inédito, carnaval de rua em SOROCABA será em recinto fechado.

As escolas de samba de Sorocaba não sairão às ruas da cidade em 2016, sendo que os desfiles devem ocorrer em um recinto fechado. A decisão foi tomada ontem à noite durante reunião entre representantes das agremiações. Assim, o evento terá cobrança de entrada e acontecerá em um local particular, a Arena Show Car, no bairro Ipanema das Pedras.
 
Mais cedo, o presidente da Superliga, José Carlos dos Santos, o Santão, participou de encontro no 7º Batalhão da Polícia Militar de Sorocaba, com a presença de representantes da Prefeitura de Sorocaba e do Corpo de Bombeiros, em que foram expostas as exigências que deveriam ser cumpridas para que a festa ocorresse nas ruas. A lista de providências, entretanto, estaria além do que a liga consegue arcar financeiramente. Para que o desfile ocorresse nas ruas do bairro Pinheiros, seria necessário o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB), seguranças particulares, iluminação, duas ambulâncias e serviço de limpeza.
 
De acordo com Santão, apenas o aluguel das ambulâncias, para os dois dias de evento, ficaria em R$ 6 mil. Neste ano, as escolas de samba e os blocos carnavalescos de Sorocaba não receberam verbas municipais. Segundo o presidente da liga, os trâmites legais para a obtenção dessas licenças sempre foram feitos pela Prefeitura, sendo que as escolas não conhecem esses processos. O presidente deixou claro, porém, que compreende e concorda com as exigências de segurança, apenas não tem condições de cumpri-las. “Não está em nosso alcance fazer esse Carnaval aberto”, afirmou.

( bem , menos barulho e baderna pela cidade, mas e os clubes ? agora a coisa ficou restrita em lugar fechado, mas vejam agora o que seria o real motivo por não ter carnaval de rua, é o que circula na net, leia tudo e conclua vc mesmo.

 

Em 2016 Sorocaba não terá desfile das escolas de samba. A prefeitura cortou a verba dos sambistas. Não por seguir o bom exemplo dado por várias cidades, priorizando a saúde, a educação ou a segurança. Não !! A prefeitura cortou a verba porque as escolas de samba declararam independência e decidiram não “comer mais na mãozinha” da SECULT. Para a administração Pannunzio, carnaval tem que ser adestradinho, manipulável e submisso aos esquemas políticos-partidários. Se não, não tem CARNAVAL !! As escolas abandonaram a LISOBES e sua pelegagem, e fundaram a Superliga. Então vieram as “exigências”… AVCB, alvará do Corpo de Bombeiros, o símbolo máximo da hipocrisia, já que a prefeitura exige dos outros, mas ela mesmo não tem, nem no próprio prédio da prefeitura, como nas escolas e demais edifícios públicos municipais.

 

Aliás, grande parte da politicagem sorocabana é composta por CORONÉIS, e como se pode exigir que simples sargentos ou tenentes do Corpo de Bombeiros peitem esses superiores, quebrando assim a hierarquia? Portanto hoje, esse alvará de vistoria só serve mesmo para ser usado como arma contra os mais fracos. Seguranças Particulares… verdadeira aberração, pretender esse tipo de segurança em vias públicas. Isso é função exclusiva da Polícia Militar, que deve ser imparcial. Porque a PM não pode fazer a segurança dos desfiles carnavalescos, se faz a da Procissão de Aparecidinha? Será porque procissão é de Deus, enquanto carnaval é do capeta? Iluminação…

 

Quem tem que iluminar a cidade é a concessionária do serviço público, ajuizada pela prefeitura, e não agremiações particulares. Ambulâncias… outra aberração, tentar jogar nas costas dos sambistas a responsabilidade pela saúde das pessoas, muitas delas que inclusive estarão ali não em função do desfile, mas pelo simples fato de residirem no local, ou mesmo em trânsito. Essas e outras “exigências” encurralaram as escolas, empurraram-nas para um recinto fechado, longe da população, onde provavelmente ninguém vá para assistir o samba passar. Você, que teve saco para ler todo esse texto, saiba que essa foi a forma covarde, maliciosa e canalha com que a prefeitura municipal de Sorocaba achou por bem adotar para se livrar da marca registrada do Brasil no exterior, símbolo da autêntica cultura popular, e da livre manifestação do povo brasileiro.

( não é de hj que carnaval sempre foi usado pra politicagem, ainda mais em ano eleitoral, portanto perde vc folião, que vai ter de ir até o IPANEMA DAS PEDRAS, ou ficar em casa ou ainda ver se vai ter bagunça em algum clube da cidade.)

 

ex secretário da prefeitura de SOROCABA, JANUÁRIO RENNA, é absolvido de prática de pedofilia

O engenheiro e ex-secretário municipal de Administração, Januário Renna, 67 anos, foi absolvido em um dos dois processos que responde por crimes sexuais contra menores de 18 anos. Ele continua condenado pelo flagrante com três adolescentes em um motel na cidade de Itu no ano de 2009, mas foi considerado inocente na ação criminal que o acusava de manter no computador da Prefeitura 2.181 fotos de crianças de três a 15 anos, nuas ou seminuas, sendo abusadas sexualmente ou em situações constrangedoras.

A sentença que o isentou foi uma decisão do juiz da 2ª Vara Criminal de Itu, Hélio Villaça Furukawa, proferida no último dia 2 de junho. Apesar de ser em primeira instância, a decisão agora é irreversível porque o prazo para tentar reformá-la venceu em 16 de junho, sem que o Ministério Público ingressasse com recurso. No mesmo processo o magistrado condenou Marcela Jucilene Farias Pacheco, acusada de intermediar de forma continuada o encontro das meninas em troca de dinheiro. Determinou à Marcela a prisão de três anos e quatro meses, além de multa, para serem cumpridas em liberdade, já que a condenada é primária e em razão do tempo da pena.
Quanto ao réu Januário Renna, o juiz Furukawa entendeu que, devido à manipulação das provas, ficou inexistente o crime de armazenamento de material pornográfico envolvendo menores de idade, no computador que utilizava na Prefeitura de Sorocaba. O juiz considerou que o MP deixou de esclarecer como, quando e por meio de quem obteve o disco rígido (HD), cuja propriedade foi atribuída ao réu. “Não é concebível que o Ministério Público esconda do próprio juízo a identidade da pessoa que lhe forneceu o material, impossibilitando de se apurar como ele foi obtido e em que circunstância”, fez constar no processo. Renna havia sido acusado pelo MP de ter armazenado as imagens de pedofilia entre o início de 2008 e meados de agosto de 2009.

O promotor de Justiça que integra o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MP, Antonio Domingues Farto Neto, disse ontem que após o flagrante a polícia apreendeu o computador da Prefeitura que Renna usava nas atividades de secretário municipal. O representante do MP afirmou que quando os policiais chegaram para recolher o equipamento, ele já estava desconectado de todos os demais periféricos, como monitor e teclado. A Perícia constatou que teria havido a troca do disco rídigo (HD), onde os dados são gravados.

Posteriormente foi entregue no Gaeco um segundo HD, que supostamente seria o original do computador. Farto Neto conta que a perícia constatou que o segundo HD poderia ser daquele equipamento. Parte dos dados havia sido apagada de forma que não pudesse ser recuperada, mas no restante do disco havia registros de acessos a sites com conteúdo de pedofilia. “A perícia constatou que o HD não correspondia à máquina. Foi feito o laudo informando que havia incompatibilidade técnica”, disse Farto Neto sobre o primeiro HD do computador apreendido na Prefeitura.

O advogado de defesa de Januário Renna, Mário Del Cistia Filho, ressalta que seu cliente foi absolvido porque o juiz entendeu que ele deixou de praticar o crime. Del Cistia Filho enfatiza que tal veredito é muito diferente daquelas absolvições em que a Justiça considera que faltou provas. “Provamos que as fotos não foram armazenadas pelo Januário Renna”, alegou o advogado. A defesa explicou ainda que a polícia apreendeu dois computadores, um na residência do réu em Itu e outro na Prefeitura de Sorocaba, e nos HDs que equipavam tais equipamentos no momento da apreensão não foi encontrado nada de ilícito.

“Absurdamente surgiu um terceiro HD, que foi alegado que pertencia a Renna”, declarou Del Cistia Filho. A defesa do réu acrescentou que questionou em juízo fato do perito ter informado que as 2.181 fotos não estavam armazenadas naquele HD. “O HD foi acessado após a perícia, quando Renna estava preso, e então apareceram as 2.181 fotos”, alega o advogado.

 

( ninguém é inocente nesta bolo todo , na epoca as meninas sumiram do mapa, deixando o ex secretário responder spzinho  o abacaxi, nenhuma deles sequer pediu ajuda pra sair disso, pelo contrário, devem ter mudado de ponto na busca por outros tarados.

esta porcaria de menor que só da dor  de cabeça, não soube fazer ? então arque com o conta, não venha abaixar a cabeça ah só tenho 15.

casa de prostituição de luxo é fechada no JD EMBAIXADOR em SOROCABA

Uma casa de prostituição situada no Jardim Embaixador foi fechada ontem por fiscais da Prefeitura e Polícia Civil, após denúncias feitas por moradores daquela região. Quatro mulheres e um homem que se identificou como gerente do estabelecimento conhecido pelo nome de “Gatas Universitárias”, foram ouvidos na Delegacia de Investigações Gerais (DIG) e depois dispensados.

 De acordo com a denúncia que chegou ao setor de fiscalização municipal acompanhada de um abaixo-assinado com 28 adesões, o prostíbulo de alto padrão situado na rua Ângelo Verrone, 85, funcionaria desde outubro passado. O documento também trazia anexado fotos do site pelo qual os programas eram agendados e que segundo apurado pelos policiais civis eram cobrados em torno de R$ 200 a R$ 300. As fotos exibiam as moças nuas. Foi apreendido um talão de comandas indicando o valor de R$ 30 para entrar na residência e preços de bebidas que variam de R$ 5 para uma água até R$ 120 por uma garrafa de vinho.

 O delegado José Humberto Urban Filho, titular da DIG, esclareceu que a prostituição não é crime, mas sim sua exploração. Ele também explicou que em casos de prostituição a operação policial não é suficiente para caracterizar o crime, o que será feito pelas oitivas das moças e do homem que foi encontrado no imóvel e que, a princípio se apresentou como morador e depois admitiu ser gerente. O crime de prostituição prevê pena de dois a cinco anos de reclusão e multa. Também de acordo com o delegado Acácio Aparecido Leite, que esteve na casa, o crime de prostituição é provado pela repetição da conduta.

 Além das comandas, na casa interditada também foram apreendidos um computador, dois frascos de anabolizantes que seriam de uso pessoal do gerente e várias seringas. 

Fiscalização 

O chefe da Divisão de Fiscalização da Prefeitura, Wagner Alex Bedeschi, disse que o imóvel não tinha nenhuma inscrição municipal regulamentando alguma atividade, mas frisou que o talão de comanda já caracteriza a presença de comércio no local. Diante disso a casa foi interditada, e o gerente, que diz residir no local, precisará comparecer ao setor de fiscalização a fim de reiterar a desinterdição para poder voltar a morar na casa. Mas em caso de reincidência a casa será novamente interditada, e será cobrada uma multa de R$ 316,45. 

Wagner Bedeschi também enfatizou que as denúncias devem ser feitas diretamente na Divisão de Fiscalização, que fica na rua Pernambuco, número 100, uma travessa da avenida Eugênio Salerno, e que a partir disso é feito um levantamento da situação cadastral, e então solicitado apoio da Polícia Civil.( este tipo de lugar tem de ser em lugares afastados, onde não haja residencias de famílias por perto senão da nisso ai.)

nem a prefeitura de SOROCABA tem alvará de funcionamento

Em um momento em que casas noturnas e templos religiosos de Sorocaba estão sendo rigorosamente fiscalizados para se adequarem à legislação, o prefeito Antonio Carlos Pannunzio (PSDB) revelou ontem, durante entrevista coletiva, que nem mesmo o prédio onde funciona o poder Executivo municipal está regularizado. Conforme ele, o prédio da Prefeitura não tem alvará de funcionamento e nem mesmo Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros. (AVCB). “Não temos sequer aqui uma brigada de incêndio. Estamos errados e vamos tratar de corrigir. Esse Paço tem 30 anos de construção e é inadmissível que esteja nessa situação.”

Pannunzio ainda afirmou que boa parte dos prédios públicos não possui alvará. “Mas o Teatro Municipal tem, porém está próximo do vencimento e estamos tratando de tomar as providências de renovação”, disse, acrescentando que as vistorias também serão feitas em escolas e creches municipais. O prefeito ressaltou que a falta de documentação da Prefeitura não isenta os proprietários de bares, casas noturnas e responsáveis pelos templos religiosos de cumprirem a lei, e desabafou: “Tenho um sentimento de culpa por ter sido prefeito há 24 anos e não ter me atentado para esse fato. Só depois da tragédia é que mandei verificar.”

Questionado sobre quanto tempo levará para regularizar a situação dos prédios municipais, Pannunzio disse que vai depender do laudo dos engenheiros. “Não posso estimar isso, mas acredito que leve uns três, quatro meses”. Apesar da fiscalização das casas noturnas ter começado no dia 1º de janeiro, portanto antes da tragédia de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, Pannunzio disse que esse acontecimento tem levado todos os gestores públicos a redobrarem as atenções. “Temos 60 casas noturnas registradas como tal, e as 60 serão efetivamente fiscalizadas com todo o rigor”, garantiu.( mas a prefeitura não será lacrada né prefeito ? afinal ninguém vai soltar rojão la dentro.) 

PÁTIO CIANÊ, vigilância redobrada agora.

A menos que o projeto para construção do Shopping Pátio Cianê não tenha cumprido as especificações nele previstas, a Prefeitura de Sorocaba não tinha, mesmo, obrigação de fiscalizar as obras. Essa é a interpretação de especialistas consultados ontem pelo Cruzeiro do Sul. As opiniões, entretanto, conflitam com a de advogados conforme os quais uma das competências do poder público é a de cuidar para que empreendimentos não coloquem em risco o interesse coletivo.


Para o engenheiro e ex-secretário de Edificações e Urbanismo, Adalberto Nascimento, é preciso relativizar a discussão. “Formalmente, legalmente, desconheço a existência de norma que obrigue o procedimento fiscalizatório. O município precisaria de um batalhão para dar conta da demanda que tem e, até por isso, não parece sensato lhe impor essa responsabilidade”, respondeu. Nascimento entende, por outro lado, que certas situações não precisariam ser fiscalizadas para que tivessem sua gravidade reconhecida. 

“Quer me parecer que, ali (no espaço fábrica) aconteceu um tremendo cochilo, uma falha até grosseira em termos estruturais. Se, como foi noticiado, o telhado do barracão e o mezanino foram retirados, e não se considerou que esse prédio fica num local sujeito a trepidações do lado de fora, por conta do tráfego de veículos, e do lado de dentro, em razão do andamento dos serviços com o uso de bate-estaca, isso para não falar das condições do clima, chuva e vendaval, é evidente que a parede não suportaria muito tempo”. 

Adalberto reforçou que a Prefeitura deve intervir quando os serviços forem conduzidos em desacordo com aquilo que foi mencionado no setor competente da Prefeitura. “Se alguém obtém autorização para levantar um prédio com cinco andares, mas constrói outro com seis, é claro que está irregular. Nesse caso, o município deve agir, embargar a obra e tomar todas as providências. Internamente, porém, quem deve atentar para essas ocorrências é o responsável técnico que assinou a planta”.

Esse também é o entendimento do ex-prefeito José Theodoro Mendes. Também professor de Direito, Theodoro considera que os fatos podem ser melhor esclarecidos a partir do acesso à planta e ao memorial descritivo da construção. “Ali, naquele documento, estão detalhados os pormenores do empreendimento. Logo, não há como reconhecer se caberia, ou não, à Prefeitura fiscalizar”. Theodoro disse, ainda, que legislação alguma prevê essa obrigação.
 
“A Constituição fala em uso do solo, o que é bem diferente, a Lei Orgânica e o Código de Obras também não definem essa responsabilidade”. O consultor Luiz Antonio Barbosa reforça a posição. “Tecnicamente o município pode e deve fiscalizar obras públicas; em se tratando de projeto privado, a atuação só se justificaria a partir de uma denúncia que justificasse qualquer tomada de medida”. 

Atuação preventiva
 
Desde abril deste ano vigora a lei que estabeleceu a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil que, entre outras disposições, determina que cabe aos municípios “identificar e mapear as áreas de risco de desastres”, além de “promover a fiscalização das áreas de risco de desastre e vedar novas ocupações nessas áreas”, e “vistoriar edificações e áreas de risco e promover, quando for o caso, a intervenção preventiva e a evacuação da população das áreas de alto risco ou das edificações vulneráveis”.

A legislação foi editada justamente para desenvolver a cultura de prevenção de desastres. “E a forma mais usual de se prevenir é fiscalizando. Ainda mais se os riscos estão evidentes, como no caso do telhado removido que deixou a parede de um prédio quase centenário praticamente solta. Tanto assim que o pior acabou acontecendo; a estrutura caiu e determinou a tragédia da qual todos ficamos sabendo”, comenta o advogado Marcos Alberto Morais.

Em nota, a Secretaria da Comunicação, informou que a Defesa Civil atua preventivamente para detectar riscos decorrentes de construções irregulares ou perigosas. “A Coordenação da DC, continua o comunicado, esclarece, ainda, que a construtora estava regularmente autorizada pela Prefeitura a realizar a obra, com o acompanhamento de um responsável técnico (engenheiro civil, no caso). ( como sempre um empurra pro outro o abacaxi.

PANNUNZIO embora esteja contente disso não ter acontecido já no seu governo, deve ficar atento pra que outro acidente não ocorro no local com novas vitimas. 

agora sim a prefeitura deve ficar atenta as obras no local pra se prevenir.)

prefeitura deixa terra acumulada em obras na AV AMERICO DE FIGUEIREDO EM SOROCABA

 
a prefeitura fez obras eleitoreiras na AV AMÉRICO DE FIGUEIREDO no CJ JULIO DE MESQUITA FILHO, mas acabou deixando a terra acumulada, conforme vcs podem ver ai nas fotos.

esta ai na beira da AV, beleza imagine a hora que vierem as chuvas e esta terra ainda estiver ai, pensem na lameira que vai ser. 

correria pra terminar obras em SOROCABA, olha ai.

 
O programa “Sorocaba Total”, considerado a maior obra viária do interior paulista, começou em 2007 e ainda está longe de terminar. O BOM DIA percorreu alguns pontos das intervenções que estão sendo feitas na cidade e constatou que existem trechos que estão praticamente prontos e em outros há muita obra para fazer para ser possível a interligação dos 22 quilômetros de novas vias com a revitalização dos 11 quilômetros de avenidas que existem há décadas.

O prefeito Vitor Lippi quer que sua equipe acelere as obras para que possa inaugurar o programa ainda durante a campanha eleitoral deste ano. A Secretaria de Gestão e Planejamento, responsável pelo acompanhamento das obras, informa que, com sucesso, neste ano deve ser entregue 90% do total do programa.
Paciência e otimismo/  Os moradores dos locais em obra reclamam da demora e do transtorno que qualquer obra produz, mas também estão otimistas com a valorização de suas propriedades após a conclusão do programa.
No Jardim Zulmira, zona oeste de Sorocaba, onde está sendo feito o Complexo Mario Covas, a empresa contratada pela prefeitura trabalha na rua Gumercindo Gonçalves para unia a avenida General Carneiro.
No meio das obras estava a aposentada Deolinda Chiqueto Silva, 50 anos. Ela teve parte da propriedade desapropriada em razão de passar uma das pistas. Ela disse que tinha um comércio “Aqui nós tínhamos um comércio. Eram 10 anos de bar e está prejudicando um pouco financeiramente”, falou. Mas comentou que está tendo todo respaldo da prefeitura e não tem o que reclamar.

“Eles estão dando o apoio necessário por meio dos engenheiros”, disse Deolinda. Ela reclamou de casas  que estão sendo invadidas. “Essas residências estão vazias porque já  foram desapropriadas e estão sendo usadas por usuários de drogas e também traficantes”, comentou a dona Deolinda.

Já a comerciante Amenaide Inversão Cesário, 48, que mora na rua Jurandir Escabia –  proprietária de um sacolão – afirma que a obra está atrapalhando seu comércio. “Não existe acesso aqui para os carros pararem”, conta ela. Mas tem esperança que possa recuperar o prejuízo que está tendo. “Nesse momento está ruim. Vamos ver se consigo recuperar depois de pronto”   
Outro que está sofrendo com as obras do “Sorocaba Total” é o comerciante Danilo Ricardo Freitas, 28, que tem um estabelecimento na avenida Joaquim José Lacerda, zona norte, que fazem parte do Complexo Franco Montoro. O trecho onde ele trabalha é interditado algumas vezes. “O cliente pode entrar na rua, mas não faz isso”, conta ele. Danilo trabalha com a instalação de som automotivo e outros acessórios para carros. “Mas espero que futuramente essa obra possa ajudar o meu comércio”, coloca Danilo.
Praticamente vizinho a Danilo, mora o aposentado Vlademir Canadeu, 53. “Isso aqui vai ficar uma maravilha. Vai valorizar e muito meu imóvel”, comemora o aposentado. Ele disse que o trânsito está complicado, mas já esteve pior. “Quando tinha casa do outro lado da rua não tinha condições”, afirma. As casas que Vlademir se refere foram desapropriadas para fosse feira a segunda pista da avenida J.J Lacerda. No local também será feito um elevado ligando a J.J Lacerda com a avenida Ipanema.
Adiantado /O Complexo Ulysses Guimarães também na zona norte  é o mais adiantado. Foi a última parada do BOM DIA.
A dona-de-casa Edenir Aleixo de Carvalho Diniz, 59,  que mora há 22 anos na avenida Ulysses Guimarães no Parque da Laranjeiras não tem do que reclamar. “Aqui era só buraco. Melhorou bastante.”
Já o soldador José Otacílio Souza, 43, espera ansioso a conclusão da ponte que vai ligar a avenida Ulysses Guimarães com a avenida Tadao Yoshida que fica na zona industrial. “Vai ficar muito mais fácil para chegar ao trabalho”, disse ele que trabalha na zona industrial.
Entregando /O secretário de Gestão e Planejamento Valmir Almenara alguns fatores alteraram o cronograma das obras. “As chuvas são um exemplo. Desdobramento das desapropriações em ações judiciais; remoção de obstáculos ocultos no subsolo e, também, a realocação de famílias residentes em áreas de risco, também, interferiram.”

Ele coloca que há situações que dependem de concessionárias de serviços. Como é o caso da realocação de redes elétricas, telefonia, fibras ópticas e de gás natural. “Embora a secretaria planeje as ações com antecedência, os trabalhos dependem dos prazos internos dessas concessionárias, devido ao contínuo crescimento de demanda da cidade”, explica o secretário Valmir. ( o povo não pode é ficar reféns de obras, ou votarão no candidato do partido do prefeito só por medo que elas não sejam concluidas ?

VOTEM COM CONCIÊNCIA, precisa ver se serão de qualidade, não sejam feitas nas coxas só pra terminar logo, que tenham qualidade, nem que não terminem a tempo, mas sejam concluídas independente de quem for eleito.)