mais bandidos são massacrados no norte ,33 vagabundos mortos em RORAIMA.

Penitenciária Agrícola de Monte Cristo

Logo após o massacre no complexo penitenciário Anísio Jobim do Amazonas, a capital de Roraima, Boa Vista, registra 33 mortos na Penitenciária Agrícola de Boa Vista (Pamc). A maioria das vítimas foi decapitada, teve o coração arrancado ou foi desmembrada. Os corpos foram jogados em um corredor que dá acesso as alas.

O número de mortos foi confirmado pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejuc) em nota, que informou que Agentes do Bope (Batalhão de Operações especiais da Polícia Militar) estão no local para conter a situação.

Em entrevista a uma rádio local, o secretário de Justiça e Cidadania de Roraima, Uziel de Castro Júnior, disse acreditar que os crimes tenham sido cometidos por membros do Primeiro Comando da Capital (PCC). Ele falou também que tem um projeto para abrir mais de mil vagas neste ano no sistema prisional.

Este é o terceiro maior massacre em presídios, em número de mortes, na história do Brasil, atrás apenas do ocorrido no Carandiru, em São Paulo, em 1992, quando 111 presos foram mortos e de Manaus onde foram mortos 60 presos esta semana.

Os detentos quebraram os cadeados e invadiram a Ala 5, cozinha e cadeião onde ficavam os presos de menor periculosidade. De acordo com informações de agentes penitenciários, não houve fugas.

Policiais militares do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e agentes penitenciários do Grupo de Intervenção Tática (GIT) entraram na unidade, que hoje abriga 1.200 presos, o dobro da capacidade.

Na manhã desta sexta-feira, 05, equipes do Instituto Médico Legal (IML) foram à penitenciária para fazer a remoção dos corpos.

Em outubro, na mesma penitenciária, uma rebelião provocada por briga entre o Comando Vermelho (CV) e o PCC deixou pelo menos 10 presos mortos. Três das vítimas teriam sido decapitadas, e sete teriam tido os corpos queimados em uma grande fogueira no pátio da unidade.

Todos os mortos seriam integrantes da facção Comando Vermelho, que domina cerca de 10% do presídio. Os outros 90% são controlados pelo grupo rival Primeiro Comando da Capital.

Até junho passado, PCC e CV eram aliados na disputa pelo controle do tráfico na fronteira com o Paraguai.

( bandido mandar em presídio já vem de anos e anos, basta vcs saberem o que houve nos anos 70, quando misturaram presos políticos com presos comuns, os presos comuns aprenderam táticas de querrilha , foi ai que surgiu o COMANDO VERMELHO, do presídio da ilha grande RJ.

e tb nunca esquecer o inferno de SP 2006, o salve geral , lembram ? agora fica a mídia desviando assuntos do pais pra isso ai, claro que não deixa de ser um problema tb, mas não pode ficar falando só nisso, e tratando bandido como coitadinho, morreu ? ah mas quem mandou ir preso né ? e muitas vezes é preso que já este preso, mas voltou ao sistema carcerário pq voltou ao crime.)

 

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tortura em presídio, teria motivado os ataques de SC

Vídeo: tortura é registrada por câmeras de segurança no presídio de Joinville 

Durante operação pente-fino, agentes do Deap disparam tiros com bala de borracha, estouram bombas de efeito moral e lançam gás de pimenta no rosto dos detentos  


As mãos são levadas à cabeça em sinal de submissão. Um por um, homens nus se agacham e formam filas de frente para um paredão. 

Ficam obrigados a manter os olhos baixos e o queixo entre as pernas. Ninguém enxerga o que está atrás. 

 São detentos retirados das celas e levados a um pátio coberto por grades no Presídio Regional de Joinville. 

Do outro lado do paredão há pelo menos dez homens vestidos de preto, em formação tática, equipados com armamentos e capacetes. 

Tratam-se de agentes prisionais enviados de Florianópolis para uma operação pente-fino de surpresa. 

Seria uma ação padrão se os carceireiros do Departamento Estadual de Administração Prisional (Deap) não virassem protagonistas em cenas de tortura e abuso de autoridade. 

 Sem qualquer manifestação de resistência dos detentos, eles estouram bombas de efeito moral e disparam balas de borracha na direção dos presos, alguns tiros à queima-roupa. 

Gás de pimenta é lançado direto nos olhos. 

Também puxam detentos à força pelo pescoço. 

 Tudo isso aconteceu no último dia 18 de janeiro, durante mais de quatro horas, na área onde os presos do pavilhão 4 costumam tomar banho de sol. 

As cenas, registradas por uma câmera do circuito interno de segurança, lembram imagens do filme “Carandiru”. 

Mas, ao contrário do episódio que ganhou as telas do cinema, os presos de Joinville não faziam motim nem rebelião quando se tornaram alvos no último dia 18. 

Nas imagens às quais “A Notícia” teve acesso nesta sexta-feira, não há qualquer presidiário que ofereça reação. 

Um deles chega a ser carregado por agentes prisionais, após ser atingido por um tiro de borracha, porque não tem sequer condições de andar. 

É algemado e levado para um lugar onde não havia câmeras. 

O que os agentes veem e fazem parece ser encarado com naturalidade pelo grupo do Deap. 

Alguns tomam água em garrafinhas enquanto outros cuidam da formação dos presos. 

Não se sabe o que ouviam e falavam porque as câmeras de segurança filmam sem áudio. 

 E o que aconteceu dentro das celas, longe do monitoramento, é uma sequência existente apenas no relato dos presos. 

O testemunho deles, os exames de corpo de delito e as imagens da câmera chegaram às mãos do juiz corregedor do presídio, João Marcos Buch, e serão peças de uma investigação criminal. 

O juiz cobra a identificação dos agentes envolvidos na operação para a apuração dos crimes cometidos e a aplicação das punições na Justiça.

( se  cadeia fosse apenas um lugar, onde o cara trabalha, cala a boca , sem treta, malandragem, cumprindo sua pena, não precisaria acontecer cenas como essa. 

é um ciclo vicioso, um lado bate o outro responde, ai bate de novo e responde de novo, e assim vai uma coisa sem fim. 

quem aplaude isso pense, amanhã pode ser vc, afinal basta se pobre pra vc ir parar num lugar destes.)

presídio federal de PORTO VELHO, um pesadelo pra bandido

Os repórteres do Jornal Nacional entraram na penitenciária federal onde estão alguns dos bandidos mais perigosos do Brasil, em Rondônia. Rodrigo Alvarez, Marcos Di Gênova e Wílson Araújo mostram por que o presídio que não tem registro de maus-tratos, de doenças contagiosas ou de superlotação é o pesadelo dos criminosos.

A penitenciária para onde foram os presos transferidos de São Paulo é um lugar onde criminoso jamais é chamado pelo apelido. Não tem direito a cigarro, não fala no celular e só tem as algemas abertas depois de se ajoelhar na cela, com as mãos imóveis, para o lado de fora.

Você vai ler nessa reportagem, pela primeira vez, os procedimentos da Penitenciária Federal de Porto Velho. A rotina de alguns dos homens mais perigosos do Brasil.

Os internos passaram as últimas 22 horas trancados, e finalmente saem das celas. Eles se cumprimentam. Estão livres. Duas horas de banho de sol. Só que com chuva, não tem sol, mas isso não muda nada.

São no máximo 13 presos em cada uma das 16 alas. Ao todo, 208 vagas.

E tem gente nova na enfermaria. O nome é Roberto Soriano. O apelido, Betinho Tiriça. Ele é acusado de 10 tipos de crimes, sem nenhuma condenação. Segundo a polícia, o homem foi flagrado duas vezes dando ordens para matar PMs em São Paulo.

A chegada nunca é tranquila.

“Dá insônia, dá crise de ansiedade. Se conseguir conversar com algum interno e vovê perguntar: ‘o que você sente aqui?’ A maioria deles é assim, tristeza”, detalha um enfermeiro.

Todo preso que entra no Sistema Penitenciário Federal passa por 20 dias de isolamento. O interior da cela é praticamente só concreto, em Porto Velho. Não tem tomada, não entra equipamento eletrônico, não entra televisão, rádio, nada. Os presos não controlam a luz, não controlam também o chuveiro. O único privilégio que dá para dizer que eles têm é uma entrada de luz constante.

Na cela um, sem direito a banho de sol, Francisco Antônio Cesário da Silva recebe livros. Fora da prisão ele é o Piauí, chefe do crime na favela paulistana de Paraisópolis, com uma longa ficha que vai de assassinato a falsificação de identidade. Além de uma condenação por sequestro.

Na prisão anterior, segundo a polícia, mandava ordens para matar policiais. Agora não manda nada. Faz requerimentos oficiais.

Na tarde desta terça, a Justiça Federal decidiu prorrogar o isolamento de Piauí e Tiriça por mais 10 dias. Com isso, eles perdem o direito à visita íntima.

“Deveria ser acabado, proibida a visita íntima nas prisões federais. Se não for o único ponto vulnerável no local hoje, é o principal disparado”, afirma o diretor do presídio, Jones Ferreira Leite.

Os mais comportados têm quatro horas-extras por semana, em um programa de reinserção social.

“Aquele que chega com problema de comportamento ou acusado de casos graves, de atentados contra autoridades policiais, eles têm que observar a recuperação dos demais. Então ele vai ver isso e vai querer também participar”, fala o juiz corregedor Marcelo Lobão.

As videoconferências com parentes que moram longe também são só para os bem comportados.

Um dos presos condenado por dois assassinatos, agora tem uma novidade para a família. “O excelentíssimo juiz federal daqui assinou o meu retorno. Fiquei sabendo hoje”, conta ele.

O retorno é para uma prisão comum em Alagoas. A mãe se ajoelha e agradece a Deus.

O presídio federal não oferece riscos ao interno. É limpo, tem atividades educacionais, mas o preso lá fica longe da família e dos comparsas e acaba desarticulado.

Mesmo que seja para uma prisão superlotada e arriscada, a saída da Penitenciária de Porto Velho é sempre comemorada.

http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2012/11/jn-visita-presidio-onde-estao-alguns-dos-bandidos-mais-perigosos-do-pais.html  ( veja ai no link o vídeo sobre a matéria,  olha o lugar é quase perfeito, só faltava os caras trabalharem o dia todo, pra pagar a estadia e tb indenizar as famílias das vitimas,a alem de garantir uma poupança, isso claro para os que um dia podem sair.)  

festa em cadeia no AM, e o povo onde tá ?

Alguns dos presidiários considerados mais perigosos do Amazonas apareceram esta semana, em fotos explícitas, no FaceBook. Eles participavam de festa com barril de chopp, churrasco e TV de tela de LED. As fotos foram postadas no perfil de Alessandro Barbosa da Fonseca, o Alê (Alle Barbosa), condenado em Parintins por tráfico de drogas e autor do projeto que leva artes marciais aos presidiários “Lutando pela vida”. O perfil foi depois retirado da rede social.

O juiz da Vara de Execuções Penais (VEP), Luís Carlos Valois, ao tomar conhecimento das fotos ficou escandalizado. “É um absurdo”, disse. Ato seguinte, Valois acionou o sub-secretário estadual de Justiça e Cidadania, coronel Bernardo Encarnação, responsável pelos presídios, e deu ordem para transferência de todos os envolvidos para o Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj).  

( seguinte, só vou por esta foto ai, pra não encher isso aqui de foto de homem peludo sem camisa, já que este blog é destinado a mulher gostosa, quem quiser ver as demais fotos da coisa  http://taxiemmovimento.blogspot.com.br/2012/03/fotos-da-festa-no-presidio-de.html  estas coisas o FACEBOOK não vê né ?, precisa denunciar pra que retirem isso da web, depois disso ,os caras foram transferidos para presídioas de segurança máxima.)

religiosos, não podem mais serem revistados em visitas a presídios

Após reclamações de presos e entidades, como a Pastoral Carcerária, o Ministério da Justiça padronizou as regras sobre assistência religiosa nos presídios do país.

A resolução do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP) determina o fim da revista íntima em religiosos e autoriza a flexibilização de regras de vestimenta, alimentação e higiene pessoal (barba e cabelo) para os presos.

Patrícia Santos – 27.set.98/Folhapress
Presos participam de culto religioso no Rio de Janeiro
Presos participam de culto religioso no Rio de Janeiro

O ponto mais polêmico na resolução é o fim da revista íntima nos representantes religiosos. Valdirene Daufemback, presidente do conselho, afirma que são poucos os presídios em que ela ainda é feita, mas a pastoral diz que é uma situação comum e, às vezes, vexatória.( então basta a pessoa, botar uma bíblia embaixo do braço, um vestido evangélico e pronto ? entra com celular, droga , amarrado ao corpo, ou na vagina , sem ter de ficar pelado(a) de cócoras com espelho embaixo pra ver se tem algo ? 

beleza, mais uma vez, bandido manda e ta mandado, daqui a pouco ninguém mais será revistado, pois incluirão outros grupos de pessoas nessa massa tb.)