PM despreparado atira rapaz na casa noturna em CURITIBA

Imagens das câmeras de segurança da casa noturna Shed Western Bar, em Curitiba, mostram o momento em que um policial militar atira contra um jovem de 19 anos, em meio a uma briga. O vídeo mostra que o suspeito aponta a arma para a vítima, que caminha na direção dele, e atira na barriga. Após o disparo, a vítima corre para fora do estabelecimento, sendo perseguida pelo atirador, que ainda o chuta pelas costas. 

O incidente ocorreu na madrugada do último domingo (12), e o policial militar foi preso em flagrante. A vítima foi encaminhada ao hospital em estado grave e passou por cirurgia na UTI, onde permaneceu até sexta-feira (17). De acordo com o Hospital Cajuru, ele foi transferido para um quarto, com quadro de saúde estável.

Conforme a Polícia Civil, as imagens das câmeras de segurança estão sendo analisadas pelo Instituto de Criminalística, que deverá emitir um laudo pericial sobre o caso.

Apesar de o vídeo mostrar o suspeito atirando na barriga do jovem, a polícia informou que o prontuário médico feito após o primeiro atendimento apontava que o tiro havia sido dado pelas costas. Não há previsão para a conclusão do inquérito, ainda segundo a Polícia Civil.

A Polícia Militar também investiga o caso, já que a arma utilizada pelo policial era de propriedade da corporação. O suspeito foi afastado, e pode ser expulso, dependendo do resultado das investigações. Ele responde em liberdade provisória.

Em nota divulgada na data do acidente, a Shed Western Bar lamentou o ocorrido. O G1 procurou o estabelecimento novamente neste domingo (19), mas não obteve retorno.

( o cara já tem o stress no dia a dia na rua e ainda vai fazer bico ? te de de dar merda mesmo, bastaria um tiro na perna do baderneiro e pronto, ou a casa noturna não tinha outros seguranças pra segurar o cara ? 

e alem de atirar, chuta o cara já caído , com traficante barra pesada ele faz isso tb ? )

PMS devem responder por morte de jovem no RJ

 

PMs responsáveis por morte de jovem na Baixada Fluminense são presos
Delviro Anderson e Marcio José participaram da ação que culminou com a morte de Haissa Vargas, em agosto de 2014
O Dia

Rio – Os policiais militares Delviro Anderson Moreira Ferreira e Marcio José Watterlor Alves, lotados no 41ºBPM (Irajá), foram presos na manhã desta quinta-feira. Eles se apresentaram batalhão e, após a realização de exames médicos, serão transferidos para a Unidade Prisional, em Benfica, na Zona Norte. Eles são os responsáveis pela morte da jovem Haissa Vargas Motta, em agosto do ano passado, na Baixada Fluminense.

Delviro e Marcio José tiveram a prisão preventiva decretada na quarta-feira, pela Justiça do Rio. Os policiais responderão pelo crime de homicídio duplamente qualificado (motivo fútil e recurso que dificulta ou impossibilita a defesa).

Segundo o juiz Glauber Bitencourt Soares da Costa, da 1ª Vara Criminal de Nilópolis, apesar de os réus terem sido afastados de suas funções, a medida é insuficiente para assegurar a livre coleta de provas.

“O trabalho da polícia foi concluído em novembro e, por circunstâncias que desconheço, a denúncia foi recebida ontem (terça-feira). Após ler todo o inquérito, foi decretada as prisões. Agora eles vão constituir advogados, e o quanto antes, marcaremos a audiência, já que se trata de um processo com urgência”, relatou o juiz.

O magistrado afirma em sua decisão que ‘é dever do Poder Judiciário assegurar às testemunhas a tranquilidade necessária para que compareçam em juízo, livre de qualquer temor’. Para ele, não há dúvidas sobre a autoria do crime, evidenciada em vídeo da câmera da viatura dos PMs, obtido pela revista ‘Veja’: “as imagens, em juízo preliminar de valor, denotam que inúmeros disparos de arma de grosso calibre foram efetuados na direção de um veículo com cinco jovens, conduta que ceifou a vida da jovem Haissa”.

A Polícia Militar informou que ao todo quatro PMs serão submetidos a Conselho Disciplinar e podem ser expulsos da corporação por conta do fato. Além dos denunciados pelo MP, os cabos Gutemberg de Carvalho Gomes Júnior e Carlos Henrique Ribeiro Furtado, que participaram da perseguição em outra viatura, também serão submetidos ao procedimento.

O HB20 branco, onde Haissa e outros quatro jovens estavam, apontado como um veículo suspeito, foi alvejado na Avenida Roberto da Silveira, no bairro de Olinda, após serem perseguidos por duas viaturas. Pelas imagens da câmera interna do carro da polícia, os agentes constataram que somente os PMs efetuaram disparos antes que o veículo parasse. Os amigos de Haissa, que voltavam de pagode, contaram que não ouviram os avisos policiais por estarem com o som alto.

Governador pede desculpas aos familiares da jovem

O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, pediu desculpas, pelo telefone, à família de Haíssa. De acordo com o pai da jovem, Ironildo Motta, a irmã da vítima, Andressa, foi quem conversou com o governador na noite de terça-feira. “Minha outra filha foi quem falou com ele, por volta das 22h, e ouviu o pedido de desculpas. Ora, desculpas não trazem minha filha de volta. Estamos passando necessidade, pois a Haissa contribuía com a despesa da casa”, lamentou Ironildo.

O advogado da família, João Tancredo, informou que um encontro entre familiares e Pezão deve ser agendado na semana que vem. A defesa da vítima já tem um laudo médico que atesta a necessidade de atendimento psicológico aos familiares e deve finalizar, ainda esta semana, uma ação indenizatória contra o Estado. Após ser baleada, Haissa foi levada pelos próprios colegas a um hospital, onde já chegou sem vida. Em um trecho do vídeo transcrito no inquérito, ao chegar à unidade, o cabo Delviro se responsabiliza pela ação desastrosa.

“Patrick: veja bem, nada justifica o policial (Márcio) ter atirado, tá (sic)? Não tô (sic) querendo justificar isso não, tá (sic) bem? Tá (sic) bom? Nós vamos responder por todos os nossos atos, tá (sic) bom?”. A PM informou que vai criar um novo modelo de análise das câmeras instaladas nas viaturas policiais, já que isto não era feito até então.

O programa, que será executado pelo Escritório de Indicadores da PM, irá propor um cruzamento entre as análises de estatísticas criminais dos batalhões com as imagens das viaturas. Com isso, com base nos principais casos de cada área, será possível monitorar a conduta de policiais envolvidos em grandes ações. Ao todo, cerca de 2 mil veículos possuem circuitos de câmeras internas.

( que isso sirva de aviso pra gente que fica defendendo armas de fogo nas mãos de qualquer um, se um PM aparentemente treinado faz isso, imagine um zé qualquer que se achar o dono do bairro ?

ah mas vão alegar que o carro não parou logo, oras o PM não tava recebendo tiros ,se fosse bandido já saiam atirando logo, com certeza é canseira de  ter de ficar patrulhando de madrugada.)

juiz quer proibir o uso de balas de borracha pela PM em manifestações.


O juiz Valentino Aparecido de Andrade, da 10ª Vara da Fazenda Pública da Capital, acolheu pedido da Defensoria Pública do Estado de São Paulo para restringir a ação violenta da Polícia Militar durante manifestações de rua. Em decisão liminar, ele obrigou a PM a criar, em 30 dias, um plano de ação para manifestações. A PM afirma que irá recorrer.

O manual, que será público, terá de excluir o uso de balas de borracha e ordenar o uso de munição química, como sprays de pimenta e gás lacrimogêneo. Todos os policiais militares que participarem dessas operações terão de ter seu nome e sua patente identificados. ” O cidadão tem o direito de saber o nome do agente policial, assim de qualquer agente público com quem esteja a lidar”, lembra o juiz, na sentença.

O plano que a PM foi obrigada a cumprir terá de detalhar, de forma específica, quais serão os tipos de situação em que a multidão poderá ser dispersa e quais policiais poderão dar tal ordem. “Tudo de molde que se possa posteriormente controlar-se o ato administrativo praticado, inclusive por via judicial. Qualquer pessoa poderá ter acesso ao conhecimento de tais razões bem assim do nome do policial militar que tenha determinado a ordem de dispersão”, determinou a Justiça.

“Note-se que nenhuma dessas medidas estará a obstaculizar que a ré, por sua Polícia Militar, mantenha a ordem pública em face de protestos. Tais medidas buscam apenas garantir o legítimo exercício do direito fundamental de reunião, em sua convivência com o dever do Poder Público de garantir a ordem pública, observando-se a justa proporção entre tal direito e tal dever”, escreveu o juiz Andrade, na sentença.

A ação, assinada por quatro defensores públicos, pedia que o uso de balas da borracha fosse banido. “Ela foi atendida parcialmente”, destaca o coordenador do núcleo de diretos humanos da Defensoria, Rafael Lessa.

O processo, que até o momento tem cerca de 1,2 mil páginas, reuniu exemplos dos diversos abusos cometidos pela PM durante as manifestações de junho do ano passado. Foram casos em que a PM lançou bombas e atacou manifestantes que não estavam cometendo atos de vandalismo nem outros crimes.

“O que se viu, em 2013, foi uma absoluta e total falta de preparo da Polícia Militar, que, surpreendida pelo grande número de pessoas presentes aos protestos, assim reunidas em vias públicas, não soube agir, como revelou a acentuada mudança de padrão: no início, uma inércia total, omitindo-se no controle da situação, e depois agindo com demasiado grau de violência, direcionada não apenas contra os manifestantes, mas também contra quem estava no local apenas assistindo ou trabalhado, caso dos profissionais da imprensa”, escreveu o juiz, depois de ler a ação.

Nenhum PM foi sequer identificado até hoje pela Corregedoria da PM por causa dos abusos já identificados por órgãos externos, como a Promotoria de Justiça Militar do Ministério Público Estadual. Os dois únicos processos relacionados aos protestos já apreciados pela Justiça Militar até hoje são referentes a oficiais que descumpriram ordens de dispersar a multidão (que foram absolvidos porque a Justiça entendeu que as ordens eram ilegais) e um coronel que saiu do plantão mais cedo — este, condenado.

Antes de emitir a liminar, a Justiça solicitou parecer do Ministério Público Estadual sobre o caso. O promotor de Justiça Saad Mazloum, da 9ª Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social, primeiro tentou argumentar que a Defensoria não tinha competência para propor tal ação.

Ao analisar o pedido para criação das regras que garantissem o cumprimento da lei por parte da PM, Mazloum afirmou que “não se pode admitir é que, a partir de situações excepcionais, sejam padronizadas e burocratizadas as ações dos agentes da Polícia Militar, colocando em risco a ordem e a segurança públicas, e bem assim a vida e a segurança da população e dos próprios policiais militares”.

A Procuradoria-Geral do Estado, que defende o governo nesses casos, também questionou a competência da Defensoria. O juiz Andrade, no entanto, afirmou que a Defensoria podia, sim, propor a ação.

Se a PM não elaborar o plano, será condenada ao pagamento diário de multa de R$ 100 mil. A decisão, liminar, ainda poderá ser revertida durante a análise do mérito da ação e o Estado de São Paulo também poder recorrer da sentença.

Em nota, a PM comentou o caso da seguinte forma: ” A Polícia Militar de São Paulo atua dentro dos estritos limites da lei e segundo padrões reconhecidos internacionalmente. A decisão judicial é provisória e será enfrentada por recurso próprio”

 

( legitimo: afinal se o cidadão sustenta o policial e esta se manifestando ordeiramente, não pode ser tratado como malandro,baderneiro e portanto não pode ser alvejado por bala de borracha, spray ou cassetete.

é que tem PM que abusa , seja por estar estressado de tanta ocorrência, mas isso não é desculpa , se o pais fosse de primeiro mundo mundo, não precisariam atuar tanto. )

 

PM é assassinado na zona norte de SOROCABA, e alguma coisa vai mudar ?

Um policial militar morreu e outro ficou ferido na madrugada de ontem, após sofrerem um atentado quando patrulhavam pela zona norte, nas imediações do Jardim Paulista. A viatura em que estavam foi alvejada por 16 tiros, e os PMs, que estavam na Atividade Delegada, não tiveram tempo de reação. Ainda na madrugada, cerca de meia hora antes do ataque, a casa de um policial militar, na Vila Haro, também foi alvejada por disparos. Os tiros que tiraram a vida do soldado Sandro Luiz Gomes, de 35 anos, partiram de um VW Crossfox já apreendido, que tinha a cobertura de um Ford New Fiesta branco, também apreendido. Em ambos os veículos havia ainda garrafas plásticas com gasolina. Este é o terceiro caso de policial militar assassinado em Sorocaba nos últimos três meses, o que significa uma morte por mês.

Em nota, a corporação lamentou o ocorrido, classificado como “ato de covardia”. O comando do 7º Batalhão da Polícia Militar do Interior (7º BPM/I) também preferiu não traçar nenhum paralelo entre as duas ocorrências. O policial morto atuava na Banda do Comando de Policiamento do Interior (CPI/7), e desenvolvia projetos sociais por meio de fanfarras com crianças carentes. A corporação não descarta nenhuma possibilidade, como a de algum ataque por parte de facção criminosa.

O ataque aconteceu em torno das 3h, quando o soldado Sandro e o sargento Antonio Correa Júnior, que atuava no setor administrativo do CPI-7, trafegavam pela avenida Itavuvu, no sentido centro-bairro. Pouco antes da entrada para o Parque das Paineiras, a viatura foi alvejada na parte traseira por cinco disparos, e em seguida, teve sua lateral esquerda (do lado do motorista) atingida por mais 11 disparos, sem nenhuma chance de reação por parte dos PMs, que não chegaram a revidar.
O soldado Sandro, que dirigia a viatura, foi o mais ferido, especialmente na cabeça, enquanto o sargento Júnior teve mais sorte, sendo atingido por um tiro de raspão no pescoço. Os dois policiais foram socorridos inicialmente para a Unidade Pré-Hospitalar (UPH) Zona Norte, e posteriormente para o Hospital Regional, onde o soldado acabou falecendo. O sargento não corre risco de morte, e teve alta médica ainda ontem.

Ainda na madrugada, pouco tempo depois do ataque, o Crossfox prata, com placas de São Paulo, foi encontrado abandonado na avenida Itavuvu, altura do número 8000, com várias perfurações no lado direito do parabrisa, e que, segundo informações colhidas por policiais militares junto à equipe da Polícia Técnica, os tiros partiram de dentro para fora, ou seja, os criminosos teriam atirado pelo próprio vidro.

Dentro do carro, além de projéteis e estojos foram também apreendidas duas garrafas plásticas com gasolina, um boné laranja e uma camiseta azul. Entre o local da emboscada e o interior do Crossfox, foram recolhidos 33 estojos e oito fragmentos de munições cujos calibres não foram apurados. Outra informação que consta no boletim de ocorrência registrado no Plantão Norte como homicídio qualificado e tentativa de homicídio qualificado, é a de que os ocupantes do carro teriam fugido a cavalo. A estratégia seria a de, no caso de uma perseguição, fugir por onde viaturas não pudessem transitar.

O segundo carro envolvido no crime, o Ford New Fiesta branco, igualmente com placas de São Paulo, foi localizado em torno das 11h também na avenida Itavuvu, no bairro Altos da Itavuvu. Em seu interior foram apreendidas dez munições calibres 9 milímetros, das quais metade estava, deflagradas e outra metade intacta. As munições estavam distribuídas entre os assoalhos dianteiro e traseiro do lado do passageiro. Outra evidência do envolvimento desse carro com o crime é que dentro dele também havia duas garrafas plásticas, das quais uma com gasolina e outra com forte odor do mesmo produto. O carro apresentava irregularidades nas placas e o número do chassis suprimido. A numeração do chassis existente nos vidros também estava remarcada.

O crime movimentou todo policiamento, incluindo também o helicóptero Águia, da Polícia Militar, na busca pelos criminosos. Entretanto, de acordo com o capitão Vanclei Franci, chefe da Seção de Assuntos Civis do 7º Batalhão, nenhuma ação específica havia sido determinada, além de reforço policial pela Companhia da Força Tática na zona norte, com atenção voltada para a região do Habiteto.
No período da manhã, o oficial se manifestou pelo ocorrido por meio de uma nota enviada à toda imprensa, na qual lamentou a morte do soldado Sandro Luís Gomes durante a ação de criminosos, destacando que “o policial (Sandro) era um instrumento de proteção à sociedade que buscava trazer conforto, tranquilidade e segurança para o lar das pessoas”. O oficial também destacou que a sociedade precisa se unir para evitar que atos como este ocorram, e pede para que as pessoas não se corrompam diante de tais situações para que a lei seja cumprida e que os culpados paguem pelos crimes cometidos.

Foto: SEXTA FEIRA OLHA QUEM PEDIU PARA TIRAR ESSA FOTO COMIGO ,ENGRAÇADO QUE QUANDO VI A FOTO FALEI SANDRO TEM UMA LUZ NO MEIO DA GENTE ELE VIU RIU E EU FALEI É A LUZ DE"<br />
 DEUS"

o PM assassinado em foto com colega .

Tiros em casa de PM

Também na madrugada de ontem, por volta das 2h30, um policial militar lotado no 7º Batalhão, teve a casa, no bairro da Vila Haro, atingida por dois disparos de arma de fogo. Segundo informações passadas pela própria corporação, os tiros atingiram a parede próximo da porta central, e o portão. Ninguém ficou ferido.

Para a reportagem do Cruzeiro do Sul, capitão Vanclei se limitou a informar que as investigações eram feitas pelo policiamento velado da PM e Polícia Civil, sem passar mais detalhes. Ele porém disse que não descarta nenhuma hipótese, como a de algum ataque por conta de alguma facção criminosa, mas que tudo seria investigado.
O oficial disse também que não tinha condições de afirmar se o ataque que matou um policial e feriu outro pode ter alguma relação com os tiros disparados contra a casa do policial militar.

É o terceiro assassinato de PM este ano em Sorocaba


Com a morte do soldado Sandro Luiz Gomes, 35 anos, sobe para três o número de policial militar assassinado em Sorocaba nos últimos três meses, o que significa um caso por mês. Os dois primeiros casos ocorreram em 14 de fevereiro e em 2 de março, respectivamente, no Jardim Prestes de Barros e Vila Angélica.

Na primeira ocorrência, o PM aposentado Adilson Lopes, 50 anos, foi morto a tiros em frente a uma padaria na rua Emerenciano Prestes de Barros, no Jardim Prestes de Barros. Em torno de 20h o policial, que conversava com um conhecido, foi surpreendido por um homem que tinha o rosto coberto por um capuz e desceu de um Chevrolet Celta e o mandou virar de costas. Lopes foi morto com tiros de calibre ponto 40 que o atingiram nas costas, pernas e braços. O PM estava desarmado. No segundo caso, em 2 de março, o soldado Alexandre Pontes Rodrigues, 27 anos, foi morto em frente a uma barraca de pastel na feira livre da Vila Angélica. O PM teria sido transferido da capital para trabalhar administrativamente na sede do CPI/7. Ele foi surpreendido por dois homens que chegaram gritando e, em seguida, mandaram que ele colocasse a pistola no chão e a chutaram para ele não pegá-la. Na sequência deram em torno de seis tiros.

Em 2013

Em 31 de agosto do ano passado, o policial militar Kleber de Salles Coelho, 32, foi morto em assalto a uma padaria no bairro Cajuru. Ele era dono de um cybercafé vizinho à padaria. Imagens de câmera da padaria ajudaram no esclarecimento do crime. Os três acusados queriam dinheiro para dar continuidade a um churrasco numa casa no Jardim Portal do Éden, em Itu, apuraram policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG).


Os três estão presos. São Kelvin Matheus Damião da Silveira Rosa, David Henrique Carriel Bellon e Jocielson dos Santos de Jesus, vulgo Neguinho. Kelvin é quem teria feito os disparos contra o policial. 

PM morto tinha projetos sociais

O soldado Sandro Luiz Gomes, de 35 anos, estava na corporação há 11 anos, e paralelo ao seu trabalho na Banda do Comando de Policiamento do Interior (CPI/7), onde tocava trompete, desenvolvia projetos sociais com as fanfarras que dirigia em Sorocaba e em Porto Feliz.

De acordo com informações passadas pelo CPI-7, nos seus momentos de folga ele coordenava a Fanfarra Isabel Lopes Monteiro (FILM), cujo nome é o mesmo da escola estadual situada no Jardim Marcelo Augusto, região da Vila Helena, para mais de 100 crianças. Além disso, de acordo com um amigo dele, que preferiu não se identificar, Sandro levava a fanfarra para se apresentar também em Porto Feliz no Natal e Ano Novo, em eventos na praça central, como forma de chegar aos menos favorecidos.
Seu gosto pela música também o fez participar, com a FILM, de diversos concursos de fanfarras, chegando inclusive a conquistar títulos nacionais. O soldado era separado e cuidava das filhas de 14, 11 e 9 anos de idade.

Sua morte provocou centenas de manifestações de pesar no facebook do jornal Cruzeiro do Sul. Grande parte dos comentários lembrava sua dedicação aos estudantes, além da indignação pelo ato criminoso.
O velório do soldado Sandro Gomes acontece na Ossel Central, na rua Mascarenhas Camelo, na Vila Carvalho, e o sepultamento está previsto para as 11h, no cemitério Memorial Park. 

( que todo policial , deveria acordar de vez e abrir os olhos, que tipo de governo é esse ? que tipo de ordens recebe, ao reprimir manifestações, deveria pensar , este povo quer melhorias que eu tb me beneficiaria.

afinal, quando fica doente onde se trata ? é atendimento padrão FIFA ? e quando se aposentar, que tipo de aposentadoria recebe ?  depois de velho não adianta ficar se arrependendo de coisas erradas que fez , dos abusos , então pare e pense agora.

claro que amanhã o caso será apenas mais um nas estatísticas, será  apenas mais um JOÃO NINGUÉM assassinado, é isso que querem ? mesmo que prendam os responsáveis e dai ? muda alguma coisa ? )

HABITETO vira palco de guerra em SOROCABA.

  Morte de dois rapazes pela PM teria gerado o conflito – PEDRO NEGRÃO

Após um confronto que durou cerca de cinco horas entre policiais e moradores no Conjunto Habitacional Ana Paula Eleotério (Habiteto) na madrugada desta sexta-feira, a situação no bairro é de tensão. Sete viaturas estão no local, sendo três da Polícia Militar, três da Força Tática e uma da Guarda Civil Municipal.
 
Segundo o sargento Jidjá Marques, do 1º Pelotão da Força Tática, as viaturas ficarão no bairro por tempo indeterminado. “O clima está calmo. Tudo sob controle”, afirma. Porém, é possível encontrar os sinais de destruição deixados pelos confrontos que ocorreram durante a madrugada. Os carros que foram incendiados já foram retirados do local e ninguém ficou ferido.
 
O confronto começou após um protesto contra a morte de dois jovens, que trocaram tiros com policiais militares no Jardim dos Eucaliptos, na zona norte. Alguns moradores do bairro dizem a dupla teria sido executada. Por outro lado, a Polícia Militar alega que os dois rapazes teriam a intenção de matar o segurança do estabelecimento – uma retaliação da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), por conta do isolamento de um dos líderes da no Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), na Penitenciária de Presidente Bernardes.
 
Logo que a manifestação começou a avenida foi tomada por dezenas de viaturas da Polícia Militar, com policiais fortemente armados. Uma equipe protegida por escudos tentava se aproximar do local onde carros eram queimados. No entanto, rojões e outros artefatos explosivos eram lançados contra os policiais.
 
A aproximadamente 300 metros da linha de confronto, uma barreira foi formada pela PM para evitar que moradores que chegavam do trabalho pudessem entrar se aproximar da praça de guerra. Após alguns minutos, a polícia começou a agir e efetuar disparos de tiros de borracha e lançar bombas de efeito moral contra os manifestantes.

Moradores do Conjunto Habitacional Ana Paula Eleutério (Habiteto) fizeram um protesto no início da noite de ontem, na avenida Itavuvu, principal via de acesso ao bairro, que foi interditada por volta das 18h30. O protesto seria contra a morte de dois jovens, que trocaram tiros com policiais militares no Jardim dos Eucaliptos, na zona norte. Alguns moradores do bairro dizem a dupla teria sido executada. Por outro lado, a Polícia Militar alega que os dois rapazes teriam a intenção de matar o segurança do estabelecimento – uma retaliação da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), por conta do isolamento de um dos líderes da no Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), na Penitenciária de Presidente Bernardes.

Logo que a manifestação começou a avenida foi tomada por dezenas de viaturas da Polícia Militar, com policiais fortemente armados. Uma equipe protegida por escudos tentava se aproximar do local onde carros eram queimados. No entanto, rojões e outros artefatos explosivos eram lançados contra os policiais. 

A aproximadamente 300 metros da linha de confronto, uma barreira foi formada pela PM para evitar que moradores que chegavam do trabalho pudessem entrar se aproximar da praça de guerra. Neste ponto, a imprensa também foi barrada e não pôde acompanhar de perto o que estava acontecendo. A equipe do Cruzeiro do Sul ficou ao lado das viaturas do Corpo de Bombeiros e começou a assistir, de longe, a ação policial. 

Após alguns minutos, a Polícia Militar começou a agir e efetuar disparos de tiros de borracha e lançar bombas de efeito moral contra os manifestantes. O clima ficou tenso e o inesperado aconteceu. De repente, iniciou-se uma troca de tiros. 
Com pouca visibilidade, não era possível identificar de onde vinham os disparos, que eram respondidos pela polícia. Algumas balas atingiram as viaturas policiais ao lado do caminhão do Corpo de Bombeiros. 

Um policial que estava a menos de 10 metros da equipe de reportagem caiu no chão. Inicialmente, parecia que ele havia sido atingido, já que seus companheiros o colocaram rapidamente dentro de uma viatura. Alguns segundos depois, outra rajada de tiros foi disparada. Todos tentaram se proteger atrás dos veículos. Neste instante, aproximadamente 100 moradores que aguardavam para passar e chegar em casa, voltaram correndo em direção ao centro da cidade. Muitos ligavam para casa para saber informações de familiares. 
“Minha mulher e meu filho estão em casa. Eu não tenho ideia do que está acontecendo lá”, comentou um morador desesperado. 

Em seguida, o número de viaturas que já era grande começou a aumentar. Duas unidades do Samu chegaram ao local, o que levava a crer que haviam feridos no local.

Era visível a tensão entre os policiais. “Os tiros passaram muito perto. Acertaram aquela árvore”, comentou um dos oficiais do Corpo de Bombeiros, que também buscou abrigo embaixo da viatura. Neste instante, a equipe do Cruzeiro do Sul foi orientada a se retirar.
Ao se afastar ainda mais a linha de confronto, a reportagem pôde acompanhar apenas o que ocorreu em um terceiro bloqueio montado a mais de um quilômetro do local de tensão. 

Depois de mais de duas horas sem saber o que estava acontecendo no bairro, finalmente, um comandante da Guarda Civil Municipal, que também prestava apoio à operação da PM, informou que apesar da intensa troca de tiros ninguém havia se ferido gravemente. Segundo o GCM, o Subinspector Bonésio Chagas, o policial militar teria caído porque um tiro atingiu o escudo que ele carregava. “Certamente, ele se desequilibrou por conta do impacto. Mas acabei de conversar com o comandante da operação e ele garantiu que ninguém (nem morador e nem policial) foi ferido”, informou Chagas. 

Já passava das 23 horas e a situação continuava inalterada no ponto de conflito. “Pelo que conversei com o comando da PM, o bloqueio deve continuar por mais algumas horas e não está descartada nova troca de tiros. Por isso, vamos manter o bloqueio neste ponto”, informou o comandante da GCM. 

Enquanto isso, centenas de moradores aguardavam para chegar em casa. “Eu trabalho na Toyota e moro no Habiteto. Não consegui chegar a empresa e pelo jeito não vou para casa hoje”, informou André Fontanele, que havia realizado um trabalho no centro da cidade e tentava levar o carro para a empresa, antes de voltar para casa. 

Já no final da noite, uma moradora ligou para o Cruzeiro do Sul para informar que a PM estava entrando no bairro. Mas com medo de ser identificada, ela desligou o telefone antes dar qualquer informação. 
Até o fechamento desta edição, a tensão ainda prosseguia no bairro.

( pode ser aquela velha pratica já manjada, que os bandidos mandam a população protestarem e se aproveitam pra tb atacar e badernar,

usam todos como escudo, se escondem atras do povo humilde que mora ali , e claro que a PM de SOROCABA não deve ter treinamento pra isso .

se for isso , dificilmente pegarão os responsáveis pelo incitamento a baderna, e o povo fica a mercê dos dois lados.)