prefeito banana do RJ oferece cangurus pra delegação australiana ocupar a vila olímpica

delegação da AUSTRÁLIA não ocupa a vila olímpica pois o lugar não tem as condições pra isso, outras delegações tb já reclamaram, o prefeito diz que vai resolver, mas antes resolveu fazer esta gracinha  de oferecer  cangurus pra delegação entrar na vila, claro que a resposta…

agora imagine se…

POLITICAMENTE

pois é 

humorista GUSTAVO MENDES é expulso de show em BÚZIOS por imitar DILMA, censura petista clara, pode isso ARNALDO ?

Gustavo Mendes, comediante conhecido pela sátira da presidenta Dilma Rousseff, foi retirado do palco durante um show em Búzios, Rio de Janeiro, neste domingo (15). O humorista se apresentou com o espetáculo de stand-up Mais que Dilmais no festival Búzios Love, que comemorava o Dia dos Namorados.

Ele alega ter sido agredido verbalmente nos bastidores por Robson Motta, Secretário Adjunto de Governo do prefeito André Granado (PSC), e fisicamente por um funcionário não identificado do staff da prefeitura.

De acordo com Gustavo, foi uma piada envolvendo religião que motivou as agressões. Na brincadeira em questão, Gustavo brincava com o fato de uma antiga proibição de venda de bebidas alcoólicas em festas religiosas, dizendo que “foi Jesus quem transformou água em vinho”.

Neste momento, o empresário de Gustavo foi notificado por funcionários da prefeitura que ele deveria deixar o palco. Nos bastidores, houve discussão e Robson o teria xingado. Na sequência, um funcionário da prefeitura, não identificado, deu um chute no humorista.

Sob vaias da plateia, Robson discursou contra o conteúdo do espetáculo de Gustavo. “Quero pedir desculpas aos familiares aqui presentes a intenção nossa era trazer cultura, mas de forma respeitosa para a família da cidade. O povo de Búzios não pode compactuar com essa sacanagem, temos que respeitar a comunidade católica”, disse, sob protestos e gritos de “censura!” de presentes.

Em nota, a Prefeitura de Búzios alega que pediu ao artista, previamente, “cuidado especial com o texto teatral para que fosse apresentado em praça pública”, por “se tratar de um show inserido em um evento de uma comunidade religiosa”.

Também em nota oficial, Gustavo argumenta que não foi informado de que o espetáculo estaria inserido em uma comunidade religiosa, e que a prefeitura tampouco pediu alterações no texto. Ele acrescenta ainda que quaisquer alterações caracterizariam “censura prévia” e que o ator “não aceitaria” participar do show nestas condições. Gustavo não registrou Boletim de Ocorrência – de acordo com sua assessoria de imprensa, ele e sua equipe deixaram a cidade com medo de maiores retaliações. 

( observando o vídeo, o humorista primeiramente recebe advertência pra não imitar a DILMA , depois de expulso ai vem a desculpa de que piadas com religião teria sido o real motivo , vejam o vídeo a cada um conclua por si mesmo.

a mãe do prefeito não teria gostado por ser religiosa ? problema dela, ficasse em casa, quer passar por cima da vontade popular, bem isso é uma das versões apresentadas.

 

pra mim é censura petista mesmo, o povo deveria invadir  a prefeitura e botar todos pra correr, sejam petistas ou religiosos fanáticos 

 

 

e depois vejam a indignação do povo pela expulsão do humorista 

acredite se quiser, prefeito de PANAPANEMA (SP) , renuncia para não roubar

Menos de oito meses após assumir o cargo, um prefeito do interior de São Paulo decidiu abrir mão do mandato. O motivo: descobriu que o salário era baixo demais em relação ao que ganhava como médico.

“Tinha dois rumos a seguir: ou voltava a trabalhar e ganhava meu dinheiro honestamente ou tirava da prefeitura”, disse Márcio Faber (PV) à TV Globo, após deixar o cargo de prefeito em Paranapanema (a 261 km de São Paulo).

Faber afirmou que o salário de R$ 5.800 não chegava a 20% do que recebia como médico, R$ 30 mil. Por isso, afirma, estava em dificuldades financeiras.

A Folha tentou entrar em contato com Faber ontem, mas foi informada que ele já havia voltado a atuar como médico e não poderia atender à reportagem.

  Divulgação  
Márcio Faber (PV), que deixou a Prefeitura de Paranapanema, no interior de SP
Márcio Faber (PV), que deixou a Prefeitura de Paranapanema, no interior de SP

O vice-prefeito Antonio Nakagawa (PV) disse ter sido pego de surpresa pela decisão. “Não imaginava, embora ele já comentasse que a situação não estava fácil”, disse.

“Foi o maior exemplo de hombridade. É um caso inédito no Brasil, alguém renunciar para não roubar”, disse.
Apesar das críticas, o agora ex-vice diz acreditar que a saída do prefeito não tenha contrariado eleitores. Mário Faber havia sido eleito em outubro com 55% dos votos.

De acordo com a Constituição, é vedada a acumulação remunerada de cargos públicos. “Mas nada impede que ele exerça a profissão no seu consultório”, diz Eduardo Pereira, presidente da Associação Brasileira de Municípios.

O novo prefeito diz que irá aceitar o salário. “Sou contador e aposentado, para mim é suficiente”, diz. ( pelo menos ele foi honesto, 30 mil heim ? claro que é particular, pois a maioria dos médicos quer mais é fugir do SUS)

seguindo a cartilha do governo, PANNUNZIO tb baixa a tarifa aqui.

Na véspera do quarto protesto anunciado para o fim da tarde de hoje, o prefeito Antonio Carlos Pannunzio (PSDB) anunciou, às 19h de ontem, a redução da tarifa do transporte público urbano de Sorocaba – justamente um dos itens da reivindicação dos organizadores das manifestações. O valor do passe social baixou de R$ 3,15 para R$ 2,95, o vale transporte de R$ 3,35 para R$ 3,15, o passe estudante de R$ 1,55 para R$ 1,50 e o domingão legal de R$ 1,25 para R$ 1,00. Ou seja: na prática, a passagem do ônibus volta para o preço que era praticado antes do aumento. Os novos valores, segundo Pannunzio, passam a valer a partir da zero hora de amanhã.
O prefeito reconheceu que a redução da tarifa é uma decisão inédita em Sorocaba pelo menos nos últimos 30 anos. Ele tomou essa medida depois de se reunir com grupos de jovens, na segunda-feira e ontem, e com o seu secretariado. O procedimento consistiu em baixar decreto, que estará publicado hoje no átrio da Prefeitura, que revoga o decreto anterior que aumentou o passe social para R$ 3,15. Este valor havia entrado em vigor no último dia 6. 

A tarifa recebe subsídios do orçamento municipal. Antes do aumento dos valores, o subsídio para a tarifa era calculado pela Prefeitura em R$ 15 milhões ao ano. A partir do aumento da tarifa que começou a valer no dia 6 deste mês, passou a R$ 18 milhões/ano. Agora, com a redução dos valores, chegará perto de R$ 30 milhões. Pannunzio adiantou que este aumento no subsídio pode ter consequências em cortes em outras áreas do orçamento. “Terei que cortar em alguma coisa, investimentos poderão ser cortados, vamos estudar”, disse.

Pannunzio também levou em conta o impacto que deverá ocorrer no transporte público com o anúncio do governo federal de desonerar impostos de itens que compõem os custos do setor. Ele explicou que os novos valores da tarifa passarão a ser praticados a partir de amanhã porque o sistema de catracas e bilhetagem está programado com os valores até agora vigentes. Um dia é o tempo necessário para a reprogramação de valores. Para comparação, ele lembrou que na capital de São Paulo a redução da tarifa valerá a partir da próxima segunda-feira.
 
Influência dos jovens

Nas reuniões com os jovens, Pannunzio disse ter recebido deles reclamação de que não têm sido ouvidos, no que concordou com eles. “Ouvi as razões do movimento, endosso todas as razões da indignação”, disse.

Pannunzio admitiu que a manifestação de protesto dos jovens, que na segunda-feira atingiu dimensões gigantes em grande parte do Brasil e ganhou repercussão internacional, influiu na sua decisão de baixar a tarifa. Ele fez um discurso de apoio aos jovens que protestaram nas passeatas. Disse que é a “juventude clamando moralidade da administração pública, contra o fim da impunidade neste país, ninguém fica insensível a isto”.

Ele afirmou que tem certeza de que a manifestação programada para o fim da tarde de hoje será pacífica: “O que eles estão clamando eu assino embaixo, e tamo junto.” Ele acha que a redução da tarifa não vai esvaziar os protestos de hoje porque o transporte é só um dos itens das manifestações: “As outras razões são mais fortes do que a questão tarifária.” Na sua avaliação, os outros itens dos protestos dos jovens alcançam a dimensão de “santa indignação”. 

Ele também acrescentou que seu filho, Eduardo Pannunzio, participou das manifestações em São Paulo. E Eduardo lhe enviou mensagem que o sensibilizou. Na mensagem, segundo o prefeito, Eduardo disse que se sentiu “orgulhoso” de ver a população nas ruas, ao invés de ficar omissa nos assuntos que provocam indignação popular.

No início da noite de ontem, Pannunzio deu uma série de entrevistas. Referindo-se ao aumento da tarifa que entrou em vigor no dia 6 deste mês, disse que teve razões para decretá-lo. Analisando esse retrospecto, declarou que o aumento não poderia ter sido dado se a opção fosse aumentar o subsídio: “Em última análise, quem paga o aumento é o povo.” E admitiu que, para a decisão de reduzir os valores, como ontem, é preciso ter “coragem”. Ele também fez uma comparação: “A tarifa de ônibus foi a faísca que provocou os protestos.”

Recordou, finalmente, que no seu primeiro mandato de 1989 a 1992 houve ocasiões em o reajuste da tarifa ocorreu mais de uma vez ao ano, porque os níveis de inflação da época eram astronômicos, atingiam 20% a 30% ao mês.
 
Vereadores

O vereador Marinho Marte (PPS) disse que preparou decreto legislativo revogando os termos do decreto que aumentou a tarifa. O vereador Izidio de Brito Correia (PT) afirmou que o aumento da tarifa não poderia ter ocorrido porque, segundo ele, a presidente Dilma Rousseff (PT) há um mês anunciou a desoneração de insumos do transporte: “E aí os prefeitos acabaram fazendo o reajuste.” Sobre as manifestações populares, Izidio disse que elas são “legítimas” e pregou a necessidade de o País rever a questão da mobilidade urbana nos níveis de governo municipal, estadual e federal. “É uma população que estava dormindo, é um despertar geral que serve para os legisladores repensarem as políticas públicas para o nosso país”, disse Izidio. Os dois vereadores estavam no SBT ontem, no momento em que Pannunzio concedia entrevista. ( politico acha que povo é trouxa.

o prefeito de SP HADDAD já disse que vai cortar investimentos de outros setores pra manter a tarifa baixa,  claro que a URBES vai mandar gente embora, vai deixar de investir, a qualidade será a mesma, já que SOROCABA não para de aumentar a população, com certeza botarão a culpa nisso pra justificar o péssimo atendimento.
o negócio é arrancar esta corja do poder, chega deles, manifestações hj pra chutar todos pra fora.)

prefeito aperta pescoço de repórter.


O prefeito de Barra do Bugres (150 km de Cuiabá), Wilson Francelino (PSD), segurou pelo pescoço uma repórter de TV que tentava entrevistá-lo.
A agressão foi cometida contra a repórter Elissa Neves, da TV Independência (afiliada à Rede Record).
O vídeo do episódio, ocorrido na sexta passada (18) durante um evento esportivo promovido pelo município, foi postado no You Tube e já teve mais de 15 mil acessos.

As imagens mostram quando o prefeito, que é conhecido na cidade como “Wilson Pescador”, pressiona o pescoço da jornalista, enquanto fala ao seu ouvido.
Após ser solta, a repórter se queixa da violência, mas o prefeito sorri e adota um tom irônico. “Eu não estou sendo agressivo com você”, diz, em um trecho.
A reportagem não conseguiu contato com a repórter. O diretor de jornalismo da TV, Cristiano Rodrigues, disse que foi registrado um boletim de ocorrência por agressão.
“Na hora, ela ficou sem reação, sem saber o que fazer. O prefeito não tinha o direito nem de tocar nela, quanto mais apertá-la no pescoço daquele jeito”, disse.
À repórter, segundo o diretor, o prefeito disse que só daria entrevista com o microfone desligado ou em uma participação ao vivo no jornal local.
Rodrigues atribui a reação à “cobertura investigativa” que, segundo ele, a TV vem fazendo da administração municipal. “Estamos acompanhando tudo e ele está irritado com isso”, disse.
Em nota, o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso qualificou o episódio como uma “agressão covarde e sem justificativa”.
“A violência no trato com a colega da profissão deixou a diretoria do sindicato e a categoria indignados”, diz a nota.
Também em nota, o prefeito negou que tenha agredido a repórter. “O prefeito aproximou-se da entrevistadora com o fim único de falar-lhe ao ouvido que naquele momento não poderia dar a entrevista”, disse, em um trecho.
Ainda segundo a nota, o toque no pescoço teria se dado de forma acidental. “Ao levar as mãos aos ombros da entrevistadora, acabou por alcançar seu pescoço sem a intenção de lhe causar algum mal, o que pode ser conferido nas próprias imagens.”
O prefeito acusou a emissora de fazer “oposição explícita” à sua gestão. “As imagens são claras e demonstram que a entrevistadora se manteve tranquila e ouvindo normalmente os argumentos do chefe do Executivo.” ( não precisa segurqar o pescoço da repórter e ficar falando e depois dizer que foi sem querer.

não quer falar simplesmente se afasta e diz que não vai falar, se vai responder, não precisa tocar na repórter.) 

prefeito na INDONÉSIA, culpa mini saias por estupros

Protesto Indonésia Mulheres Roupas (Foto: Romeo Gacad/AFP )Centenas de mulheres se reuniram em Jacarta, na Indonésia, para protestar contra o prefeito da cidade, Fauzi Bowo, que afirmou que o modo que as mulheres se vestem é o culpado pelos estupros que ocorreram na cidade. Ele recomentou que as mulheres não usem minissaia nas ruas e no transporte público (Foto: Romeo Gacad/AFP )
Protesto Indonésia Mulheres Roupas (Foto: Romeo Gacad/AFP)Mulheres protestam, dizendo ‘não nos diga como nos vestir, diga para eles não estuprarem’.  (Foto: Romeo Gacad/AFP)
Protesto Indonésia Mulheres Roupas (Foto: Romeo Gacad/AFP)O protesto ocorre após declaração de prefeito, que disse que a roupa de uma vítima de estupro em um ônibus da cidade colaborou para a ação dos criminosos ( estranho a INDONÉSIA não é pais muculmano e la podem se vestir assim ? ???
 
bem mais um babaca que falou besteira e pode reacender as marchas das vadias que estavam até paradas estes dias.)