inflação está corroendo o bolsa família, pois é avisamos não foi ?

Carlos Moura/CB/D.A Press

A inflação tem sufocado tanto o custo de vida dos mais pobres que nem o Bolsa Família anda salvando as contas do mês. Apesar de o benefício do governo federal ter sido reajustado em ritmo mais acelerado do que o da própria carestia nos últimos anos, a atual conjuntura econômica embaraçou de vez o orçamento das famílias de baixa renda. Estrangulada pela alta dos preços e dos juros, a ajuda criada para garantir o direito à alimentação e o acesso à educação e à saúde não consegue assegurar itens básicos da cesta de consumo, como ocorria em um passado recente.

Na última sexta-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulou, em fevereiro, aumento de 7,7% em 12 meses, maior patamar desde maio de 2005. O indicador serve como parâmetro, mas não reflete o impacto real da inflação nas camadas mais pobres da população, sempre mais castigadas do que mostra a média registrada oficialmente. Os reajustes dos preços administrados, por exemplo, como os das faturas de água e luz, pesam mais sobre os lares com menor renda.

Os gastos com alimentação ilustram bem a discrepância entre os prejuízos da inflação na população pobre e nas classes média e alta. O Índice de Custo de Vida (ICV), calculado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indica que as despesas em supermercados, bares e restaurantes representam 40% da cesta mensal das famílias de baixa renda, enquanto nas de faixa superior esse peso é de 26%.

A Estrutural, uma invasão que virou cidade a menos de 20km da Praça dos Três Poderes, reúne número significativo de beneficiados do Bolsa Família no Distrito Federal, onde o valor médio pago atualmente é de R$ 143,38. No mês passado, 86.440 famílias que vivem ao redor da capital do país receberam essa ajuda do governo. Somente em 2014, foram pagos R$ 147,6 milhões desse benefício no DF, montante 27% maior que o total investido dois anos atrás, segundo o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS).

Estrutural

Em um das dezenas de barracos erguidos lado a lado na quadra 17 da Estrutural, mora Vivaldina Rosa Teixeira , 49 anos, e os três filhos que garantem a ela o direito ao Bolsa Família. Há quase 10 anos, quando a dona de casa se cadastrou no programa, pingavam no banco todo mês R$ 180. Hoje, são quase R$ 400, mais do que o dobro, mas Vivaldina tem saudade do tempo em que começou a receber o benefício. “O que eu ganhava naquela época valia muito mais do que ganho agora”, reclama.

Há seis meses, Maria Alice perdeu o emprego de auxiliar de cozinha. Foi mandada embora porque o restaurante fechou as portas. Desde então, tem tido dificuldade para encontrar outra ocupação. “Antes, era mais fácil conseguir uma oportunidade e tudo estava mais barato”, lembra ela. Assustada com os preços no supermercado, a beneficiada diz que a situação só não está pior porque tem sido contemplada com doações de cestas básicas na igreja. “Vejo na televisão quem tem dinheiro reclamando de inflação. Imaginem nós aqui”, pontua.

( pior é os que fizeram filho só pra aumentar a renda, agora a coisa começa a arrebentar, falta de aviso não foi, avisamos que o bolsa era eleitoreiro, que o negócio ia desandar de vez 

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por isso dia 15, o jeito é ir pras ruas, senão…? 

o fim das sacolinhas plásticas

ontem no supermercado,conforme já anunciavam , o fim das sacolinhas plásticas, e a distribuição de folhetos explicando tudo, agora temos que se virar galera, caixa de papelão, sacola ecológica, jogar o lixo direto no conteinerer.

MAS RESTA SABER SE OS PREÇOS DOS PRODUTOS VÃO ABAIXAR DE´PREÇO, já que o preço das sacolinhas eram repassados ao consumidor, FIQUEM DE OLHO.

na AUSTRÁLIA o povo se vira sem sacolinha.

preços pra ver jogos da copa chegam até 4 milhões

 Começou a venda de ingressos para a Copa do Mundo de 2014, no Brasil. Porém, acalme-se. Para o torcedor comum, os bilhetes começarão a ser vendidos apenas em agosto de 2013 pela internet. Agora, quem compra é um grupo muito seleto de pessoas, de preferência empresas, dispostas a adquirir os camarotes. E o preço é salgado, indo de R$ 1,2 mil a R$ 4 milhões.

No pacote máximo, são 26 pessoas nos camarotes, com petiscos à vontade, acompanhando os 19 jogos do Mundial realizados em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Há também pacotes para acompanhar a seleção brasileira ou qualquer outra, além de camarotes apenas para as semifinais e final.

A Match é a empresa suíça que detém o direito de venda dos pacotes, mas no Brasil a distribuição é feita pela Traffic e pela Top Service. Há cerca de 450 mil ingressos de camarote, cerca de 13,6% da carga total. Fora do luxo, a Fifa já informou que haverá ingressos populares, de R$ 35, mas não informou o número de ingressos deste tipo disponíveis.

PACOTES DE CAMAROTES

Aquarela
de R$ 2,4 milhões a R$ 4 milhões
(19 jogos em Rio-São Paulo-BH, para até 26 pessoas)

Venue
de R$ 4,07 mil a R$ 3 milhões
(assistir a todos os jogos em uma cidade específica)

Final Round
de R$ 17,6 mil a R$ 36 mil
(1 ou 2 semifinais e a decisão)

Specific Team
de R$ 1,2 mil a R$ 53,6 mil
(1 a 7 jogos de uma seleção específica. Em caso de eliminação, o resto dos jogos do Maracanã)

Specific Team Brasil
de R$ 1,2 mil a R$ 56 mil

 
( empresas estrangeiras, era o que faltava, elas é que vão lucrar nesta pouca vergonha, a copa é do BRASIL, pagamos pelo ITAQUERÃO, mas comosempre estrangeiros é que farão a festa , alem nos nobres politicos, FIFA , RICARDO TEIXEIRA etc.)

BRASIL na contramão da saúde

 

observem bem esta foto ? viram ? uma barra de chocolate 100 gramas, marca desconhecida em oferta, agora vejam abaixo.

perceberam ? duas barrinhas de chocolate diet, 4,45 ? como querem que o povo tenha saúde, se os produtos light, diet, sem açucar  custam mais caros ?

quem compra por um preço destes ?

claro que você compraria este ,afinal este é o preço de 1.49  o que ta em oferta, já temos o preconceito contra light diet, sabor, isso é pra velho, pra diabético, oras somos bombardeados todos os dias com propagandas, celebridades, programas, revistas etc etc, nos impondo o corpo perfeito, malhado, que se você não tem isso não ta com nada que nunca conseguirá nada, que ser gordo é um crime contra a humanidade.

como querem fazer então ? não seria mais fácil começar baixando os preços destes produtos ? incentivar a população a usá-los ? não falo apenas de chocolate, mas de todos os produtos que não tem açucar, já que tanto falam que obesidade é um mal que assola paises ?

não se trata de velho, ou pessoas diabéticas ou com outros problemas, mas sim de todos.