filha do LULA MOLUSCO, manda o pais tomar naquela lugar e ai povo ?

e o povo faz o quê ? futebol, cerveja, praia, BBB, tb povo adora tomar desde 1500 e não reage.

mas tb o roupinha mais chinfrim heim ? a VAL MARCHIORI se mandasse o pais tomar no zero, estaria usando um vestido de gala , olha o modelito da princesa do LULINHA.

sobrinho de ZECA DO PT, tira sarro do povo, chuva de porradas nele galera.

tinha que pegar este corno, baitola, dar uma bela de uma surra de pau, deixar pelado, e jogar num avião pra fora do BRASIL.

lixo como estes não precisamos aqui, vai tirar sarro do povo numa quebrada, quero ver se é macho pra isso.

o povo é acusado da maioria da violência do estado vc concorda ?

Ao contrário do que geralmente se supõe, grande parte dos assassinatos no Estado de São Paulo não é cometida por bandidos e sim por cidadãos comuns. As mortes em questão não ocorrem por causa de drogas ou assaltos, elas acabam acontecendo durante situações banais como brigas em bares, discussões no trânsito ou entre vizinhos. Conforme informações do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), 83,03% dos assassinatos no Estado são cometidos por motivo fútil e/ou impulso. Com base nessa informação, o Conselho Nacional do Ministério Público lançou a campanha “Conte até 10”, que visa sensibilizar a sociedade com o objetivo de evitar esse tipo de crime, que acontece em função da banalização da violência, da falta de tolerância, da ação impensada no momento da raiva. Daí a proposta de contar até dez e manter o controle (www.conteate10.cnmp.gov.br). 

A iniciativa, que conta com parceria da Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública (Enasp), do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Ministério da Justiça, tem sido divulgada na mídia de forma geral e também ganhará as escolas. O tema será trabalhado nas instituições de ensino, em parceria com o Ministério da Educação (MEC), com a proposta de mostrar para os estudantes como dizer não à violência e preservar a vida. 

No Caderno de Domingo de hoje, a reportagem mostra histórias de pessoas que foram vítimas de crimes fúteis, também estampa depoimentos sobre como é o dia a dia de quem trabalha diretamente com a violência, aborda ainda os motivos que podem levar alguém a cometer um crime, e as formas de evitar a violência, problema que preocupa cada vez mais a sociedade. Afinal, os números podem levar à conclusão de que qualquer um é capaz de matar, dependendo das circunstâncias.

Impulsividade ou motivo fútil provocaram 83% dos assassinatos registrados em SP

As pessoas hoje em dia são muito cobradas, estão sempre apressadas, impacientes umas com as outras, o que as torna agressivas, então, um simples acidente de trânsito pode ter consequências sérias

Há exatos 20 anos Leonel Domingues e a esposa Mercedes convivem com a perda de um filho, que foi assassinado por motivo banal. Marcão, como era conhecido, era alegre, tinha muitos amigos e adorava música. Seu hobby era tocar em festas e barzinhos. Em 1993, quando tinha 27 anos de idade, Marcão estava em um momento muito bom de sua vida. Tinha três anos de casado e sua filha havia acabado de nascer. Conforme depoimento de amigos, ele estava tocando em um barzinho na Vila Assis quando acabou discutindo com um rapaz que estava sendo inconveniente. Minutos depois, o rapaz voltou ao local e o atingiu com um disparo, tirando sua vida. No Estado de São Paulo, 83,03% dos homicídios são por impulso e/ou motivo fútil, conforme informações do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Os dados são relativos a 2011 e 2012*.

Os homicídios cometidos por impulso, classificados especificamente por essa pesquisa – cuja divulgação partiu do Conselho Nacional do Ministério Público -, são aqueles que estão associados à atuação impulsiva do autor do crime, sem a pretensão, porém, de se chegar a resultados precisos. Nesta situação estão, por exemplo, os homicídios decorrentes de brigas em bares, discussões no trânsito ou entre vizinhos. Em algumas das categorias classificadas como impulso não é possível excluir, por completo, a hipótese de premeditação dos crimes, já que o critério que se pretendeu isolar (impulso) não aparece nas estatísticas oficiais. Estão ainda incluídos nesse rol crimes praticados por homofobia, intolerância religiosa, racismo, desavenças em geral, vingança, violência doméstica e conflito agrário. São crimes cometidos por cidadãos comuns e não bandidos, como geralmente se supõe, o que pode levar à conclusão de que qualquer um é capaz de matar, dependendo das circunstâncias.

A escrivã de polícia e professora de Direito Penal Valquíria Belomo de Arruda Corrêa desenvolveu um estudo sobre o criminoso e os efeitos da criminalidade para a população e, conforme ela, a histeria coletiva colabora para produzir o crime. “As pessoas hoje em dia são muito cobradas, estão sempre apressadas, impacientes umas com as outras, o que as torna agressivas, então um simples acidente de trânsito pode ter consequências sérias”, observa.

Valquíria explica que a criminologia, ciência que estuda o homem criminoso e a criminalidade, usa como parâmetro a teoria biopsicossocial, que entende que todos os indivíduos têm uma base biológica com maior ou menor capacidade de cometer um crime, em decorrência de alguma patologia, enfermidade, disfunção ou transtorno orgânico; além disso existe a parte psicológica, que envolve o modo como a pessoa entende a vida e o que ela aprendeu sobre a vida. “A conduta criminosa também pode resultar de processos psíquicos anormais (psicopatologias) ou vivências subconscientes de um passado remoto (psicanálise)”, diz Valquíria. A teoria ainda engloba a parte social. “A influência do meio social é muito forte no indivíduo. Se a pessoa mora no meio do crime, ela terá uma tendência a achar normal o crime”, afirma Valquíria. “Dependendo de como for essa combinação biopsicossocial, você pode criar um criminoso”, alerta.

Em resumo, as causas do crime envolvem fatores endógenos (biológicos e psicológicos) e exógenos (sociais). “Também está provado que alguns fatores bioquímicos podem interferir na violência e consequentemente na realização de uma conduta criminosa. A exemplo o uso de drogas e álcool, a tensão pré-menstrual, o estresse e a existência de alterações orgânicas”, explica.

Alguns fatores sócio-econômicos, em dadas circunstâncias, podem também exercer influência sobre o indivíduo, como a ignorância, a fome, a escassez de recursos, a falta de oportunidades, o desemprego, a contração de dívidas e outros, sem contar a forte influência exercida pelos hábitos arraigados em determinados grupos. “Todos estamos sujeitos a praticar crimes. Como num acidente de trânsito, em que ninguém está incólume de participar, ou numa reação atípica, estressada, diante de uma ofensa”, diz.

Valquíria explica que a grande parte da população que, em regra, não é habituada a cometer crimes, faz parte da classificação de “criminosos acidentais” (conforme Edmur Aguiar Withaker), ou “ocasionais” de acordo com Cícero Christiano de Souza. “Esse estilo de indivíduo somente cometerá crimes em circunstâncias extremas, ou diante de fatores imprevisíveis à sua conduta”, afirma.

A professora de Direito Penal ainda esclarece que os criminosos acidentais são pessoas relacionadas ao homem médio (trabalhadores, que formam família, respeitam as regras) e que, numa situação anormal, sem planejamento, mas como reação, podem praticar um crime. “Não por hábito, mas por resposta frente à situação”, observa.

Há outros tipos de classificação de criminosos, mas que não se encaixam nos crimes tidos como fúteis, foco desta reportagem, porém Valquíria exemplifica: tem os crimes praticados por pessoas com personalidades delinquenciais, que são indivíduos que escolhem e seguem carreiras criminosas visando sobrevivência e ganho material, de forma habitual e rotineira. Também há aqueles crimes praticados por pessoas com personalidades delinquenciais psicopáticas, que são indivíduos portadores de distúrbios que, embora os impulsionem a fazer coisas estranhas, ainda guardam discernimento dos atos que praticam (estupradores, pedófilos, assassinos seriais, etc). “Somente exame psiquiátricos bem fundamentados podem classificar tais personalidades”, esclarece.

Há ainda os criminosos psicóticos, que são pessoas que têm o raciocínio totalmente tomado pela “doença”, e por esse motivo não têm consciência no agir, estando com seu poder de escolha prejudicado, e exatamente por isso, não respondem criminalmente, a não ser mediante imposição de tratamento. “Em suma, manter uma base emocional sólida, acompanhar a formação dos filhos, evitar transtornos desnecessários, buscar um estilo de vida simples, respeitar as legislações (que buscam o controle social e o bem comum) e, principalmente respeitar os direitos e bens alheios (integridade, privacidade, liberdade, tranquilidade, etc) são pequenas dicas para evitar o envolvimento com o crime”, orienta.

* Apesar de solicitado, a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) não divulgou informações específicas de Sorocaba. Conforme a assessoria, os dados que podem ser passados para a população estão no site da SSP, o que não consta na página não pode ser divulgado.  ( por isso que tem policia estressada, alem de se preocupar com bandido, ainda tem o cidadão comum, hj por ex tem futebol, lá vai policia ter de ficar de olho nos pseudo torcedores nos estádios.

o povo grita contra a violência dos marginais, mas nada diz sobre a sua própria.)

congressista brasileiro é o segundo mais caro do mundo, apanha povo mole

O congressista brasileiro é o segundo mais caro em um universo de 110 países, mostram dados de um estudo realizado pela ONU (Organização das Nações Unidas) em parceria com a UIP (União Interparlamentar).
 
 
Cada um dos 594 parlamentares do Brasil –513 deputados e 81 senadores– custa para os cofres públicos US$ 7,4 milhões por ano.
 

Para permitir comparações, o estudo usa dados em dólares, ajustados pela paridade do poder de compra –um sistema adotado pelo Banco Mundial para corrigir discrepâncias no custo de vida em diferentes países.
O custo brasileiro supera o de 108 países e só é menor que o dos congressistas dos Estados Unidos, cujo valor é de US$ 9,6 milhões anuais.
Com os dados extraídos do estudo da ONU e da UIP, a Folha dividiu o orçamento anual dos congressos pelo número de representantes — no caso de países bicamerais, como o Brasil e os EUA, os dados das duas Casas foram somados. O resultado não corresponde, portanto, apenas aos salários e benefícios recebidos pelos parlamentares.
Mas as verbas a que cada congressista tem direito equivalem a boa parte do total. No Brasil, por exemplo, salários, auxílios e recursos para o exercício do mandato de um deputado representam 22% do orçamento da Câmara.
Entre outros benefícios, deputados brasileiros recebem uma verba de R$ 78 mil para contratar até 25 assessores. Na França –que aparece em 17º lugar no ranking dos congressistas mais caros– os deputados têm R$ 25 mil para pagar salários de no máximo cinco auxiliares.
Assessores da presidência da Câmara ponderam que a Constituição brasileira é recente, o que exige uma produção maior dos congressistas e faz com que eles se reúnam mais vezes –na Bélgica, por exemplo, os deputados só têm 13 sessões por ano no plenário. No Brasil, a Câmara tem três sessões deliberativas por semana.
No total, as despesas do Congresso para 2013 representam 0,46% de todos os gastos previstos pela União. O percentual é próximo à média mundial, de 0,49%.
Em outra comparação, que leva em conta a divisão do orçamento do Congresso por habitante, o Brasil é o 21º no ranking, com um custo de cerca de US$ 22 por brasileiro. O líder nesse quesito é Andorra, cujo parlamento custa US$ 219 por habitante.
O estudo foi publicado em 2012, com dados de 2011. O Brasil não consta no documento final porque o Senado atrasou o envio dos dados, que foram padronizados nos modelos do relatório e repassados à Folha pela UIP.
Ao todo, a organização recebeu informações de 110 dos 190 países que têm congresso. Alguns Estados com parlamentos numerosos, como a Itália, não enviaram dados.

Custo dos parlamentares pelo mundo
  PAÍS CUSTO POR PARLAMENTAR (Orçamento/nº de parlamentares, em US$, com paridade de poder de compra) ORÇAMENTO (US$, com paridade de poder de compra) MEMBROS
EUA 9.570.093,46  5.120.000.000,00  535
Brasil 7.432.814,24  4.415.091.657,00  594
Nigéria 4.357.653,60  2.043.739.537,05  469
Coreia do Sul 2.091.915,75  625.482.810,00  299
Argentina 1.917.506,91  630.859.774,38  329
Japão 1.863.072,99  1.345.138.700,15  722
México 1.777.936,06  1.116.543.847,77  628
Venezuela 1.734.773,86  286.237.687,12  165
Israel 1.401.305,67  168.156.680,48  120
10º Chile 1.300.040,28  205.406.364,63  158
11º Alemanha 1.191.851,44  821.185.642,18  689
12º Colômbia 1.158.565,46  310.495.543,16  268
13º República Dominicana 1.142.232,15  245.579.911,25  215
14º Angola 1.137.324,50  250.211.389,97  220
15º Bélgica 1.116.683,85  246.787.131,17  221
16º Costa Rica 1.099.075,08  62.647.279,35  57
17º França 1.079.852,36  998.863.435,54  925
18º Uruguai 1.077.124,35  140.026.165,26  130
19º Filipinas 998.650,24  310.580.223,40  311
20º Emirados Árabes 986.662,97  39.466.518,88  40
21º Canadá 976.939,04  403.475.825,46  413
22º Turquia 941.801,88  517.991.036,43  550
23º Nova Zelândia 921.759,69  112.454.682,73  122
24º Grécia 913.714,07  274.114.221,07  300
25º Indonésia 866.241,04  485.094.979,63  560
26º Quênia 841.337,34  188.459.563,53  224
27º Trinidad e Tobago 829.928,39  60.584.772,16  73
28º Tailândia 822.990,38  534.943.748,13  650
29º Portugal 785.087,00  180.570.009,84  230
30º Áustria 741.492,17  181.665.582,73  245
31º Finlândia 726.626,88  145.325.375,26  200
32º Dinamarca 684.358,03  122.500.087,98  179
33º Andorra 672.999,04  18.843.973,23  28
34º Noruega 629.007,73  106.302.307,01  169
35º Polônia 578.557,13  323.991.995,07  560
36º Ucrânia 573.127,62  257.907.430,07  450
37º Líbano 530.701,81  67.929.831,52  128
38º Luxemburgo 520.679,18  31.240.751,04  60
39º Austrália 519.494,78  117.405.819,64  226
40º Benin 516.426,19  42.863.373,36  83
41º Uganda 515.494,92  198.981.040,99  386
42º Nicarágua 511.116,51  47.022.718,66  92
43º Camboja 497.271,28  91.497.915,20  184
44º Suécia 480.281,42  167.618.215,27  349
45º Zâmbia 440.191,93  69.550.324,33  158
46º Tanzânia 433.482,25  154.753.163,62  357
47º Chipre 415.264,94  33.221.195,23  80
48º Bósnia-Herzegovina 414.020,49  23.599.167,82  57
49º República Tcheca 410.560,00  115.367.361,10  281
50º Congo 390.347,41  79.240.524,29  203
51º Burkina Faso 385.517,65  42.792.458,94  111
52º Romênia 374.813,00  176.536.923,45  471
53º Índia 374.803,91  296.095.092,11  790
54º Eslováquia 374.201,87  56.130.280,31  150
55º Lituânia 372.252,78  52.487.641,98  141
56º Reino Unido 360.601,86  532.608.947,51  1477
57º Eslovênia 344.329,33  44.762.812,68  130
58º Camarões 342.295,65  61.613.217,68  180
59º Cingapura 337.378,72  33.400.493,13  99
60º Argélia 336.993,72  179.617.654,94  533
61º Espanha 332.642,49  204.242.485,89  614
62º Estônia 330.901,27  33.421.028,72  101
63º Letônia 329.476,47  32.947.647,02  100
64º Bulgária 325.717,41  78.172.178,18  240
65º Hungria 322.289,04  124.403.569,35  386
66º Azerbaijão 313.403,60  39.175.449,43  125
67º Micronésia 302.481,23  4.234.737,16  14
68º Suíça 298.731,21  73.487.877,05  246
69º Georgia 288.508,81  43.276.320,80  150
70º Macedônia 287.733,63  35.391.235,96  123
71º Namíbia 287.418,37  29.891.510,60  104
72º Ruanda 287.401,03  30.464.509,06  106
73º Timor-Leste 282.822,02  18.383.431,55  65
74º Maláui 255.925,05  49.393.534,34  193
75º Islândia 253.620,91  15.978.117,48  63
76º Chade 250.836,71  47.157.302,19  188
77º Croácia 250.533,66  37.830.582,60  151
78º Mali 235.911,82  34.679.038,22  147
79º Albânia 217.764,33  30.487.006,71  140
80º Maldivas 211.947,56  16.319.962,06  77
81º Montenegro 180.454,58  14.616.820,85  81
82º Paquistão 179.100,58  79.162.456,60  442
83º Sudão 176.074,34  67.964.695,49  386
84º Belarus 164.017,69  28.539.077,92  174
85º Burundi 153.481,32  22.561.754,05  147
86º Guiné Equatorial 144.953,00  14.495.300,19  100
87º Malásia 144.516,29  42.198.757,69  292
88º Gana 141.917,48  32.641.021,07  230
89º Suriname 138.111,68  7.043.695,43  51
90º Jamaica 136.769,98  11.488.678,11  84
91º Sri Lanka 135.498,43  30.487.147,51  225
92º Bangladesh 122.601,06  42.910.371,36  350
93º Togo 122.486,88  9.921.437,29  81
94º Liechtenstein 120.679,01  3.016.975,28  25
95º Jordânia 114.142,06  20.545.570,20  180
96º Lesoto 112.719,07  17.246.017,39  153
97º Maurício 112.372,48  7.753.701,41  69
98º Moldávia 107.182,90  10.825.472,96  101
99º Armênia 100.169,24  13.122.170,71  131
100º Djibuti 98.184,07  6.381.964,71  65
101º Tonga 92.725,79  2.596.322,02  28
102º Mauritânia 91.966,53  13.886.945,31  151
103º Seychelles 89.284,31  3.035.666,69  34
104º Malta 88.480,01  6.105.120,38  69
105º Gâmbia 83.481,56  4.424.522,84  53
106º São Tomé e Príncipe 81.936,13  4.506.487,29  55
107º São Vicente e Granadinas 78.969,51  1.816.298,72  23
108º Serra Leoa 56.026,86  6.947.330,38  124
109º Laos 46.326,80  6.115.138,17  132
110º Etiópia 33.964,87  23.164.042,43  682

quanto ja pagamos de impostos, e quanto custa cada politico no pais.

Cada sorocabano pagou R$ 2.779,28 em impostos neste ano, informa o portal do Impostômetro. OCada sorocabano pagou R$ 2.779,28 em impostos neste ano, informa o portal do Impostômetro. O valor, ainda de acordo com o portal, corresponde a 86,2% do total de R$ 3.223,25 pagos pelos moradores da cidade durante todo o passado.

Na manhã de ontem, por volta das 11h30, o painel do Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) atingiu a marca de R$ 1 trilhão pagos em impostos pelos brasileiros e um apitaço foi feito em diversas partes do Estado como forma de protesto. O presidente da Associação Comercial de Sorocaba e Região (Acso), Nilton da Silva Cesar destaca que a marca foi atingida 35 dias antes do que o registrado no ano passado.

Como forma de levar informação às pessoas, a entidade montou na praça Coronel Fernando Prestes uma tenda com o “Feirão do Imposto”. No local foram colocados produtos com os preços pagos pelos consumidores e o valor correspondente dos impostos recolhidos aos cofres públicos.

No Estado de São Paulo, apontam informações do portal, cada cidadão pagou, em média, R$ 2.018, quase R$ 700 a menos do que Sorocaba. Se a comparação é feita tendo como base a capital paulista, São Paulo, os valores são semelhantes. Os paulistanos, até agora, tiveram arrecadação per capita média de R$ 2.776. Total assusta Para as amigas Joana Silva e Heleni de Oliveira, ambas com 55 anos, o valor pago em impostos causa espanto.

 “A gente sabe que tem imposto em tudo mas R$ 2.700 é muito dinheiro”, lamenta Joana. Auxiliar em serviços gerais, ela diz que se pudesse, usaria o valor para terminar a reforma de sua casa. Os recursos arrecadados pelo governo por meio dos tributos devem ser usados para custear gastos públicos com educação, saúde e transporte, por exemplo. “O pior é que quando a gente precisa de um hospital, cirurgia ou até mesmo uma boa escola para os filhos, não temos”, aponta Joana.

 Para Heleni o pior de pagar altos impostos também está no fato de não haver uma resposta satisfatória por parte do governo. “Eu concordo quando ela fala da falta de qualidade na saúde e na educação. Eu acho que é nisso que o pobre mais sofre”, diz ela. Assim como Joana, Heleni também tem está com a construção da casa paralisada por falta de dinheiro. “A gente vai fazendo aos poucos conforme sobra dinheiro. Acho que R$ 2.700 resolveria boa parte do problema”, afirma.

Estão por toda a parte “Nós pagamos impostos em tudo. Até o consumidor que não é contribuinte paga impostos nas relações de consumo”, afirma o advogado especialista em Direito Tributário e coordenador da unidade Sorocaba do Instituto Brasileiro de Estudos Tributários (Ibet), Rodrigo Dalla Pria.

 Isso porque, como ele explica, a maior parte dos impostos incide sobre o próprio consumo. Como exemplo desses tributos, o advogado cita o Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) e o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). “São impostos que não aparecem, estão embutidos no preço dos produtos e quem arca é sempre o consumidor final”, afirma o advogado. Há ainda tributos que são pagos pelos chamados contribuintes.

Esses, comenta Pria, são fixados pela renda, ganho de patrimônio ou simples propriedade de um determinado bem como veículos e imóveis. Aqui o Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) e o Imposto sobre a Propriedade de Veículo Automotor (IPVA) são os exemplos mais lembrados, diz o tributarista. Transparência é constitucional Saber exatamente o quanto se paga em impostos na compra de um determinado bem ou contratação de serviço é uma garantia constitucional, diz Pria. Isso significa que a Constituição Federal – a principal lei do País – garante esse direito a todos os brasileiros. Para regulamentar a determinação e especificar como a medida será cumprida, um projeto de lei tramita no Congresso Federal há mais de quatro.

Como forma de pressionar os parlamentares brasileiros, a Associação Comercial de São Paulo elaborou um documento oficial em nome dos empresários paulistas que são a favor do projeto. O documento foi enviado ontem para o Legislativo Federal. O texto já foi aprovado pelo Senado e agora aguarda votação na Câmara dos Deputados. valor, ainda de acordo com o portal, corresponde a 86,2% do total de R$ 3.223,25 pagos pelos moradores da cidade durante todo o passado. Na manhã de ontem, por volta das 11h30, o painel do Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) atingiu a marca de R$ 1 trilhão pagos em impostos pelos brasileiros e um apitaço foi feito em diversas partes do Estado como forma de protesto.

O presidente da Associação Comercial de Sorocaba e Região (Acso), Nilton da Silva Cesar destaca que a marca foi atingida 35 dias antes do que o registrado no ano passado. Como forma de levar informação às pessoas, a entidade montou na praça Coronel Fernando Prestes uma tenda com o “Feirão do Imposto”. No local foram colocados produtos com os preços pagos pelos consumidores e o valor correspondente dos impostos recolhidos aos cofres públicos.

No Estado de São Paulo, apontam informações do portal, cada cidadão pagou, em média, R$ 2.018, quase R$ 700 a menos do que Sorocaba. Se a comparação é feita tendo como base a capital paulista, São Paulo, os valores são semelhantes. Os paulistanos, até agora, tiveram arrecadação per capita média de R$ 2.776.
 
Total assusta
 

Para as amigas Joana Silva e Heleni de Oliveira, ambas com 55 anos, o valor pago em impostos causa espanto. “A gente sabe que tem imposto em tudo mas R$ 2.700 é muito dinheiro”, lamenta Joana. Auxiliar em serviços gerais, ela diz que se pudesse, usaria o valor para terminar a reforma de sua casa. Os recursos arrecadados pelo governo por meio dos tributos devem ser usados para custear gastos públicos com educação, saúde e transporte, por exemplo. “O pior é que quando a gente precisa de um hospital, cirurgia ou até mesmo uma boa escola para os filhos, não temos”, aponta Joana.

Para Heleni o pior de pagar altos impostos também está no fato de não haver uma resposta satisfatória por parte do governo. “Eu concordo quando ela fala da falta de qualidade na saúde e na educação. Eu acho que é nisso que o pobre mais sofre”, diz ela. Assim como Joana, Heleni também tem está com a construção da casa paralisada por falta de dinheiro. “A gente vai fazendo aos poucos conforme sobra dinheiro. Acho que R$ 2.700 resolveria boa parte do problema”, afirma.
 
Estão por toda a parte
 

“Nós pagamos impostos em tudo. Até o consumidor que não é contribuinte paga impostos nas relações de consumo”, afirma o advogado especialista em Direito Tributário e coordenador da unidade Sorocaba do Instituto Brasileiro de Estudos Tributários (Ibet), Rodrigo Dalla Pria. Isso porque, como ele explica, a maior parte dos impostos incide sobre o próprio consumo.

Como exemplo desses tributos, o advogado cita o Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) e o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). “São impostos que não aparecem, estão embutidos no preço dos produtos e quem arca é sempre o consumidor final”, afirma o advogado.

Há ainda tributos que são pagos pelos chamados contribuintes. Esses, comenta Pria, são fixados pela renda, ganho de patrimônio ou simples propriedade de um determinado bem como veículos e imóveis. Aqui o Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) e o Imposto sobre a Propriedade de Veículo Automotor (IPVA) são os exemplos mais lembrados, diz o tributarista.
 
Transparência é constitucional
 

Saber exatamente o quanto se paga em impostos na compra de um determinado bem ou contratação de serviço é uma garantia constitucional, diz Pria. Isso significa que a Constituição Federal – a principal lei do País – garante esse direito a todos os brasileiros. Para regulamentar a determinação e especificar como a medida será cumprida, um projeto de lei tramita no Congresso Federal há mais de quatro. Como forma de pressionar os parlamentares brasileiros, a Associação Comercial de São Paulo elaborou um documento oficial em nome dos empresários paulistas que são a favor do projeto. O documento foi enviado ontem para o Legislativo Federal. O texto já foi aprovado pelo Senado e agora aguarda votação na Câmara dos Deputados. ( tb pudera, vejam no video abaixo , quanto custa um politico ao ano.

ACORDA BRASIL, TOMEMOS O PODER.

 

é hj , manifestações contra a corrupção no pais

Milhares de internautas estão tentando organizar, por meio das redes sociais, um grande protesto contra a corrupção nesta quarta-feira (7), Dia da Independência, em todas as capitais e também em cidades do interior.

O blog “Brasil+Ético” tenta reunir todas as manifestações programadas para ocorrer no país –clique aqui para ver o calendário. No Facebook, cerca de 300 eventos do tipo, alguns deles com milhares de presenças confirmadas, foram criados.

Os maiores atos devem acontecer em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro.

Em Brasília, o protesto está marcado para as 10h, no Museu Nacional, onde será realizado o tradicional desfile da Independência. Há manifestações convocadas para a Praça dos Três Poderes e para o Congresso Nacional.

Em São Paulo, o ato está marcado para começar às 9h, no vão livre do Masp, na avenida Paulista. No Rio de Janeiro, a manifestação foi convocada para a avenida Rio Branco, no centro, também a partir de 9h.

O brasiliense Giderclay Zeballos, um dos criadores da comunidade mais popular do Facebook, afirma que o grupo surgiu da mobilização de cidadãos comuns diante das denúncias de corrupção, como as recentes ocorridas nos ministérios dos Transportes, do Turismo e da Agricultura. “A corrupção virou uma doença no Brasil. Sentimos que temos que fazer alguma coisa”, afirma Zeballos.

Segundo ele, os próprios organizadores estão arrecadando com amigos e parentes recursos para a compra de material para a manifestação, como faixas e tintas.

O grupo pede que os participantes levem spray, apitos, balões e tinta para pintar o rosto durante a marcha. “Não carregue bandeira de nenhum partido, a bandeira que devemos carregar é apenas a do Brasil, que é o nosso interesse comum”, diz texto na página do evento.

Em geral, o tom é patriótico, e pede-se aos possíveis participantes que vão aos atos trajando roupas pretas, simbolizando o luto.

Não há uma pauta clara de reivindicações, mas, em comum, todos os eventos e grupos criticam a absolvição da deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF) e o voto secreto, e apoiam a “faxina” de Dilma Rousseff nos ministérios. Outros temas que aparecem são a instalação da CPI da Corrupção e pedidos para que a corrupção se torne crime hediondo.

As manifestações também estão sendo divulgadas via Orkut e Twitter. Na rede de microblogs, as hashtags utilizadas são #todoscontraacorrupcao, #LutopeloBrasil, #setembronegro, entre outras.

Entidades manifestam apoio

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) manifestaram apoio à Marcha contra a Corrupção.

As entidades dizem que a manifestação será uma oportunidade para buscar apoio popular a causas como o fim do voto secreto no Congresso Nacional, a redução de cargos comissionados, a transparência dos gastos públicos e a declaração imediata da constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa, que aguarda julgamento definitivo no Supremo Tribunal Federal (STF).

Para o senador Pedro Simon (PSDB-RS), que participou de encontro com as entidades, o movimento não deverá se perder no tempo, como aconteceu com outras mobilizações sociais como a dos “caras pintadas”. O parlamentar explicou que a Frente Suprapartidária Anticorrupção, criada por nove senadores, organizou uma lista de projetos prioritários apoiados pela sociedade.

“A diferença é que, desta vez, vamos trabalhar com fatos concretos, com uma série de leis importantes para, por exemplo, terminar com a impunidade e a verba pública de campanha e criar a fidelidade partidária. A sociedade organizada vai lutar e cobrar a aprovação desses projetos”, disse Simon. ( pena que as emissoras, não devem mostrar, afinal não é interesses delas, mas VAMOS LA GALERA, É NOIS, O PODER DA WEB)