricação, conforme exigência e informou que a idade do ônibus está em conformidade com as exigências do transporte coletivo em Sorocaba. 

Explicou que os veículos do tipo convencional podem ter idade máxima de oito anos, enquanto para os especiais como articulado ou então o Padron, admite-se dez anos. O articulado tem capacidade para transportar 53 passageiros sentados e 87 em pé. Em reportagem publicada em junho do ano passado a Urbes informava que um ônibus convencional tem 11m de cumprimento enquanto o Padron, 12,5m e capacidade para 10 passageiros a mais e o especial, com 15 metros, capacidade para 26 passageiros a mais que o Padron.

No Recife, frota tem que ter ar-condicionado

Em Recife, região metropolitana de onde vieram os articulados, os ônibus precisam ser novos, ter ar-condicionado e cadeira com ajuste de altura, segundo divulgado pelo site da Rádio Jornal de Pernambuco, em 16 de janeiro deste ano. Essas são algumas da exigências para as empresas que devem assumir a concessão do transporte daquela região de Pernambuco no início de 2014. “Quem não cumprir o contrato pode ser impedido de permanecer no sistema”, está na notícia. 

Em Sorocaba, no final de 2012, o então prefeito e atual presidente do Parque Tecnológico, Vitor Lippi (PSDB) ressaltava a significativa melhoria no sistema de transporte com a entrada da ConSor com 41 ônibus zero-quilômetro, em 31 de outubro do ano passado e com a renovação da frota da STU. Comemorava publicamente a idade média da frota, em 1,69 ano. 

A alegria do prefeito era manifestada na manhã de 9 de dezembro, quando entregava 10 ônibus 0km no estacionamento do Paço Municipal, em companhia de Renato Gianolla, presidente da Urbes. Os veículos eram anunciados para atender a linha Campolim que apresentava aumento no volume de passageiros, em razão do período de compras de final de ano. ( vixi, será que vai prestar vai ?

mas tb economizar ao invés de busão novo, tb de que adianta novos veículos pra uma população que não para de aumentar, logo serão superlotados de cabras tb.

que saudades dos perueiros, que foram vitimas da ditadura AMARY/URBES,a empresa sozinha não da não, precisa de concorrência .

aproveitando o ensejo, lanço a campanha, VOLTA PERUEIROS.)

mulher espanca a amante dentro da cadeia que tinha ido visitar o seu marido apelidado de passa o rodo.

nas imagens mulher espanca a amante dentro da cadeia em PERNAMBUCO, o marido apelidado de passa o rodo, estava preso recebeu a visita da amante, a mulher dele tb foi, bateu nos dois e até no guarda vejam ai no vídeo como rolou a coisa toda.

http://calangopretonews.blogspot.com.br/2013/05/quebra-pau-sem-do-mulher-espanca-amante.html  

mas tb que cadeia é essa que até o carcereiro apanha ? e a mulher avisa que vai bater em outras mulheres que o marido pegou , o tal passa o rodo. 

lençóis descartados pelos EUA, são achados em hotel de cidade do PE

Lençóis descartados por hospitais americanos foram encontrados em hotéis e pousadas de Timbaúba, Mata Norte do Estado, por uma equipe de reportagem da Globo Nordeste. O município fica a 158 Km de Santa Cruz do Capibaribe, onde uma empresa estaria importando o lixo hospitalar dos Estados Unidos. A descoberta foi na última segunda-feira (17).

(Correção: ao ser publicada, esta reportagem informou que os lençóis foram achados por fiscais da Vigilância Sanitária. A informação foi corrigida às 20h42.) 

No hotel Stylus, alguns lençóis estavam estendidos no varal. Dentro, as camas dos quartos estavam forradas com lençóis iguais. Neles, lê-se a inscrição “serviços de saúde”, em inglês

Apesar disso, o dono do hotel, Marcondes Mendes, disse que em nenhum momento suspeitou que os lençóis fossem de hospitais. “Usamos esses lençóis há quase dois anos. Eu comprava no comércio aqui, em Timbaúba mesmo. Olhava o tamanho do lençol, comprava, tudo novo, lavava e começava a usar. Eles tinham os preços mais em conta. A diferença é de R$ 3 para o [lençol] normal. Nunca estranhei a inscrição, não tinha noção nenhuma do que poderia ser. Eu acredito que muita gente aqui compre, porque vende à vontade na porta do armazém. Comprei inocente, como qualquer outro que estava comprando. Só comprei porque o preço era mais em conta, e o material bom”, contou.

A equipe da emissora também encontrou alguns tecidos com nomes de hospitais americanos, bem parecidos aos encontrados em contêineres no Porto de Suape, no dia 11 de outubro, à venda em lojas da cidade. Em um dos armarinhos mais populares do local, os itens estavam em promoção. Informadas da procedência das peças, todas as clientes disseram que, se soubessem que os lençóis foram descartados por hospitais, não comprariam.

A dona da loja não estava na cidade. Por telefone, ela falou à reportagem da Globo Nordeste que os lençóis foram comprados como retalho a comerciantes de Santa Cruz de Capibaribe. Ela informou também que não tinha ideia de que o tecido não podia ser comercializado no Brasil.

Caruaru
Também na segunda-feira, a Apevisa apreendeu 15 toneladas desse material numa empresa de Caruaru, no Agreste do Estado. Agentes da Vigilância Sanitária foram acompanhados pela Polícia Civil, que tinha um mandado de busca e apreensão.

Foi preciso arrombar o portão para entrar na loja. Eles encontraram tecidos com marcas que parecem ser de sangue, jalecos e materiais de uso hospitalar. Este foi o terceiro estabelecimento da mesma empresa vistoriado pela Vigilância Sanitária desde a semana passada, quando a irregularidade foi descoberta, no Porto de Suape. As outras 30 toneladas foram encontradas, no último dia 15 de outubro, em depósitos em Santa Cruz do Capibaribe e Toritama. ( BRASIL  como sempre , virou depósito de lixo de outros paises, lembram dos conteineres de lixo vindos da INGLATERRA ? e agora isso, como brasieliro espera ter valor la fora se tem gente que se submete a isso ?

comprar lixo dos ouros ? pq ? é o preço mais barato , as custas da saude dos outros ?, e o povo que fique atento, pois isso pode aconteçer em qualquer lugar 

VERGONHA BRASIL