discussão entre homem e dono de pizzaria termina com menina baleada em APARECIDA DE GOIÂNIA

Menina é baleada ao tentar defender o pai, diz polícia em GO

Crime aconteceu na tarde deste sábado (27), em Aparecida de Goiânia 


Garota de 12 anos levou dois tiros e está internada em estado grave. 


Do G1 GO, com informações da TV Anhanguera 


Uma menina de 11 anos foi baleada, na tarde deste sábado (27), na Vila Alzira, em Aparecida de Goiânia. Segundo a polícia, ela tentou defender o pai durante uma briga com o dono de uma pizzaria, da qual ele é cliente. 


Imagens feitas por celular flagraram o momento dos disparos.


Nas imagens, é possível ver o momento em que o suspeito aponta a arma para o pai da garota, efetua três tiros e, em seguida, foge em um carro prata. 


Os disparos atingiram a menina na perna e na cabeça. 


A menina foi socorrida e levada para o Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo). 


Ela passou por cirurgia e segue internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em estado grave. 


No momento do crime, o pai, que estava com as duas filhas, encontrou o funcionário de uma pizzaria com quem teve um desentendimento. 


Segundo a mais velha, uma adolescente de 14 anos, o problema entre os dois homens começou há dois meses, durante uma ida da família à pizzaria. 


Nesta tarde, os dois teriam começado a discutir e a menina tentou separar a briga. 


“Ela falou assim: ‘moço, por favor, abaixa essa arma. Aí ele falou assim: ‘Vocês não vão sair da frente não’, mas nós não saímos e ela ficou abraçada nele”, relatou a irmã. ( quer dizer que imagem de câmera não é flagrante ? é preciso a policia ter chego naquela hora ai seria flagrante ? 

legitima defesa ? quem tava apenas armado era o dono da pizzaria, que poderia ter guardado sua arma, alias nem deveria ter discutido,quando um não quer…

pura desinteligência, e ainda tem que defenda arma pra qualquer um , o cara tinha arma pra se defender de assaltante, mas usou contra uma criança.)

PÁTIO CIANÊ , inquérito ainda vai demorar mais 30 dias ?

O inquérito que investiga as causas da queda de uma das paredes na obra do Pátio Cianê Shopping, na noite do dia 20 de dezembro de 2012, que causou a morte de sete pessoas, precisará de pelo menos mais 30 dias para ser concluído. O documento, que até o momento já acumula mais de 1.600 páginas, foi entregue no Fórum de Sorocaba juntamente com um pedido de prorrogação do prazo das investigações, que agora depende de aprovação da Justiça para ser concedido. Caso seja aceito, dentro desse novo período serão ouvidas mais pessoas relacionadas às obras. Existe ainda a possibilidade da elaboração de um laudo complementar do caso, que deverá ser feito pela Polícia Científica. O primeiro laudo feito apontou, entre os motivos para a queda da parede, a falta de escoramento, a vibração causada pelas máquinas que trabalhavam na construção do shopping, e a idade da estrutura, que completa 100 anos em 2013 e que abrigou a antiga fábrica de tecidos.

De acordo com a delegada responsável pelo inquérito, Daniela Lara de Góes, já foram ouvidas até o momento, inúmeras testemunhas relacionadas ao caso, desde transeuntes que vivenciaram a situação até os responsáveis pelas obras de fato. Agora, as investigações têm o foco voltado para os fatos relacionados à parte técnica da obra, etapa na qual prestarão depoimento os responsáveis pela avaliação da parede e da necessidade ou não de escoramento da estrutura. “Ouvimos familiares das vítimas, pessoas que sofreram danos patrimoniais e sobreviventes que estavam nos veículos entre outras testemunhas. Ao todo, mais de 20 pessoas já prestaram depoimento”, revela a delegada. Ela explica que a complexidade do inquérito se dá justamente por conta do alto número de pessoas a serem ouvidas e pela dificuldade em reunir todos os depoentes. “Estamos contando com a colaboração das empresas em apresentar os funcionários, mas muitas delas são de outros estados”. De acordo com ela, o novo laudo servirá para avaliar os depoimentos prestados por engenheiros, que estão diretamente relacionados à parte técnica da obra.

Daniela acredita que somente os 30 dias de prorrogação não serão suficientes para a conclusão do inquérito. “É provável que haja outra necessidade de prorrogação. Até porque a realização do laudo complementar pode demorar um pouco”, conta. Entretanto, a delegada garante que os procedimentos para agilizar o processo já estão sendo adotados. “Já defini quem serão as pessoas ouvidas na próxima etapa para assim que o inquérito retornar, possamos dar continuidade”. Segundo ela, se houver necessidade, as investigações terão prosseguimento mesmo antes da aprovação de prorrogação de prazo por conta da Justiça.

Entenda o caso
Por volta das 19h30 da chuvosa quinta-feira, 20 de dezembro de 2012, uma parte da parede de quase 10 metros de altura da antiga fábrica de tecidos Santo Antônio, da Companhia Nacional de Estamparia (Cianê) caiu sobre carros que estavam na rua Comendador Oeterer, no centro de Sorocaba, vitimando fatalmente sete pessoas e deixando um ferido. No local está sendo construído o Pátio Cianê Shopping, pela construtora Fonseca & Mercadante.

Desde o dia da tragédia, o trecho final da Comendador Oeterer permaneceu interditado por semanas. As investigações sobre as causas da queda foram iniciadas logo em seguida. Segundo testemunhas, além da chuva, no momento do desabamento ventava muito forte. Após o incidente, o que sobrou das paredes foi escorado.
Ainda em janeiro, parte das obras no local foram retomadas, e no mês seguinte, toda a construção teve sequência sem abalos no cronograma. O Pátio Cianê Shopping deverá estar pronto em outubro de 2013.( não seis vcs, mas eu to sentindo cheiro de pizza no ar)

pizza no CHS de SOROCABA

Hospital Regional, que integra o Conjunto Hospitalar, é alvo de denúncias de fraudes – Por: Pedro Negrão
Notícia publicada na edição de 26/01/2012 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 11 do caderno A – o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.

Suspensos, sem previsão para serem retomados, com o risco de demorar a ponto de prescrever parte dos diferentes crimes dos quais 48 pessoas são acusadas pelo Ministério Público (MP) e ainda sem descartar a possibilidade do processo ser arquivado. Segundo os promotores de justiça que integram o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) é assim que estão os trabalhos da 3ª Vara Criminal de Sorocaba em relação ao inquérito civil que apontam supostas irregularidades nas contratações de empresas e plantões médicos, cujos profissionais não apareciam para trabalhar. Essa situação é consequência de decisão do Tribunal de Justiça (TJ) comunicada à Justiça de Sorocaba nesta semana, com base no pedido de liminar em processo de habeas-corpus movido em segunda instância pelos advogados de um dos acusados no processo, o empresário Edison Brito Aleixo, contratado para fornecer próteses ao hospital.

“Concedo a liminar apenas para suspender o processo até o final (do) julgamento do habeas-corpus”, foi a decisão proferida por um só desembargador (monocromática) da 15ª Câmara de Direito Criminal do TJ, no último dia 20. Um dos advogados de defesa que fez o pedido ao TJ, Paulo Fernandes Lira, explica que requereu o habeas-corpus preventivo porque a finalidade de qualquer ação penal é a condenação e a prisão. O argumento dele é de que o denunciado Aleixo sofre constrangimento ilegal, “uma vez que a decisão que autorizou a quebra dos sigilos telefônico, bancário e fiscal dele não foi suficientemente fundamentada, bem como, não foram efetuadas qualquer outra investigação preliminar para a apuração delitos”, consta no relatório da decisão do TJ. “Diante dos argumentos apresentados e dos documentos juntados a inicial entendo presentes os requisitos autorizadores da medida liminar pleiteada”, decidiu o desembargador.

O advogado Paulo Fernandes Lira explicou ontem por telefone que o habeas-corpus não discute os fatos, como por exemplo, se os médicos estavam ou não presentes nos plantões pelos quais receberam, mas sim as questões processuais e constitucionais. Defende que houve abuso de poder no momento que a Justiça autorizou a quebra de sigilo telefônico, segundo Lira, sem fundamentar. Alega que pela lei das interceptações telefônicas é possível a autorização por 15 dias prorrogáveis pelo mesmo período. “(A investigação) gerou uma prova ilícita de acusação contra uma pessoa e por isso o processo deve ser nulo, os trabalhos de investigação foram abusivos a partir de uma decisão judicial abusiva”, declarou. Afirmou que está previsto na Constituição que toda decisão judicial deve ser fundamentada de acordo com o entendimento do magistrado. “Concedeu várias autorizações para quebras de sigilo telefônico sem dizer o porque era necessário, sendo que essa é uma medida cautelar excepcional, que deve ser usada em última circunstância, porque mexe com a privacidade das pessoas”, afirmou.

O chefe de sessão do cartório da 3ª Vara Criminal de Sorocaba, Marcos Massuia, transmitiu para o Cruzeiro do Sul o posicionamento do juiz criminal Hugo Leandro Maranzano, que participava de audiências na tarde de ontem. Massuia declarou que o juiz deve enviar hoje a documentação relativa ao caso ao TJ. Todas as autorizações para as interceptações telefônicas foram feitas de acordo com a lei e ressaltou que a decisão do TJ é liminar (temporária) até o julgamento do mérito do pedido do habeas-corpus. “O desembargador vislumbrou alguma coisa que poderia não estar correta e por isso deferiu a liminar, mas não que esteja correta”, afirmou. Explicou que desembargador olhou a petição do advogado sem fazer nenhum juízo de convicção e suspendeu o processo até o julgamento do mérito, ou seja, vão analisar toda a documentação proferir a decisão colegiada. ( claro que sendo ano eleitoral, não querem este tipo de escândalo por ai.)