garota de 12 anos alcoolizada em frente a escola

este aviso vc encontra em todo lugar não é ? mas diz ai, esta porcaria adianta alguma coisa ? isso ai é pra gastar dinheiro a toa e enganar o povo trouxa que acreddita em medidas paliativas que mais enganam vc do que quer resolver.

vejam esta caso abaixo ai no vídeo e pense, tá adiantando algo ?

quer beber, se drogar, repito mil vezes, liberem alcool e drogas fora das cidades, ai cada um se mate a vontade, pois ninguém quer realmente combater o problema, pq ele da lucro politico e monetário.

policia x corintianos no PACAEMBU, guerra até quando ganha .

como sempre confusão, antes e depois do jogo, se ganha briga do mesmo jeito, imagine se perde então, vão incendiar SP ?  e não foi só no PACAEMBU, teve briga em outras cidades, RJ , MG etc.

já falei deixa o cara sem estádio, os times jogariam sem torcida, façam isso já no próximo ano, assim que iniciar os campeonatos estaduais, agora tem briga até entre pseudo torcedores do mesmo time , corintianos x corintianos ? pode isso ? vejam ai no link a selvageria http://videos.r7.com/torcedores-do-corinthians-enfrentam-a-policia-nopacaembu/idmedia/4edc923cfc9bc36e44e312e1.html

e o alcoolismo rola solto, vendem bebidas até dentro de estádios, mesmo proibido mas vende, e em 2014 será liberado , imagune a bebedeira nos jogos do BRASIL ? teve tiro com arma de fogo, depois ainda vem gente que quer que o cidadão tenha arma ,ah para ai, gente machucada, nem a imprensa escapou, uma equipe da rede tv foi agredida pela policia ,mesmo falando que tava trabalhando, até policial perde controle.

deixa o torcedor de castigo em casa, que se dane, joguem com estádios vazios, até que todos se conciêntizem de vez, na INGLATERRA fizeram isso. 

noias da USP X SKINHEADS

“Atenção drogado: se o convênio USP-PM acabar, nós que iremos patrulhar a Cidade Universitária!”

Cartazes como esses, com ameaças contra usuários de maconha e frases anticomunistas, foram afixados anteontem por skinheads na USP.

Os panfletos foram colados em pontos de ônibus na Cidade Universitária, à tarde.

A Folha encontrou restos dos papéis em dois pontos: na entrada da Faculdade de Educação e no portão principal da universidade.

A PM diz ter apreendido os cartazes com dois jovens. Eles foram abordados e tiveram os dados registrados para apuração, segundo o coronel Wellington Venezian, que comanda o policiamento na região oeste de SP.

Não foi confirmado se eles são ou não alunos da USP. Nos dias de semana, o campus tem acesso livre.

A Decradi (Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância) afirma investigar o caso e ter identificado os responsáveis.

Segundo a delegada Margarette Barreto, o grupo foi identificado como sendo um dos “movimentos de intolerância” que atuam na cidade.

Em um dos cartazes, um grupo de skinheads aparece sobre a frase: “maconheiro, aqui você não terá paz”.

No segundo, uma referência ao CCC (Comando de Caça aos Comunistas, organização de extrema-direita que atuou no regime militar) aparece com a imagem do jornalista Vladimir Herzog, morto nos porões da ditadura. Na versão dos militares, divulgada à época, Herzog se matou.

Estudantes relataram que foram ameaçados por dois skinheads anteontem, diante da Faculdade de Educação. “Vieram querendo intimidar, perguntaram se éramos contra a polícia”, afirma o aluno H., 30.

A crise da USP foi deflagrada após três alunos serem pegos com maconha. Colegas tentaram impedir a prisão. Houve confronto com a PM e os prédios da FFLCH e da reitoria foram invadidos.( já não bastava a PAULISTA, agora a USP, os skinheads querem o lugar de policia ?, seguinte, não é repressão só a maconheir0s, bem como estudantes homossexuais e outros tipos que eles não gostam.

skinhead não fuma maconha ? estranho achei que fumassem, ou estes são de outro segmento, tb tem tantos que nem da pra distinguir.)

procura-se a xerifa da ROCINHA DANÚBIA DE SOUZA RANGEL

Reprodução

Os setores de inteligência das forças policiais do Rio de Janeiro tentam descobrir a partir de denúncias anônimas o esconderijo de Danúbia de Souza Rangel, 27, namorada do ex-chefe do tráfico de drogas na Rocinha, Antônio Bonfim Lopes, o Nem, preso na semana passada. Na manhã desta quinta-feira (17), agentes do Bope (Batalhão de Operações Especiais) checaram uma informação recebida pelo Disque-Denúncia sobre um local na zona norte da cidade, porém nada encontraram.

Segundo a polícia, o comando da operação “Choque de Paz”, que ocupou as favelas da Rocinha, do Vidigal e da Chácara do Céu neste fim de semana, já está investigando outras denúncias sobre possíveis esconderijos da “xerifa da Rocinha”, como ela gostava de ser chamada na comunidade.

O nome de Danúbia consta em uma investigação da Polinter, concluída em 2009, sobre um suposto esquema de lavagem de dinheiro do tráfico. Porém, não há mandado de prisão contra a namorada de Nem.

A “xerifa da Rocinha” era temida na comunidade por conta de seu temperamento explosivo e ciumento. Segundo moradores que conversavam em um restaurante da Via Ápia na tarde desta quarta-feira (16), Danúbia odiava ser chamada de “viúva negra” (em alusão ao fato de que ela já foi namorada de dois traficantes mortos), e teria ordenado há alguns meses o espancamento de uma jovem da favela que supostamente mencionou o apelido.

A polícia trabalha com a hipótese de que a namorada de Nem teria mudado o visual a fim de facilitar a fuga da Rocinha. Há informações de que ela estaria com os cabelos pretos e curtos, e não loira como mostram todas as fotos nas quais a xerifa da Rocinha aparece esbanjando joias de ouro e outros artigos de luxo.

Na última quinta-feira (10), quando Nem foi transferido para presídio de Bangu, Danúbia foi vista na porta da Polícia Federal, chorando, ao lado do advogado do traficante.

De acordo com as investigações, Danúbia fugiu com as duas filhas do casal, Beatriz e Yasmin, antes do anúncio da ocupação policial.

Luxo e ostentação

Nem nunca poupou esforços para dar uma vida repleta de luxo e ostentação para a namorada, que já teve relacionamentos com outros dois traficantes mortos, conhecidos como Mandioca (de quem teve um filho) e Marcélio, ambos do Complexo da Maré, na zona norte do Rio. Em seu perfil numa rede social, Danúbia postava inúmeras fotos nas quais aparece com joias de ouro, roupas de marca, bebidas importadas, entre outras.

Além da extravagância da rotina de primeira dama do narcotráfico na Rocinha, a polícia acredita que todos esses gastos serviam para lavar o dinheiro do crime organizado.

Danúbia e Nem moravam em uma luxuosa casa em uma localidade conhecida como Cachopa – é necessário subir uma ladeira bastante íngreme para chegar ao imóvel. Segundo vizinhos, ambos só circulavam pela favela pilotando motos de última geração.

A residência possui deque com piscina, churrasqueira de alvenaria, banheira de hidromassagem, cômodos amplos, um terraço com vista panorâmica da favela (incluindo a Pedra da Gávea), entre outras características que destoam da realidade socioeconômica dos barracos no entorno. Em uma das paredes da casa, havia um banner com fotos sensuais da ex-primeira dama do narcotráfico da Rocinha.

Não foram poucas as transformações estéticas de Danúbia. Com o dinheiro do tráfico, ela fez pelo menos três cirurgias plásticas, sendo uma aplicação de silicone nos seios, além de visitas semanais a salões de beleza na Barra da Tijuca, bairro nobre da zona oeste do Rio. Segundo moradores, ela se exercitava regularmente em uma grande academia situada na próxima comunidade.

O corpo atlético sempre atraiu olhares velados dos homens da favela, que sabiam que qualquer reação mais instintiva poderia significar uma sentença de morte. Das várias histórias comentadas por moradores –que aos poucos se acostumam com o fim da lei do silêncio que era imposta pelo narcotráfico–, há informações sobre um homem que teria sido espancado a mando de Nem porque foi visto em uma pizzaria na companhia de Danúbia.

Em uma das fotos postadas na rede social da “xerifa da Rocinha”, ela aparece em um bar situado no segundo andar do casarão do casal, cercada por várias garrafas de uísque, vodka e outras bebidas alcoólicas.

Danúbia, que nunca escondeu a obsessão por uísque, dizia para todos que a sua marca favorita é “The Macallan” — apenas uma loja do Rio de Janeiro comercializa tal bebida, que custa cerca de R$ 900 a garrafa.

Há imagens que mostram a ex-primeira dama do tráfico na Rocinha em passeios de lancha e helicóptero, este último em Natal, no Rio Grande do Norte, feito na companhia do namorado. Outras fotos mostram Danúbia na companhia de celebridades, tais como a cantora Cláudia Leitte e a atriz Juliana Paes.

Lavagem de dinheiro

Em abril desse ano, agentes da Polinter em parceria com o Núcleo de Lavagem de Dinheiro da Polícia Civil desencadearam uma megaoperação para reprimir atividades ilícitas na favela, porém não conseguiram cumprir os mandados de prisão expedidos contra supostos laranjas de Nem. A namorada do ex-chefe do tráfico na Rocinha era uma das pessoas investigadas.

Além dela, foram citados no inquérito o líder comunitário Vanderlan Barros, conhecido como Feijão, o irmão dele, Telmo Oliveira Barros. Na época, os policiais chegaram a apreender um caminhão de gelo da empresa administrada por Feijão dentro de um estacionamento na estrada da Gávea.

Nesta quarta-feira (16), Vanderlan Barros foi detido por policiais militares durante patrulhamento na Rocinha. No entanto, após ser levado para a 15ª Delegacia de Polícia (Gávea), os policiais foram informados de que o mandado de prisão contra ele tinha sido revogado pela Justiça.

A modelo Luana Rodrigues de Sousa, 20 anos, que está desaparecida desde o dia 9 de maio 

A modelo Luana Rodrigues de Sousa, 20 anos, que está desaparecida desde o dia 9 de maio

Após se entregar à polícia, Ronaldo Patrício da Silva, suspeito pela morte da modelo Luana Rodrigues de Sousa –desaparecida no dia 9 de maio, na favela da Rocinha, zona sul do Rio de Janeiro–, afirmou ser inocente. Ronaldo acrescentou que estava sendo pressionado pelo traficante Antonio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, líder da favela preso na semana passada, a assumir a autoria do crime.

O acusado, que não possui antecedentes criminais e alegou ser mototaxista, confirmou que conhecia Luana, mas afirmou que não foi responsável pelo seu desaparecimento e morte. Segundo seu relato, o autor do crime seria outro Ronaldo: um homem conhecido como “Ronaldinho”, que seria namorado da vítima. Este homem também estaria ligado ao tráfico de drogas, razão pela qual Ronaldo Patrício afirma ter sofrido pressão dos traficantes da favela.  

O suspeito disse ainda possuir provas de que Luana estava relacionada com “Ronaldinho” e alegou que a família da modelo sustentaria sua versão.

http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/11/17/xerifa-da-rocinha-e-procurada-pela-policia-do-rio-namorada-de-nem-esbanjava-joias-em-rede-social.jhtm ( se ela ainda estiver no RJ, da pra revirar tudo e achá-la, se ela ja se enrocou com algum lider de milícia ,ai demora mais, pois as areas dominadas por elas ainda não reçebem visitas da policia e exército .)

assalto ontem em SOROCABA.

 sabado 6 da tarde, eu subia por uma rua, quando est carro desce a todo vapor, imaginei ser mais um dos motoristas que abusam de toda a velocidade pelas ruas do bairro, mas na verdae o cara estava indo charmar uma policial que mora ali,por causa de um assalto em andamento.

 novamente o carro passa por mim, a policial (esta ai da foto) desce do carro  ( foto acima) e grita policia e dispara um tiro em direção a dois assaltantes que haviam acabdo de roubar uma loja de roupas, entre as vitimas um conhecido meu, que tem de deitar no chão e ser roubado em carteira e celular.

 a loja assaltada em questão, a moto onde os dois iriam fugir estava em frente a outra loja .

 a moto sem placa traseira, se vc presencia uma moto assim meu amigo, pode apostar que coisa boa não é, se puder avise a policia.

 voltei hj ao local do assalto, me posicionei exatamente onde a polical estava no dia anterior, dai foi de onde ele atirou, a bala não pegou nos cars, que fugiram a pé, pela AV, onde minutos depois roubaram um carro de outra pessoa, mas um deles acabou sendo pego por populares, apanhou bastante, o outro conseguiu fugir no carro, vindo a ser pego em outro bairro da cidade. 

pela foto, vcs podem imaginar que o tiro podrria ter atingido um inocente,que podria estar passando la na avenida , notem pela foto.

  bem ai nesta porta estava parada a moto dos bandidos, notem que depois ja é a av, terreno vaio, por onde eles correram, a foto é de hj, voltei pra ver se tinha marca de bala em alguma parede ou nas portas, mas nada, onde foi a bala ? ainda não sei.

 assaltante na viatura o que apanhou dos populares, não consegui melhor foto, pois ora ele se abaixava dava pra ver , vi num relance que ele tava machucado na cara.

 algumas pessoas que escutei criticaram a policial, como ela da um tiro na rua com gente, bem isso foi no calor dos acontecimentos, por isso que digo que arma de fogo não é pra qualquer um.

 

USP,a grana veio rápido não ?, queria ver se fosse baderna numa escola de periferia

Reitoria da USP foi encontrada suja e com as paredes pichadas após a retirada dos estudantes

A advogada da Conlutas (Coordenação Nacional de Lutas), Eliana Lúcia Ferreira, afirmou que a organização já reuniu o dinheiro para pagar a fiança de 72 manifestantes presos após a operação de reintegração de posse na reitoria da USP (Universidade de São Paulo). Segundo ela, estão disponíveis R$ 39.240 (R$ 545 por manifestante).

Apesar de a polícia afirmar que são 73 os presos, a Conlutas trabalha com o número de 72. O dinheiro, segundo ela, foi arrecadado entre membros da organização em todo o país. A fiança, no entanto, só pode ser paga após todos os manifestantes assinarem o termo circunstanciado de ocorrência, processo que deve terminas nas próximas horas.

Há também um pedido de habeas corpus coletivo tramitando na Justiça. O advogado dos manifestantes, Vandré Ferreira, pediu a liberdade dos manifestantes na tarde desta terça.

Redução de fiança

A Polícia Civil anunciou que o valor da fiança para liberação dos estudantes detidos após a reintegração de posse, que ocorreu na manhã de hoje, foi reduzido de R$ 1.050 para R$ 545. A polícia também se corrigiu e informou que 73 alunos foram detidos -inicialmente, a corporação havia informado que eram 70.

Edvaldo Faria, coordenador da central de flagrantes da terceira delegacia da seccional oeste, disse que a decisão de reduzir o valor da fiança foi tomada “por se tratar de estudantes”. “Analisamos prós e contras e decidimos pela redução do valor. Alguns teriam de se sacrificar para pagar [a fiança]”, disse.

Indagado se a decisão foi influenciada pela manifestação que ocorre do lado de fora do 91º DP, na qual cerca de 150 estudantes pedem a liberação dos detidos, o delegado foi taxativo. “Isso foi decidido antes”, disse. O delegado também negou as acusações de que os estudantes estão sofrendo perseguição política.

Liberação

A assessoria de imprensa da Polícia Militar negou na noite desta terça-feira (8) que tenha liberado qualquer dos 73 detidos após a operação de reintegração de posse da reitoria da USP (Universidade de São Paulo), ocorrida na madrugada de hoje. , confirma também que ninguém foi liberado, assim como a Polícia Civil.

A informação da liberação foi dada pelo chefe da 3ª delegacia seccional oeste de São Paulo, Dejair Ribeiro. Segundo ele, não havia indício de participação dos três nos supostos crimes investigados (desobediência civil, dano ao patrimônio e dano ambiental). Por isso, o número de detidos permanece em 73.

Reintegração de posse

A reintegração de posse da reitoria da USP terminou por volta das 7h20 da manhã desta terça-feira. Segundo Maria Yamamoto, coronel da PM, “não houve resistência; eles foram pegos de surpresa”. Até uma estudante com uma garrafa de vinagre foi detida. Os policiais militares pensaram que a garrafa nas mãos da mulher era uma bomba caseira. A identidade da mulher não foi divulgada.

O prazo para os estudantes deixarem o edifício venceu na noite de segunda (7), às 23h. Em assembleia realizada ontem, os estudantes optaram por permanecer no prédio. Havia cerca de 600 estudantes na reunião.

Os alunos ocupam o local desde a madrugada da última quarta-feira (2), em manifestação contra a presença da Polícia Militar no campus da USP no Butantã e contra processos administrativos envolvendo funcionários da USP.

Debate sobre a PM

O debate sobre a presença da PM no campus voltou à pauta na quinta-feira (27), quando policiais abordaram três estudantes que estavam com maconha no estacionamento da faculdade de História e Geografia. A detenção gerou confusão e confronto entre estudantes e policiais -que culminou com a ocupação da FFLCH (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas) e, posteriormente, da reitoria. 

A presença dos policiais no campus -defendida pelo reitor, João Grandino Rodas, e pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB)- passou a ser mais frequente e em maior número após a morte do estudante Felipe Ramos de Paiva, em maio deste ano. Em setembro, o reitor e o governador assinaram um convênio, autorizado pelo Conselho Gestor do Campus, para regulamentar a atividade da PM na USP.

Os contrários à PM no campus dizem que a medida abre precedente para a polícia impedir manifestações políticas “que comumente ocorrem dentro do campus” e citam o episódio de junho de 2009, quando a Força Tática da PM entrou na universidade para reprimir um protesto estudantil e acabou ferindo os estudantes e jogando bombas dentro de unidades.

Como alternativa à PM, o DCE defende que a segurança do campus não seja militarizada, isto é, que seja de responsabilidade da Guarda do Campus. A entidade defende que haja mais iluminação das vias do campus e que a USP mais seja aberta à comunidade externa, aumentando a circulação de pessoas.

Uma parcela dos alunos ¿sobretudo da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) e da Escola Politénica¿ defende a presença da PM, argumentando que isso aumenta a segurança dos frequentadores do campus. ( rapidinho conseguiram fiança não ? e pra onde vai a grana paga ? hum ? e quem vai arcar com o preju causado na USP ? o povo de novo ?)

policia x estudantes da USP

Manifestantes foram surpreendidos pela PM de madrugada; pelo menos 66 pessoas acabaram detidas e levadas para a delegacia. Foto: Reprodução

O delegado Leonardo Simonato afirmou na manhã desta terça-feira (8) que os 70 manifestantes detidos no 91º DP só serão liberados após pagamento de fiança. Segundo ele, ainda não é possível estipular o valor porque a perícia não está completa. Ele afirmou que, segundo o que foi possível observar, houve desobediência civil, dano ao patrimônio e dano ambiental.

Simonato disse também que é preciso apurar se houve crime relacionado ao uso de produto restrito (por causa das bombas caseiras encontradas) e se eles podem ser enquadrados no crime de formação de quadrilha.

Na manhã de hoje, 70 pessoas foram detidas durante a reintegração de posse da reitoria da USP (Universidade de São Paulo). Os estudantes estavam no prédio desde o dia 2.

A reitoria da USP foi deixada com sujeira e pichações. Na paredes, havia frases de protesto como “”Ocupe a reitoria que existe em você. Aqui é um lugar de pensamento livre entendeu?”. A PM também encontrou sete bombas caseiras e seis caixas de foguetes. 

Em duas das salas havia uma identificação de onde os estudantes dormiram — eram placas de “alojamento” e “dormitório”. Colchões, colchonetes e objetos pessoais, como mochilas e bolsas foram deixados para trás, dando a impressão de que os manifestantes foram surpreendidos pela polícia.

Havia sujeira pelo chão e garrafas vazias de bebidas e vasilhames de cerveja em alguns cantos. Numa das salas havia também um conjunto de primeiros socorros e produtos para higiene pessoal, como pasta de dente e absorventes.

Logo na entrada, havia cadeiras e móveis empilhados, como para fazer uma barreira de resistência.

Reintegração de posse

A reintegração de posse da reitoria da USP terminou por volta das 7h20 da manhã desta terça-feira. Segundo a Maria Yamamoto, coronel da PM, “não houve resistência; eles foram pegos de surpresa”. Até uma estudante com uma garrafa de vinagre foi detida. Os policiais militares pensaram que a garrafa nas mãos da mulher era uma bomba caseira. A identidade da mulher não foi divulgada.

O prazo para os estudantes deixarem o edifício venceu na noite de segunda (7), às 23h. Em assembleia realizada ontem, os estudantes optaram por permanecer no prédio. Havia cerca de 600 estudantes na reunião.

Os alunos ocupam o local desde a madrugada da última quarta-feira (2), em manifestação contra a presença da Polícia Militar no campus da USP no Butantã e contra processos administrativos envolvendo funcionários da USP.

Debate sobre a PM

O debate sobre a presença da PM no campus voltou à pauta na quinta-feira (27), quando policiais abordaram três estudantes que estavam com maconha no estacionamento da faculdade de História e Geografia. A detenção gerou confusão e confronto entre estudantes e policiais –que culminou com a ocupação da FFLCH (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas) e, posteriormente, da reitoria. 

A presença dos policiais no campus –defendida pelo reitor, João Grandino Rodas, e pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB)– passou a ser mais frequente e em maior número após a morte do estudante Felipe Ramos de Paiva, em maio deste ano. Em setembro, o reitor e o governador assinaram um convênio, autorizado pelo Conselho Gestor do Campus, para regulamentar a atividade da PM na USP.

Os contrários à PM no campus dizem que a medida abre precedente para a polícia impedir manifestações políticas –que comumente ocorrem dentro do campus– e citam o episódio de junho de 2009, quando a Força Tática da PM entrou na universidade para reprimir um protesto estudantil e acabou ferindo os estudantes e jogando bombas dentro de unidades.

Como alternativa à PM, o DCE defende que a segurança do campus não seja militarizada, isto é, que seja de responsabilidade da Guarda do Campus. A entidade defende que haja mais iluminação das vias do campus e que a USP mais seja aberta à comunidade externa, aumentando a circulação de pessoas.

Uma parcela dos alunos –sobretudo da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) e da Escola Politénica– defende a presença da PM, argumentando que isso aumenta a segurança dos frequentadores do campus.

Os estudantes deixaram diversas marcas nas paredes da reitoria da USP e danificaram equipamentos da instituição. Foto: Edson Lopes Jr./Terra

( tudo isso começou depois que 3 estudantes foram detidos com maconha, proibido, não se discute liberar , tabu , ai temos isso , a policia na USP, tudo pago com dinheiro publico, o tempo dos pms, viaturas, balas etc, pareçe que voltamos aos anos 60, mas os protestos não são por liberdade e sim por querer fu7mar maconha em qualquer lugar.

eis o futuro do pais, se é que temos futuro, os ideias de liberdade, justiça social morreram dando lugar a protestos pra defender interesses de alguns.)