caso TAYNÁ, outra jovem é achada morta a 1 km do primeiro crime


Outra jovem é encontrada morta a 1 km de onde polícia achou corpo Tayná no Paraná

A polícia do Paraná encontrou na terça-feira (23) o corpo de outra garota a cerca de um quilômetro do local onde foi ocultado o cadáver de Tayná Adriane da Silva, 14, em Colombo (região metropolitana de Curitiba). 


Jennifer Priscila de Oliveira, 20, trabalhava em uma ótica na cidade e havia desaparecido após dizer a amigas que iria a um churrasco. 


A reportagem apurou que a polícia encontrou sinais de violência sexual no corpo de Jennifer, cujo corpo foi encontrado vestido – tal qual o de Tayná. 


Ainda não se sabe, porém, se Jennifer foi morta no local ou apenas teve seu cadáver levado para lá. 


Ainda que por precaução, a polícia busca indícios da possível ligação entre uma e outra morte. ( será o mesmo cara ? agora a policia tem o dever de esclarecer os dois casos e MOSTRAR O VERDADEIRO CULPADO ou culpados.

se for o mesmo,ele se sente a vontade, depois da  presepada da prisão e tortura de 45 suspeitos e que foram soltos pois nada foi provado contra eles e os policiais e delegados afastados e presos.

antes que a cidade exploda em fúria, resolvam logo estes casos.)

gangue das loiras é desarticulada, vc quer ser carcereiro delas ?

  

Priscila Amaral compra eletrônicos em uma loja do shopping Ibirapuera (Foto: Reprodução)

A Polícia Civil prendeu em Curitiba, no Paraná, Carina Geremias Vendramini, 25 anos, integrante da gangue das loiras, acusada de mais de 50 sequestros relâmpagos na Grande São Paulo desde 2008. A gangue é composta por 5 loiras e uma morena, chefiadas por Vagner de Oliveira. 

De acordo com a polícia, as jovens são responsáveis por atrair as vítimas. O grupo agia apostando na beleza de suas integrantes e usando os codinomes da famosa dupla de assaltantes a banco dos Estados Unidos do início da década de 30, que ficou eternizada nos cinemas em 1967, com o filme “Bonnie & Clyde – Uma rajada de balas”.

Eles sequestravam mulheres desacompanhadas, de preferência loiras, em estacionamentos ou em momentos de distração, para fazer compras em shoppings de alto padrão com os cartões roubados. Enquanto a moça realizava as compras, o rapaz circulava pela cidade com a vítima, em seu veículo, segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo.

Além de Carina, integram a gangue Priscila Amaral, Silmara Lan, Franciely dos Santos, Vanessa Geremias Vendramini e Monique Awoka Scasiota.
   


Da esquerda para a direita: Franciely, Carina, vanessa, Silmara, Priscila e Monique (Foto: DHPP/Divulgação)Segundo o delegado Alberto Pereira Matheus Júnior, titular da 3ª Delegacia Antissequestro da capital, a quadrilha atuava, no mínimo, desde 2008, realizando assaltos a apartamentos.
 
A partir de 2009, o grupo passou a praticar sequestros relâmpagos, sempre tomando certos cuidados para atrapalhar as investigações. “Encontramos diversas dificuldades para identificar o grupo. Em um primeiro momento, acreditávamos que era um casal, mas as características da criminosa não coincidiam. Em depoimentos das vítimas, uma tinha tatuagem, mas a outra não tinha, por exemplo. Foi então que a polícia começou a entender que poderiam ser vários grupos, ou um grupo coeso”, afirmou o delegado.

Sempre armadas, as moças chegavam a agredir as mulheres sequestradas, com puxões de cabelo ou coronhadas. Ao todo, mais de 50 boletins de ocorrência são de casos creditados ao grupo.

( pois é beleza abre portas, quem vai desconfiar que aquela mulher bonita ali ta comprando tudo com cartão roubado ?

fico imaginando a VAL MARCHIORI, sendo vitimas delas, seu HELLO, ia deixar elas loucas)