juiz que mandou bloquear zap zap será processado no CNJ

Volta do WhatsApp anima as redes sociais com memes

 

A ministra Nancy Andrighi, corregedora nacional de Justiça, instaurou ontem processo disciplinar contra o juiz Marcel Maia Montalvão, da Vara Criminal de Lagarto (em Sergipe), que determinou a suspensão do WhatsApp em todo o País.

De acordo com o ‘Jornal Nacional’, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) vai avaliar se a houve abuso de poder por parte do juiz. Segundo o órgão, a análise vai levar em conta se o juiz ultrapassou o “limite da razoabilidade” ao bloquear o acesso ao app que pertence ao Facebook.

O juiz terá um prazo de 15 dias para prestar esclarecimentos ao conselho. Caso a prática indevida seja constatada, Nancy poderá apresentar ao plenário do CNJ a abertura de processo administrativo disciplinar contra o magistrado. A punição pode variar de uma censura ao magistrado até sua aposentadoria compulsória.

( teve protestos em LAGARTOS (SE) ? não, se o juiz fosse de SP, só a paulista teria um mar de gente protestando contra o juiz, quer dizer que qualquer juiz, de qualquer cidade do cafundó do judas pode bloquear watts, face, twitter do pais todo ? 

se um juiz tem medo de mandar bloquear celular de presídio não serve pra ser juiz, fica refém da bandidagem, perde  a moral, 100 milhões de pessoas não podem pagar por meia dúzia de bandidos.

agora sobrou pra ele MARCEL MAIA MONTALVÃO, mas fiquemos atentos, pois gente pra bloquear redes sociais por qualquer motivo, até pór censura, é o que não falta.)

XUXA não desiste , perde de novo ao perseguir seu antigo filme

 

Xuxa Meneghel sofreu uma nova derrota em uma ação que move contra o Google, por conta de pesquisas que associava a apresentadora à pedofilia, devido ao filme “Amor Estranho Amor”, que fez em 1982.

Na obra, a apresentadora da Rede Globo participa de cenas sensuais com um menor de idade. O filme acabou se perpetuando na internet e facilitado pela existência do Google, o que Xuxa considerou ofensivo.

No entanto, o juiz Arthur Eduardo Magalhães Ferreira decidiu seguir a jurisprudência do Supremo Tribunal de Justiça e determinou que o direito do livre acesso à informação é mais importante do que a intenção da apresentadora de ver este conteúdo desassociado ao seu nome.

Xuxa deve recorrer, pela última vez, no STJ. Caso perca novamente, a decisão será em definitivo e nenhum recurso poderá ser feito, a não ser que ela entre com um novo processo.

(essa idiota vai ficar velha com 100 anos de idade e ainda vai correr atrás disso , não cansa.

e depois,? vai mandar a filha já adulta tb continuar esta luta, até não existir mais uma ceninha do filme pra ser vista em lugar algum ? da web ?

ta feito, não adianta mais, todos que puderem ver já viram, ta preocupada com quem, se a nova geração nem sabe mais quem vc é , o que já foi, a sua geração já cresceu XUXA ,não percebeu ainda ?

vc já foi rainha dos baixinhos, pra ficar se preocupando ainda com este filme.)

semi nua da porta do banco, quer por o lugar no pau, hummm demora

A dona de casa Adriana Alves da Silva Piolla, 44 anos, procurou ontem a Polícia Civil após ter sido barrada em uma agência bancária da Caixa Econômica Federal de Sorocaba. Anteontem, ela tentou passar pela porta automática giratória com uma bolsa e perdeu a paciência. Revoltada, tirou a roupa e ficou apenas de sutiã e calcinha. A situação só foi normalizada quando a cliente se recompôs e topou deixar o acessório no guarda-volumes.

Ontem, Adriana procurou a Polícia Civil para registrar um boletim de ocorrência. “Pretendo processar o banco por racismo (sic), pois acho que eles suspeitaram de mim porque tenho muitas tatuagens”, conta.

Mesmo com esse posicionamento, Adriana não nega que tentou entrar na agência com uma bolsa. “Lá estavam os meus documentos e o meu dinheiro”, diz. “Eu já tinha retirado as moedas, o celular e um molho de chave, mas mesmo assim me barraram.”

Nervosa, Adriana jogou o conteúdo da bolsa no chão e na sequência tirou a calça e uma camiseta regata. “Depois bateu uma certa vergonha, pois pensei nos meus dois filhos, mas foi um ato de revolta”, revela. Atualmente, ela mora no bairro Barcelona e é casada.

O presidente do Sindicato dos Vigilantes de Sorocaba e Região, Sergio Ricardo dos Santos, disse que o responsável pela segurança naquele momento cumpriu com a obrigação. “Ele está ali justamente para vigiar e dar segurança”, conta.

Segundo Santos, a porta automática giratória não é travada pelo vigilante. “O travamento ocorre quando é detectado algum objeto metálico, como telefone celular, moeda e até argola de bolsa. Cabe ao vigilante somente destravá-la”, conta.

Para Santos, a atitude da cliente foi desnecessária. “Ela poderia ter acionado a Polícia Militar ou a própria gerência do banco”, relata.
Em Sorocaba trabalham aproximadamente 1.800 vigilantes em agências bancárias, hospitais e centros comerciais. O profissional consegue a Carteira Nacional de Vigilante (CNV) ao passar por um curso de formação autorizado pela Polícia Federal.

Por meio de uma nota, a Caixa Econômica Federal esclareceu que utiliza as portas automáticas giratórias com detectores de metal em suas agências de acordo com a Lei 7.102/83. O texto disciplina o sistema de segurança em estabelecimentos financeiros em todo o território nacional.

De acordo com a Caixa, esses equipamentos são utilizados pelos bancos para impedir o acesso de pessoas armadas às agências e nunca para criar obstáculos ou constrangimento aos usuários. “O objetivo é proteger os clientes, seus empregados e patrimônio.”

O fato de ocorrer o travamento das portas automáticas giratórias parece incomodar os clientes. O desempregado Francisco Augusto, 40, comentou ter precisado tirar as botas para entrar em uma agência bancária de Votorantim. “Chega a ser revoltante”, diz.

( ah dona , lamento dizer mas isso ai demora anos, o banco tem mais de um advogado e eles enrolam isso a perder no tempo .)

juiz carioca da carteirada agora processa o jornal o GLOBO.


A 11ª Vara Cível do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro) condenou o jornal “O Globo” e o jornalista Ronaldo Braga a pagarem uma indenização de R$ 18 mil ao juiz João Carlos de Souza Correa, o mesmo que deu voz de prisão à agente da Lei Seca Luciana Tamburini após ser parado em uma blitz, em 2011.

A decisão da juíza Lindalva Soares Silva foi publicada na última quinta-feira (13), um dia depois de os desembargadores da 14ª Câmara Cível negarem por unanimidade o recurso de Luciana e manterem a determinação de indenização a Correa em R$ 5.000 por ter afirmado que ele “era juiz, mas não Deus”. O caso ganhou repercussão nacional, e uma advogada paulista lançou uma vaquinha online que, em uma semana, arrecadou mais de R$ 27 mil para a agente.

O objeto da ação contra o jornal carioca é uma matéria assinada por Ronaldo Braga e publicada no dia 17 de fevereiro de 2011, que trazia o título “Juiz dá calote e tenta prender cobrador”. Ao noticiar a confusão envolvendo Correa e a agente de trânsito, o jornal fez um histórico de polêmicas nas quais o magistrado esteve envolvido. Um dos fatos teria ocorrido em 2006, quando o juiz, de acordo com “O Globo”, deu voz de prisão a funcionários da Ampla que foram até a sua residência para, por falta de pagamento, cortar o fornecimento de energia elétrica.

Correa se sentiu ofendido e pediu inicialmente uma indenização de R$ 100 mil. O jornal apresentou a sua defesa, mas a titular da 11ª Vara Cível deu ganho de causa para o colega de magistratura. Ela reduziu o valor da indenização porque o considerou exagerado.

“(…) o dever de informar, mesmo que, para a imprensa, seja verídico, não pode ser transmitido com emprego de linguagem agressiva de caloteiro, até mesmo porque a palavra, em nosso idioma, tem sentido pejorativo e depreciativo”, escreveu a juíza Lindalva.

Segundo ela, a imprensa precisa “administrar com precisão e equilíbrio a palavra escrita”. “Houve uso desproporcional da linguagem ao chamá-lo em primeira página de um jornal de grande circulação de juiz caloteiro, o que, por si só, já caracteriza abuso”, argumentou.

Procurado, o jornal ainda não se manifestou sobre a decisão do tribunal.
OAB quer afastamento de juiz

A OAB-RJ (Ordem dos Advogados do Brasil) encaminhou ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça), na semana passada, um compilado com as denúncias recebidas pela entidade contra o juiz João Carlos de Souza Corrêa. A Ordem pede que o CNJ afaste o juiz durante a investigação do caso. O conselho ainda não se pronunciou a respeito.

Segundo o presidente da instituição, Felipe Santa Cruz, nos últimos dias, a ordem recebeu diversas denúncias contra Corrêa referentes a outros casos. “O caso da agente de trânsito já é dramático, mas recebemos diversas outras denúncias contra o juiz além dessa. Ameaças a advogados, falta de postura… Por isso tomamos a decisão de encaminhar um documento ao CNJ, pedindo inclusive o afastamento do magistrado enquanto se apura a procedência dessas informações”, afirmou Cruz.

A funcionária do Detran-RJ (Departamento de Trânsito do Estado do Rio) foi condenada há duas semanas por conta de uma abordagem realizada durante uma blitz no Leblon, na zona sul da capital fluminense, em fevereiro de 2011. De acordo com decisão na primeira instância, a servidora pública “agiu com abuso de poder” e “zombou” do magistrado ao afirmar que ele “era juiz, mas não Deus”.

 

( o juiz é corajoso, desafia a poderosa REDE GLOBO que é dona do jornal o GLOBO,pelo jeito o povo carioca malandro só bate em péde chinelo mesmo, já que não tem a coragem de todos se juntarem e botar o carra pra correr do RJ na porrada 

juiz bate carteia, e processa agente de transito , após ser parado em blitz da lei seca no RJ

Juiz recebe R$ 5 mil após discutir com agente em blitz da Lei Seca no Leblon
Tribunal considerou ação improcedente e determinou indenização para magistrado

A justiça do Rio de Janeiro condenou a agente de trânsito Luciana Silva Tamburini a pagar indenização de R$ 5 mil para o juiz João Carlos de Souza Correa. Ela processou o magistrado após receber voz de prisão e ser levada para a delegacia por ele, flagrado em uma blitz da Lei Seca, na zona sul do Rio, dirigindo sem a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em um veículo sem placa.

Luciana determinou a apreensão do veículo e alega, de acordo com o processo, que “o réu tentou se prevalecer do cargo para se esquivar do cumprimento da lei”. A agente pediu indenização por dano moral, por ser submetida a uma situação vexatória, ao ser conduzida para a delegacia, mas o juiz contestou a acusação e pediu indenização, porque se sentiu ofendido ao ouvir de Luciana que ele “é juiz, mas não é Deus”. O caso ocorreu há três anos, e a decisão foi publicada na última sexta-feira (31).

Na decisão, o desembargador José Carlos Paes, da 14ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, escreveu que “a autora, ao abordar o réu e verificar que o mesmo conduzia veículo desprovido de placas identificadoras e sem portar sua carteira de habilitação, agiu com abuso de poder, ofendendo o réu, mesmo ciente da relevância da função pública desempenhada por ele”. Ele acrescenta que ao “apregoar que o réu era ‘juiz, e não Deus’, a agente de trânsito zombou do cargo por ele ocupado, bem como do que a função representa na sociedade”.

O desembargador diz ainda que “restou evidente, no caso em análise, que a autora pretendia, com tal comportamento, afrontar e enfrentar o magistrado, que retornava de um plantão judiciário noturno”. Além disso, de acordo com a decisão de Paes, Luciana “desafiou a magistratura e tudo o que ela representa”, ao “debochar” do juiz.

Ainda cabe recurso da decisão, mas o caso já gerou repercussão na mídia e nas redes sociais, em apoio à agente de trânsito. Foi criada até uma “vaquinha” online para arrecadar o valor da indenização, que já conseguiu mais de 70% do dinheiro, apenas no primeiro dia no ar.

Para o presidente da Associação dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro (Amaerj), Rossidélio Lopes da Fonte, não houve corporativismo no caso. “Particularmente, eu não acredito nisso. Acho que foi um acontecimento isolado, mas nesse caso específico só analisando a prova dos autos para afirmar”.

Porém, de acordo com Fonte, o juiz deve se comportar como qualquer cidadão diante de umablitz. “Eu não posso falar pelo fato em si, mas a orientação que nós damos é que o juiz se comporte como qualquer cidadão que é parado na Lei Seca. O fato de você estar fora do exercício da magistratura não te permite usar arbitrariamente qualquer posicionamento”.

O presidente da Comissão de Legislação de Trânsito, da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Rio de Janeiro (OAB/RJ), Armando Souza, também evita falar em corporativismo na decisão. “Não acredito. Eu não vislumbrei nenhuma intenção por parte da agente de trânsito, de ofender a honra do magistrado. O tribunal entendeu o contrário, e aplicou uma condenação para que ela reparasse um dano que eu, no meu entendimento, não percebi”.

Souza não acredita que a decisão possa influenciar no comportamento dos agentes que trabalham nas operações da Lei Seca. “Não acredito que isso possa ocorrer. Todos nós somos iguais perante a lei, também o magistrado é igual e deve respeitar a legislação. Todos são iguais – seja senador, magistrado, jogador de futebol, advogado. Todos, temos que respeitar a lei”, reiterou.

Em nota, o Detran informou que a corregedoria do órgão abriu processo disciplinar para apurar a conduta dos agentes envolvidos na ocorrência, mas não constatou nenhuma irregularidade. De acordo com a nota, “a Operação Lei Seca reitera que todos os motoristas abordados nas blitze são submetidos aos mesmos procedimentos, e a atuação dos agentes está de acordo com a lei”.

( enquanto o povo não entender que tem o poder nas mãos vai ser sempre burro de carga, vc , nós meu caro amigo, sustentamos tudo neste pais , TUDO, seja militar ou civil, seja desde o presidente até o mínimo funcionário público.

pena não usarmos nosso poder de demitir, de dar advertências , este juiz deveria levar belos puxões de orelhas, e se reclamar , ser expulso aos pontapés pela população enfurecida ao invadir o fórum onde trabalha, agora vai receber 5 mil reais que nem precisa e gastar com alguma prostituta de menor por ai.)

policial que matou camelô, já responde por outro homicídio 6 meses antes.

Vídeo mostra momento do disparo de policial que matou ambulante em SP

 

O soldado da Polícia Militar Henrique Dias Bueno de Araújo, de 31 anos, preso na quinta-feira (18), após matar o camelô Carlos Augusto Muniz Braga, de 30 anos, na Lapa (zona oeste de São Paulo), responde a processo por outro homicídio cometido seis meses antes do assassinato do camelô, também durante abordagem policial. Na ocasião, Araújo disparou quatro vezes contra um homem que teria reagido a ordem de parada feita pelo soldado e seu companheiro.

Segundo informações prestadas pelos policiais no Inquérito Policial Militar aberto para apurar o fato, o homicídio ocorreu quando, durante ronda, Araújo e outro PM avistaram um homem empurrando um carrinho de carga e ordenaram que ele parasse para averiguação.

O homem teria se negado a parar e sacado um facão. Ele ainda tentou fugir, mas ao ser cercado novamente pelos policiais, foi para cima de Araújo com o facão.

Ainda de acordo com os policiais, Araújo disparou duas vezes contra as pernas do homem, mas o suspeito, mesmo ferido, continuou vindo em direção ao soldado, que efetuou outros quatro disparos.

Dos seis tiros disparados por Araújo, quatro acertaram a vítima: dois na perna, um no tórax e um na mão. O homem, que nunca foi identificado, morreu no local.

Questionada pela reportagem sobre o outro caso de homicídio cometido por Araújo, a Polícia Militar respondeu que todos os policiais que se envolvem em ocorrência com morte ficam afastados temporariamente do trabalho na rua para acompanhamento psicológico. Esse período de afastamento costuma durar, no máximo, três meses.

Como já se passaram seis meses do fato, Araújo foi autorizado a retornar às ruas. O inquérito policial concluiu que não houve conduta irregular do policial na morte de março, já que o soldado teria agido em legítima defesa.

O caso ainda está sendo analisado pela Justiça Comum.

 

( duas vezes  contra a perna e o sujeito continuou vindo ? sé se o cara estivesse muito drogado pra isso , e esta história colou, ou o corporativismo o protegeu  ? mas desta vez não teve jeito, alias ele só responde a isso por ser ano eleitoral, claro que pra não sujar pro ALCKMIN , pra não dar munição a oposição, ele deve ficar preso.

ai depois das eleições ai talvez, ele acabe saindo, mais fácil perder a farda e sr expulso de vez da policia , ( é uma teoria gente) , mas isso mostra o despreparo da policia em permitir que um cara que já respondeu por morte, continuasse á atuar nas ruas , mas sempre lembrando que a atitude do camelô nunca deve ser imitada.)

pai do DINHO ( MAMONAS ASSASSINAS) X MARCOS FELICIANO.

Os integrantes do Mamonas Assassinas morreram em 1996, em um acidente aéreo

Após a divulgação de um vídeo em que o pastor evangélico e presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, Marco Feliciano, afirma que Deus teria matado os integrantes do Mamonas Assassinas, Hidelbrando Alves, pai do vocalista Dinho resolveu entrar com um processo por danos morais contra o deputado, ainda nesta semana.

No vídeo, o pastor afirma que o conteúdo das músicas da banda era inadequado.”Ao invés de virar pra um lado, o manche tocou pra outro. Um anjo pôs o dedo no manche e Deus fulminou aqueles que tentaram colocar palavras torpes na boca das nossas crianças”, diz Feliciano.

Na época em que as imagens foram gravadas, 1996, o pastor afirmou ainda que Dinho era da Assembléia de Deus e se vendeu ao Diabo em troca de fama. Hidelbrando, que tomou conhecimento das declarações do deputado através dos jornais, disse que o filho pouco frequentava a igreja e que o pastor disse besteiras. “Eu vou processá-lo, de qualquer forma”, afirmou o pai do cantor

( e ele declarou em entrevista ontem, no RATINHO que não sai , ele tb havia falado de JOHN LENNON, ainda bem que a YOKO ONO não mora aqui, senão seriam dois processos.)