dinheiro do povo, banca SODOMA E GOMORRA DE POLÍTICOS

site O alto poder aquisitivo e a proximidade com o poder fazem de Brasília um movimentado mercado de prostituição de luxo. Políticos, empresários e lobistas que passam pela capital federal e se interessam pelo serviço seguem um ritual discreto para viabilizar os encontros com as profissionais do sexo. 

Toda a negociação é conduzida por assessores, que encontram as garotas em sites especializados na internet, semelhantes àquele em que Elize Matsunaga, a ex-prostituta que confessou ter matado e esquartejado o marido, anunciava ser uma “loirinha carinhosa”.

São os próprios assessores que buscam as garotas de programa em casa e ficam responsáveis pelo pagamento. Para os encontros, o local  preferido dos que moram ou passam parte da semana em Brasília são os flats ou apartamentos pessoais, muitas vezes funcionais. No caso dos flats, as meninas costumam deixar as bolsas na recepção, já que os clientes temem ser filmados por câmeras ou celulares.

De acordo com Flávia*, a orientação de não levar bolsa é dada assim que chegam ao local combinado. A profissional de 22 anos prefere os políticos porque eles pagam cachês maiores.

— Alguns pagam mensalmente as garotas, dão presentes, viagens e pedem até para que elas saiam do site para aumentar a discrição, ou por ciúme mesmo.

De modo geral, as garotas ganham de R$ 200 a R$ 400 por hora, dependendo do lugar do encontro. Mas esse valor pode chegar até a mais de R$ 2.000, incluindo as gorjetas.

Acompanhantes de luxo do mesmo site de Elize recusam rótulo de prostitutas

Clientes de acompanhantes de luxo gostam de mostrar poder com presentinhos

Luna Minitop, de 32 anos, cobra R$ 250 por uma hora e meia, se atender em casa, e R$ 400 se o programa for em hotéis. Com a faculdade de Psicologia trancada, trabalha como prostituta desde 2009 e atende políticos e assessores.

Ela diz que geralmente eles não se identificam quando marcam o encontro. Elas só ficam sabendo quem é o cliente quando chegam à suíte do hotel ou flat.

— Às vezes quando dizem o endereço, o número da quadra, a gente já sabe que é político.

Ela se refere às quadras onde ficam os apartamentos funcionais dos políticos que moram em Brasília. Luna, porém, prefere receber os clientes em casa, um apartamento em um prédio sem porteiro na Asa Norte, bairro nobre de Brasília.

A garota de programa já teve um caso de quatro meses com um político do Rio Grande do Norte, mas disse que nunca recebeu o pedido para tirar o seu perfil nos sites da internet.

— Nunca apareceu ninguém querendo pagar R$ 27 mil para tirar minhas fotos do ar.

Os “27 mil” são uma referência ao valor que o empresário da Yoki assassinado pela mulher, Marcos Kitano Matsunaga, teria pago por mês à amante, garota de programa, para que ela retirasse as fotos do site de acompanhantes.

Luna Minitop está em sites especializados porque considera que eles funcionam como vitrine para os clientes. E, desde o ano passado, possui também um blog pessoal de divulgação do trabalho. A ideia do blog surgiu quando Luna percebeu que essa era uma forma de aumentar o número e o “nível” dos clientes.( isso claro, bancados por nós, ou seja meu caro vc paga para os outros comerem e vc fica ai na seca) 

operações da PF em risco, e corruptos saindo livres

Após decisão do STJ, provas de quatro operações da PF estão sob forte ameaça

BRASÍLIA – Quatro grandes operações da Polícia Federal estão em risco no Superior Tribunal de Justiça (STJ). A decisão da corte de anular as provas da Operação Boi Barrica fez crescer a mobilização de importantes bancas de advocacia do eixo Rio-São Paulo-Brasília em favor dos réus apanhados nas operações Voucher, Navalha, Mãos Limpas e Caixa de Pandora. Em todos esses casos, já há no STJ recursos nos mesmos moldes do que obteve sucesso e anulou a Boi Barrica.

Entre os personagens acusados de corrupção e desvio de dinheiro público que esperam fulminar as provas obtidas pela Polícia Federal estão os ex-governadores do Distrito Federal José Roberto Arruda (sem partido), preso na Operação Caixa de Pandora, e do Amapá, Pedro Paulo Dias (PP), apanhado pela Operação Mãos Limpas, além dos envolvidos na Operação Voucher, que derrubou a cúpula do Ministério do Turismo.

‘Pedi a anulação de todo o inquérito. A maior prova da inocência do meu cliente (José Roberto Arruda) é que até hoje o Ministério Público não o denunciou’, afirmou o criminalista Nélio Machado. Ele alega vícios no processo, entre os quais grampos ilegais e espera que a jurisprudência do STJ contribua para o descarte das provas. ‘Toda decisão que reconhece ilegalidade e abuso na coleta de provas gera jurisprudência nova’, enfatizou.

Segundo Machado, Arruda sofreu devassa completa em sua vida, a partir dos grampos ilegais de um criminoso – o ex-secretário de Relações Institucionais do DF Durval Barbosa, delator do esquema conhecido como ‘mensalão do DEM’. ‘As demais interceptações estão fora de contexto e derivam de uma prova inicial viciada’, acrescentou. A seu ver, embora não possa fazer analogia com o caso de Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), cuja decisão não conhece integralmente, ele disse que ‘foram violadas as garantias constitucionais’ do ex-governador Arruda.

Boi Barrica. No caso da Boi Barrica, os ministros da 6.ª Turma do tribunal consideraram ilegais interceptações telefônicas feitas durante as investigações, o que no entender do STJ contamina as provas contra os réus, entre os quais Fernando Sarney, acusado de crimes financeiros e lavagem de dinheiro.

Aguardam ansiosos na fila os réus da Operação Voucher, que pôs na cadeia, em agosto, a cúpula do Ministério do Turismo. ‘A Justiça e a polícia não podem passar por cima da lei e sair ampliando o tempo e o leque de interceptações como se fossem filhotes’, criticou o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakai, que atuou na defesa do ex-secretário executivo do Turismo Frederico Silva da Costa, o Fred, preso e apontado como cabeça do esquema.

O advogado aponta ‘fraude na interpretação do áudios’ de conversa telefônica em que Fred ensina o empresário Fábio de Mello a montar um instituto para receber recursos públicos e ressalta que ‘o importante é a fachada’.

Ele disse que foi ‘absurda’ a interpretação dada pelo delegado encarregado do inquérito. ‘Criou-se a figura do tira hermeneuta, aquele que se dá o direito de fazer interpretações dos grampos conforme seu bel-prazer’, criticou. Embora não esteja mais no caso, ele espera que o STJ, à luz da nova jurisprudência, absolva o acusado.

Realizada em 2007, a Operação Navalha levou 46 pessoas à prisão, entre elas os o ex-governador do Maranhão José Reinaldo Tavares e o empresário Zuleido Veras, dono da empreiteira Gautama, pivô de um esquema de desvio de dinheiro de obras públicas.

A produção de provas também envolveu grampos telefônicos e o advogado Alberto Toron está convencido de que vários deles foram ilegais. ‘Toda medida invasiva reclama a adequada fundamentação e rigor na análise do juiz que a determina, o que não tem ocorrido’, afirmou. ‘Na Navalha houve também abusos, inclusive numa busca realizada no escritório do procurador-geral do Maranhão com base em grampo.’ No caso da Operação Mãos Limpas, o advogado Cícero Bordalo Júnior também pediu a anulação das provas contra o ex-governador Pedro Paulo Dias e o ex-senador Waldez Goes, alegando, entre outras coisas, irregularidades nas interceptações ( é meus amigos, se vc é pobre, ai não tem esta de interpretação errada, absurdos na abordagem, prisão ilegal etc , vc vai em cana e fica preso, se não tiver din din, advogado bom de papo.

e esta gente ainda pode voltar a concorrer a eleições e o povo cabeça oca, memória curta ainda vota neles.

assim caminha a humanidade)

quanto ja pagamos de impostos, e quanto custa cada politico no pais.

Cada sorocabano pagou R$ 2.779,28 em impostos neste ano, informa o portal do Impostômetro. OCada sorocabano pagou R$ 2.779,28 em impostos neste ano, informa o portal do Impostômetro. O valor, ainda de acordo com o portal, corresponde a 86,2% do total de R$ 3.223,25 pagos pelos moradores da cidade durante todo o passado.

Na manhã de ontem, por volta das 11h30, o painel do Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) atingiu a marca de R$ 1 trilhão pagos em impostos pelos brasileiros e um apitaço foi feito em diversas partes do Estado como forma de protesto. O presidente da Associação Comercial de Sorocaba e Região (Acso), Nilton da Silva Cesar destaca que a marca foi atingida 35 dias antes do que o registrado no ano passado.

Como forma de levar informação às pessoas, a entidade montou na praça Coronel Fernando Prestes uma tenda com o “Feirão do Imposto”. No local foram colocados produtos com os preços pagos pelos consumidores e o valor correspondente dos impostos recolhidos aos cofres públicos.

No Estado de São Paulo, apontam informações do portal, cada cidadão pagou, em média, R$ 2.018, quase R$ 700 a menos do que Sorocaba. Se a comparação é feita tendo como base a capital paulista, São Paulo, os valores são semelhantes. Os paulistanos, até agora, tiveram arrecadação per capita média de R$ 2.776. Total assusta Para as amigas Joana Silva e Heleni de Oliveira, ambas com 55 anos, o valor pago em impostos causa espanto.

 “A gente sabe que tem imposto em tudo mas R$ 2.700 é muito dinheiro”, lamenta Joana. Auxiliar em serviços gerais, ela diz que se pudesse, usaria o valor para terminar a reforma de sua casa. Os recursos arrecadados pelo governo por meio dos tributos devem ser usados para custear gastos públicos com educação, saúde e transporte, por exemplo. “O pior é que quando a gente precisa de um hospital, cirurgia ou até mesmo uma boa escola para os filhos, não temos”, aponta Joana.

 Para Heleni o pior de pagar altos impostos também está no fato de não haver uma resposta satisfatória por parte do governo. “Eu concordo quando ela fala da falta de qualidade na saúde e na educação. Eu acho que é nisso que o pobre mais sofre”, diz ela. Assim como Joana, Heleni também tem está com a construção da casa paralisada por falta de dinheiro. “A gente vai fazendo aos poucos conforme sobra dinheiro. Acho que R$ 2.700 resolveria boa parte do problema”, afirma.

Estão por toda a parte “Nós pagamos impostos em tudo. Até o consumidor que não é contribuinte paga impostos nas relações de consumo”, afirma o advogado especialista em Direito Tributário e coordenador da unidade Sorocaba do Instituto Brasileiro de Estudos Tributários (Ibet), Rodrigo Dalla Pria.

 Isso porque, como ele explica, a maior parte dos impostos incide sobre o próprio consumo. Como exemplo desses tributos, o advogado cita o Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) e o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). “São impostos que não aparecem, estão embutidos no preço dos produtos e quem arca é sempre o consumidor final”, afirma o advogado. Há ainda tributos que são pagos pelos chamados contribuintes.

Esses, comenta Pria, são fixados pela renda, ganho de patrimônio ou simples propriedade de um determinado bem como veículos e imóveis. Aqui o Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) e o Imposto sobre a Propriedade de Veículo Automotor (IPVA) são os exemplos mais lembrados, diz o tributarista. Transparência é constitucional Saber exatamente o quanto se paga em impostos na compra de um determinado bem ou contratação de serviço é uma garantia constitucional, diz Pria. Isso significa que a Constituição Federal – a principal lei do País – garante esse direito a todos os brasileiros. Para regulamentar a determinação e especificar como a medida será cumprida, um projeto de lei tramita no Congresso Federal há mais de quatro.

Como forma de pressionar os parlamentares brasileiros, a Associação Comercial de São Paulo elaborou um documento oficial em nome dos empresários paulistas que são a favor do projeto. O documento foi enviado ontem para o Legislativo Federal. O texto já foi aprovado pelo Senado e agora aguarda votação na Câmara dos Deputados. valor, ainda de acordo com o portal, corresponde a 86,2% do total de R$ 3.223,25 pagos pelos moradores da cidade durante todo o passado. Na manhã de ontem, por volta das 11h30, o painel do Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) atingiu a marca de R$ 1 trilhão pagos em impostos pelos brasileiros e um apitaço foi feito em diversas partes do Estado como forma de protesto.

O presidente da Associação Comercial de Sorocaba e Região (Acso), Nilton da Silva Cesar destaca que a marca foi atingida 35 dias antes do que o registrado no ano passado. Como forma de levar informação às pessoas, a entidade montou na praça Coronel Fernando Prestes uma tenda com o “Feirão do Imposto”. No local foram colocados produtos com os preços pagos pelos consumidores e o valor correspondente dos impostos recolhidos aos cofres públicos.

No Estado de São Paulo, apontam informações do portal, cada cidadão pagou, em média, R$ 2.018, quase R$ 700 a menos do que Sorocaba. Se a comparação é feita tendo como base a capital paulista, São Paulo, os valores são semelhantes. Os paulistanos, até agora, tiveram arrecadação per capita média de R$ 2.776.
 
Total assusta
 

Para as amigas Joana Silva e Heleni de Oliveira, ambas com 55 anos, o valor pago em impostos causa espanto. “A gente sabe que tem imposto em tudo mas R$ 2.700 é muito dinheiro”, lamenta Joana. Auxiliar em serviços gerais, ela diz que se pudesse, usaria o valor para terminar a reforma de sua casa. Os recursos arrecadados pelo governo por meio dos tributos devem ser usados para custear gastos públicos com educação, saúde e transporte, por exemplo. “O pior é que quando a gente precisa de um hospital, cirurgia ou até mesmo uma boa escola para os filhos, não temos”, aponta Joana.

Para Heleni o pior de pagar altos impostos também está no fato de não haver uma resposta satisfatória por parte do governo. “Eu concordo quando ela fala da falta de qualidade na saúde e na educação. Eu acho que é nisso que o pobre mais sofre”, diz ela. Assim como Joana, Heleni também tem está com a construção da casa paralisada por falta de dinheiro. “A gente vai fazendo aos poucos conforme sobra dinheiro. Acho que R$ 2.700 resolveria boa parte do problema”, afirma.
 
Estão por toda a parte
 

“Nós pagamos impostos em tudo. Até o consumidor que não é contribuinte paga impostos nas relações de consumo”, afirma o advogado especialista em Direito Tributário e coordenador da unidade Sorocaba do Instituto Brasileiro de Estudos Tributários (Ibet), Rodrigo Dalla Pria. Isso porque, como ele explica, a maior parte dos impostos incide sobre o próprio consumo.

Como exemplo desses tributos, o advogado cita o Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) e o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). “São impostos que não aparecem, estão embutidos no preço dos produtos e quem arca é sempre o consumidor final”, afirma o advogado.

Há ainda tributos que são pagos pelos chamados contribuintes. Esses, comenta Pria, são fixados pela renda, ganho de patrimônio ou simples propriedade de um determinado bem como veículos e imóveis. Aqui o Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) e o Imposto sobre a Propriedade de Veículo Automotor (IPVA) são os exemplos mais lembrados, diz o tributarista.
 
Transparência é constitucional
 

Saber exatamente o quanto se paga em impostos na compra de um determinado bem ou contratação de serviço é uma garantia constitucional, diz Pria. Isso significa que a Constituição Federal – a principal lei do País – garante esse direito a todos os brasileiros. Para regulamentar a determinação e especificar como a medida será cumprida, um projeto de lei tramita no Congresso Federal há mais de quatro. Como forma de pressionar os parlamentares brasileiros, a Associação Comercial de São Paulo elaborou um documento oficial em nome dos empresários paulistas que são a favor do projeto. O documento foi enviado ontem para o Legislativo Federal. O texto já foi aprovado pelo Senado e agora aguarda votação na Câmara dos Deputados. ( tb pudera, vejam no video abaixo , quanto custa um politico ao ano.

ACORDA BRASIL, TOMEMOS O PODER.